Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 9 15478269
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
(Disponível em http://www.galeriadosamba.com.br/espaco aberto/topico/184658/0/2/0/, acesso em 03/10/2013)
A interlocução é um recurso comum em charges.
No texto, esse recurso aparece em:
Questão 8 15478265
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
(Disponível em http://www.galeriadosamba.com.br/espaco aberto/topico/184658/0/2/0/, acesso em 03/10/2013)
As charges frequentemente fazem uso de expressões ambíguas, com duplo sentido.
No texto, a expressão “leva pau” sugere:
Questão 7 15478264
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Fraude na Educação
Em agosto, professores e funcionários das escolas públicas do estado e do município do Rio de Janeiro iniciaram uma greve, muito por causa das questões pedagógicas. “Não é só por salário”, foi uma frase ouvida em assembleias, atos e publicações nas redes sociais, para indicar que a mobilização dos profissionais da educação tinha motivações muito maiores do que as questões corporativas que, normalmente, movem os movimentos grevistas. E o principal alvo das reivindicações pedagógicas é justamente o fim da meritocracia, princípio empresarial que, depois de aplicado em países como os EUA e Chile, transformou-se em proposta padrão de governantes brasileiros, (...).
E o contraponto à meritocracia não está longe: escolas públicas como o Colégio Pedro II, os CAPs ou o Politécnico da Fiocruz, todas no Rio de Janeiro, possuem reconhecida qualidade educacional, baseada em pilares como o currículo diversificado, boas condições de trabalho e ensino, profissionais valorizados e autonomia pedagógica, exatamente o que buscam hoje os educadores que paralisaram suas atividades.
A mobilização dos profissionais das escolas públicas no Rio de Janeiro é um grito por dignidade e respeito, de educadores e educadoras que se cansaram de levar a culpa pela falta de compromisso dos governos; que se cansaram de serem utilizados como desculpa para o fracasso de políticas equivocadas, implementadas por economistas e administradores, que nunca viveram as alegrias e angústias da sala de aula. Como afirma uma faixa carregada em várias manifestações: “A escola deve ser plural, pois o ser humano é único.” Tentar padronizar a educação a partir de testes e índices é matar a criatividade e a riqueza de todo processo pedagógico, humano e plural em sua essência.
Gesa Linhares é coordenadora-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ)
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/fraude-naeducacao-9766388?service=print, acesso em 03/10/2013)
No texto, o sentido da faixa “A escola deve ser plural, pois o ser humano é único” corresponde a:
Questão 5 15478252
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Fraude na Educação
Em agosto, professores e funcionários das escolas públicas do estado e do município do Rio de Janeiro iniciaram uma greve, muito por causa das questões pedagógicas. “Não é só por salário”, foi uma frase ouvida em assembleias, atos e publicações nas redes sociais, para indicar que a mobilização dos profissionais da educação tinha motivações muito maiores do que as questões corporativas que, normalmente, movem os movimentos grevistas. E o principal alvo das reivindicações pedagógicas é justamente o fim da meritocracia, princípio empresarial que, depois de aplicado em países como os EUA e Chile, transformou-se em proposta padrão de governantes brasileiros, (...).
E o contraponto à meritocracia não está longe: escolas públicas como o Colégio Pedro II, os CAPs ou o Politécnico da Fiocruz, todas no Rio de Janeiro, possuem reconhecida qualidade educacional, baseada em pilares como o currículo diversificado, boas condições de trabalho e ensino, profissionais valorizados e autonomia pedagógica, exatamente o que buscam hoje os educadores que paralisaram suas atividades.
A mobilização dos profissionais das escolas públicas no Rio de Janeiro é um grito por dignidade e respeito, de educadores e educadoras que se cansaram de levar a culpa pela falta de compromisso dos governos; que se cansaram de serem utilizados como desculpa para o fracasso de políticas equivocadas, implementadas por economistas e administradores, que nunca viveram as alegrias e angústias da sala de aula. Como afirma uma faixa carregada em várias manifestações: “A escola deve ser plural, pois o ser humano é único.” Tentar padronizar a educação a partir de testes e índices é matar a criatividade e a riqueza de todo processo pedagógico, humano e plural em sua essência.
Gesa Linhares é coordenadora-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ)
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/fraude-naeducacao-9766388?service=print, acesso em 03/10/2013)
No texto, as aspas em “Não é só por salário” indicam uma bandeira defendida por professores e funcionários do estado e do município do Rio em greve.
Nesse trecho, fica implícito que o movimento pretende:
Questão 3 15478242
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Além do corporativismo
Professores públicos do Rio voltaram a paralisar as atividades em sala de aula durante boa parte do mês passado, numa greve pautada, mais uma vez, por reivindicações salariais — ainda que outras questões, não econômicas, mas adjacentes à Educação, tenham, como sempre, encorpado a pauta de “lutas” da categoria. Mobilizar-se por melhoria de vencimentos está entre os direitos assegurados a todos os trabalhadores. Mas a constância com que o magistério recorre a greves para pressionar o poder público a abrir o cofre leva à inescapável conclusão de que algo está fora de ordem em movimentos que, pontualmente, tomam os alunos como reféns das paralisações, restringindo-lhes o direito — a eles assegurado como aos mestres o de brigar por remunerações mais altas — à educação.
Disso decorre que os professores precisam reavaliar, com a consciência que se deve esperar de responsáveis pela formação educacional de crianças e jovens, a recorrente opção unilateral de fechar escolas como forma de pressionar os governos. Greves desse tipo levam a uma dinâmica de enxugar gelo: obtêm-se ganhos eventuais e, decorrido algum tempo, volta-se a parar as escolas por novas reivindicações econômicas. É um movimento que não desfaz os verdadeiros nós da Educação.
(...)
(...) O caso mais evidente de uma rejeição que vai ao boicote relaciona-se com a meritocracia. Apesar de beneficiar professores (por lhes estimular o empenho na própria formação e na produtividade) e alunos (por decorrência do maior comprometimento dos mestres com o ensino), esse instituto é objeto de críticas oriundas de conhecidos bolsões corporativistas.
Em sistemas nos quais a meritocracia (cumprimento de metas como um dos critérios para conquistas salariais) foi adotada os resultados são visíveis. Escolas de Minas, Pernambuco e mesmo do município do Rio apresentaram mudanças positivas na qualidade do ensino — em paralelo com o aumento dos ganhos salariais de seus professores. Em Washington, ações similares estão diretamente relacionadas à descoberta de grupos de excelência nas salas de aula.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/alem-docorporativismo-9766376?service=print, acesso em 03/10/2013)
VOCABULÁRIO
Corporativismo: defesa de interesses comuns por parte de um grupo.
Meritocracia: regime que privilegia o mérito, o merecimento
No segundo parágrafo do texto, a expressão enxugar gelo foi utilizada para a caracterização do movimento reivindicatório dos professores públicos do Rio.
Essa comparação indica que, segundo o texto, o referido movimento:
Questão 2 15478238
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Além do corporativismo
Professores públicos do Rio voltaram a paralisar as atividades em sala de aula durante boa parte do mês passado, numa greve pautada, mais uma vez, por reivindicações salariais — ainda que outras questões, não econômicas, mas adjacentes à Educação, tenham, como sempre, encorpado a pauta de “lutas” da categoria. Mobilizar-se por melhoria de vencimentos está entre os direitos assegurados a todos os trabalhadores. Mas a constância com que o magistério recorre a greves para pressionar o poder público a abrir o cofre leva à inescapável conclusão de que algo está fora de ordem em movimentos que, pontualmente, tomam os alunos como reféns das paralisações, restringindo-lhes o direito — a eles assegurado como aos mestres o de brigar por remunerações mais altas — à educação.
Disso decorre que os professores precisam reavaliar, com a consciência que se deve esperar de responsáveis pela formação educacional de crianças e jovens, a recorrente opção unilateral de fechar escolas como forma de pressionar os governos. Greves desse tipo levam a uma dinâmica de enxugar gelo: obtêm-se ganhos eventuais e, decorrido algum tempo, volta-se a parar as escolas por novas reivindicações econômicas. É um movimento que não desfaz os verdadeiros nós da Educação.
(...)
(...) O caso mais evidente de uma rejeição que vai ao boicote relaciona-se com a meritocracia. Apesar de beneficiar professores (por lhes estimular o empenho na própria formação e na produtividade) e alunos (por decorrência do maior comprometimento dos mestres com o ensino), esse instituto é objeto de críticas oriundas de conhecidos bolsões corporativistas.
Em sistemas nos quais a meritocracia (cumprimento de metas como um dos critérios para conquistas salariais) foi adotada os resultados são visíveis. Escolas de Minas, Pernambuco e mesmo do município do Rio apresentaram mudanças positivas na qualidade do ensino — em paralelo com o aumento dos ganhos salariais de seus professores. Em Washington, ações similares estão diretamente relacionadas à descoberta de grupos de excelência nas salas de aula.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/alem-docorporativismo-9766376?service=print, acesso em 03/10/2013)
VOCABULÁRIO
Corporativismo: defesa de interesses comuns por parte de um grupo.
Meritocracia: regime que privilegia o mérito, o merecimento
As aspas têm diferentes usos na modalidade escrita formal da língua portuguesa.
No primeiro parágrafo do texto , o uso de aspas no termo lutas indica:
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