Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 9 171736
SESC 2014Releia o fragmento.
“Embora o país tenha avançado, (...) ainda é preciso erradicar o analfabetismo, garantir que todos os jovens completem seus estudos e, sobretudo, melhorar a qualidade da educação.”
Marque a opção cujo fragmento reescrito mantém, com as devidas adaptações, o mesmo valor semântico do conectivo EMBORA.
Questão 9 169027
IFS 2014Em: “O grito áspero do Conde Olaf perturbava as crianças no silêncio negro do quarto”, encontramos a figura denominada:
Questão 20 168928
IFRS 2014Sobre a cadeia alimentar: hortaliças → grilo → sapo, em que sapos se alimentam de grilos e esses, de hortaliças, é correto afirmar que
Questão 6 168382
IFMG 2014
Observando a fala do 1º balão, assinale a alternativa em que o termo grifado tem a mesma função sintática da palavra “mãe”:
Questão 15 167916
IFMA 2014Leia o texto abaixo.
Bárbaros mascarados
Estava passando da hora de alguém traçar a linha divisória entre o certo e o errado nessa questão do vandalismo. Em entrevista a emissoras de rádio no Paraná, a presidente Dilma Rousseff reagiu, finalmente, como se espera de um chefe da nação: “Eu defendo qualquer manifestação democrática. Agora, sem sombra de dúvida, eu acredito que a violência dos mascarados não é democrática, é antidemocrática, é uma barbárie, e acho que ela tem de ser coibida”.
(Veja, edição 2346, ano 46. N.45, 06 novembro de 2013).
A partir da leitura do texto “Bárbaros mascarados”, podemos inferir que:
Questão 13 167914
IFMA 2014Metendo a tesoura
Ganhei de minha filha uma calça jeans realmente irada. Tão irada, que já veio rasgada, esfolada, remendada. Coisa da moda. Da moda de hoje. Talvez de ontem, coisa que começou nos anos 60.
Rubem Braga dizia que ele era do tempo em que geladeira era branca e telefone era preto. Com efeito, houve um tempo, algo entre o Mesozoico e o Paleolítico superior, em que todos os automóveis eram pretos e as etiquetas sociais eram outras. Mas ganhei esse jeans iradíssimo, surradíssimo e, contraditoriamente, novo. Lembrei-me de quando fui lecionar na Califórnia nos anos 60 (ah! Os anos 60! “those were the days, my friend, I thouught they’ll never end”) (que quer dizer – aqueles foram os dias, meu, meu amigo, pensei que eles nunca fossem terminar) e no primeiro dia de aula causou-me surpresa ver os estudantes de bermuda na aula, mas uma bermuda toda desfiada, meio rasgada. Meninos e meninas meio molambentos, até descalços, e não eram mendigos, eram jovens californianos ricos, cheio de dentes e brilho nos olhos e na pele, falando alto e achando que o mundo era deles. E quase era. Mas muitos deles foram morrer no Vietnã.
Mas eu via aqueles garotos em plena emergência da ideologia hippie, e pensava: eles brincam de pobre porque são ricos, vai ver que nunca viram um, por isto, estão se fantasiando assim. Enfim, fazia parte da revolução de costumes, inverter papéis, subverter o sistema.
Afonso Romano de Sant’ana. Tempo de delicadeza. Porto Alegre: L&PM, 2009. P.118-9.
Pode-se inferir do texto “Metendo a tesoura”:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)