Questões de EFAF Português
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Questão 1 10768742
COLUNI/UFV 1° Dia 2014Analise os textos abaixo para responder a questão.
Texto I
miserável
(latim miserabilis, -e)
adj. 2 g.
1. Que é muito pobre. ≠ ABASTADO, OPULENTO, RICO
2. Que não tem valor. = INSIGNIFICANTE, RELES
3. Que tem dimensões muito pequenas. = ÍNFIMO
adj. 2 g. s. 2 g.
4. Que ou quem vive na miséria. = INDIGENTE, POBRE
5. Que ou o que desperta compaixão. = DESGRAÇADO, INFELIZ, MÍSERO ≠ FELIZ
6. Que ou o que inspira desprezo. = DESPREZÍVEL, TORPE, VIL
(FERREIRA, A.B.H. Aurélio século XXI: o dicionário de Lingua Portuguesa. 3 ed. Ver. E ampl. Rio e Janeiro: Nova Fronteira, 1999.)
Texto II

Disponível em: http://www.granjahoje.com/2011/03/charge-do-dia-%E2%80%9Cos-miseraveis%E2%80%9D/. Acesso em 11 Jul. 2013.)
Analisando a definição de Miserável no texto I e os efeitos de sentido sugeridos no texto II é CORRETO afirmar que:
I - o significado 1 do primeiro texto é confirmado na oração “Somos isentos porque somos miseráveis...”
II - o significado 3 do primeiro texto é explicitado em “(...) miseráveis porque somos isentos.”
III - o significado 1 do primeiro texto é confirmado na oração “Somos isentos porque somos miseráveis”, assim como o significado 2 do primeiro texto é confirmado em “(...) miseráveis porque somos insentos”.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Questão 6 10742085
UTFPR Verão 2014/2Brasil, qual é a tua cara?
O Brasil já nasceu com identidade, por causa de sua natureza privilegiada, suas riquezas naturais, a miscigenação linda que dá um colorido maravilhoso a esse povo e faz parte de nossa cultura. É um povo bonito, não tem povo tão bonito. [...] Isso tem a ver com a nossa simplicidade, a nossa alegria, uma beleza que vem de dentro para fora. Mas, nas últimas décadas, tem havido tanta miséria, tanta injustiça social, tanta falta de esperança, que a identidade acaba até ficando confusa. Não dá para achar traços de identidade de alguém que está passando fome, que não pode ir à escola, que não sabe a quem recorrer na hora em que fica doente, que não consegue emprego para se sus- tentar de forma digna. Essa pessoa simplesmente perde a identidade e passa a ser o que dá. Então, como a gente vai achar a nossa identidade no meio disso? [...] Será que a injustiça é parte da nossa identidade? Ou que brasileiro gosta de ser miserável, de ver suas crianças sem condições de ter um futuro? Claro que não. O problema é que essa situação gera tanta incerteza que a gente já nem sabe quem a gente é. Às vezes o Brasil parece país de Primeiro Mundo. Às vezes, o de último. Só na hora em que o governo se preocupar realmente em dar mais educação e emprego às pessoas poderemos voltar a pensar sobre uma identidade. Que ela existe, existe, mas anda bem maltratada.
Por Renato Aragão / comediante e embaixador do Unicef no Brasil (Revista Porto Seguro Brasil. São Paulo: Abril, ano 2, n. 8. p. 36).
A respeito da linguagem do texto, considere as seguintes afirmativas:
I) O autor emprega o pronome possessivo nossa para se incluir na expressão povo brasileiro.
II) O pronome relativo alguém se refere a qualquer pessoa que passe fome.
III) A expressão a gente poderia ser substituída pelo pronome pessoal nós sem alterar o sentido.
Está(ão) correta(s) apenas:
Questão 4 10742077
UTFPR Verão 2014/2Brasil, qual é a tua cara?
O Brasil já nasceu com identidade, por causa de sua natureza privilegiada, suas riquezas naturais, a miscigenação linda que dá um colorido maravilhoso a esse povo e faz parte de nossa cultura. É um povo bonito, não tem povo tão bonito. [...] Isso tem a ver com a nossa simplicidade, a nossa alegria, uma beleza que vem de dentro para fora. Mas, nas últimas décadas, tem havido tanta miséria, tanta injustiça social, tanta falta de esperança, que a identidade acaba até ficando confusa. Não dá para achar traços de identidade de alguém que está passando fome, que não pode ir à escola, que não sabe a quem recorrer na hora em que fica doente, que não consegue emprego para se sus- tentar de forma digna. Essa pessoa simplesmente perde a identidade e passa a ser o que dá. Então, como a gente vai achar a nossa identidade no meio disso? [...] Será que a injustiça é parte da nossa identidade? Ou que brasileiro gosta de ser miserável, de ver suas crianças sem condições de ter um futuro? Claro que não. O problema é que essa situação gera tanta incerteza que a gente já nem sabe quem a gente é. Às vezes o Brasil parece país de Primeiro Mundo. Às vezes, o de último. Só na hora em que o governo se preocupar realmente em dar mais educação e emprego às pessoas poderemos voltar a pensar sobre uma identidade. Que ela existe, existe, mas anda bem maltratada.
Por Renato Aragão / comediante e embaixador do Unicef no Brasil (Revista Porto Seguro Brasil. São Paulo: Abril, ano 2, n. 8. p. 36).
Em relação ao emprego das classes gramaticais no texto, assinale a afirmativa correta.
Questão 3 10742053
UTFPR Verão 2014/2Brasil, qual é a tua cara?
O Brasil já nasceu com identidade, por causa de sua natureza privilegiada, suas riquezas naturais, a miscigenação linda que dá um colorido maravilhoso a esse povo e faz parte de nossa cultura. É um povo bonito, não tem povo tão bonito. [...] Isso tem a ver com a nossa simplicidade, a nossa alegria, uma beleza que vem de dentro para fora. Mas, nas últimas décadas, tem havido tanta miséria, tanta injustiça social, tanta falta de esperança, que a identidade acaba até ficando confusa. Não dá para achar traços de identidade de alguém que está passando fome, que não pode ir à escola, que não sabe a quem recorrer na hora em que fica doente, que não consegue emprego para se sus- tentar de forma digna. Essa pessoa simplesmente perde a identidade e passa a ser o que dá. Então, como a gente vai achar a nossa identidade no meio disso? [...] Será que a injustiça é parte da nossa identidade? Ou que brasileiro gosta de ser miserável, de ver suas crianças sem condições de ter um futuro? Claro que não. O problema é que essa situação gera tanta incerteza que a gente já nem sabe quem a gente é. Às vezes o Brasil parece país de Primeiro Mundo. Às vezes, o de último. Só na hora em que o governo se preocupar realmente em dar mais educação e emprego às pessoas poderemos voltar a pensar sobre uma identidade. Que ela existe, existe, mas anda bem maltratada.
Por Renato Aragão / comediante e embaixador do Unicef no Brasil (Revista Porto Seguro Brasil. São Paulo: Abril, ano 2, n. 8. p. 36).
No texto, a palavra miscigenação, em negrito, significa:
Questão 2 10742049
UTFPR Verão 2014/2Uma cidade contada em famílias
Conheça alguns dos clãs que ajudaram a construir a capital do Paraná, às vésperas de ela completar 321 anos.
Acesso 23/03/2014| Gabriel Azevedo http://www.gazetadopovo.com.br/viverbem/ comportamento conteudo.phtml?tl= 1&id=14558
Em Curitiba Revisitada, Dalton Trevisan pergunta: “Uma das três cidades do mundo de melhor qualidade de vida. Depois ou antes de Roma?”. Sorriso, Ecológica, Modelo, ou simplesmente Curitiba. Não importa. A cidade, que completa 321 anos no próximo sábado, dia 29, há muito tempo não é mais aquela em que a ascendência tinha algum grau de relevância. “Qual é seu sobrenome?”, “De que família você é?” são perguntas, que aos poucos, foram deixadas de lado no típico linguajar curitibano.
Não é para menos. Entre os anos de 1970 e 1980, de acordo com dados do IBGE, a população da capital paranaense cresceu 5,34% ao ano. O recorde entre as capitais. Só nas últimas quatro décadas, o número de habitantes saltou de 600 mil para 1,8 milhão de habitantes. Resumo:
a província virou cidade.
E uma cidade de forasteiros. Mais da meta- de dos moradores não são naturais de Curitiba. Nesse cenário, famílias que antes tiveram peso na tomada de decisões e na construção da cidade, como Marques, Fontana, Pereira, Abreu, Correia, Ribas, Macedo, Leme, Beltrão, Leão, entre outras, foram abrindo espaço para novos clãs tradicionais como os Krieger, Cini, Guimarães e Malucelli.
“Uma mutação dinâmica e natural”, afirma o jornalista Aroldo Murá Haygert, autor da série Vozes do Paraná, livro que reúne entrevistas com os nomes expoentes do Estado. Na opinião do jornalista, ‘‘a elite hoje é outra’’.
Em relação ao primeiro parágrafo do texto, considere as seguintes afirmativas sobre acentuação gráfica das palavras em negrito:
I) A palavra “Ecológica” é uma paroxítona terminada em vogal.
II) Os vocábulos “ascendência” e “você” são acentuados pela mesma regra das oxítonas.
III) “Há” é um monossílabo tônico.
Está(ão) correta(s) apenas:
Questão 15 10741933
COLTEC 2014Interprete esta imagem:

Fonte: blogdopg.bolgspot.com. acesso em 15/06/2013
Assinale a ÚNICA expressão popular que pode ser associada CORRETAMENTE à imagem acima.
06
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