Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 9520167
AUTORAIS Autorais 2023 HISTORIA (EFII) 2023Leia os textos abaixo.
Texto 1
A colonização dos novos mundos pelos europeus foi uma etapa muito importante da formação do capitalismo europeu. A colonização europeia teve sentido histórico exercendo a função de uma alavanca para a acumulação primitiva de capital europeu.
SALLES, Wesley Dartagnan. A quebra do paradigma “Sentido Da Colonização”: notas sobre o debate historiográfico do Brasil Colonial, Antigo Sistema Colonial e Antigo Regime nos Trópicos. Almanack (15), Abr 2017. Disponível em:https://www.scielo.br/j/alm/a/jbFjHSLmzGTzV6VMqjqyrvJ/?lang=pt. Acesso em: 11 maio 2022.
Texto 2
A exploração de colônias e a concorrência entre os diversos estados europeus acirraram-se com o avanço do capitalismo, tornando-se fundamentais no decorrer do século , período de expansão significativa da riqueza em circulação.
SILVEIRA, Marco Antonio. Razão de estado e colonização: algumas questões conceituais e historiográficas. Artigos Livres História 37, 2018. Disponível em:https://www.scielo.br/j/his/a/WdxJxCc7V6n9KzvTkyqhXKx/?lang=pt. Acesso em: 11 maio 2022.
A economia colonial mercantilista se relaciona ao surgimento do capitalismo devido
Questão 9520163
AUTORAIS Autorais 2023 HISTORIA (EFII) 2023Leia o texto abaixo.
O Absolutismo da Idade Moderna não alterou as relações sociais básicas que existiam no Ocidente Europeu desde a Alta Idade Média; o que ele fez foi discipliná-las, submetê-las aos interesses políticos do Estado - estes associados primariamente às necessidades militares. O Absolutismo real, a partir do século , vai “relendo” politicamente as instituições sociais do Feudalismo: a sociedade é desigual e hierárquica, as distinções são necessárias e desejáveis.
MENDONÇA, C. Le Cid, de Corneille, o teatro clássico francês e a gênese do Estado moderno. Artigos Livres, História 39, 2020. Disponível: https://www.scielo.br/j/his/a/RYrnXjVx5qYJWCWZMJN7PkM/?lang=pt. Acesso em 13 de maio de 2022.
Durante a formação dos Estados modernos, a centralização do poder
Questão 9520147
AUTORAIS Autorais 2023 HISTORIA (EFII) 2023Leia os textos abaixo.
Texto 1
Se, com o propósito único de alargar as fronteiras império persa, submetemos à escravidão os Sácios, os Indianos, os Etíopes e várias outras nações poderosas, que nenhum ato de hostilidade havia cometido contra nós, como poderíamos deixar impune a insolência dos Gregos, que nos insultaram sem razão plausível?
HERÓDOTO. Histórias. Tradução de Pierre Henri Larcher (1726-1812). (Adaptado). Monte Cristo Editora, 2012, p. 515. (Adaptado).
Texto 2
Na América portuguesa, o controle e a exploração da mão de obra indígena foi uma preocupação contínua do século ao . O trabalho indígena passou por uma “variedade de sistemas laborais” que iam da escravização, escambo, trocas de mercadorias por dinheiro, até modalidades de trabalho obrigatório mais ou menos reguladas que permitiam certa autonomia. A escravização se relacionava aos conceitos de conversão, resgate (compra de venda de prisioneiros indígenas) e guerra justa e estava prevista na legislação portuguesa até a incorporação de todos os indígenas como “vassalos”.
ALFAGALI, C. “Capazes de trabalhar”: domínio, política e cultura nas relações de trabalho do Atlântico Sul. (Séculos XVII e XVIII). Adaptado. https://www.scielo.br/j/topoi/a/QjrZTPQ9r6BmHMwwCKWRJZK/?lang=pt. Acesso em 10 de maio de 2022.
Ao comparar a escravidão da Antiguidade com a da Idade Moderna, percebe-se que
Questão 9520138
AUTORAIS Autorais 2023 HISTORIA (EFII) 2023Observe o mapa das rotas comerciais africanas no início do século .
Rotas e relações comerciais na África do século . De acordo com um mapa desenhado por P.Ndiaye, Departamento de geografia, Universidade de Dakar. In: OGOT,B.A. (org.) História geral da África, V: África do século XVI ao XVIII. Brasília: UNESCO, 2010, p.40. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000321.pdf. Acesso em: 05 maio 2022.
As relações comerciais do continente africano nesse período
Questão 9520127
AUTORAIS Autorais 2023 HISTORIA (EFII) 2023Leia o texto abaixo.
O Contrato de Angola era um ajuste pelo qual a Coroa portuguesa determinava durante anos a cobrança e administração dos direitos sobre a exportação de escravizados para um homem de negócios. Apesar do título, a cobrança se direcionava exclusivamente sobre os escravizados deportados de Luanda e Benguela, pois Portugal não tinha nenhum controle sobre os portos do Norte. No século , os contratadores e seus sócios enviavam administradores para a capital africana. Embora tratasse da cobrança de impostos, a administração estava profundamente envolvida no comércio local, particularmente no de tecidos, pois os pagamentos à Real Fazenda em Angola nunca eram feitos em moeda de ouro e prata, mas em uniformes enviados aos soldados destacados nos presídios do sertão. A mudança no padrão de comércio na região do Loango aconteceu devido à ampliação da concorrência holandesa e inglesa. O porto foi convertido em uma praça de exportação de escravizados e forçou os traficantes locais a adquirirem panos apenas dos portugueses.
Lopes, G; Menz, M. Vestindo o escravismo: o comércio de têxteis e o contrato de Angola (século XVIII). Adaptado. Revista Brasileira de História. 14 de Março de 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/g9zDPLdxF47DX9CmYkTLPFL/?lang=pt. Acesso em: 3 de maio de 2022.
Segundo o texto, o território angolano era de interesse da Coroa portuguesa pois
Questão 9308884
AUTORAIS Autorais 2023 HISTORIA (EFII) 2023Leia o texto abaixo.
As coisas ficaram ainda mais difíceis para o estudo da história da África após o aparecimento [...] de uma nova concepção sobre o trabalho do historiador, que passava a ser encarado mais como uma atividade científica fundada sobre a análise rigorosa de fontes originais do que como uma atividade ligada à literatura ou à filosofia. É evidente que, para a história da Europa, essas fontes eram sobretudo fontes escritas, e nesse domínio a África parecia especialmente deficiente. Tal concepção foi exposta de forma muito precisa pelo professor A. P. Newton, em [...]. Segundo ele, a África não possuía “nenhuma história antes da chegada dos europeus. A história começa quando o homem se põe a escrever”. Assim, o passado da África antes do início do imperialismo europeu só podia ser reconstituído “a partir de testemunhos dos restos materiais, da linguagem e dos costumes primitivos”, coisas que não diziam respeito aos historiadores, e sim aos arqueólogos, aos linguistas e aos antropólogos.
FAGE, J. D. A evolução da historiografia da África. In: KI-ZERBO, S. (org.) História geral da África, I: Metodologia e pré-história da África. – 2.ed. rev. – Brasília : UNESCO, 2010. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000318.pdf. Acesso em: 23 abr. 2022.
A visão defendida no texto é restrita na medida em que reduz o conhecimento histórico a(o)
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