Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 10 10807950
Concursos Academia de Polícia 2013Leia o texto para responder à questão
Sistemas avançados nos retratos falados
A Polícia Civil de São Paulo terá um estúdio com sistemas avançados para produzir retratos falados de criminosos foragidos e pessoas desaparecidas.
O estúdio, chamado Artes Forenses, ficará sob a tutela do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o DHPP. Os policiais que trabalharão nele terão computadores de última geração equipados com o mesmo programa utilizado para desenhar as “criaturas azuis” do filme de ficção científica Avatar.
O estúdio vai ajudar os atuais desenhistas da polícia, que usam, além do método tradicional de papel e lápis, um programa de computador que monta retratos falados com a ajuda de 5 mil imagens de bocas, narizes, olhos e outros detalhes da face.
Com as tecnologias do estúdio, a imagem produzida vai exibir detalhes da pele, como cicatrizes e manchas, além de imperfeições dos rostos. Os detalhes ajudarão a identificar os criminosos com precisão. O estúdio usará ainda um programa capaz de simular o envelhecimento de crianças e jovens. O recurso facilitará, portanto, as buscas de pessoas que estão desaparecidas há anos.
Os policiais já estão sendo treinados para usar os recursos do estúdio, que custou cerca de 150 mil reais aos cofres do governo paulista. Além de ajudar no combate ao crime, o estúdio terá a missão de se tornar uma referência de retratos falados e, ainda, formar especialistas no assunto. A Polícia Civil espera que ele seja copiado por outros Estados do país.
(veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tag/policia-civil/, 07.04.2013. Adaptado)
Na frase – Os policiais já estão sendo treinados... (5º parágrafo) – o advérbio destacado expressa sentido de
Questão 5 10807940
Concursos Academia de Polícia 2013Leia o texto para responder à questão
Sistemas avançados nos retratos falados
A Polícia Civil de São Paulo terá um estúdio com sistemas avançados para produzir retratos falados de criminosos foragidos e pessoas desaparecidas.
O estúdio, chamado Artes Forenses, ficará sob a tutela do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o DHPP. Os policiais que trabalharão nele terão computadores de última geração equipados com o mesmo programa utilizado para desenhar as “criaturas azuis” do filme de ficção científica Avatar.
O estúdio vai ajudar os atuais desenhistas da polícia, que usam, além do método tradicional de papel e lápis, um programa de computador que monta retratos falados com a ajuda de 5 mil imagens de bocas, narizes, olhos e outros detalhes da face.
Com as tecnologias do estúdio, a imagem produzida vai exibir detalhes da pele, como cicatrizes e manchas, além de imperfeições dos rostos. Os detalhes ajudarão a identificar os criminosos com precisão. O estúdio usará ainda um programa capaz de simular o envelhecimento de crianças e jovens. O recurso facilitará, portanto, as buscas de pessoas que estão desaparecidas há anos.
Os policiais já estão sendo treinados para usar os recursos do estúdio, que custou cerca de 150 mil reais aos cofres do governo paulista. Além de ajudar no combate ao crime, o estúdio terá a missão de se tornar uma referência de retratos falados e, ainda, formar especialistas no assunto. A Polícia Civil espera que ele seja copiado por outros Estados do país.
(veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tag/policia-civil/, 07.04.2013. Adaptado)
No trecho – O estúdio usará ainda um programa capaz de simular... (4º parágrafo) – a palavra destacada estabelece sentido de
Questão 3 10797901
Concursos Pref de Santana do Ipanema 2013A questão refere-se ao texto abaixo.
Trabalho: o que mudou?
Pesquisadores analisam as novas configurações do mundo de trabalho
Por Raquel Torres
“A felicidade da empresa é a felicidade de mercado, que está ligada a sua capacidade competitiva, que está ligada, por sua vez, à felicidade dos empregados, e todos juntos formam a imagem da empresa. O principal objetivo da comunicação interna é a manutenção dessa envolvente cadeia de felicidade”. Esse pequeno trecho do artigo ‘Imagem corporativa: marketing da ilusão’, de Elizabeth Brandão e Bruno Carvalho, explicita uma das mudanças mais ou menos recentes pelas quais o trabalho – e a vida dos trabalhadores – têm passado: a busca por estratégias que façam os empregados ‘vestirem a camisa da firma’ e se envolverem pessoalmente com as empresas.
Há outras. Entre elas, está a distribuição da força de trabalho entre os setores primário, secundário e terciário: não é de hoje que se aponta a diminuição da mão de obra na indústria e no campo devido à mecanização dos processos, enquanto o trabalho no setor de serviços parece inchar – mas será que isso é verdade no mundo todo? Por outro lado, a própria separação entre esses três setores parece não ser mais tão rígida, num momento em que ganham força, por exemplo, a agroindústria e a indústria de serviços. Aliás, o aumento da terceirização – e até da quarteirização – é cada vez mais evidente. Tudo isso gera transformações nas relações entre os trabalhadores, no seu modo de organização e na atuação de suas entidades representativas. [...]
Revista POLI: saúde, educação e trabalho – Ano IV – no 19 – set./out. 2011.
Dadas as proposições abaixo acerca do texto,
I. O enunciado textual se concentra no referente; por isso, há predomínio da função denotativa.
II. No texto, a função referencial é comprovada pelo emprego da 3ª pessoa e a ausência de subjetividade.
III. A preocupação do locutor do texto não está na informação, mas na elaboração do enunciado em si. Assim, a função da linguagem que predomina é a poética.
verifica-se que apenas
Questão 25 10784041
Liceu-SP 2013Leia o editorial de Hélio Schwartsman para responder à questão:
O BULLYING
SÃO PAULO — O bullying é por vezes um problema real que exige medidas drásticas. Assim, é positivo que a Justiça esteja prestando atenção ao fenômeno e já tenha até condenado alguns adolescentes à prestação de serviços comunitários, como mostrou a Folha na edição de domingo. Para conviver bem em sociedade, precisamos aprender a respeitar certos limites de agressividade no trato com terceiros.
O mundo, porém, é um lugar mais complexo e multifacetado do que querem as narrativas de que nos valemos para dar sentido às coisas. Declarar guerra ao bullying e propugnar por uma política de tolerância zero funciona mais como slogan publicitário que como remédio eficaz.
De acordo com a psicóloga Helene Guldberg, da Opend University de Londres, há uma histeria em torno do tema que já pode estar produzindo mais mal do que bem (vale frisar aqui que ela fala primordialmente da realidade anglo-saxônica, onde as campanhas contra o bullying são muito mais intensas e existem há bem mais tempo que no Brasil).
Segundo Guldberg, é perfeitamente saudável que um jovem não goste de um de seus colegas e expresse esse sentimento. Isso ocorre o tempo todo entre adultos e não é um problema. Crianças precisam aprender a lidar com inimizades, rejeições e agressividades, com as quais terão que conviver ao longo dos anos. Ela cita trabalhos sugestivos de que ter um inimigo na infância pode, na verdade, até fazer bem para o adulto.
Não se trata, é claro, de abandonar a garotada à própria sorte e deixar que a seleção darwiniana opere livremente nos playgrounds, elegendo os sobreviventes. Precisamos, porém, ser honestos para reconhecer que as dinâmicas do relacionamento entre jovens não podem ser resumidas numa luta das vítimas boazinhas contra agressores malvados. A intervenção de adultos cristalizando esses rótulos pode até mesmo revelar-se um tiro pela culatra.
SCHUARTSMAN, Hélio. O Bullying. Folha de São Paulo, São Paulo, p. 1, 01 maio 2012.
A figura de linguagem presente em “(…) Assim, é positivo que a Justiça esteja prestando atenção ao fenômeno e já tenha até condenado alguns adolescentes à prestação de serviços comunitários” recebe o nome de
Questão 1 10775076
UTFPR Inverno 2013/1LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR QUE SERVE DE BASE PARA A QUESTÃO.
É preciso rejeitar a despamonhalização da vida.
Sempre que se fala em filosofia, imagina-se uma dedicação a coisas que são esotéricas, abstratas. Mas a filosofia nasce, na origem, a partir do autoconhecimento. É preciso lembrar aquele que é o grande pensador da Antiguidade, Sócrates. Uma de suas ideias centrais era a do “conhece-te a ti mesmo” que, aliás, era uma inscrição no templo de Apolo. Conhece-te a ti mesmo, saiba sobre si, tenha autoconhecimento. E, ao mesmo tempo, suspeite daquilo que é óbvio. A filosofia é a capacidade de pensar um pouco sobre os porquês das coisas, em vez de se contentar com os “comos”. A filosofia busca a capacidade de indagar.
Nós vivemos em um mundo, especialmente por conta das plataformas digitais, em que a lógica é a do “tudo já, agora ao mesmo tempo junto”. Uma das coisas que leva à perda de noção de tempo e processo é o que chamo de despamonhalização da vida. Nós paramos de fazer pamonha e passamos a comprá-la pronta em nome de algo que é prático. Nem sempre o prático é o certo. Muitas vezes o prático é só o prático. É mais prático furtar do que trabalhar, colar do que estudar, copiar do que ter que pesquisar. Em nome do prático começamos a utilizar como critério tudo aquilo que é imediato. Quando se fazia pamonha, passávamos o dia inteiro juntos. Os homens saíam de manhã, iam buscar milho na roça, arrancavam a palha. As crianças tiravam o cabelinho que ficava no meio. As mulheres tinham o trabalho mais complicado que era ralar o milho e costurar um saquinho de palha. Fazíamos isso das sete da manhã até às quatro da tarde, que era quando comíamos a pamonha. A finalidade de fazer pamonha não era comer pamonha, era ficar junto o dia todo. Crianças e jovens aprendiam que para que uma pamonha aparecesse era preciso tempo, trabalho, convivência, divisão de tarefas.
A ideia da pamonha é evitar aquilo que chamo de miojização da vida, a vida miojo. Hoje um jovem imagina que para fazer uma pesquisa ele dá uma “googleada” e pronto. Não. A Internet é um poderoso meio de começo de pesquisa, não de término. Enfim, essa miojização do mundo corresponde a uma despamonhalização da vida, que é preciso rejeitar.
(Excertos da entrevista de Mario Sergio Cortella, em Papo Cabeça. Almanaque Brasil de Cultura Popular. Ano 13, no 153, janeiro de 2012, pp. 12-3.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Questão 20 10736588
CMR 6º Ano - Português 2013Texto
Tirinha do Calvin

Disponivel em http:/ftiras-do-calvin .tumbir.com. Acesso em 05 out 2013.
O exame dos elementos verbais e não verbais da tirinha permitem deduzir que o PAI e o FILHO assumem posturas diferentes.
Estas podem ser sintetizadas, RESPECTIVAMENTE, pelos substantivos
06
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