Questões de EFAF História - Brasil - Império
330 Questões
Questão 41 11813085
Pref. de São Paulo 8º Ano 2017/2
Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 07, nº 85, outubro de 2012. p. 78.
A mais famosa das imagens urbanas da monarquia é, sem dúvida, a estátua de D. Pedro I, dedicada ao primeiro imperador do Brasil e situada na Praça Tiradentes, Centro do Rio de Janeiro. Existem inúmeras outras esculturas distribuídas pelo país, mas nenhuma se compara à peça de 1862, que inaugurou o movimento de construção de imagens nas cidades do Brasil.
KNAUSS, Paulo. Monumento ao futuro. In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 07, no 85, outubro de 2012. p. 78. (adaptado).
Construída em 1862, a estátua apresentada no texto é um exemplo de construção de heróis nacionais realizada a partir
Questão 33 11809504
Pref. de São Paulo 7º Ano 2017/2Em 1888, as fugas em massa aumentaram rapidamente – na Bahia, no Paraná, no Rio de Janeiro, em São Paulo... Outros escravizados simplesmente passaram a se recusar a trabalhar nas plantações de cana e café até que seus senhores os libertas- sem. Os fazendeiros começaram a distribuir alforria, na esperança de que os trabalhadores ficassem gratos a eles por seu gesto “generoso”. Neste ano, mais de 90% dos escravizados já tinham conquistado a liberdade.
FERNANDES, Dirley. O que você sabe sobre a África: uma viagem pela história do continente e dos afro-brasileiros. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016 (adaptado).
Esses acontecimentos culminaram na assinatura da Lei
Questão 26 11053366
IFTM Integrados 2017/1Considere o significado da crítica contida na charge sobre a Independência do Brasil e seu conhecimento sobre o tema para escolher a opção correta:

PAIVA, Miguel; SCI:IWARCZ, Lilia Moritz. Da Colônia ao Inpërio. São Paulo: Brasiliense, s/d. p. 84
Questão 10 10739855
CEDAF 2017O texto a seguir foi extraído do livro O cortiço, de Aluísio Azevedo. A história se passa no Rio de Janeiro da segunda metade do século XIX. O personagem principal é João Romão, um português que possuía uma venda, alugava uma vila de casinhas e explorava uma escrava, ele tinha como verdadeira obsessão enriquecer. Os outros personagens são seus vizinhos ricos, Miranda e família, também as lavadeiras e os trabalhadores braçais que possuem seus próprios problemas e vivem no cortiço tentando conseguir o seu sustento através do trabalho duro diário.
Texto
“E ninguém seria capaz de acreditar que a causa de tudo isso era o fato de ter sido o Miranda agraciado com o título de Barão
Sim, senhor! aquele taverneiro, na aparência tão humilde e tão miserável; aquele sovina que nunca saíra dos seus tamancos e da sua camisa de riscadinho de Angola; aquele animal que se alimentava pior que os cães, para pôr de parte tudo, tudo, que ganhava ou extorquia; aquele ente atrofiado pela cobiça e que parecia ter abdicado dos seus privilégios e sentimentos de homem; aquele desgraçado, que nunca jamais amara senão o dinheiro, invejava agora o Miranda, invejavao deveras, com dobrada amargura do que sofrera o marido de Dona Estela, quando, por sua vez, o invejara a ele. Acompanhara-o desde que o Miranda viera habitar o sobrado com a família; vira-o nas felizes ocasiões da vida, cheio de importância, cercado de amigos e rodeado de aduladores; vira-o dar festas e receber em sua casa as figuras mais salientes da praça e da política; vira-o luzir, com um grosso pião de ouro, girando por entre damas da melhor e mais fina sociedade fluminense; vira-o meter-se em altas especulações comerciais e sair-se bem; vira seu nome figurar em várias corporações de gente escolhida e em subscrições, assinando belas quantias; vira-o fazer parte de festas de caridade e festas de regozijo nacional; vira-o elogiado pela imprensa e aclamado como homem de vistas largas e grande talento financeiro; virao enfim em todas as suas prosperidades, e nunca lhe tivera inveja. Mas agora, estranho deslumbramento quando o vendeiro leu no “Jornal do Comércio” que o vizinho estava barão – Barão! – sentiu tamanho calafrio em todo o corpo, que a vista por um instante se lhe apagou dos olhos.”
O cortiço. Aluísio Azevedo. Série Bom Livro, 22 ed. São Paulo: Editora Ática, 1990, p.79-80.
Texto - A REVOLUÇÃO DO PRECARIADO
Vilma Gryzinski
Entre tantas outras, duas categorias podem ser usadas para dividir a humanidade: a dos que fazem qualquer esforço para ter uma casa própria e a dos que gastam tudo em cerveja no bar. “Cerveja”, evidentemente, é sinônimo de férias deliciosas, a última palavra em eletrônicos, bolsas grifadas ou passeios de barco. “Casa” abrange, entre outras necessidades básicas, viagens com orçamento planejado, pilates, laptop, zapzap e outros dissílabos – além da casa em si. Ambas as categorias fazem isso para tentar abrandar uma das mais básicas e insuportáveis condições da vida, a precariedade. Se eu gastar como marinheiro bêbado em dia de pagamento, o amanhã não vai me surpreender com perdas do que não tenho. Se eu construir uma base sólida, o amanhã não vai me pegar desprevenido sem as coisas que devia ter. Em momentos de crise política, de convulsões econômicas ou de mudanças históricas, formigas e cigarras humanas tremem igualmente com a sensação de extrema instabilidade em sua vida e não adianta truque mental algum para evitar o buraco na barriga que provoca.
O economista inglês Guy Standing começou a usar o termo “precariado” para definir uma nova classe social (...) uma mistura de precário com proletariado, é um fenômeno evidente na Europa. Trata-se de pessoas que têm trabalhos temporários, de baixa remuneração, sem a segurança dos empregos estáveis. Para quem vê a situação com os nossos olhos, os europeus, acolchoados por mecanismos de compensação, reclamam de ventre estufado por décadas de boa vida. A precariedade é praticamente uma condição inerente ao ser brasileiro. Mesmo o que chamamos de estabilidade econômica, tão brutalmente desperdiçada, pareceria uma atividade quase suicida do ponto de vista da Europa. Sair de casa, para muitos de nós, na realidade ou na percepção dela, o que dá no mesmo resultado, equivale a correr um risco de levar um tiro por causa de um celular. Ficar em casa aumenta a probabilidade de que vejamos mais notícias sobre o comportamento dos nobres representantes do povo.
O precariado no senso estrito aumenta a insegurança mesmo daqueles que não estão economicamente incluídos nessa categoria. Disso emana uma sensação de mal-estar que produz resultados instantâneos. Um desses resultados é a queixa de vários países em relação ao fluxo de cidadãos não europeus esgotando os sistemas como as escolas e hospitais. Assim, crescem os partidos de direita que são contrários ao recebimento de imigrantes e refugiados.
É a revolução do precariado, uma espécie de revolta contra as elites globalizadas e desconectadas da vida fora de suas esferas de privilégio, que empurra partidos próximos dos extremos à direita e à esquerda, em geral com o mesmo tom de populismo. No Brasil, essa sensação de falência pode levar o país a se afundar levando consigo cigarras, formigas e todas as outras metáforas com invertebrados que inventamos para evitar o frio na espinha da existência.
Revista Veja, 22 de junho, 2016, p. 30. Texto adaptado.
Considerando a leitura dos textos, sobre os tipos textuais, é CORRETO dizer:
Questão 30 10184495
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2017Sobre a Guerra do Paraguai, considere as afirmativas:
I → Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai tinham interesses na região formada pelos rios da Prata, Paraná e Paraguai.
II → Uruguai, Argentina e Brasil se uniram e formaram a Tríplice Aliança para lutar contra o Paraguai.
III → O Paraguai foi vencedor e houve milhares de mortos.
Está(ão) correta(s)
Questão 26 10184475
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2017Qual a Lei que declarava livres os escravos maiores de 60 anos e, como indenização, exigia que eles trabalhassem gratuitamente para seus ex-senhores, por mais três anos?
06
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