Questões de EFAF Português
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Questão 12 15478279
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
A escola dos meus sonhos
(...) Na escola dos meus sonhos, os professores são obrigados a fazer periódicos treinamentos e cursos de capacitação, e só são admitidos se, além da competência, comungam com os princípios fundamentais da proposta pedagógica e didática. Porque é uma escola com ideologia, visão de mundo e perfil definido do que seja democracia e cidadania. Essa escola não forma consumidores, mas cidadãos.
Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula: são exibidos vídeos de anúncios e programas e, em seguida, analisados criticamente. A publicidade do iogurte é debatida; o produto, adquirido; sua química, analisada e comparada com a fórmula declarada pelo fabricante; as incompatibilidades denunciadas, bem como os fatores porventura nocivos à saúde. O programa de auditório de domingo é destrinchado: a proposta de vida subjacente; a visão de felicidade; a relação animador-platéia, os tabus e preconceitos reforçados etc. Em suma, não se fecha os olhos à realidade; muda-se a ótica de encará-la. (...)
É mais importante educar que instruir; formar pessoas que profissionais; ensinar a mudar o mundo que a ascender à elite. (...) Pois essa é a escola de uma sociedade onde educação não é privilégio, mas direito universal, e o acesso a ela, dever obrigatório.
(BETTO, Frei. A escola dos meus sonhos. In: SADER, Emir e BETTO, Frei. Contraversões: civilização ou barbárie na virada do século. São Paulo: Boitempo Editorial, 2001:210-212)
“Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula”. Nesse trecho, a substituição é uma estratégia utilizada para retomada de termos.
Os pronomes destacados equivalem, respectivamente, a:
Questão 11 15478278
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
A escola dos meus sonhos
(...) Na escola dos meus sonhos, os professores são obrigados a fazer periódicos treinamentos e cursos de capacitação, e só são admitidos se, além da competência, comungam com os princípios fundamentais da proposta pedagógica e didática. Porque é uma escola com ideologia, visão de mundo e perfil definido do que seja democracia e cidadania. Essa escola não forma consumidores, mas cidadãos.
Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula: são exibidos vídeos de anúncios e programas e, em seguida, analisados criticamente. A publicidade do iogurte é debatida; o produto, adquirido; sua química, analisada e comparada com a fórmula declarada pelo fabricante; as incompatibilidades denunciadas, bem como os fatores porventura nocivos à saúde. O programa de auditório de domingo é destrinchado: a proposta de vida subjacente; a visão de felicidade; a relação animador-platéia, os tabus e preconceitos reforçados etc. Em suma, não se fecha os olhos à realidade; muda-se a ótica de encará-la. (...)
É mais importante educar que instruir; formar pessoas que profissionais; ensinar a mudar o mundo que a ascender à elite. (...) Pois essa é a escola de uma sociedade onde educação não é privilégio, mas direito universal, e o acesso a ela, dever obrigatório.
(BETTO, Frei. A escola dos meus sonhos. In: SADER, Emir e BETTO, Frei. Contraversões: civilização ou barbárie na virada do século. São Paulo: Boitempo Editorial, 2001:210-212)
O conceito de utopia está relacionado com a ideia de um plano de realização incerta, ideal.
O ponto de vista utópico presente no texto pode ser exemplificado no trecho:
Questão 10 15478272
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
A escola dos meus sonhos
(...) Na escola dos meus sonhos, os professores são obrigados a fazer periódicos treinamentos e cursos de capacitação, e só são admitidos se, além da competência, comungam com os princípios fundamentais da proposta pedagógica e didática. Porque é uma escola com ideologia, visão de mundo e perfil definido do que seja democracia e cidadania. Essa escola não forma consumidores, mas cidadãos.
Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula: são exibidos vídeos de anúncios e programas e, em seguida, analisados criticamente. A publicidade do iogurte é debatida; o produto, adquirido; sua química, analisada e comparada com a fórmula declarada pelo fabricante; as incompatibilidades denunciadas, bem como os fatores porventura nocivos à saúde. O programa de auditório de domingo é destrinchado: a proposta de vida subjacente; a visão de felicidade; a relação animador-platéia, os tabus e preconceitos reforçados etc. Em suma, não se fecha os olhos à realidade; muda-se a ótica de encará-la. (...)
É mais importante educar que instruir; formar pessoas que profissionais; ensinar a mudar o mundo que a ascender à elite. (...) Pois essa é a escola de uma sociedade onde educação não é privilégio, mas direito universal, e o acesso a ela, dever obrigatório.
(BETTO, Frei. A escola dos meus sonhos. In: SADER, Emir e BETTO, Frei. Contraversões: civilização ou barbárie na virada do século. São Paulo: Boitempo Editorial, 2001:210-212)
O texto sugere que a escola deve ser entendida essencialmente como um espaço de:
Questão 9 15478269
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
(Disponível em http://www.galeriadosamba.com.br/espaco aberto/topico/184658/0/2/0/, acesso em 03/10/2013)
A interlocução é um recurso comum em charges.
No texto, esse recurso aparece em:
Questão 8 15478265
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
(Disponível em http://www.galeriadosamba.com.br/espaco aberto/topico/184658/0/2/0/, acesso em 03/10/2013)
As charges frequentemente fazem uso de expressões ambíguas, com duplo sentido.
No texto, a expressão “leva pau” sugere:
Questão 7 15478264
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Fraude na Educação
Em agosto, professores e funcionários das escolas públicas do estado e do município do Rio de Janeiro iniciaram uma greve, muito por causa das questões pedagógicas. “Não é só por salário”, foi uma frase ouvida em assembleias, atos e publicações nas redes sociais, para indicar que a mobilização dos profissionais da educação tinha motivações muito maiores do que as questões corporativas que, normalmente, movem os movimentos grevistas. E o principal alvo das reivindicações pedagógicas é justamente o fim da meritocracia, princípio empresarial que, depois de aplicado em países como os EUA e Chile, transformou-se em proposta padrão de governantes brasileiros, (...).
E o contraponto à meritocracia não está longe: escolas públicas como o Colégio Pedro II, os CAPs ou o Politécnico da Fiocruz, todas no Rio de Janeiro, possuem reconhecida qualidade educacional, baseada em pilares como o currículo diversificado, boas condições de trabalho e ensino, profissionais valorizados e autonomia pedagógica, exatamente o que buscam hoje os educadores que paralisaram suas atividades.
A mobilização dos profissionais das escolas públicas no Rio de Janeiro é um grito por dignidade e respeito, de educadores e educadoras que se cansaram de levar a culpa pela falta de compromisso dos governos; que se cansaram de serem utilizados como desculpa para o fracasso de políticas equivocadas, implementadas por economistas e administradores, que nunca viveram as alegrias e angústias da sala de aula. Como afirma uma faixa carregada em várias manifestações: “A escola deve ser plural, pois o ser humano é único.” Tentar padronizar a educação a partir de testes e índices é matar a criatividade e a riqueza de todo processo pedagógico, humano e plural em sua essência.
Gesa Linhares é coordenadora-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ)
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/fraude-naeducacao-9766388?service=print, acesso em 03/10/2013)
No texto, o sentido da faixa “A escola deve ser plural, pois o ser humano é único” corresponde a:
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