Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 21 10630439
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HÉRCULES
A figura de Hércules, aclamado como herói e depois adorado como Deus, talvez
corresponda originalmente a uma figura histórica, cuja bravura militar ensejou a lenda homérica
de que venceu a morte.
Filho de Zeus, senhor dos deuses, e de Alcmena, mulher do rei Anfitrião, Hércules
[5] (Héracles para os gregos) foi concebido para tornar-se grande herói. Um engenhoso estratagema
de Zeus gerou a oportunidade: visitou Alcmena caracterizado como Anfitrião, enquanto este
combatia Ptérela, rei de Tafos, para vingar afronta à família da esposa. Hera, esposa de Zeus,
enciumada com o nascimento de Hércules, pois desejava elevar o primo Euristeu ao trono da
Grécia, enviou duas serpentes para matá-lo ainda no berço, mas o herói, com sua força
[10] prodigiosa, destruiu-as.
Casado com Mégara, uma das princesas reais, Hércules matou-a, e aos três filhos, num
acesso de fúria provocado por Hera. Para expiar o crime, ofereceu seus serviços a Euristeu, que o
incumbiu das tarefas extremamente arriscadas, conhecidas como “os 12 trabalhos de Hércules”:
(1) estrangulou um leão, de pele invulnerável, que aterrorizava o vale de Nemeia; (2) matou a
[15] hidra de Lerna, monstro de muitas cabeças;(3) capturou viva a corça de Cerineia, de chifres de
ouro e pés de bronze, a qual corria velozmente; (4) capturou vivo o javali de Erimanto, que
aterrorizava a região da Arcádia; (5) limpou os estábulos de 3 mil bois do rei Augias, da Élida,
não cuidados durantes trinta anos, para isso Hércules desviou o curso de um rio; (6) matou com
flechas envenenadas as aves antropófagas dos pântanos da Estinfália; (7) capturou vivo o touro
[20] de Creta, que lançava chamas pelas narinas; (8) capturou as éguas antropófagas de Diomedes; (9)
levou para Edmeta, filha de Euristeu, o cinturão de Hipólita, rainha das guerreiras amazonas;
(10) levou para o rei Micenas o imenso rebanho de bois vermelhos de Gerião, um gigante de três
cabeças; (11) recuperou as maçãs de ouro do pomar das Hespérides, por intermédio do titã Atlas,
que sustenta os céus sobre os ombros e executou por ele esse trabalho, enquanto Hércules o
[25] substituía; e (12) dominou com as próprias mãos o cão Cérbero, guardião das portas do inferno,
de três cabeças, cauda de dragão e pescoço de serpente.
Hércules realizou outros atos de bravura e participou da viagem dos argonautas em busca
do velocino de ouro. No fim, casou-se com Dejanira, que involuntariamente causou-lhe a morte,
ao oferecer-lhe um manto impregnado de sangue mortal, que ela acreditava ser o filtro do amor.
[30] O corpo de Hércules foi transportado por Zeus para o Olimpo, onde se reconciliou com Hera e
casou-se com Hebe, deusa da juventude.
Hércules. Nova Enciclopédia Barsa. São Paulo: Barsa Editorial, 2001. p. 362-3 (Adaptado).
Observe o seguinte trecho: “A figura de Hércules, aclamado como herói e depois adorado como Deus, talvez corresponda originalmente a uma figura histórica, cuja bravura militar ensejou a lenda homérica de que venceu a morte”. (
. 1-2).
Assinale a opção que traz o antônimo corresponde ao vocábulo sublinhado.
Questão 20 10630426
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
A finalidade do Texto é
Questão 19 10630418
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
A partir da leitura do Texto , pode-se afirmar corretamente que
Questão 18 10630409
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
Leia: “Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido (
. 25-26).
Infere-se desse trecho que
Questão 16 10630255
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
Observe o seguinte trecho: “Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza a união das forças celestes e terrestres” (
. 1-2).
Assinale a opção que traz uma expressão que substitui a parte sublinhada, mantendo o sentido original.
Questão 1 10611082
CMB Língua Portuguesa 1º ano 2022Após a leitura do Texto, responda à questão.
Texto
Centenário da Semana de Arte Moderna: novo Brasil e nova Arte
Contexto Histórico
A Semana de Arte Moderna aconteceu em fevereiro de 1922, na cidade de São Paulo, cem
anos após a Independência do Brasil, 34 anos após a abolição da escravatura e quatro anos após o fim
da Primeira Guerra Mundial. Naquele contexto, uma questão importante para os artistas brasileiros
era entender como o Brasil tinha se saído desses processos. Isso porque, até aquele momento,
[5] predominava no País uma escola artística chamada Parnasianismo, que era incompatível com o novo
Brasil que emergia da História.
O Parnasianismo
Totalmente voltado para temas da antiguidade clássica, o Parnasianismo, cujo início oficial no
Brasil é o ano de 1882, privilegiava uma arte idealizada, irreal. Ele se baseava na doutrina da "arte
pela arte", ou seja, a arte valia por si mesma, por sua perfeição, beleza e refinamento. Pintura e
[10] escultura privilegiavam uma estética preocupada apenas com a beleza. Na poesia, os olhos estavam
voltados para um passado idealizado, sem contato com a realidade. Os poetas dedicavam-se apenas à
perfeição da estrutura do poema, a uma linguagem rebuscada, culta e formal. Os temas eram sempre
impessoais, voltados para assuntos universais e racionais.
A arte brasileira não mostrava nada das disparidades sociais do País, a realidade do povo e
[15] suas mazelas recebiam pouco ou nenhum destaque nos trabalhos artísticos. Na intenção de reverter o
que era arte até aquele momento, começou a ser planejado um evento que revolucionasse essa situação.
A Semana de Arte Moderna
A Semana de Arte Moderna se apoiava no pensamento nacionalista de mostrar um Brasil real,
diferente do Brasil que era retratado nas linguagens artísticas oficiais vigentes até o momento. A ideia
era influenciar os artistas contemporâneos para que olhassem para a frente - instaurando o novo - e
[20] experimentassem formas inovadoras de produção artística, criando assim uma arte de vanguarda, mais
livre, que mostrasse o Brasil como uma mistura de culturas e estilos, rompendo assim com a estética
das academias de Belas Artes europeias e as ideias parnasianas. Em outras palavras, pretendia-se criar
uma identidade nacional tirando a cultura brasileira do tempo passado e trazendo-a para a
modernidade. Daí o nome Modernismo
[25] O evento aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo, em sessões abertas ao público nos
dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, com programação temática que incluía exposição de pinturas,
declamação de poemas, apresentação de palestras e de recitais musicais.
Vale ressaltar que os trabalhos expostos na Semana não tiveram uma recepção positiva pelos
intelectuais conservadores justamente pelo fato de que rompiam com as tradições artísticas do período.
[30] Na verdade, as notícias sobre o evento ocorreram majoritariamente em São Paulo, não havendo grande
repercussão nacional. Apenas muitos anos depois de seu acontecimento a Semana de Arte Moderna
foi devidamente estudada e se tornou um dos marcos da cena cultural brasileira. Ou seja: não foi um
grande sucesso na época em que aconteceu, mas os debates que gerou; o intercâmbio de ideias e de
técnicas que ampliaram os diversos ramos artísticos; o modo como foi retratada posteriormente, e as
[35] novas manifestações artísticas que surgiram a partir dela garantiram seu lugar na História.
Fontes: Abrão Machado, de Espaço do Conhecimento (com adaptações), Rebeka Fuks, de Cultura Genial (com adaptações).
Glossário
Antiguidade clássica: período da história cultural europeia entre os séculos VIIT a.C. e V d.C. que compreende as civilizações da Grécia antiga e da Roma antiga, também conhecidas como o mundo greco-romano.
Escola artística: conjunto de ideias, técnicas, linguagens e regras que caracterizam a produção artística de determinada época; elas tanto alteram a expressão artística anterior quanto influenciam o modo de expressão de gerações futuras.
Vanguarda: que vai à frente, que encabeça, pioneiro.
No excerto abaixo, extraído do Texto, todos os vocábulos "que" assumem a função de pronome relativo, uma vez que se remetem a um termo anterior.
[A Semana de Arte Moderna] não foi um grande sucesso na época em que aconteceu, mas os debates que ela gerou; o intercâmbio de ideias e de técnicas que ampliaram os diversos ramos artísticos; o modo como foi retratada posteriormente; e as novas manifestações artísticas que surgiram a partir dela garantiram seu lugar na História. (Linhas 32-35)
Nas alternativas a seguir, selecione a única opção em que o termo "que" exerce essa mesma função.
06
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