Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 2 165570
IFGO 2015Texto 01
Por que tanto ódio na internet e redes sociais?
Jose Marcos Taveira
No dia em que completou 100 anos, o Palmeiras recebeu uma das melhores mensagens, justamente do principal rival: o Corinthians. Na nota, muito respeitosa, o alvinegro afirmava ter muito orgulho de fazer parte da história do clube.
"O Timão se orgulha de ter feito parte importante da história do clube com quem pôde disputar os clássicos de maior rivalidade, mas com lealdade e amizade acima de tudo. Sem o clássico entre Corinthians e Palmeiras, a capital paulista e o futebol brasileiro certamente não seriam os mesmos", afirmou, emocionando palmeirenses de verdade.
Enquanto isso, na internet, em sites e redes sociais, torcedores atacavam bravamente a equipe. "Lixo de time", "Timinho de segunda divisão" e outras críticas mais estúpidas. O mesmo aconteceu com o Corinthians ao completar 100 anos de existência. Foi massacrado em comentários de torcedores adversários.
Antes disso, o então candidato à Presidência da República Eduardo Campos morria tragicamente na queda do avião em que estava com sua equipe. Rapidamente, comentários em sites e redes sociais eram usados para fazer piadas e "culpar" a presidente Dilma Rousseff. Uma "criatividade" sem fim em montagens de fotos com um único objetivo: fazer "humor" com a morte.
Esses dois episódios mostram a capacidade do ser humano - e não apenas de brasileiros, como muitos pensam - de propagar o ódio em um espaço virtual que deveria ser usado justamente para se compartilharem opiniões com democracia. Mas, infelizmente, transformou-se em templo para propagação de ódio e "humor" banal a todo custo para se ganhar meras "curtidas".
No caso do centenário do Palmeiras, a atitude do principal rival mostra que a disputa é apenas em campo. Fora isso, são empresas, trabalham e ganham dinheiro com o entretenimento. Seus jogadores podem atuar em qualquer um dos clubes, enchendo os bolsos. Quem propaga o ódio é o torcedor, que não ganha nada com isso e ainda impede famílias de visitarem os estádios, com medo da violência e de vasos sanitários matarem alguém. São fanáticos que não sabem argumentar ou mesmo interpretar um texto e usam a internet apenas para xingar e mostrar toda a sua ignorância.
Já a reação grotesca à morte de Eduardo Campos serviu para várias análises em sites e jornais, criticando as brincadeiras em situações como estas. Chegamos a um nível de mediocridade em que não se respeitam mais as famílias e amigos que sofrem com a perda. Passa-se por cima de tudo que é ensinado na escola - ou na vida - em nome de uma tentativa desenfreada de ficar famoso no mundo virtual ou de cultivar "amigos" do mesmo nível, que adoram porcarias.
Artistas, então, são alvos prediletos dos chamados haters (algo como "odiadores", em português). Recebem críticas e ataques como se o simples fato de serem famosos permitisse a falta de educação. O problema é tão sério que levou a filha do Robin Williams a deixar sua conta no Instagram, tamanhas as brincadeiras de mau gosto que fizeram sobre o suicídio de seu famoso pai.
Onde está o respeito?Onde fica o desejo de não querer para os outros o que não se quer para você e as pessoas de que gosta? Por que atacar alguém com tanto ódio em nome da liberdade de expressão ou "desabafo"?
Qual será o próximo passo, com tanta tecnologia à disposição e liberdade de expressão? Criar um tacape virtual para que trogloditas possam se armar, bater no chão com muita raiva e tentar até conquistar mulheres arrastando seus corpos pelos cabelos? É o retorno ao tempo das cavernas...
Disponível em: . Acesso em: 11 Nov. 2014
Para o autor do texto, o principal alvo dos haters são
Questão 3 164108
IFAM 2015Texto: O desejo
“A velhinha tinha uma pequena loja, numa rua de Florença. Exteriormente, sua loja não era nem rica, nem elegante, nem artística. Isso acontece em muitas lojas, na Europa. Mas a velhinha vendia umas blusas tão lindas e originais que mulher nenhuma poderia ficar insensível a seus encantos. E eis que, de repente, me torno possuidora de uma delas. Começava a escurecer. A formosa Florença tornava-se uma cidade de prata. Eu desejava mais uma blusa: quem viaja está sempre pensando em alegrias que, de volta, pode dar aos amigos. Mas a loja ia fechar, a velhinha não negociava com dólares (e pensar que um dia eu tive dólares!): então, separei a segunda blusa, e prometi que na manhã seguinte apareceria com as minhas liras.”
(Cecília Meireles. Seleta em prosa e verso)
Ao que se refere à compra, entende-se que:
Questão 2 164107
IFAM 2015Texto: O desejo
“A velhinha tinha uma pequena loja, numa rua de Florença. Exteriormente, sua loja não era nem rica, nem elegante, nem artística. Isso acontece em muitas lojas, na Europa. Mas a velhinha vendia umas blusas tão lindas e originais que mulher nenhuma poderia ficar insensível a seus encantos. E eis que, de repente, me torno possuidora de uma delas. Começava a escurecer. A formosa Florença tornava-se uma cidade de prata. Eu desejava mais uma blusa: quem viaja está sempre pensando em alegrias que, de volta, pode dar aos amigos. Mas a loja ia fechar, a velhinha não negociava com dólares (e pensar que um dia eu tive dólares!): então, separei a segunda blusa, e prometi que na manhã seguinte apareceria com as minhas liras.”
(Cecília Meireles. Seleta em prosa e verso)
Em relação ao lugar é possível concluir que:
Questão 1 164106
IFAM 2015Texto: O desejo
“A velhinha tinha uma pequena loja, numa rua de Florença. Exteriormente, sua loja não era nem rica, nem elegante, nem artística. Isso acontece em muitas lojas, na Europa. Mas a velhinha vendia umas blusas tão lindas e originais que mulher nenhuma poderia ficar insensível a seus encantos. E eis que, de repente, me torno possuidora de uma delas. Começava a escurecer. A formosa Florença tornava-se uma cidade de prata. Eu desejava mais uma blusa: quem viaja está sempre pensando em alegrias que, de volta, pode dar aos amigos. Mas a loja ia fechar, a velhinha não negociava com dólares (e pensar que um dia eu tive dólares!): então, separei a segunda blusa, e prometi que na manhã seguinte apareceria com as minhas liras.”
(Cecília Meireles. Seleta em prosa e verso)
Após a leitura do texto, conclui-se o seguinte em relação à loja:
Questão 37 10783869
Liceu-SP 2014Leia as orações a seguir:
I) Todos os lugares por que viajamos apresentam-nos sempre aprendizado.
II) É fundamental que reveja as propostas apresentadas na reunião do condomínio.
III) Estava tão feliz, que tropeçou na rua.
IV) Todas as pessoas, cujos bilhetes tenham expirado, devem comparecer à seção de recadastramento.
Há pronomes relativos apenas em
Questão 10 10773372
UTFPR Inverno 2014/1RELÍQUIAS EM EXPOSIÇÃO
Fora os traços arquitetônicos que remetem ao passado, a Fazenda São Francisco conta com uma sala de memória, recheada de relíquias do século 19. São documentos, fotos e objetos do período, como as fronhas de linho bordado que a Princesa Isabel usou em sua visita à região em 1872. No ano passado, o espaço ganhou um anexo, o Museu Armando Vianna, com mais de 40 trabalhos do artista carioca entre pinturas, desenhos e fotografias.
(AZUL Magazine, ed.01, maio 2013, p. 50)
Reescrevendo o trecho negritado, mantém se o uso da crase substituindo a palavra “região” por:
I) local.
II) cidade.
III) fazenda.
IV) museu.
V) espaço.
Estão corretos os itens:
06
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