Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 23 10197746
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2015O Rio Grande do Sul é formado por uma variedade de paisagens naturais: o Planalto Meridional, a Campanha Gaúcha, as Serras do Sudeste, o Litoral e a Depressão Central. Cada uma dessas paisagens passou por um processo histórico de ocupação que resultou na variedade cultural que se expressa no estado gaúcho atualmente.
Sobre o processo de domínio do território rio-grandense pelos europeus, numere os parênteses, associando as afirmativas às principais etnias que povoaram o Rio Grande do Sul.
(1) Espanhóis
(2) Portugueses
(3) Alemães
(4) Italianos
( ) Responsáveis por efetivar a atividade agrícola, com mão de obra familiar, começaram a chegar ao Rio Grande do Sul a partir de 1824, ocupando inicialmente as áreas dos Vales Taquari e dos Sinos.
( ) Responsáveis por fundar as primeiras reduções jesuíticas, com o objetivo de ensinar aos índios as técnicas de plantio, de leitura e de escrita, além de valores éticos cristãos. Foram os responsáveis por introduzir o gado bovino no Rio Grande do Sul.
( ) Designados para a borda superior do Planalto Meridional, chegaram ao Rio Grande do Sul a partir de 1875, com o objetivo de desenvolver a atividade agrícola em pequenas propriedades, com mão de obra familiar.
( ) Inseriram-se no território riograndense em três fases: busca por escravos nas missões; busca por gado nas Vacarias do Mar e dos Pinhais e domínio sobre as terras sulinas com a imigração. Essas fases se efetivaram, respectivamente, através dos bandeirantes, tropeiros e açorianos.
Assinale a sequência correta.
Questão 7 10192599
IFPE Subsequente 2015TEXTO

NASCIMENTO, Douglas. Disponível em: http://www.saopauloantiga.com.br/anuncios-de-escravos/.
Acesso em: 01 out. 2014.
Os classificados possuem a função de anunciar produtos e serviços, com a finalidade de venda, compra, aluguel ou troca. O texto foi publicado no século XIX, quando ainda havia escravidão no Brasil. A leitura desse anúncio, na atualidade, é chocante porque um homem é tratado como um produto.
A partir dessa reflexão, ressalta-se a seguinte característica do conceito de gêneros textuais:
Questão 6 15478258
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Além do corporativismo
Professores públicos do Rio voltaram a paralisar as atividades em sala de aula durante boa parte do mês passado, numa greve pautada, mais uma vez, por reivindicações salariais — ainda que outras questões, não econômicas, mas adjacentes à Educação, tenham, como sempre, encorpado a pauta de “lutas” da categoria. Mobilizar-se por melhoria de vencimentos está entre os direitos assegurados a todos os trabalhadores. Mas a constância com que o magistério recorre a greves para pressionar o poder público a abrir o cofre leva à inescapável conclusão de que algo está fora de ordem em movimentos que, pontualmente, tomam os alunos como reféns das paralisações, restringindo-lhes o direito — a eles assegurado como aos mestres o de brigar por remunerações mais altas — à educação.
Disso decorre que os professores precisam reavaliar, com a consciência que se deve esperar de responsáveis pela formação educacional de crianças e jovens, a recorrente opção unilateral de fechar escolas como forma de pressionar os governos. Greves desse tipo levam a uma dinâmica de enxugar gelo: obtêm-se ganhos eventuais e, decorrido algum tempo, volta-se a parar as escolas por novas reivindicações econômicas. É um movimento que não desfaz os verdadeiros nós da Educação.
(...)
(...) O caso mais evidente de uma rejeição que vai ao boicote relaciona-se com a meritocracia. Apesar de beneficiar professores (por lhes estimular o empenho na própria formação e na produtividade) e alunos (por decorrência do maior comprometimento dos mestres com o ensino), esse instituto é objeto de críticas oriundas de conhecidos bolsões corporativistas.
Em sistemas nos quais a meritocracia (cumprimento de metas como um dos critérios para conquistas salariais) foi adotada os resultados são visíveis. Escolas de Minas, Pernambuco e mesmo do município do Rio apresentaram mudanças positivas na qualidade do ensino — em paralelo com o aumento dos ganhos salariais de seus professores. Em Washington, ações similares estão diretamente relacionadas à descoberta de grupos de excelência nas salas de aula.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/alem-docorporativismo-9766376?service=print, acesso em 03/10/2013)
VOCABULÁRIO
Corporativismo: defesa de interesses comuns por parte de um grupo.
Meritocracia: regime que privilegia o mérito, o merecimento
TEXTO I
Fraude na Educação
Em agosto, professores e funcionários das escolas públicas do estado e do município do Rio de Janeiro iniciaram uma greve, muito por causa das questões pedagógicas. “Não é só por salário”, foi uma frase ouvida em assembleias, atos e publicações nas redes sociais, para indicar que a mobilização dos profissionais da educação tinha motivações muito maiores do que as questões corporativas que, normalmente, movem os movimentos grevistas. E o principal alvo das reivindicações pedagógicas é justamente o fim da meritocracia, princípio empresarial que, depois de aplicado em países como os EUA e Chile, transformou-se em proposta padrão de governantes brasileiros, (...).
E o contraponto à meritocracia não está longe: escolas públicas como o Colégio Pedro II, os CAPs ou o Politécnico da Fiocruz, todas no Rio de Janeiro, possuem reconhecida qualidade educacional, baseada em pilares como o currículo diversificado, boas condições de trabalho e ensino, profissionais valorizados e autonomia pedagógica, exatamente o que buscam hoje os educadores que paralisaram suas atividades.
A mobilização dos profissionais das escolas públicas no Rio de Janeiro é um grito por dignidade e respeito, de educadores e educadoras que se cansaram de levar a culpa pela falta de compromisso dos governos; que se cansaram de serem utilizados como desculpa para o fracasso de políticas equivocadas, implementadas por economistas e administradores, que nunca viveram as alegrias e angústias da sala de aula. Como afirma uma faixa carregada em várias manifestações: “A escola deve ser plural, pois o ser humano é único.” Tentar padronizar a educação a partir de testes e índices é matar a criatividade e a riqueza de todo processo pedagógico, humano e plural em sua essência.
Gesa Linhares é coordenadora-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ)
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/fraude-naeducacao-9766388?service=print, acesso em 03/10/2013)
Ao contrário do texto, o texto I critica a meritocracia.
O principal argumento apresentado nesse sentido é a defesa:
Questão 4 15478249
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Além do corporativismo
Professores públicos do Rio voltaram a paralisar as atividades em sala de aula durante boa parte do mês passado, numa greve pautada, mais uma vez, por reivindicações salariais — ainda que outras questões, não econômicas, mas adjacentes à Educação, tenham, como sempre, encorpado a pauta de “lutas” da categoria. Mobilizar-se por melhoria de vencimentos está entre os direitos assegurados a todos os trabalhadores. Mas a constância com que o magistério recorre a greves para pressionar o poder público a abrir o cofre leva à inescapável conclusão de que algo está fora de ordem em movimentos que, pontualmente, tomam os alunos como reféns das paralisações, restringindo-lhes o direito — a eles assegurado como aos mestres o de brigar por remunerações mais altas — à educação.
Disso decorre que os professores precisam reavaliar, com a consciência que se deve esperar de responsáveis pela formação educacional de crianças e jovens, a recorrente opção unilateral de fechar escolas como forma de pressionar os governos. Greves desse tipo levam a uma dinâmica de enxugar gelo: obtêm-se ganhos eventuais e, decorrido algum tempo, volta-se a parar as escolas por novas reivindicações econômicas. É um movimento que não desfaz os verdadeiros nós da Educação.
(...)
(...) O caso mais evidente de uma rejeição que vai ao boicote relaciona-se com a meritocracia. Apesar de beneficiar professores (por lhes estimular o empenho na própria formação e na produtividade) e alunos (por decorrência do maior comprometimento dos mestres com o ensino), esse instituto é objeto de críticas oriundas de conhecidos bolsões corporativistas.
Em sistemas nos quais a meritocracia (cumprimento de metas como um dos critérios para conquistas salariais) foi adotada os resultados são visíveis. Escolas de Minas, Pernambuco e mesmo do município do Rio apresentaram mudanças positivas na qualidade do ensino — em paralelo com o aumento dos ganhos salariais de seus professores. Em Washington, ações similares estão diretamente relacionadas à descoberta de grupos de excelência nas salas de aula.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/alem-docorporativismo-9766376?service=print, acesso em 03/10/2013)
VOCABULÁRIO
Corporativismo: defesa de interesses comuns por parte de um grupo.
Meritocracia: regime que privilegia o mérito, o merecimento
Para afirmar o valor da meritocracia, o texto utiliza como recurso argumentativo a exemplificação.
Verifica-se esse uso em:
Questão 5 11049893
IFNMG 2014/1TEXTO
Que país é esse? Jovens protestam contra os gastos excessivos da Copa do Mundo
Manifestantes tomaram às ruas de Brasília para protestar contra o abuso do dinheiro público nas obras da Copa.
Brasília, 17 de Junho de 2013

Jovens foram ao estádio Mané Garrincha para protestar (Leanderson Lima)
Nos anos 80, os gritos de protesto da juventude de Brasília ganharam o país inteiro na voz de Renato Russo com a banda Legião Urbana. Eram tempos de redemocratização do Brasil com o fim da Ditadura Militar, tempos de fortes crises econômicas, tempos de falta de esperança...
No último sábado (15), outra geração, mas com a mesma vontade de mudar a situação do País, tomou às ruas de Brasília para fazer um grande protesto contra o abuso do dinheiro público nas obras da Copa do Mundo de 2014. Foi um grito de indignação, repúdio, desabafo.
Só que, desta vez, o grito dos jovens de Brasília não teve a poética de Renato Russo, mas ainda assim eles formaram uma legião, e o barulho feito foi muito mais longe do que qualquer música do poeta do rock nacional.
Desta vez, o grito dos jovens de Brasília foi ouvido nos quatro cantos do mundo.
Gastança A revolta foi motivada pelo preço astronômico que custou o estádio Nacional de Brasília, o Mané Garrincha, nada menos que 1 bilhão e 200 milhões de reais. É o mais caro do mundial.
Uma obra gigantesca para um futebol pequeno, que não tem apelo de público.
Revolta também pelo cancelamento de cirurgias no Hospital de Base de Brasília. Na última terça-feira, a Secretaria de Saúde informou que o hospital só voltaria a realizar cirurgias depois do jogo entre Brasil e Japão. O governo negou que a suspensão das cirurgias tivesse relação com o evento. Não colou. Via Facebook Os manifestantes se organizaram por meio de uma comunidade no Facebook. Mais de 11 mil pessoas curtiram a página e mais de mil participaram do protesto.
O grupo marcou como ponto de encontro a rodoviária, no Plano Piloto. Um dos gritos mais repetidos foi: “Copa do Mundo, não quero não, quero dinheiro pra saúde e educação”. O início da manifestação foi pacífico, mas, à medida em que os manifestantes chegaram aos portões do estádio, a confusão começou. Para controlar a situação, a Polícia Militar usou bombas de gás
lacrimogêneo. De acordo com a Secretaria de Segurança de Brasília, oito pessoas foram presas e 23
saíram feridas do confronto. Nenhuma em estado grave.
Manifestante mascarado participa de protesto em Brasília “Esta é a Copa da vergonha. A saúde tá precária. Não tem como gastar tanto dinheiro em um estádio, com essa grana dava pra fazer tanta coisa, inclusive cirurgias que foram canceladas aqui no Hospital de Base”,lembrou a manifestante Raquel Dente, 20, estudante de Desenho Industrial na UNB. (...)
O estudante Leandro Tadeu, 27, cobrou mais investimentos na educação. “Como é que a gente quer sediar uma Copa do Mundo se a gente não investe na educação? Enquanto se gasta esse dinheiro, precisamos investir nas escolas públicas, precisamos de um transporte decente. Aqui, a gente chega a ficar quatro horas esperando um ônibus”, revelou.
Fonte:http://acritica.uol.com.br/craque/manaus-amazonas-amazonia-Jovens-protestam-gastos-excessivos-Copa-Mundo-confederacoes-Brasilia-futebol manifestacoes_0_939506053.html.
Leia a tirinha abaixo e responda o que se pede:

Fonte http://alexandretavora.blogspot.com.br/2013/05/humor-politico-copa-do-mundo-de-2014-no.html - Acesso em 14 out. 2013.
Associando o texto "Que país é esse?" à charge anterior, marque a única opção cujo trecho NÃO tem nenhuma relação com o que se denuncia nessa charge:
Questão 4 11049796
IFNMG 2014/1TEXTO
Que país é esse? Jovens protestam contra os gastos excessivos da Copa do Mundo
Manifestantes tomaram às ruas de Brasília para protestar contra o abuso do dinheiro público nas obras da Copa.
Brasília, 17 de Junho de 2013

Jovens foram ao estádio Mané Garrincha para protestar (Leanderson Lima)
Nos anos 80, os gritos de protesto da juventude de Brasília ganharam o país inteiro na voz de Renato Russo com a banda Legião Urbana. Eram tempos de redemocratização do Brasil com o fim da Ditadura Militar, tempos de fortes crises econômicas, tempos de falta de esperança...
No último sábado (15), outra geração, mas com a mesma vontade de mudar a situação do País, tomou às ruas de Brasília para fazer um grande protesto contra o abuso do dinheiro público nas obras da Copa do Mundo de 2014. Foi um grito de indignação, repúdio, desabafo.
Só que, desta vez, o grito dos jovens de Brasília não teve a poética de Renato Russo, mas ainda assim eles formaram uma legião, e o barulho feito foi muito mais longe do que qualquer música do poeta do rock nacional.
Desta vez, o grito dos jovens de Brasília foi ouvido nos quatro cantos do mundo.
Gastança A revolta foi motivada pelo preço astronômico que custou o estádio Nacional de Brasília, o Mané Garrincha, nada menos que 1 bilhão e 200 milhões de reais. É o mais caro do mundial.
Uma obra gigantesca para um futebol pequeno, que não tem apelo de público.
Revolta também pelo cancelamento de cirurgias no Hospital de Base de Brasília. Na última terça-feira, a Secretaria de Saúde informou que o hospital só voltaria a realizar cirurgias depois do jogo entre Brasil e Japão. O governo negou que a suspensão das cirurgias tivesse relação com o evento. Não colou. Via Facebook Os manifestantes se organizaram por meio de uma comunidade no Facebook. Mais de 11 mil pessoas curtiram a página e mais de mil participaram do protesto.
O grupo marcou como ponto de encontro a rodoviária, no Plano Piloto. Um dos gritos mais repetidos foi: “Copa do Mundo, não quero não, quero dinheiro pra saúde e educação”. O início da manifestação foi pacífico, mas, à medida em que os manifestantes chegaram aos portões do estádio, a confusão começou. Para controlar a situação, a Polícia Militar usou bombas de gás
lacrimogêneo. De acordo com a Secretaria de Segurança de Brasília, oito pessoas foram presas e 23
saíram feridas do confronto. Nenhuma em estado grave.
Manifestante mascarado participa de protesto em Brasília “Esta é a Copa da vergonha. A saúde tá precária. Não tem como gastar tanto dinheiro em um estádio, com essa grana dava pra fazer tanta coisa, inclusive cirurgias que foram canceladas aqui no Hospital de Base”,lembrou a manifestante Raquel Dente, 20, estudante de Desenho Industrial na UNB. (...)
O estudante Leandro Tadeu, 27, cobrou mais investimentos na educação. “Como é que a gente quer sediar uma Copa do Mundo se a gente não investe na educação? Enquanto se gasta esse dinheiro, precisamos investir nas escolas públicas, precisamos de um transporte decente. Aqui, a gente chega a ficar quatro horas esperando um ônibus”, revelou.
Fonte:http://acritica.uol.com.br/craque/manaus-amazonas-amazonia-Jovens-protestam-gastos-excessivos-Copa-Mundo-confederacoes-Brasilia-futebol manifestacoes_0_939506053.html.
Leia o trecho abaixo:
O início da manifestação foi pacífico, mas, à medida em que os manifestantes chegaram aos portões do estádio, a confusão começou
Sobre o trecho acima SÓ NÃO É CORRETA a seguinte afirmativa:
06
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