Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 34 11012508
IFF Integrados 2020Texto I
Investimentos estatais na indústria de base, siderurgia e mineração, por exemplo, como forma de diversificar a economia nacional e incentivar a industrialização.“O problema básico da nossa economia estará em breve sob novo signo. O país semicolonial, agrário, importador de manufaturas e exportador de matérias-primas poderá arcar com as responsabilidades de uma vida industrial autônoma, provendo as suas urgentes necessidades de defesa e aparelhamento. Já não é mais adiável a solução. Mesmo os mais empedernidos conservadores agraristas compreendem que não é possível depender da importação de máquinas e ferramentas, quando uma enxada, esse indispensável e primitivo instrumento agrário, custa ao lavrador 30 cruzeiros, ou seja, na base do salário comum, uma semana de trabalho.”
Disponível em: https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/brasilia/dhbb/Getulio%20Vargas. Acesso em: 08 set.2019.
O governo Vargas promoveu mudanças profundas nas estruturas econômicas e políticas do país. A política desenvolvimentista inaugurou uma nova fase na história econômica brasileira, assim como o trabalhismo marcou o início dos movimentos de massa na política nacional.
Sobre as medidas implementadas durante a Era Vargas, assinale a alternativa INCORRETA:
Questão 58 10781099
Liceu-SP C. Gerais 2020Até a Primeira Guerra Mundial só se instalara o equipamento mais moderno; depois, nas décadas 1920 e 1930, as fábricas foram se tornando lentamente obsoletas, em parte mercê das dificuldades do comércio cafeeiro.
(Warren Dean. A industrialização de São Paulo (1880-1945), s/d.)
O texto faz uma relação entre as indústrias paulistas e
Questão 49 10768429
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2020Johann Moritz Rugendas esteve no Brasil entre 1821 e 1825, produzindo várias ilustrações, publicadas posteriormente na Europa. Observe uma delas.

(“Festa de Santa Rosália, padroeira dos negros”, Viagem pitoresca através do Brasil)
A ilustração mostra que
Questão 19 10763790
COLTEC 2020Segundo diversos autores, o autoritarismo é um componente fundamental na formação da sociedade brasileira, que se manifesta nas formas como nos relacionamos política, social e economicamente.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta aspectos relacionados ao autoritarismo presente na formação da sociedade brasileira.
Questão 5 10736665
COTUCA 2020O texto a seguir é um trecho de um slam transcrito a partir da performance de sua autora, Midria, em um programa de televisão da TV Cultura. Leia-o para responder à questão.
Eu tenho um problema: meu ascendente é em Áries.
E eu tenho outro problema: é que eu sou a menina que nasceu sem cor.
Pra alguns eu sou "preta", para outras eu sou Preta, para muitos e muitos eu sou parda.
(...) Eu sou a menina que nasceu sem cor porque eu nasci num país sem memória, com amnésia,
que apaga da história todos os seus símbolos de resistência negra,
que embranquece a sua população e trajetória a cada brecha,
(...) E eu tenho outro problema... pô, eu não sei dar cambalhota
e não importa que pra alguns eu seja a menina que nasceu sem cor,
que falte melanina pra minha pele ser retinta, que os meus traços não sejam tão marcados.
O colorismo é uma política de embranquecimento do Estado
que por muito tempo fez com que eu odiasse meus traços genéticos do meu pai herdados.
Me odiasse, me mutilasse, meu cabelo alisasse.
Meninas pretas não brincam com bonecas pretas,
mas faço questão de botar no meu texto
que pretas e pretos estão se armando, se amando,
porque me chamam por aí de parda, morena,
moreninha, mestiça, mulata,
café com leite, marrom bombom...
Por muito tempo eu fui a menina que nasceu sem cor,
até que um dia gritaram-me: NEGRA.
E eu respondi.
(MIDRIA, 2018)
De acordo com o texto, Midria, ao afirmar que é uma menina que nasceu sem cor, faz uma crítica
Questão 107 10541958
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2020Ao general João Baptista de Oliveira Figueiredo, presidente da República empossado em março de 1979, caberia dar continuidade ao processo de abertura política. O presidente não deixava dúvida sobre suas convicções e disposição em possibilitar o retorno da democracia ao país. Em um contato com jornalistas, ele teria afirmado: “É para abrir mesmo. Quem quiser que não abra, eu prendo e arrebento”.
RODRIGUES, M. A década de 80, Brasil: quando multidão voltou às praças. São Paulo: Ática, 1994 (adaptado).
A frase do presidente Figueiredo foi dita durante o período de retorno do Brasil à democracia, em fins dos anos 1970.
Apesar de pronunciada em favor da abertura política, o posicionamento de Figueiredo contrariava o ideal de democracia porque
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)