Questões de EFAF História - Geral - Idade Moderna
302 Questões
Questão 23 423033
IFSul - Rio-Grandense 2015/1Nada havendo de maior sobre a terra, depois de Deus, que os príncipes soberanos, e sendo por Ele estabelecidos como seus representantes para governarem os outros homens, é necessário lembrar-se de sua qualidade, a fim de respeitar-lhes e reverenciar-lhes a majestade com toda a obediência, a fim de sentir e falar deles com toda a honra, pois quem despreza seu príncipe soberano despreza a Deus, de Quem ele é a imagem na terra.
BODIN, Jean. A República. Apud. CHEVALLIER, Jean-Jacques. As grandes obras políticas – de Maquiavel a nossos dias. 3. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1976. p. 61.
O princípio político defendido no fragmento acima corresponde ao
Questão 26 170946
ETEC 2015/2As caravelas, por conta de sua leveza e da forma de suas velas, foram uma invenção que tornou as viagens marítimas mais rápidas. Na figura temos uma representação dessa embarcação.

Sobre essas embarcações, é Correto afirmar que seu uso foi predominante no período
Questão 19 10741946
COLTEC 2014Para os membros da igreja medieval, o tempo não possuía importância em si mesmo, mas somente quando encarado como veículo da irrupção do sagrado no curso da história, como porta-voz dos desígnios da divina Providência. O “ tempo da Igreja ” era sinônimo de um tempo histórico orientado por e para Deus. Nos séculos XV e XVI, no período do renascimento, os relógios mecânicos começaram a espalhar-se pela Europa popularizando-se a divisão do dia em 24 horas. O tempo agora era mensurável, controlável, mecanizável.
Disponível em: http://www.revistafenix.pro.br. Acesso em: jun. 2013.
A afirmação de um tempo leigo perante um tempo religioso representou uma
Questão 2 10735990
CMRJ 6º Ano - Português 2014TEXTO
Ler e escrever: “coisa de homem”
César Coll e Ana Teberosky
Durante muito tempo, achou-se que ler e escrever eram “coisa de homem”.
Acreditava-se que as mulheres não precisavam aprender muita coisa, que o mais importante
era que elas soubessem cuidar da casa e dos filhos. Por isso, muitos pais educavam as filhas em casa
mesmo, ensinando-lhes aquilo que julgavam ser o mais importante: lavar, passar, cozinhar, costurar,
[5] bordar. As famílias mais ricas contratavam professores particulares, que ensinavam as meninas a
tocar piano ou ainda a falar uma língua estrangeira, como o francês.
O direito de as meninas frequentarem a mesma escola que os meninos foi conquistado pouco
a pouco. A Constituição atual é bem clara: a escola é um direito de todas as crianças e de todos os
jovens, homens ou mulheres.
(COLL, César & TEBEROSKY, Ana. Aprendendo História e Geografia. São Paulo: Ática. 2000. Texto adaptado.)
De acordo com o TEXTO, "As famílias mais ricas contratavam professores particulares". (linha 5).
Essa afirmação permite-nos entender que
Questão 26 10190365
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2014Para responder a questão , observe a imagem a seguir:

(Disponível em: http://www.ibvb.org.br Acesso em: 07 Nov. 2013)
A imagem acima representa um momento marcante no processo de divisão da cristandade ocidental.
Marque a opção que contenha este momento histórico e o seu autor.
Questão 2 167903
IFMA 2014A expansão portuguesa
Na expansão portuguesa houve de tudo um pouco: descobrimentos, em absoluto, e não apenas para os europeus, de novas terras, novos mares, novas estrelas; evangelização com mão armada e também com martírio e novos métodos linguísticos; troca de riquezas, de ideias, de técnicas, de animais e de plantas; guerra e paz armada com violência extrema de todas as partes; fome de honra; coragem para além do que pode a força humana; altruísmo, sacrifício; antropofagia no limite e recusa dela; confronto de culturas.
Enquanto a Europa mergulhava em intermináveis guerras de poder, sob bandeiras religiosas, o que fazia correr então os portugueses? A fome de ouro e das riquezas, o cheiro da canela, a fama, o medo com suas correias de obediência, a ânsia de poder, a fé em Deus, essencial para esconjurar os demônios e a morte e para o perdão dos horrorosos pecados, o espírito de aventura, o desejo de ir além, o apelo de desconhecido.
(COELHO, Antônio Borges. Os argonautas e seu velo de ouro (séculos XV-XVI). In: Histórias de Portugal. Bauru: EDUSC; São Paulo: UNESP; Portugal: Instituto Camões, 2000. P. 58-59)
A afirmação que melhor refere-se ao texto “A expansão portuguesa” é:
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