Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 48 10873350
IFSP 2009A questão devem ser respondidas com base na figura e no texto apresentados a seguir.

Inaugurada em 1901, a Estação da Luz é testemunho da imensa transformação pela qual passou a cidade de São Paulo no início deste século.
(In: Roberson Oliveira, História do Brasil: Análise & Reflexão. 1997)
Nas primeiras décadas do século XX, a Estação retratada na figura foi a principal porta de entrada à cidade de São Paulo. Sobre essa Estação, é correto afirmar que ela era
Questão 1 10778241
UTFPR Inverno 2009TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO
A HERANÇA DE ISABELLA
(Texto publicado na Folha de São Paulo em 14/04/2008) Autor: Gilberto Dimenstein
A morte da menina Isabella Nardoni deixou uma extraordinária herança. Ampliou o debate, como nunca, sobre um problema que ocorre no Brasil, mas sem grande repercussão: a violência doméstica contra as crianças. Não estou dizendo que ela foi assassinada pelos pais – apesar dos vários indícios comprometedores, não há, até este momento, provas para condená-los.
O que estou focando é o fato de que a morte trouxe luz a esse problema, até agora com pouca repercussão porque é mais comum entre famílias pobres e desestruturadas, vítimas de desequilíbrios emocionais extremos.
Desde o final da década de 1980, tenho acompanhado a violência contra a criança no Brasil. Há muito tempo estou convencido de que as crianças não vão morar na rua por causa da pobreza, mas pela dificuldade de enfrentar a agressão familiar, agravada pelo consumo do álcool e das drogas, em meio ao ambiente de impunidade – mais precisamente pelo silêncio materno.
Qualquer médico que já tenha feito plantão num pronto-socorro público sabe de histórias de crianças que chegam estraçalhadas, queimadas, pisoteadas, socadas e com marcas de abuso sexual – sem contar aquelas que se machucam gravemente por negligência paterna. Há estudos e mais estudos, recheados de estatísticas, dessa violência doméstica.
Isso tudo é sabido e denunciado por médicos, assistentes sociais, psicólogos e educadores. Mas nunca, nem remotamente, se prestou tanta atenção nesse tema como no caso Isabella - essa é a triste e monumental herança que a menina deixou.
O problema é que esse tipo de caso tem que ocorrer na classe média para que a nação acorde.
Assinale o trecho cujo teor corresponde às idéias essenciais do texto transcrito.
Questão 45 10768697
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Ao assumir a presidência da República, em 1956, Juscelino Kubitschek pôs em prática o Plano de Metas, responsável pela grande dinamização da economia, dando ênfase à
Questão 16 10768615
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Leia o texto para responder à questão.
TEXTO I
O caçador de maravilhas
Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).
Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.
Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.
Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.
O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.
Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.
Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.
Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.
Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.
(Planeta, junho de 2008. Adaptado)
TEXTO II
O jovem Sexta-Feira, meu novo amigo, estranhou muito os alimentos civilizados. Quando salguei a carne, ele a cuspiu, enojado. Eu peguei um pedaço de carne crua e também a cuspi, mostrando com isso que tínhamos jeitos diferentes de apreciar o alimento. Mas o rapaz gostou muito de pão e aos poucos também apreciou a carne assada e salgada.
Quando seu inglês melhorou, perguntei a Sexta-Feira de onde ele vinha e quem era seu povo. Disse que seu povo era valente e jamais se rendia.
– Diga-me, Sexta-feira, vocês também comem os prisioneiros?
– Sim, sim, comer todos os prisioneiros! Eu comer um, dois, três...
Foi difícil para minha alma entender como aquele rapaz gentil podia aprovar uma prática de tal selvageria. Aos poucos, fui-lhe explicando sobre Deus e as leis da religião cristã.
(Daniel Defoe. Robinson Crusoé, Adaptado)
Assinale a alternativa que traduz o assunto comum entre os textos I e II.
Questão 15 10768607
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Leia o texto para responder à questão.
TEXTO
O caçador de maravilhas
Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).
Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.
Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.
Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.
O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.
Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.
Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.
Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.
Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.
(Planeta, junho de 2008. Adaptado)
Leia as afirmações.
I. As palavras século e científico são acentuadas graficamente pela mesma razão.
II. Na frase – Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador... – o pronome o, em destaque, refere-se à palavra livro.
III. Na frase – Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras. – a expressão no entanto pode ser substituída, sem alteração de sentido à frase, por entretanto.
Está correto o que se afirma em
Questão 14 10768600
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Leia o texto para responder à questão.
TEXTO
O caçador de maravilhas
Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).
Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.
Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.
Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.
O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.
Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.
Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.
Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.
Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.
(Planeta, junho de 2008. Adaptado)
O título – O caçador de maravilhas – relaciona-se significativamente com todo o texto porque
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