Questões de EFAF Português - Morfologia
903 Questões
Questão 4 10738332
COLÉGIO SÓLIDO* Colégio Sólido7° ano 2016No trecho “Mas aquela garotinha não comia nenhum, mesmo quando não conseguia vendê-los”, os pronomes destacados classificam-se, respectivamente, como
Questão 13 10619615
COTIL 1° Ano 2016Texto para a questão

Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.
Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.
Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.
A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.
Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.
Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.
No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.
Pense nisso e seja feliz!
http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf
Considere os verbos grifados com seu respectivo complemento:
– a falta de responsabilidade depende de vários fatores.
– embora não seja difícil identificar os fatores...
– fomentam o cinismo.
– em vez de exercitar a capacidade...
Substituindo os complementos verbais por um pronome pessoal, temos:
Questão 5 10619595
COTIL 1° Ano 2016Texto para a questão
“TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM”

Era uma vez quatro pessoas que se chamavam TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM. Havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO acreditava que ALGUEM é que iria executá-lo.
QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM o fez. ALGUÉM ficou aborrecido com isso, porque entendia que a execução do trabalho era responsabilidade de TODO MUNDO. TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia executá-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO não o faria.
TODO MUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito!
(Texto extraído do livro “O que Podemos Aprender com os Gansos”, 7ª Edição,pg 178. Autor: Alexandre Rangel) https://3dmar.wordpress.com/2012/05/21/todo-mundo-alguem-qualquer-um-e-ninguem/
Ao reescrever a frase “Todo mundo culpou alguém”, empregando os diferentes porquês, só não está correto:

Questão 15 10563947
Colégio Embraer 2016Leia o texto para responder à questão.
Cabeça desocupada é oficina de criatividade
Quanto mais você ocupa o cérebro com informações variadas e listas de pendências, menos criativo consegue ser. A conclusão é de um estudo publicado neste ano pela Universidade Bar-Ilan, de Israel.
Neurocientistas constataram que pessoas sobrecarregadas têm menos energia para criar soluções diferentes daquelas com as quais já estão acostumadas.
Os pesquisadores dividiram os 135 participantes em dois grupos. Um decorou uma sequência de números curta e outro, uma longa. Em seguida, todos respondiam o que vinha à cabeça ao ouvir determinada palavra.
O primeiro grupo fez associações livres mais criativas, como ligar “branco” a “nuvem”; o segundo recorria a fórmulas convencionais (ligar “branco” a “preto”). “Vimos que as pessoas são mais criativas quando estão com a mente livre”, diz uma das pesquisadoras, Shira Baror.
Moral da história, segundo a neurocientista israelense: “É preciso poupar recursos do cérebro para investi-los na busca de soluções originais”.
(Anna Rangel, Folha de S.Paulo, 07.08.2016)
Na oração – Neurocientistas constataram... (2º parágrafo) –, o substantivo em destaque é comum de dois gêneros, ou seja, sabe-se se está se referindo a homens ou mulheres pela utilização do artigo: os neurocientistas / as neurocientistas.
Segue essa mesma regra de distinção dos gêneros o substantivo destacado em:
Questão 9 10563865
Colégio Embraer 2016Leia trechos do poema de Gregório de Matos para responder à questão
Senhora Dona Bahia,
nobre e opulenta1 cidade,
madrasta dos naturais,
e dos estrangeiros madre2,
Dizei-me por vida vossa
em que fundais o ditame3
de exaltar os que aqui vêm,
e abater os que aqui nascem?
Se o fazeis pelo interesse
de que os estranhos vos gabem4,
isso os paisanos5 fariam
com conhecidas vantagens.
(Gregório de Matos. Poemas escolhidos, 2010. Adaptado)
Vocabulário:
1opulenta: luxuosa
2madre: mãe
3ditame: regra
4gabem: louvem
5paisanos: compatriotas
Analisando-se os versos finais do poema – isso os paisanos fariam / com conhecidas vantagens.
–, conclui-se corretamente que o pronome em destaque refere-se à seguinte ideia:
Questão 8362860
CFN CFN 2016 1 FaseU Gerais 2016TEXTO 3

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