Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 2 15472109
EPSJV Técnico em Saúde 2011TEXTO
O Brasil ainda tateia na construção de um sistema político-representativo realmente democrático. Em 121 anos de República, dá para contar nos dedos as eleições diretas para presidente que foram realizadas com total liberdade partidária. Tivemos longos períodos de ditadura ou de restrições à representatividade. Ainda hoje as regras eleitorais favorecem os candidatos e partidos mais ricos e sustentados pelo poder econômico. Ainda hoje as oligarquias midiáticas operam seus impérios de comunicação – inclusive as concessões públicas de rádio e TV – para defender interesses privados, de classe, e eleger seus vassalos.
A realização de eleições é apenas um indicador na incipiente democracia brasileira. Junto com a representação existe a demanda concreta por direitos civis, políticos, econômicos e sociais; a urgência de ampla e profunda reforma do sistema de comunicação (para que os trabalhadores tenham também liberdade de expressão); a garantia de empregos e salários dignos; e a universalização do ensino público de qualidade para todos – sem restrições culturais e econômicas. Impossível considerar como exemplar um modelo de representação que não está assentado na igualdade de oportunidades para todos.
(“Aperfeiçoar a eleição, construir a democracia”. Revista Caros Amigos. São Paulo: Casa Amarela Ltda, edição especial, no. 50, Setembro/2010)
Além da crítica ao sistema eleitoral brasileiro, o texto:
Questão 1 15472092
EPSJV Técnico em Saúde 2011TEXTO
O Brasil ainda tateia na construção de um sistema político-representativo realmente democrático. Em 121 anos de República, dá para contar nos dedos as eleições diretas para presidente que foram realizadas com total liberdade partidária. Tivemos longos períodos de ditadura ou de restrições à representatividade. Ainda hoje as regras eleitorais favorecem os candidatos e partidos mais ricos e sustentados pelo poder econômico. Ainda hoje as oligarquias midiáticas operam seus impérios de comunicação – inclusive as concessões públicas de rádio e TV – para defender interesses privados, de classe, e eleger seus vassalos.
A realização de eleições é apenas um indicador na incipiente democracia brasileira. Junto com a representação existe a demanda concreta por direitos civis, políticos, econômicos e sociais; a urgência de ampla e profunda reforma do sistema de comunicação (para que os trabalhadores tenham também liberdade de expressão); a garantia de empregos e salários dignos; e a universalização do ensino público de qualidade para todos – sem restrições culturais e econômicas. Impossível considerar como exemplar um modelo de representação que não está assentado na igualdade de oportunidades para todos.
(“Aperfeiçoar a eleição, construir a democracia”. Revista Caros Amigos. São Paulo: Casa Amarela Ltda, edição especial, no. 50, Setembro/2010)
A democracia brasileira precisa aperfeiçoar-se.
Segundo o texto, a fragilidade de nosso sistema eleitoral tem como uma de suas causas:
Questão 54 10868800
Liceu-SP 2011Leia as afirmações a seguir, que se referem a dois movimentos sociais: Canudos e Contestado.
I - Ambos ocorreram em Pernambuco.
II - Apenas em Canudos havia um aspecto de religiosidade.
III - Ambos foram derrotados militarmente pelo Estado.
IV - Apenas o Contestado ocorreu na mesma década da 1ª Guerra Mundial.
Está correto o que se afirma em
Questão 36 10776874
UTFPR Inverno 2011A maior herança deixada pelos hebreus para o mundo ocidental foi:
Questão 15 10739633
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Por que o homem parou de viajar à Lua?
Porque não havia motivos que justificassem os riscos e os custos de se mandar pessoas à Lua – o programa Apollo, que pôs 12 homens na superfície lunar entre 1969 e 1972, custou a bagatela de 19,5 bilhões de dólares. Quando gastou esse dinheiro, o governo americano estava querendo provar sua superioridade em relação à União Soviética – e, consequentemente, a supremacia do capitalismo. Vencida a corrida espacial, não havia mais por que ir à Lua. “É um problema de orçamento. Na época, foi dada prioridade aos ônibus espaciais e à estação espacial”, afirma Steven J. Dick, chefe da divisão de história da Nasa.
Agora, a nova política espacial do presidente George W. Bush, anunciada em 2004, voltou novamente as atenções para a Lua, com a justificativa de que a retomada das viagens possibilitará o desenvolvimento de tecnologias para que o homem possa ficar por um longo período no espaço (e assim explorar mais o sistema solar). Também poderiam ser investigados in loco os dados trazidos por sondas espaciais, como a possibilidade da existência de gelo nos pólos lunares. Faz parte da nova política espacial a construção de uma base lunar que servirá como apoio nas viagens a Marte.
Para essas missões tripuladas, está sendo desenvolvido um novo veículo espacial, com uma enorme diferença em relação às naves Apollo: a tripulação e o módulo lunar viajam em foguetes distintos, que se acoplam na órbita terrestre. Ao chegar à órbita da Lua, os astronautas se transferem para o módulo lunar, que pousa enquanto o resto da nave aguarda o seu retorno.
Os críticos afirmam que a missão é desnecessária. “Se quisermos descobrir algo mais, podemos fazer melhor com naves automatizadas do que mandando pessoas”, diz o historiador Alex Rolland, da Universidade Duke, ex-funcionário da Nasa.
Fonte: BUSCATO, M. Revista Superinteressante, n. 230, set. 2006, p. 46.
“Quando gastou esse dinheiro, o governo americano estava querendo provar sua superioridade em relação à União Soviética – e, consequentemente, a supremacia do capitalismo.”
Nesta frase, a palavra destacada tem o sentido de
Questão 4 10739609
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Como nasce uma língua?
Em primeiro lugar, é preciso compreender o que é um idioma. “É o conjunto organizado de signos linguísticos, com características fonéticas e vocabulares próprias. Além disso, ele deve ter um número razoável de falantes que o utilizem em textos de larga circulação. Do contrário, é só um dialeto”, explica Jarbas Vargas Nascimento, professor de latim da PUC de São Paulo. Geralmente, uma nova língua nasce de outra já existente, num processo que pode durar séculos. O português e o francês, por exemplo, surgiram do latim. Mas também é possível que não haja uma só raiz. É o caso das chamadas línguas germânicas, como o alemão e o dinamarquês. “Elas podem ter se originado de forma independente, pois essas tribos nem sequer se conheciam”, afirma Goez Kaufmann, especialista em dialetologia e professor convidado da Universidade de São Paulo.
“No caso das línguas neolatinas sabe-se que todas têm uma origem comum porque na época do Império Romano todos falavam o latim vulgar e quase ninguém estudava normas gramaticais”, diz José Rodrigues Seabra, professor de língua e literatura latina da USP. Com o fim do domínio dos césares, os vários povos passaram a falar dialetos diferentes, que se transformaram em idiomas próprios.
Hoje, o inglês é dominante, mas os especialistas acham difícil ocorrer um processo semelhante de fragmentação porque não só o idioma é bem estruturado como milhões de pessoas conhecem as regras gramaticais. “Ainda assim, o inglês falado na Índia é cada vez mais diferente do usado em outras partes do mundo e pode ser que no futuro ele seja considerado outra língua”, diz Kaufmann.
Fonte: PEREIRA, G. G. Revista Superinteressante, 221. ed., p. 37, dez. 2005.
É correto afirmar que o tema central do texto é
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