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Questões de EFAF Português - Morfologia -

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9 Questões

Marca Texto
Modo Escuro
Fonte

Questão 12 10623724
Fácil 00:00

Colégio Embraer 2021
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Gramática Morfologia
  • Linguagem Pronome
  • Variações linguísticas
  • Norma-padrão
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia ao texto para responder à questão.

 

    Um falso médico que atuava em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Engenho Novo, Zona Norte do Rio, foi desmascarado após escrever receita médica com erro de português e não saber usar o sistema eletrônico de prescrição de medicamentos. Aleksandro Gueivara foi contratado como plantonista pela Organização Social Viva Rio. Chamaram a atenção de colegas erros cometidos por ele, que escreveu “potacio”.

(https://g1.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa que dá correta sequência à frase, em conformidade com a norma padrão.

 

Um falso médico foi desmascarado após escrever receita médica com erro de português e, em relação ao sistema eletrônico de prescrição de medicamentos, por

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Questão 10 10579509
Fácil 00:00

Colégio Embraer 2017
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Morfologia
  • Pronome
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia a tirinha para responder à questão.

(Mort Walker. Recruta Zero. http://cultura.estadao.com.br. Publicado em: 15.08.2017)

A frase do médico – Eles querem estudar você. – está corretamente reescrita, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, em:

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Questão 13 10619615
Médio 00:00

COTIL 1° Ano 2016
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Morfologia Sintaxe
  • Complemento nominal Complemento nominal Complemento Verbal Pronome
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto para a questão

    Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.

    Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.

    Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.

    A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.

    Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.

    Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.

    No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.

    Pense nisso e seja feliz!

http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf

Considere os verbos grifados com seu respectivo complemento:


– a falta de responsabilidade depende de vários fatores.
– embora não seja difícil identificar os fatores...
– fomentam o cinismo.
– em vez de exercitar a capacidade...

 

Substituindo os complementos verbais por um pronome pessoal, temos:

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Questão 38 10634774
Médio 00:00

CMSM 6º Ano 2008
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto
  • Estratégias de leitura Gêneros textuais não verbais e mistos
  • charge/cartum
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia o texto abaixo e depois responda o item.

 

TEXTO

 

O RECRUTINHA

(www.exercito.gov.br/orecrutinha)

Em relação ao fragmento “Estamos presentes em todo o território nacional...”, é INCORRETO afirmar que:

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Questão 68 10532118
Médio 00:00

ENCCEJA* Encceja 2007
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Gramática Leitura e Interpretação de Texto
  • Linguagem Variantes Linguísticas
  • Variações linguísticas
  • Variação linguística
  • Exibir tags
Resolução comentada

Influências africanas (fragmento)


Por quase trezentos anos, o Brasil recebeu milhares e milhares de africanos, aqui trazidos como escravos para o trabalho rural ou na mineração. Vieram negros de praticamente toda a África, mas deles destacam-se dois grandes grupos: o guineano-sudanês e o banto. Veja algumas palavras oriundas das línguas faladas por essas pessoas, especialmente as relativas a:

 

Comidas e bebidas - Quitute, vatapá, acarajé, caruru, mungunzá, quibebe, farofa, quindim, canjica;

 

Animais, plantas e frutos - Camundongo, caxinguelê, mangangá, marimbondo, mutamba, dendê, jiló, quiabo.

Internet: http://www.paulohernandes.pro.br/vocesabia/001/vcsabia011.html. Acesso em 29/7/2007, com adaptações.

 

As palavras de origem africana

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Questão 32 10252252
Difícil 00:00

EFOMM 1º Dia 2020
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Morfologia Sintaxe
  • Complemento nominal Complemento nominal
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto

 

Como Dizia Meu Pai


  Já se tomou hábito meu, em meio a uma conversa, preceder algum comentário por uma introdução:
    — Como dizia meu pai...
   Nem sempre me reporto a algo que ele realmente dizia, sendo apenas uma maneira coloquial de dar ênfase a alguma opinião.
   De uns tempos para cá, porém, comecei a perceber que a opinião, sem ser de caso pensado, parece de fato corresponder a alguma coisa que Seu Domingos costumava dizer. Isso significará talvez — Deus queira — que insensivelmente vou me tomando com o correr dos anos cada vez mais parecido com ele. Ou, pelo menos, me identificando com a herança espiritual que dele recebi. Não raro me surpreendo, antes de agir, tentando descobrir como ele agiria em semelhantes circunstâncias, repetindo uma atitude sua, até mesmo esboçando um gesto seu. Ao formular uma ideia, percebo que estou concebendo, para nortear meu pensamento, um princípio que, se não foi enunciado por ele, só pode ter sido inspirado por sua presença dentro de mim.
    — No fim tudo dá certo...
  Ainda ontem eu tranquilizava um de meus filhos com esta frase, sem reparar que repetia literalmente o que ele costumava dizer, sempre concluindo com olhar travesso:
     — Se não deu certo, é porque ainda não chegou no fim.
   Gosto de evocar a figura mansa de Seu Domingos, a quem chamávamos paizinho, a subir pausadamente a escada da varanda de nossa casa, todos os dias, ao cair da tarde, egresso do escritório situado no porão. Ou depois do jantar, sentado com minha mãe no sofá de palhinha da varanda, como namorados, trocando notícias do dia. Os filhos guardavam zelosa distância, até que ela ia aos seus afazeres e ele se punha à disposição de cada um, para ouvir nossos problemas e ajudar a resolvê-los. Finda a última audiência, passava a mão no chapéu e na bengala e saía para uma volta, um encontro eventual com algum amigo. Regressava religiosamente uma hora depois, e tendo descido a pé até o centro, subia sempre de bonde. Se acaso ainda estávamos acordados, podíamos contar com o saquinho de balas que o paizinho nunca deixava de trazer.
    Costumava se distrair realizando pequenos consertos domésticos: uma boia de descarga, a bucha de uma torneira, um fusível queimado. Dispunha para isso da necessária habilidade e de uma preciosa caixa de ferramentas em que ninguém mais podia tocar. Aprendi com ele como é indispensável, para a boa ordem da casa, ter à mão pelo menos um alicate e uma chave de fenda. Durante algum tempo andou às voltas com o velho relógio de parede que fora de seu pai, hoje me pertence e amanhã será de meu filho: estava atrasando. Depois de remexer durante vários dias em suas entranhas, deu por findo o trabalho, embora ao remontá-lo houvessem sobrado umas pecinhas, que alegou não fazerem falta. O relógio passou a funcionar sem atrasos, e as batidas a soar em horas desencontradas. Como, aliás, acontece até hoje.
    Tinha por hábito emitir um pequeno sopro de assovio, que tanto podia ser indício de paz de espírito como do esforço para controlar a perturbação diante de algum aborrecimento.
     — As coisas são como são e não como deviam ser. Ou como gostaríamos que fossem.
    Este pronunciamento se fazia ouvir em geral quando diante de uma fatalidade a que não se poderia fugir. Queria dizer que devemos nos conformar com o fato de nossa vontade não poder prevalecer sobre a vontade de Deus - embora jamais fosse assim eloquente em suas conclusões. Estas quase sempre eram, mesmo, eivadas de certo ceticismo preventivo ante as esperanças vãs:
    — O que não tem solução, solucionado está.
    E tudo que acontece é bom — talvez não chegasse ao cúmulo do otimismo de afirmar isso, como seu filho Gerson, mas não vacilava em sustentar que toda mudança é para melhor: se mudou, é porque não estava dando certo. E se quiser que mude, não podendo fazer nada para isso, espere, que mudará por si.
     [...]
    Tudo isso que de uns tempos para cá me vem ocorrendo, às vezes inconscientemente, como legado de meu pai, teve seu coroamento há poucos dias, quando eu ia caminhando distraído pela praia. Revirava na cabeça, não sei a que propósito, uma frase ouvida desde a infância e que fazia parte de sua filosofia: não se deve aumentar a aflição dos aflitos. Esta máxima me conduziu a outra, enunciada por Carlos Drummond de Andrade no filme que fiz sobre ele, a qual certamente Seu Domingos perfilharia: não devemos exigir das pessoas mais do que elas podem dar. De repente fui fulminado por uma verdade tão absoluta que tive de parar, completamente zonzo, fechando os olhos para entender melhor. No entanto era uma verdade evangélica, de clareza cintilante como um raio de sol, cheguei a fazer uma vênia de gratidão a Seu Domingos por me havê-la enviado:
    — Só há um meio de resolver qualquer problema nosso: é resolver primeiro o do outro.
    Com o tempo, a cidade foi tomando conhecimento do seu bom senso, da experiência adquirida ao longo de uma vida sem maiores ambições: Seu Domingos, além de representante de umas firmas inglesas, era procurador de partes — solene designação para uma atividade que hoje talvez fosse referida como a de um despachante. A princípio os amigos, conhecidos, e depois até desconhecidos passaram a procurá-lo para ouvir um conselho ou receber dele uma orientação. Era de se ver a romaria no seu escritório todas as manhãs: um funcionário que dera desfalque, uma mulher abandonada pelo marido, um pai agoniado com problemas do filho — era gente assim que vinha buscar com ele alívio para a sua dúvida, o seu medo, a sua aflição. O próprio Governador, que não o conhecia pessoalmente, certa vez o consultou através de um secretário, sobre questão administrativa que o atormentava. Não se falando nos filhos: mesmo depois de ter saído de casa, mais de uma vez tomei trem ou avião e fui colher uma palavra sua que hoje tanta falta me faz.
    Resta apenas evocá-la, como faço agora, para me servir de consolo nas horas más. No momento, ele próprio está aqui a meu lado, com o seu sorriso bom.

SABINO, Fernando. A volta por cima. In: Obra Reunida v. III. Rio de Janeiro: Ed. Nova Aguilar, 1996. (Texto adaptado)

Assinale a opção em que se cometeu erro na análise da função sintática concernente às orações destacadas.

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