Questões de EFAF Português - Sintaxe -
98 Questões
Questão 14 15430525
CBNB 6 Ano 2025TEXTO
GLÁDIO ALADO ENTRA EM CAMPO
Conheça alguns integrantes da Força Aérea Brasileira do TIME BRASIL que participaram dos jogos em Tóquio:

Lançamento de disco: Sargento Fernanda Raquel Borges Martins “Estou a caminho da minha segunda olimpíada com as melhores expectativas possíveis. Foram quatro anos de muito treinamento buscando chegar à melhor forma possível, não apenas em treinamento físico, mas mental também. [...] Foi uma preparação dura, com desafios, mas que deu muito certo. Encontro-me na melhor fase da carreira e vou chegar aos jogos com muita garra e lutar por uma medalha por meu País”.

Ginástica Artística: Sargento Arthur Nabarrete Zanetti “As expectativas para esses Jogos Olímpicos são as melhores possíveis. [...] A paternidade está me motivando muito e está sendo o melhor momento da minha vida. Vou para o ginásio para mostrar ao meu filho, no futuro, as minhas conquistas”.

Atletismo: Sargento Caio Oliveira de Sena Bonfim (marcha atlética) “Jogos Olímpicos, uma competição diferente de tudo por sua grandeza, sendo realizado em um momento muito difícil para o mundo, mas a dedicação não tem faltado. Treinamos muito para esses Jogos. Estou em minha melhor forma física. Mesmo com poucas competições, conseguimos encontrar provas pontuais que nos deram confiança e bons resultados. Espero trazer bons resultados para o Brasil”.
Disponível em: https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/37677/OLIMP%C3%8DADAS%20-%20Conhe%C3%A7a%20os%20atletas%20da%2 0FAB%20que%20participam%20dos%20Jogos%20Olimp%C3%ADcos%20de%20T%C3%B3quio, com adaptações. Fonte: Agência da Força Aérea. por Tenente Raquel Alves. Edição: Agência da Força Aérea – Capitão Oliveira Lima. Acesso em: 4 jun. 2024.
No período “Estou em minha melhor forma física.”, há qual tipo de sujeito?
Questão 19 11438086
IFPI 2022Analise o texto da imagem a seguir para responder à questão.

Fonte: ttps://www.facebook.com/ValLinguaPortuguesaDicas/photos/1026699937734892
No texto há uma analogia com os termos essenciais e acessórios da oração conforme a sintaxe da Língua Portuguesa.
Nessa lógica, é correto afirmar que:
Questão 2 11089990
IFTO Integrados 2020/1Texto
Leia o texto para responder à questão.
Furacão Dorian pode chegar 'perigosamente perto' da Flórida
O furacão Dorian pode chegar ‘perigosamente perto’ da Flórida, nos Estados Unidos, durante esta segundafeira (2), segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA.
Por enquanto, Dorian continua passando lentamente pelas Bahamas, onde já deixou um rastro de destruição e fez a primeira vítima fatal, um menino de 8 anos. O arquipélago registrou grandes inundações, ventos fortes e chuva intensa. (texto adaptado) Fonte: Notícias R7.
Disponível em: https://noticias.r7.com/internacional/furacao-dorian-podechegar-perigosamente-perto-da-florida-02092019. Acesso em: 2/9/2019
Uma das formas de conhecer o sujeito de uma oração é perguntar ao verbo quem praticou a ação verbal.
Dessa forma, temos como sujeito da primeira oração:
Questão 14 11562635
Pref. de São Paulo 7º Ano Prova Semestral 2019
Disponível em: www. ilustradorveiga.com.br. Acesso em: 4 mai. 2019.
O sujeito na oração “Ele só sabe falar mal dos outros!” é
Questão 12 10151701
CMS 1º Ano - Língua Portuguesa 2019TEXTO
Um Apólogo
(Machado de Assis)
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
– Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?
– Deixe-me, senhora.
– Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei
[5] sempre que me der na cabeça.
– Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada
qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
– Mas você é orgulhosa.
– Decerto que sou.
[10] – Mas por quê?
– É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
– Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
– Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
– Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que
[15] eu faço e mando...
– Também os batedores vão adiante do imperador.
– Você é imperador?
– Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai
fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
[20] Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma
baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha,
pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a
melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana – para dar a isto uma cor poética. E dizia a
agulha:
[25] – Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa
comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima.
A linha não respondia nada; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e altiva como
quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também,
e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano. Caindo o
[30] sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e
ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no
corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro,
arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:
[35] – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem
é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das
mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre
agulha:
[40] – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha
de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
O texto encerra uma moral, que pode ser traduzida como:
Questão 8 10781601
Liceu-SP C. Gerais 2017Leia o texto para responder à questão.
Voo cego
Em 29 de setembro de 2006, o Boeing da Gol que levava 154 pessoas chocou-se com o jato executivo Legacy e caiu numa floresta densa no Mato Grosso. Não houve sobreviventes no Boeing; o Legacy conseguiu pousar na base aérea do Cachimbo (PA), sem feridos.
Como em geral ocorre em casos dessa amplitude, uma combinação de erros revelou-se fatal, permitindo que duas aeronaves voassem, na mesma altitude e horário, em sentido contrário.
O desastre descortinou uma série de graves deficiências do controle aéreo do país. Radares e rádios não cobriam todo o território nacional – e por isso Brasília ficou sem contato com os pilotos do Legacy por quase uma hora.
A formação deficiente e a sobrecarga de trabalho foram outros argumentos apontados pelos agentes para explicar a tragédia. Em um cenário tão desfavorável, chega a dar calafrios imaginar quantos outros acidentes não terão sido evitados por puro acaso.
Felizmente, uma década depois, o ambiente parece mais seguro. Segundo a Aeronáutica, intensificou-se o treinamento para situações de perda de contato com a aeronave. O número de controladores, ademais, saltou de 2.800 para 4.200.
De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), a média de acidentes anuais em voos no Brasil, para cada milhão de decolagens, caiu de 3,5 em 2007 para 1,33 em 2015.
Todavia, restam lacunas graves a serem sanadas. Ainda há falhas na comunicação via rádio, sobretudo no norte do país. Passados dez anos, já era tempo de o Brasil ter incorporado plenamente lições aprendidas de forma tão dura.
(Folha de S.Paulo, 28.09.2016)
O sujeito da oração está corretamente destacado em:
06
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