Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 6 10129285
CMF 1° Ano - Prova de Português 2020TEXTO

Fonte: Disponível em: https://guiaecologico.files.wordpress.com/2017/05/armandinho_natureza.jpg. Acesso em: 10 ago. 2020.
O Texto revela uma incerteza da personagem Armandinho, ratificada em:
Questão 9 10116054
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2020Texto
Brasileira ganha bolsa para estudar em Harvard.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, nos EUA, este ano. E com bolsa integral.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, no EUA, este ano. E com bolsa integral. A façanha de Flávia Medina da Cunha é considerada tão especial que será tema de palestra de orientadores educacionais, nesta quarta-feira de manhã (19 de agosto de 2009), no auditório do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Na mesma época dos exigentes exames para Harvard, ela passou nos vestibulares da UFRJ, UFF e UERJ e na prova de admissão da Academia da Força Aérea (AFÃ). "Estudei tantas horas que perdi a conta de quantas", confessa Flávia, que vai cursar Engenharia Química. Ela já havia começado o curso na UFRJ.
Fã da obra de Machado de Assis, ela precisou se debruçar sobre livros especializados na cultura norte-americana. Flávia obteve ainda 90% de bolsa na Universidade da Pensilvânia. "Fiquei na lista de esperada Yale University, Duke University, Rice University e Tufts", enumerou Flávia, cujos dois irmãos estudam na Escola Naval. Os pais, que são professores, estão orgulhosos, mas não escondem a preocupação. "O coração está apertado, mas ela é perseverante e carismática", conta a mãe, Gilza da Cunha, 57 anos. Em Harvard, a estudante terá alojamento, refeição e receberá US$ 3mil (R$ 5,3 mil) por mês, além da oportunidade de emprego no campus. Flávia embarca hoje à noite no voo 860 da United Airlines. Na bagagem, a bandeira do Brasil e a medalha de Santo António. No coração, a saudade de casa. "Não vou chorar", avisa Flávia. "Muita gente sonha em ir à Disney e realiza o sonho. Por que não sonhar em aprimorar os conhecimentos no exterior?", lança o desafio o gerente de pesquisas do escritório da Harvard no Brasil, Tomás Amorim. (...)
(Adaptado de https://www.mundovestibular.com.br/vestibular /noticias/brasileira-ganha-bolsa-para-estudar-em-harvard/ Acessado em: 02/09/2020)
No trecho "Muita gente sonha em ir à Disney e realiza o sonho (Texto), pode-se afirmar que o emprego do sinal indicativo de crase encontra-se de acordo com a norma gramatical.
A mesma afirmação só pode ser feita em relação a uma das alternativas a seguir.
Assinale-a.
Questão 8 10116051
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2020Texto
Brasileira ganha bolsa para estudar em Harvard.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, nos EUA, este ano. E com bolsa integral.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, no EUA, este ano. E com bolsa integral. A façanha de Flávia Medina da Cunha é considerada tão especial que será tema de palestra de orientadores educacionais, nesta quarta-feira de manhã (19 de agosto de 2009), no auditório do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Na mesma época dos exigentes exames para Harvard, ela passou nos vestibulares da UFRJ, UFF e UERJ e na prova de admissão da Academia da Força Aérea (AFÃ). "Estudei tantas horas que perdi a conta de quantas", confessa Flávia, que vai cursar Engenharia Química. Ela já havia começado o curso na UFRJ.
Fã da obra de Machado de Assis, ela precisou se debruçar sobre livros especializados na cultura norte-americana. Flávia obteve ainda 90% de bolsa na Universidade da Pensilvânia. "Fiquei na lista de esperada Yale University, Duke University, Rice University e Tufts", enumerou Flávia, cujos dois irmãos estudam na Escola Naval. Os pais, que são professores, estão orgulhosos, mas não escondem a preocupação. "O coração está apertado, mas ela é perseverante e carismática", conta a mãe, Gilza da Cunha, 57 anos. Em Harvard, a estudante terá alojamento, refeição e receberá US$ 3mil (R$ 5,3 mil) por mês, além da oportunidade de emprego no campus. Flávia embarca hoje à noite no voo 860 da United Airlines. Na bagagem, a bandeira do Brasil e a medalha de Santo António. No coração, a saudade de casa. "Não vou chorar", avisa Flávia. "Muita gente sonha em ir à Disney e realiza o sonho. Por que não sonhar em aprimorar os conhecimentos no exterior?", lança o desafio o gerente de pesquisas do escritório da Harvard no Brasil, Tomás Amorim. (...)
(Adaptado de https://www.mundovestibular.com.br/vestibular /noticias/brasileira-ganha-bolsa-para-estudar-em-harvard/ Acessado em: 02/09/2020)
A fim de compor estruturas mais complexas e dependentes, o autor do texto utiliza-se do período - "Estudei tantas horas que perdi a conta de quantas."- cuja oração em destaque é classificada sintaticamente como uma
Questão 3 10108348
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2020Texto
Brasileira ganha bolsa para estudar em Harvard.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, nos EUA, este ano. E com bolsa integral.
Uma gonçalense de 18 anos é a única estudante brasileira aprovada para estudar na Universidade de Harvard, no EUA, este ano. E com bolsa integral. A façanha de Flávia Medina da Cunha é considerada tão especial que será tema de palestra de orientadores educacionais, nesta quarta-feira de manhã (19 de agosto de 2009), no auditório do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Na mesma época dos exigentes exames para Harvard, ela passou nos vestibulares da UFRJ, UFF e UERJ e na prova de admissão da Academia da Força Aérea (AFÃ). "Estudei tantas horas que perdi a conta de quantas", confessa Flávia, que vai cursar Engenharia Química. Ela já havia começado o curso na UFRJ.
Fã da obra de Machado de Assis, ela precisou se debruçar sobre livros especializados na cultura norte-americana. Flávia obteve ainda 90% de bolsa na Universidade da Pensilvânia. "Fiquei na lista de esperada Yale University, Duke University, Rice University e Tufts", enumerou Flávia, cujos dois irmãos estudam na Escola Naval. Os pais, que são professores, estão orgulhosos, mas não escondem a preocupação. "O coração está apertado, mas ela é perseverante e carismática", conta a mãe, Gilza da Cunha, 57 anos. Em Harvard, a estudante terá alojamento, refeição e receberá US$ 3mil (R$ 5,3 mil) por mês, além da oportunidade de emprego no campus. Flávia embarca hoje à noite no voo 860 da United Airlines. Na bagagem, a bandeira do Brasil e a medalha de Santo António. No coração, a saudade de casa. "Não vou chorar", avisa Flávia. "Muita gente sonha em ir à Disney e realiza o sonho. Por que não sonhar em aprimorar os conhecimentos no exterior?", lança o desafio o gerente de pesquisas do escritório da Harvard no Brasil, Tomás Amorim. (...)
(Adaptado de https://www.mundovestibular.com.br/vestibular /noticias/brasileira-ganha-bolsa-para-estudar-em-harvard/ Acessado em: 02/09/2020)
O texto reporta a façanha da aluna Flávia Medina da Cunha em ter múltiplas aprovações em vestibulares por meio de sua intensa aplicação aos estudos.
Pode-se afirmar que, além deste objetivo, outro importante propósito comunicativo desse texto apresentado pelo 2° parágrafo é o de
Questão 9 9547296
IFSul - Rio-Grandense Verão 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
Só o ensino superior salva
Sou do tipo que chora. Batizado, casamento*, mas principalmente formatura. Como é bonita a
chance e o cumprimento do estudo. Pra todo mundo, universal mesmo. Imagina a oportunidade a
quem só poderia se formar em escola pública. De arrepiar. Por isso comemoro aqui o diploma de
mais 423 alunos da URCA, a Universidade Regional do Cariri, conforme leio no site “Miséria”, o
[5] jornal da minha aldeia universalíssima. A festa foi nesta quinta (08/08) e haja orgulho na gente
de pequenas cidades e da roça nos arredores da Chapada do Araripe. São 12,5 mil alunos nesta
escola mantida pelo governo cearense.
Sou do tipo que chora com o ensino público e gratuito e a chance para quem vem lá do
mato. Na formatura da URCA, haja primos, pense num povo metido, né, ave palavra, que orgulho
[10] enquadrado na parede. Pense numa “balbúrdia”, esse povo “lá de nós”, como na bendita
linguagem caririense, formada em Artes Visuais, Biologia, Ciências Econômicas, Ciências Sociais,
Direito, Enfermagem, Educação Física, Engenharia de Produção, Física, Geografia, História,
Letras, Matemática, Pedagogia, Teatro e Tecnologia da Construção Civil. Pense!
E mais orgulhosamente ainda vos digo: a URCA, segundo o Instituto Nacional de Estudos e
[15] Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), viva o gênio Anísio Teixeira, tem a menor taxa de
evasão universitária do Brasil, apenas 4,47%. Como a turma dá valor ao candeeiro iluminista
sertões adentro. Choro um Orós inteiro e ainda derramo minhas lágrimas no Jaguaribe, rio que
constava nos meus livros didáticos como o “rio mais seco do mundo”. Desculpa aí, hoje só venho
com as grandezas.
[20] Hoje, se eu pudesse, faria você também refletir com um discurso na linha do David Foster
Wallace (1962-2008). Aquela sua fala como paraninfo de uma turma de formandos americanos
do Kenyon College, em 2005, Gambier, Ohio. Ele escreveu uma singularíssima fábula sobre —
repare só! — dois peixinhos e a água. Recomendo a leitura. O texto está no livro Ficando longe
do fato de já estar meio que longe de tudo (Companhia das Letras).
[25] De Ohio ao Cariri. Além da URCA, em 2013 conquistamos (nada é de graça) a UFCA, a
brava Universidade Federal do Cariri. Era um facho, uma fogueira, era um candeeiro, era uma
lamparina, era uma luminária a gás butano, fez-se a luz, pardon matriz iluminista, perdão Paris,
mas o mundo e o futuro será de um certo Cariri que peleja, aprende a preservar e estuda, somos
a própria ideia viva de Patrimônio Universal da Humanidade, só falta o referendo da Unesco —
[30] escuto os mestres do Reizado ao fundo, que batuque afro-indígena-futurista.
[...]
Só deixo o meu Cariri, no último pau-de-arara. Qual o quê, corri léguas rodoviárias, rumo
ao Recife, a bordo da viação Princesa do Agreste, ainda no comecinho dos anos 1980. Espírito
beatnik, por desejo e necessidade, deixei Juazeiro — onde morava —, o Crato de nascença, a
[35] Santana (Sítio das Cobras) afetiva de infância e a Nova Olinda das primeiras letras. Seria o
primeiro representante do clã (risos rurais amarcodianos) dos Sá-Menezes-Freire-Novais, família
meio pernambucana meio cearense, a chegar ao ensino superior. Um Xicobrás, diria, 100%
escolha pública, do primário ao campus da UFPE. Hoje tenho uma penca de primos a cada nova
formatura, sem precisar sequer sair dos arredores de casa.
[40] E pensar que não havia a ideia de universidade no meu terreiro. Nada disso do que hoje
comemoro com os formandos da URCA e UFCA. [...].
Só nos resta defender [...]. Sem sequer o direito ao VAR (olho no lance) da história.
jmmmmmmmmmmmkk kkll l çnçççlllçlxsp. Eita, desculpa, caro leitor, pela incompreensão da
escrita, é que minha filha Irene invadiu esta crônica — tentando ver a Pepa Pig — e dedilhou
[45] involuntariamente estas mal-traçadas linhas. [...]
Texto adaptado de Xico Sá, publicado em 10 ago. 2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/10/opinion/1565450440_001442.html. Acesso em: 14 ago. 2019
* Os termos sublinhados neste texto representam hyperlinks no texto original publicado no sítio eletrônico do jornal El País. Conforme o dicionário Michaelis, hyperlink é, “no contexto da hipermídia e do hipertexto, endereço que aparece em destaque (geralmente sublinhado ou apresentado em uma cor diferente)”.
Qual alternativa está correta quanto às sintaxes de concordância e de regência?
Questão 8 9547291
IFSul - Rio-Grandense Verão 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
Só o ensino superior salva
Sou do tipo que chora. Batizado, casamento*, mas principalmente formatura. Como é bonita a
chance e o cumprimento do estudo. Pra todo mundo, universal mesmo. Imagina a oportunidade a
quem só poderia se formar em escola pública. De arrepiar. Por isso comemoro aqui o diploma de
mais 423 alunos da URCA, a Universidade Regional do Cariri, conforme leio no site “Miséria”, o
[5] jornal da minha aldeia universalíssima. A festa foi nesta quinta (08/08) e haja orgulho na gente
de pequenas cidades e da roça nos arredores da Chapada do Araripe. São 12,5 mil alunos nesta
escola mantida pelo governo cearense.
Sou do tipo que chora com o ensino público e gratuito e a chance para quem vem lá do
mato. Na formatura da URCA, haja primos, pense num povo metido, né, ave palavra, que orgulho
[10] enquadrado na parede. Pense numa “balbúrdia”, esse povo “lá de nós”, como na bendita
linguagem caririense, formada em Artes Visuais, Biologia, Ciências Econômicas, Ciências Sociais,
Direito, Enfermagem, Educação Física, Engenharia de Produção, Física, Geografia, História,
Letras, Matemática, Pedagogia, Teatro e Tecnologia da Construção Civil. Pense!
E mais orgulhosamente ainda vos digo: a URCA, segundo o Instituto Nacional de Estudos e
[15] Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), viva o gênio Anísio Teixeira, tem a menor taxa de
evasão universitária do Brasil, apenas 4,47%. Como a turma dá valor ao candeeiro iluminista
sertões adentro. Choro um Orós inteiro e ainda derramo minhas lágrimas no Jaguaribe, rio que
constava nos meus livros didáticos como o “rio mais seco do mundo”. Desculpa aí, hoje só venho
com as grandezas.
[20] Hoje, se eu pudesse, faria você também refletir com um discurso na linha do David Foster
Wallace (1962-2008). Aquela sua fala como paraninfo de uma turma de formandos americanos
do Kenyon College, em 2005, Gambier, Ohio. Ele escreveu uma singularíssima fábula sobre —
repare só! — dois peixinhos e a água. Recomendo a leitura. O texto está no livro Ficando longe
do fato de já estar meio que longe de tudo (Companhia das Letras).
[25] De Ohio ao Cariri. Além da URCA, em 2013 conquistamos (nada é de graça) a UFCA, a
brava Universidade Federal do Cariri. Era um facho, uma fogueira, era um candeeiro, era uma
lamparina, era uma luminária a gás butano, fez-se a luz, pardon matriz iluminista, perdão Paris,
mas o mundo e o futuro será de um certo Cariri que peleja, aprende a preservar e estuda, somos
a própria ideia viva de Patrimônio Universal da Humanidade, só falta o referendo da Unesco —
[30] escuto os mestres do Reizado ao fundo, que batuque afro-indígena-futurista.
[...]
Só deixo o meu Cariri, no último pau-de-arara. Qual o quê, corri léguas rodoviárias, rumo
ao Recife, a bordo da viação Princesa do Agreste, ainda no comecinho dos anos 1980. Espírito
beatnik, por desejo e necessidade, deixei Juazeiro — onde morava —, o Crato de nascença, a
[35] Santana (Sítio das Cobras) afetiva de infância e a Nova Olinda das primeiras letras. Seria o
primeiro representante do clã (risos rurais amarcodianos) dos Sá-Menezes-Freire-Novais, família
meio pernambucana meio cearense, a chegar ao ensino superior. Um Xicobrás, diria, 100%
escolha pública, do primário ao campus da UFPE. Hoje tenho uma penca de primos a cada nova
formatura, sem precisar sequer sair dos arredores de casa.
[40] E pensar que não havia a ideia de universidade no meu terreiro. Nada disso do que hoje
comemoro com os formandos da URCA e UFCA. [...].
Só nos resta defender [...]. Sem sequer o direito ao VAR (olho no lance) da história.
jmmmmmmmmmmmkk kkll l çnçççlllçlxsp. Eita, desculpa, caro leitor, pela incompreensão da
escrita, é que minha filha Irene invadiu esta crônica — tentando ver a Pepa Pig — e dedilhou
[45] involuntariamente estas mal-traçadas linhas. [...]
Texto adaptado de Xico Sá, publicado em 10 ago. 2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/10/opinion/1565450440_001442.html. Acesso em: 14 ago. 2019
* Os termos sublinhados neste texto representam hyperlinks no texto original publicado no sítio eletrônico do jornal El País. Conforme o dicionário Michaelis, hyperlink é, “no contexto da hipermídia e do hipertexto, endereço que aparece em destaque (geralmente sublinhado ou apresentado em uma cor diferente)”.
Analise as afirmativas a seguir e marque (V), para as Verdadeiras e (F), para as Falsas.
( ) A enumeração de substantivos presente entre as linhas 26 e 27 representa uma gradação, que culmina com o substantivo luz, cujo sentido remete ao conhecimento.
( ) A expressão “orgulho enquadrado na parede” (linhas 9 e 10) constitui uma metáfora que representa positivamente a conquista do diploma de graduação.
( ) O termo Xicobrás constitui um neologismo que pode ser utilizado para fazer referência a todo brasileiro que tenha cursado o ensino superior seja público ou privado.
( ) A sequência de letras tecladas aleatoriamente na linha 43 interfere na progressão temática, comprometendo a totalidade do texto quanto à coesão e à coerência.
A sequência correta, de cima para baixo, é
06
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