Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga
177 Questões
Questão 18 11333056
CONCURSOS 2 2024“O senhor visitou Sara, como ele tinha dito, e cumpriu em seu favor o que havia prometido. Sara concebeu e, apesar de sua velhice, deu à luz um filho de Abraão, no tempo fixado por Deus. Abraão pôs o nome de Isaac ao filho que lhe nascera de Sara”. (Gênese, 21).
De Isaac descendem todos os hebreus. Sobre os hebreus e a antiguidade oriental é incorreto afirmar:
Questão 12 11333010
CONCURSOS 2 2024Historicamente, situa-se o surgimento do Estado e da escrita entre as primeiras civilizações surgidas no oriente. Apesar de possuírem culturas muito distintas e terem contribuído com diferentes legados, podemos afirmar que um traço comum entre a religião de Egípcios, Mesopotâmios, Hebreus e Persas era:
Questão 178 11307107
CONCURSOS 1 2024Em sua raiz, o termo "trabalho" é associado à dor e sofrimento. A origem vem do latim tripalium, nome dado a um instrumento formado por três estacas de madeira, usado na Antiguidade pelos romanos para torturar escravos e homens livres que não podiam pagar impostos. Com o tempo, o sentido da palavra passou a ser "realizar uma atividade dura". Durante boa parte da história ocidental, o trabalho foi considerado uma atividade depreciável, pois por muito tempo foi associado à atividade de escravo ou de pessoas consideradas inferiores na sociedade.
CUNHA, Carolina. Trabalho - O conceito e a relação com o tempo livre ao longo da história. Disponível em < as dahstooia.htmm??cmpid=copiaecoa livre-ao-longo-da-historia.htm?cmpid=copiaecola>
Diante do que foi exposto acima sobre o trabalho na antiguidade, assinale a alternativa que apresenta a visão dos gregos e romanos, antigos, em relação ao trabalho:
Questão 17 10768557
COLTEC 2023
CRANACH, Lucas. Herkules and Atlas. Herzog Anton Ulrich-Museum, Braunschweig. Disponível em:.Acesso em: 05 ago. 2022.
Sobre a obra Hércules e Atlas, de 1537, do pintor alemão Lucas Cranach, é INCORRETO afirmar que
Questão 17 10630403
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
Leia o trecho a seguir: “Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados (
. 23-24)”.
Assinale a opção cuja reescrita mantém a correta relação de sentido entre os enunciados, com coesão e coerência.
Questão 17 10424064
CMT 2021
Em 2017, Carlos estava a passeio pela Suécia quando se deparou com a celebração de 540 anos da fundação da Universidade de Uppsala. Durante o passeio, ao visitar a biblioteca dessa instituição, viu que um documento exibia o ano de fundação da Universidade de Uppsala em algarismos romanos.
A inscrição que viu era
06
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