Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 18 10747308
COLTEC 2016Na América espanhola, o movimento de independência foi conduzido pelos crioulos, cuja intenção era
Questão 16 10747306
COLTEC 2016Leia o excerto para responder a questão.
“Havendo Jesus Cristo concedido à sua Igreja o poder de conceder indulgência, ensina e ordena o sacrossanto Concílio que o uso das indulgências (...) deve conservar-se pela Igreja (...). Não obstante, deseja que se proceda com moderação na sua concessão (...) a fim de que, pela facilidade de concedê-las, não decaia a disciplina eclesiástica. E ansiando para que se emendem e corrijam os abusos que se introduziram nelas; estabelece em geral (...) que se exterminem de forma absoluta todos os lucros ilícitos que se cobram dos fiéis para que as consigam; pois disso se originam muitos abusos no povo cristão.”
Sessão XXV do Concílio de Trento. In: Adhemar Marques, Flávio Berutti e Ricardo Faria. História Moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2001, p.121.
Com base no que diz o documento e nos seus conhecimentos sobre o tema é CORRETO afirmar que
Questão 6 10747290
COLTEC 2016Texto 1 - O mito da redução da maioridade penal
Quando falo sobre redução da maioridade penal, costumo dizer que a sociedade precisa decidir em que banco quer ver a juventude. Se no banco da escola ou no banco dos réus. Anteontem, o Congresso Nacional sinalizou que prefere a segunda opção. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a constitucionalidade da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Por ironia, a votação ocorreu na mesma manhã em que a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, da qual sou presidente, realizou uma importante audiência pública sobre violações aos direitos humanos de internos do sistema socioeducativo e as péssimas condições de trabalho dos agentes do Degase, órgão responsável por abrigar os jovens.
Durante o debate, o presidente do Degase, Alexandre Azevedo, revelou que 95% dos internos não completaram o ensino fundamental. Ou seja, a internação consolida um processo de exclusão cruel que é anterior ao cometimento do ato infracional. Os jovens têm seus direitos violados antes e depois de serem apreendidos.
O problema é que estes adolescentes só ganham visibilidade quando praticam um delito. O mesmo não ocorre quando sua cidadania não é garantida. Durante a audiência, Eufrásia Maria Souza, coordenadora de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Defensoria Pública, alertou que 88% das crianças e adolescentes são vítimas de crimes, apenas 11% são autores.
Aos que não se contentam com argumentos humanitários, apresento motivos práticos para mostrar que a redução da maioridade penal não é solução. Presídios são lugares caros para tornar as pessoas piores: a taxa de reincidência entre os adultos é 70%. Não há qualquer política pública com o objetivo de ressocializar os detentos. Pelo contrário, o Estado é responsável por uma série de violações. Pergunto: qual benefício a sociedade espera obter ao mandar um jovem para uma penitenciária?
A justiça não pode ser instrumento de vingança. Os anos a mais na prisão não podem servir como chicotadas que desejamos dar naqueles que cometem crimes. Em vez de nos preocuparmos em endurecer a pena, deveríamos cuidar para que os detentos tenham acesso à educação, ao trabalho, à saúde e à família. São pessoas que voltarão ao convívio social.
Além disso, o que o Brasil mais fez nos últimos anos foi inchar o sistema carcerário. Entre 1992 e 2013, a quantidade de detentos cresceu 317,9%. Temos a terceira maior população carcerária do mundo, com quase 600 mil presos. Se cadeia resolvesse os problemas de segurança pública, viveríamos num dos lugares mais pacíficos do planeta. O que ocorre é o oposto. As taxas de homicídio subiram 24% nos últimos oito anos. (...)
No Brasil, partidários da redução da maioridade costumam citar crimes violentos praticados por adolescentes para defender a medida. Mas, segundo dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública, jovens entre 16 e 18 anos são responsáveis por apenas 0,9% dos crimes no Brasil. A taxa cai para 0,5% se considerarmos somente homicídios e tentativas de homicídio.
Repito: 95% dos internos do Degase não completaram o ensino fundamental. Precisamos mandar esses jovens para as escolas, não para os presídios. Reduzir a maioridade penal é um equívoco grave, que representa uma violência sobre um grupo cujos direitos mais elementares são constantemente violados.
Marcelo Freixo. Disponível em: http://goo.gl/rMleWF. Acesso em: 19 jun. 2015. (adaptado)
Texto 2 - A favor da redução da maioridade penal
Em casos de excepcional gravidade, é preciso uma punição mais eficaz ao menor infrator do que aquelas preconizadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (...)
Superada a questão da constitucionalidade, trata-se, agora, de discutir o mérito da proposta. Deverão os delitos cometidos por jovens entre 16 e 18 anos, independentemente de sua gravidade, do grau de discernimento e periculosidade de seus autores, serem sancionados tão somente pelas medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), entre as quais a internação por no máximo três anos? Ou será preciso buscar uma maior correspondência entre as condições do delito e a gravidade das punições?
Faz um ano, um jovem brasiliense matou sua namorada com um tiro no rosto, pretextando ciúmes. Filmou o assassinato com o celular, compartilhou as imagens nas redes sociais e ocultou o cadáver. Faltava apenas um dia para ele completar 18 anos. Preso no dia seguinte, foi julgado com base no ECA e será posto em liberdade quando completar 21 anos, sem que nada conste em sua folha de antecedentes. Caso o crime tivesse ocorrido um dia depois, já aos 18 anos, não escaparia de uma condenação com base no Código Penal por homicídio muitas vezes qualificado. Poderia permanecer no cárcere por 30 anos.
Fatos como esse, ainda que felizmente não sejam frequentes, exigem maior adequação do sistema penal aos dias de hoje. Por que, então, a redução para 16 anos? A partir dos 16 anos, o jovem vota se quiser, seu testemunho é aceito em juízo e pode ser emancipado, inclusive sem consentimento dos pais, se tiver economia própria. O Direito brasileiro reconhece, assim, que a partir dos 16 anos o adolescente tem condições de assumir a responsabilidade pelos seus atos.
Por isso é legítimo o debate que se abre agora: redução pura e simples da idade-limite para a aplicação da lei penal para os 16 anos (nos termos da proposta da Câmara dos Deputados) ou a redução da maioridade penal apenas em casos de excepcional gravidade, conforme emenda que apresentei ao Senado. (...)
Aloysio Nunes Ferreira. Disponível em: http://goo.gl/qz2Y6H. Acesso em: 19 jun. 2015. (adaptado)
Os textos 1 e 2 apresentam argumentos opostos sobre o mesmo tema. Muitos desses argumentos são direcionados a outros argumentos contrários para refutá-los.
Assinale a alternativa em que a refutação de argumento entre os textos 1 e 2 NÃO ocorre.
Questão 41 10745573
COLUNI/UFV 1° Dia 2016Em 1936, nas Olimpíadas de Berlim, o atleta negro norte-americano Jesse Owens conquistou quatro medalhas de ouro nas provas que disputou. A lenda em torno das vitórias desse atleta negro foi de que ele desafiou os planos de Hitler de, através dos Jogos Olímpicos, demonstrar a superioridade da raça ariana sobre as demais. No entanto, em sua biografia, Owens refere-se ao fato de Hitler não o ter cumprimentado pela sua vitória, mas que sua mágoa era em relação à sociedade racista norte-americana do século XX. Ele declarou: "Não foi Hitler que me ignorou, quem o fez foi Franklin Delano Roosevelt. O presidente nem sequer me mandou um telegrama."
(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jesse_Owens. Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.)
Sobre a política e a doutrina nazistas da Alemanha sob o comando de Adolf Hitler na década de 1930, marque a afirmativa INCORRETA:
Questão 40 10741035
UTFPR Verão 2016/2Apesar de ocorrer no mesmo contexto do Renascimento Artístico e Científico que marcou o início da Idade Moderna, o Tribunal do Santo Ofício não pertenceu ao movimento que contou, para sua expansão, com:
Questão 28 10564271
Colégio Embraer 2016As inúmeras agitações e revoltas ocorridas no Rio de Janeiro e, principalmente, nas Províncias – Pará, Maranhão, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina – refletem com vigor os problemas gerais do país na década das Regências: crise econômico-financeira, conflitos sociais, instabilidade política, fome, ignorância e abandono de grande parte da população, mormente nos sertões.
(Francisco M. P. Teixeira. Estudos de história do Brasil – Vol. II – Império e República. São Paulo: Moderna, 1974)
Ao final do período regencial,
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)