Questões de EFAF História - Brasil - Período Colonial
671 Questões
Questão 28 10679832
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2011Em relação ao domínio da Holanda no Nordeste brasileiro durante o período colonial, é correto afirmar que:
Questão 51 10453476
IFSP 1º Ano 2011/1Nossa independência não foi obra de um único ato – o grito do Ipiranga em 7 de setembro de 1822.
Foi, sim, o resultado de um processo iniciado com
Questão 4 10634263
CMSM 6º Ano 2008Com base no texto abaixo, responda o item:
Leia o fragmento de texto abaixo.
“No dia 29/11/1807, zarparam da cidade de Lisboa, em Portugal, com destino ao Brasil, 19 navios, sendo 8 naus, 4 fragatas, 4 brigues, 1 corveta e 2 escunas. O navio em que D. João VI viajou chegou primeiro na cidade de Salvador/BA em 22/01/1808, após 55 dias de viagem. Depois da cidade de Salvador, o navio de D. João VI foi para a cidade do Rio de Janeiro. Na cidade do Rio de Janeiro, a família real só chegou depois de 99 dias da saída de Lisboa.”
Após passar algum tempo conhecendo a cidade de Salvador, a família real partiu rumo à cidade do Rio de Janeiro, chegando nesta cidade:
Questão 1 10794691
EPCAR 1° Ano - Língua Portuguesa 2006Texto
Desse pão não comerei
Ferreira Gullar
Sem a presença do negro na formação do Brasil, este seria outro país, este seria outro povo, esta seria outra cultura, certamente menos rica.
Nem dá para imaginar. Pode-se pensar no Brasil sem o barroco de Aleijadinho, sem a genialidade de Machado de Assis, sem a pungente e transfiguradora poesia de Cruz e Sousa? Certamente não. Sem eles, não seria o Brasil este Brasil; seria outro, menos doído e menos comovido.
O Brasil não nos esperou para nascer. Não esperou que se redigisse a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde possivelmente 1530, quando de fato começou a colonização, deu-se início à alquimia étnica e cultural que o formaria. Índios foram preados, escravizados ou vendidos; negros, trazidos como escravos em porões de navios. Era um tempo duro aquele, que exigia audácia, ambição, temor do Inferno, esperança no Paraíso - e crueldade em nome de tudo isso.
Mas o Brasil veio se fazendo. Um país não se faz como um edifício, a partir de um projeto, só com gente íntegra e respeitosa dos valores humanos. O nosso foi feito com gente decidida e ambiciosa mas também com degredados e aventureiros “mistura de seda e péssimo”, para parafrasear Carlos Drummond de Andrade, que chegou bem mais tarde, descendente de húngaros, que vieram parar na cidade mineira de Itabira.
Nascemos dos canaviais de Pernambuco, transformados em açúcar (e agora em combustível de automóveis); nascemos das plantações de algodão do Maranhão, regadas com sangue africano; nascemos das minas de ouro de Vila Rica, dos pampas com seus rebanhos, nascemos do café, do cacau, da borracha amazônica... Nascemos dos batuques da senzala, das primeiras canções nos primeiros pianos nos casarões coloniais, donde surgiriam Villa-Lobos, Pixinguinha, Tom Jobim, Martinho da Vila...
Nascemos das Missões, onde os índios catequizados trocaram os rituais antropófagos pela missa e pela crença num Deus cristão. E que foram um dia massacrados por preadores. Dupla lição que levou o rei português a permitir que os índios se defendessem com bacamartes e obrigou os bandeirantes a se tornarem plantadores de cidades. A história, como se vê, escreve certo por linhas tortas.
E escreve errado também. Negros africanos capturavam outros negros de tribos inimigas, os escravizavam e os vendiam aos árabes, portugueses e ingleses. Era um negócio. Um negócio sujo, mas a verdade é que, sem o braço escravo, nossa história teria sido outra. Se, sem ele, Portugal tivesse desistido de colonizar o Brasil, outro colonizador o teria feito, usando escravo também. Mas não foi assim. Os portugueses - que não eram antiescravocratas como nós hoje - compraram os negros africanos e os trouxeram para plantar cana e moê-la. E foi desse modo que - com açúcar e desafeto, com açúcar e com afeto, com açúcar e com chibata, com açúcar e com tesão - começou a civilização brasileira, em Pernambuco.
A escravidão, que é uma ignomínia, não foi um fenômeno racista, mas econômico. Impossível crer que uma elite africana, negra, alimentasse preconceito de cor contra outros negros africanos. Não obstante, foi ela que os aprisionou e os vendeu como escravos. Além do mais, a escravidão não foi o único fato indigno em nossa história: não fuzilaram Frei Caneca? Não enforcaram Bequimão e Tiradentes? Não assassinaram Marighela, Massena, Mário Alves? E os que têm sido assassinados pelo latifúndio, pela falta de hospitais e de saneamento? A quem pedir perdão por esses crimes?
Não tem sentido pedir perdão aos africanos pela escravização de seus irmãos negros que eles foram os primeiros a pôr em prática. Não era o racismo que estava na origem da escravização no caso brasileiro, como não estava no caso dos brancos espartanos escravizando brancos atenienses ou romanos escravizando gregos ou astecas escravizando astecas. O que não significa que existisse e não exista racismo.
A escravidão é uma ignomínia porque submete um homem a outro e o despoja da liberdade e de todos os demais direitos inerentes à condição humana. No museu Histórico Nacional, li certo dia o testamento em que um fazendeiro enumerava suas propriedades. Dizia mais ou menos o seguinte: “Bens imóveis: uma fazenda no município tal, uma chácara e uma casa na rua tal número tal. Bens de fôlego: 20 cabeças de gado, três cabras e nove escravos”.
Após sair do museu, cheguei à praça Quinze, onde vi passar um jovem negro, alto, de blusão colorido, calças jeans e tênis da moda, de mãos dadas com uma garota branca, certamente sua namorada. Comovi-me só de pensar: “Ele não é mais propriedade de ninguém, nasceu livre num país democrático”. Pena que ainda subsistam preconceitos.
Não, não pedirei perdão aos africanos pela escravidão que alguns deles iniciaram (e que já estão mortos há séculos!). Tampouco se trata de afirmar que “somos todos culpados”, pois isso é hipocrisia. O que importa não é execrar defuntos, alimentar ressentimentos nem fomentar ódios raciais. Importa nos darmos todos as mãos, nos abraçarmos calorosamente e nos comprometermos a construir juntos um país fraterno.
Em relação ao texto assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) A escravidão existe há milênios, faz parte da história da humanidade.
( ) Afirmar que somos todos culpados pela escravidão é hipocrisia, essa culpa pertence exclusivamente ao colonizador português.
( ) A situação do negro no Brasil de hoje é bem mais confortável; ele, agora, é livre.
( ) A escravidão no Brasil foi uma ignomínia, de cunho racista e econômico.
A seqüência correta é
Questão 3 10732972
ENCCEJA* Ciências Humanas e suas Tecnologias 2006A festa do Divino foi instituída em Portugal nos primeiros anos do século XIV pela rainha Isabel, mulher de D. Diniz, quando construiu a igreja do Espírito Santo em Alenquer. No Brasil, popularizou-se no século XVI e é celebrada ainda no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Maranhão, Amazonas, Espírito Santo e Goiás, com missa cantada, procissão, leilão de prendas e as manifestações folclóricas peculiares de cada região. Na preparação da festa realiza-se uma folia, com a bandeira do Divino, para arrecadar fundos e são armados coretos, palanques e um trono para o imperador do Divino. Trata-se de uma criança ou adulto que, durante a festa, exerce poderes majestáticos, chegando até a libertar presos comuns em algumas regiões de Portugal e do Brasil.
Internet: www.terrabrasileira.net/folclore/ regioes/6ritos/divino.html
De acordo com o texto, sobre a festa do Divino, conclui-se que
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