Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 20 10771085
EPCAR 2023TEXTO
Dia 22
Às 2 ½ horas da madrugada de ontem, um indivíduo,
que corria da rua da Relação em direção à repartição da
polícia, caiu morto junto à porta principal do edifício,
apresentando no peito um profundo ferimento.
[5] Ato contínuo um outro indivíduo, que também se
achava ferido no rosto, parou junto ao cadáver procurando
certificar-se se o indivíduo que ali se achava caído estava
com vida.
Tornando-se o referido indivíduo suspeito, foi
[10] imediatamente preso e apresentado ao Sr. Dr. Carijó,
1º delegado auxiliar.
/.../
Ontem pela manhã apareceram no necrotério três
praças da brigada policial, entre os quais se achava
[15] Antonio Primeiro, pertencente à 6ª companhia, que
declarou reconhecer o cadáver como o de João Ferreira
da Silva, ex-corneta da brigada policial, de onde teve baixa
há cerca de três meses.
/.../
[20] Silva era casado com Maria Virginia da Costa, com a
qual residia, em companhia de dois filhos menores, na
casinha nº 19 da estalagem da rua do Rezende, nº 109.
Segundo nos informou Maria Virginia, seu marido era
homem pacato, de bons costumes e trabalhava como
[25] servente de pedreiro em umas obras da rua Francisco
Muratori.
Disse mais que seu marido havia estado no botequim
no 64 da referida rua, ponto de reunião de indivíduos
suspeitos, não regressando mais à casa.
Dia 23
[30] O Sr. Dr. Carijó, 1º delegado auxiliar, auxiliado por
seu escrivão o Sr. major Luiz de Andrade, já descobriu o
fio do misterioso assassinato de João Ferreira da Silva,
perpetrado na rua da Relação, na madrugada de 21 do
corrente mês.
[35] Já depuseram no inquérito muitas testemunhas, entre
as quais se acham os dois soldados de polícia que
rondaram a referida rua e a dos Inválidos, José Teixeira da
Silva, Balbino Ferreira de Oliveira, Pedro da Costa, Manuel
de Souza e Silva, Maria Regina da Costa e outras pessoas
[40] que estiveram com o falecido no botequim nº 64 da rua do
Rezende, de onde saíram em serenata.
A autoridade policial espera em breve descobrir o
verdadeiro assassino para entregá-lo à ação da justiça.
Segundo trata C. Lombroso* em seu livro intitulado
[45] L´Uomo delinquente, publicamos em seguida as tatuagens
verificadas no corpo de Manuel de Sousa e Silva pelos
Drs. Moraes Brito e Cunha Cruz.
Manuel de Sousa e Silva, de cor branca, com 21 anos
de idade, português, solteiro, morador à rua
[50] Resende, nº 109.
Apresenta uma ferida incisa na região tenar**, dois
centímetros de extensão, dirigida de cima para baixo, de
dentro para fora, na mão esquerda; apresenta, entre
outras, as seguintes tatuagens: um crucifixo na face
[55] anterior do braço esquerdo; um signo de Salomão, na face
externa do mesmo braço; as iniciais I. M. C. (Isaura Maria
da Conceição) isto no dorso da mão do mesmo lado; no
dorso da mão direita um signo de Salomão; na face
anterior do antebraço, do mesmo lado um coração, com
[60] ápice para baixo, atravessado por uma seta, e um punhal
em cruz; na área representada pelo coração, as iniciais M.
S. S. (Manuel de Sousa e Silva); por baixo dessas iniciais,
e na mesma área, as iniciais S. E. S. (Sara Escaldina dos
Santos); por sobre o coração, na mesma face do braço,
[65] uma estrela; sobre a estrela, uma fita com as iniciais M. S.
F. (Maria da Silva Fidalga); por sobre a fita as iniciais M. J.
R. C. (Maria Joaquina Rosa da Conceição); no peito, na
região precordial, um coração atravessado por dois
punhais em cruz. Uma figura de mulher e outra de homem,
[70] em colóquio amoroso, na face anterior do braço direito.
*Cesare Lombroso (1835-1909) foi criminologista italiano,
autor entre outros livros de L’uomo delinquente (1876), e
muito influente na época, embora em boa parte
desacreditado hoje. Achava que a criminalidade era
hereditária, e que os criminosos podiam ser reconhecidos
por certos traços e defeitos físicos, inclusive o uso excessivo
de tatuagem.
** tenar: palma da mão.
Dia 24
Sobre o assassinato de João Ferreira da Silva,
perpetrado na rua da Relação, temos a acrescentar o
seguinte:
O Sr. Dr. Carijó, 1º delegado auxiliar, conseguiu
[75] descobrir e prender todos os indivíduos que, na noite do
crime, estiveram em serenata com a vítima /.../.
O Sr. Dr. Souza Lima, lente* da Academia de
Medicina, requisitou ontem do Sr. Dr. Carijó a presença de
Manuel de Souza e Silva, o homem tatuado de que
[80] tratamos ontem na nossa notícia.
À 1 hora da tarde, na aula de medicina legal, fez uma
pequena preleção aos seus alunos sobre os indivíduos
tatuados de que trata o professor Lombroso,
apresentando-lhes Souza e Silva como um dos indivíduos
[85] que deviam estar sempre sob as vistas da polícia por isso
que os desenhos de tatuagem que apresentava no corpo
eram descritos pelo sábio escritor italiano em seu livro
L´Uomo delinquente, os quais demonstraram ser uma
cópia fiel dos que existiam no citado livro.
* lente: professor de escola superior ou secundária.
Dia 25
[90] O Sr. Dr. Carijó, prosseguindo no inquérito sobre o
assassinato de João Ferreira da Silva, chegou à
conclusão de que o autor do crime foi Manuel de Souza e
Silva, vulgo Nené, o qual já cumpriu pena há anos
passados por crime de morte.
[95] Nené é o indivíduo que, conforme noticiamos,
apresenta o corpo cheio de tatuagens.
/.../
Pelos depoimentos das testemunhas, vê-se que o
móvel do crime foram os ciúmes de Nené por causa de
[100] uma mulher.
(ASSIS, Machado de. A Semana – 165. Edição, apresentação e notas por John Gledson. In: Machadiana Eletrônica, Vitória, v. 4, n.9, p. s-s, jul.-dez. 2021.- com adaptações.)
Considerando todo o Texto, a explicação da função sintática do trecho NÃO está correta na alternativa:
Questão 31 10170801
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo IFFar 2023Este plano econômico, decretado em março de 1990, tinha como ideia básica limitar a quantidade de dinheiro em circulação, com o objetivo de controlar a inflação. O governo bloqueou o dinheiro das contas- correntes e das cadernetas de poupança acima de 50 mil cruzeiros. Cerca de dois terços do total de moeda circulante foram recolhidos do mercado.
Qual foi o nome deste plano econômico?
Questão 21 10630439
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HÉRCULES
A figura de Hércules, aclamado como herói e depois adorado como Deus, talvez
corresponda originalmente a uma figura histórica, cuja bravura militar ensejou a lenda homérica
de que venceu a morte.
Filho de Zeus, senhor dos deuses, e de Alcmena, mulher do rei Anfitrião, Hércules
[5] (Héracles para os gregos) foi concebido para tornar-se grande herói. Um engenhoso estratagema
de Zeus gerou a oportunidade: visitou Alcmena caracterizado como Anfitrião, enquanto este
combatia Ptérela, rei de Tafos, para vingar afronta à família da esposa. Hera, esposa de Zeus,
enciumada com o nascimento de Hércules, pois desejava elevar o primo Euristeu ao trono da
Grécia, enviou duas serpentes para matá-lo ainda no berço, mas o herói, com sua força
[10] prodigiosa, destruiu-as.
Casado com Mégara, uma das princesas reais, Hércules matou-a, e aos três filhos, num
acesso de fúria provocado por Hera. Para expiar o crime, ofereceu seus serviços a Euristeu, que o
incumbiu das tarefas extremamente arriscadas, conhecidas como “os 12 trabalhos de Hércules”:
(1) estrangulou um leão, de pele invulnerável, que aterrorizava o vale de Nemeia; (2) matou a
[15] hidra de Lerna, monstro de muitas cabeças;(3) capturou viva a corça de Cerineia, de chifres de
ouro e pés de bronze, a qual corria velozmente; (4) capturou vivo o javali de Erimanto, que
aterrorizava a região da Arcádia; (5) limpou os estábulos de 3 mil bois do rei Augias, da Élida,
não cuidados durantes trinta anos, para isso Hércules desviou o curso de um rio; (6) matou com
flechas envenenadas as aves antropófagas dos pântanos da Estinfália; (7) capturou vivo o touro
[20] de Creta, que lançava chamas pelas narinas; (8) capturou as éguas antropófagas de Diomedes; (9)
levou para Edmeta, filha de Euristeu, o cinturão de Hipólita, rainha das guerreiras amazonas;
(10) levou para o rei Micenas o imenso rebanho de bois vermelhos de Gerião, um gigante de três
cabeças; (11) recuperou as maçãs de ouro do pomar das Hespérides, por intermédio do titã Atlas,
que sustenta os céus sobre os ombros e executou por ele esse trabalho, enquanto Hércules o
[25] substituía; e (12) dominou com as próprias mãos o cão Cérbero, guardião das portas do inferno,
de três cabeças, cauda de dragão e pescoço de serpente.
Hércules realizou outros atos de bravura e participou da viagem dos argonautas em busca
do velocino de ouro. No fim, casou-se com Dejanira, que involuntariamente causou-lhe a morte,
ao oferecer-lhe um manto impregnado de sangue mortal, que ela acreditava ser o filtro do amor.
[30] O corpo de Hércules foi transportado por Zeus para o Olimpo, onde se reconciliou com Hera e
casou-se com Hebe, deusa da juventude.
Hércules. Nova Enciclopédia Barsa. São Paulo: Barsa Editorial, 2001. p. 362-3 (Adaptado).
Observe o seguinte trecho: “A figura de Hércules, aclamado como herói e depois adorado como Deus, talvez corresponda originalmente a uma figura histórica, cuja bravura militar ensejou a lenda homérica de que venceu a morte”. (
. 1-2).
Assinale a opção que traz o antônimo corresponde ao vocábulo sublinhado.
Questão 19 10630418
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
A partir da leitura do Texto , pode-se afirmar corretamente que
Questão 18 10630409
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
Leia: “Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido (
. 25-26).
Infere-se desse trecho que
Questão 16 10630255
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
Observe o seguinte trecho: “Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza a união das forças celestes e terrestres” (
. 1-2).
Assinale a opção que traz uma expressão que substitui a parte sublinhada, mantendo o sentido original.
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