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Questão 4 10196774
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2015Leia o texto para responder à questão.
24 horas conectados
[01] Para os adolescentes, ficar sem celular
ou computador é o maior castigo. Muitos
já preferem a internet aos automóveis.
Os jovens que participam do curso de
[05] verão da Putney Summer School, nos
Estados Unidos, têm de deixar celular,
laptop, tablet e qualquer outro aparelho
de comunicação na entrada. Durante os
30 dias de estadia, o acesso à internet é
[10] limitado - dez horas semanais - e os fones
de ouvido são banidos. Se quiserem ouvir
música, devem conectar o MP3 a uma cai-
xa de som, para que todos compartilhem.
O intuito da política é induzir os alunos a
[15] interagir uns com os outros em vez de
ficar isolados e imersos em uma tela
eletrônica brilhante. Afinal, trata-se de um
curso de verão. Os jovens vão lá para se
divertir, conhecer culturas, gente diferente
[20] e fazer amigos.
Nos Estados Unidos é cada vez maior a
preocupação com a intensidade da relação
dos adolescentes com a internet e o celu-
lar, principalmente quanto aos limites de
[25] utilização desses meios de comunicação.
Poder conversar com outras pessoas sem
que a fronteira física atrapalhe é ótimo -
uma conquista da modernidade. Mas para
manter relações saudáveis, é preciso fazer
[30] um uso inteligente dos recursos tecnológi-
cos e evitar os excessos da "dependência
da conectividade". Nesse ponto, a escola
e, principalmente, os pais são responsá-
veis pela educação dos jovens.
[35] O celular se tornou um item de
consumo favorito da população. O Brasil é
o campeão em vendas da América Latina.
Desde 2005, o número de telefones mó-
veis ultrapassou o de fixos nas residências
[40] brasileiras. Além do mais, o aparelho é o
principal representante da convergência
tecnológica, permitindo ligações, envio de
mensagens SMS e acesso à internet.
Pais e filhos
[45] Quem convive com adolescentes sabe
que um dos piores castigos para eles é
ficar sem celular e sem computador. Os
jovens permanecem conectados aos ami-
gos e à família 24 horas por dia, ligando,
[50] trocando torpedos e atualizando status
nas redes sociais. De acordo com o so-
ciólogo polonês Zygmunt Bauman, na era
da informação, a invisibilidade equivale à
morte. Nessa fase marcada pela busca da
[55] identidade e da autonomia, é muito comum
ver adolescentes imersos nesses meios de
comunicação.
Mas para o que os jovens usam tanto
o celular? A pesquisa "Uso de Celular na
[60] Adolescência e sua Relação com a Famí-
lia", envolvendo 534 jovens entre 12 e 17
anos de escolas públicas e particulares de
Porto Alegre (RS), revelou que o uso mais
frequente do aparelho é para se comuni-
[65] car com os pais (90%) e com os amigos
(79%). "É possível perceber que as re-
lações virtuais estabelecidas pelo telefone
celular acompanham as relações reais
estabelecidas com família e grupo de
[70] amigos", diz a psicóloga Fabiana Verza,
especialista em terapia familiar e autora
do estudo. As outras utilizações mais
populares são vinculadas à coordenação
do dia a dia, com funções de despertador
[75] e de agenda.
Em muitas famílias, o celular pode sig-
nificar mais que um simples aparato tec-
nológico. Segundo o livro Adolescência &
Comunicação Virtual, de Adriana Wagner,
[80] Fabiana Verza, Rosane Spizzirri e Caroline
Eifler Saraiva, dar um celular de presente
ao filho é um rito de passagem para uma
fase do ciclo familiar. Se antes se dava a
chave da entrada da casa como símbolo
[85] de confiança, liberdade e autonomia, hoje
se presenteia o adolescente com um celular.
O aparelho também proporciona mais
tranquilidade aos pais e aos jovens sempre
que saem de casa. "Existe uma necessida-
[90] de de monitoramento dos filhos pelos pais,
principalmente em função da violência e da
insegurança associada a 'sair de casa' na
atualidade, e, nesse ponto, o celular pode
ser um grande elo", escrevem as autoras.
[95] Mas, cuidado! O aparelho não deve ser uma
extensão do cordão umbilical. Ligações re-
correntes entre pais e filhos podem indicar a
existência de uma relação simbiótica pouco
saudável e trazer à tona problemas na es-
[100] trutura familiar.
Segundo Fabiana, o fácil acesso a ou-
tros recursos midiáticos via celular, como
internet e messenger, também exerce um
papel relevante na socialização do jovem.
[105] Para os mais tímidos, o celular é um facili-
tador social. Eles se sentem mais à vonta-
de em ligar diretamente para os amigos,
sem ter de falar com os pais deles e de
trocar mensagens de texto, recurso que
[110] não exige olhar nos olhos. Desse modo, os
mais tímidos conseguem se socializar
melhor. Em outros tempos, isso não seria
possível. Vale lembrar, obviamente, que
esse meio de comunicação não deve subs-
[115] tituir uma conversa presencial.
É importante ter em mente que a ju-
ventude de hoje, assim como a das Ge-
rações passadas, tem essencialmente as
mesmas necessidades: vincular-se a um
[120] grupo, ter mais autonomia e consolidar
uma identidade. O que muda é atender a
essas necessidades na era da informação.
Fonte: Disponível em: http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/reportagens/24-horas-conectados. Acesso em: 5 out. 2014. (adaptado)
Leia as sentenças e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso em cada afirmativa a seguir.
( ) As palavras "música" (l.12) e "psicóloga" (l.70) são acentuadas por serem palavras proparoxítonas.
( ) As palavras "fácil" (l.101) e "também" (l.103) são acentuadas por seguirem a mesma regra de acentuação.
( ) As palavras "tímidos" (l.105) e "possível" (l.113) são acentuadas, respectivamente, por serem palavras proparoxítonas e paroxítonas.
A sequência correta é
Questão 3 10196723
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2015Leia o texto para responder à questão.
24 horas conectados
[01] Para os adolescentes, ficar sem celular
ou computador é o maior castigo. Muitos
já preferem a internet aos automóveis.
Os jovens que participam do curso de
[05] verão da Putney Summer School, nos
Estados Unidos, têm de deixar celular,
laptop, tablet e qualquer outro aparelho
de comunicação na entrada. Durante os
30 dias de estadia, o acesso à internet é
[10] limitado - dez horas semanais - e os fones
de ouvido são banidos. Se quiserem ouvir
música, devem conectar o MP3 a uma cai-
xa de som, para que todos compartilhem.
O intuito da política é induzir os alunos a
[15] interagir uns com os outros em vez de
ficar isolados e imersos em uma tela
eletrônica brilhante. Afinal, trata-se de um
curso de verão. Os jovens vão lá para se
divertir, conhecer culturas, gente diferente
[20] e fazer amigos.
Nos Estados Unidos é cada vez maior a
preocupação com a intensidade da relação
dos adolescentes com a internet e o celu-
lar, principalmente quanto aos limites de
[25] utilização desses meios de comunicação.
Poder conversar com outras pessoas sem
que a fronteira física atrapalhe é ótimo -
uma conquista da modernidade. Mas para
manter relações saudáveis, é preciso fazer
[30] um uso inteligente dos recursos tecnológi-
cos e evitar os excessos da "dependência
da conectividade". Nesse ponto, a escola
e, principalmente, os pais são responsá-
veis pela educação dos jovens.
[35] O celular se tornou um item de
consumo favorito da população. O Brasil é
o campeão em vendas da América Latina.
Desde 2005, o número de telefones mó-
veis ultrapassou o de fixos nas residências
[40] brasileiras. Além do mais, o aparelho é o
principal representante da convergência
tecnológica, permitindo ligações, envio de
mensagens SMS e acesso à internet.
Pais e filhos
[45] Quem convive com adolescentes sabe
que um dos piores castigos para eles é
ficar sem celular e sem computador. Os
jovens permanecem conectados aos ami-
gos e à família 24 horas por dia, ligando,
[50] trocando torpedos e atualizando status
nas redes sociais. De acordo com o so-
ciólogo polonês Zygmunt Bauman, na era
da informação, a invisibilidade equivale à
morte. Nessa fase marcada pela busca da
[55] identidade e da autonomia, é muito comum
ver adolescentes imersos nesses meios de
comunicação.
Mas para o que os jovens usam tanto
o celular? A pesquisa "Uso de Celular na
[60] Adolescência e sua Relação com a Famí-
lia", envolvendo 534 jovens entre 12 e 17
anos de escolas públicas e particulares de
Porto Alegre (RS), revelou que o uso mais
frequente do aparelho é para se comuni-
[65] car com os pais (90%) e com os amigos
(79%). "É possível perceber que as re-
lações virtuais estabelecidas pelo telefone
celular acompanham as relações reais
estabelecidas com família e grupo de
[70] amigos", diz a psicóloga Fabiana Verza,
especialista em terapia familiar e autora
do estudo. As outras utilizações mais
populares são vinculadas à coordenação
do dia a dia, com funções de despertador
[75] e de agenda.
Em muitas famílias, o celular pode sig-
nificar mais que um simples aparato tec-
nológico. Segundo o livro Adolescência &
Comunicação Virtual, de Adriana Wagner,
[80] Fabiana Verza, Rosane Spizzirri e Caroline
Eifler Saraiva, dar um celular de presente
ao filho é um rito de passagem para uma
fase do ciclo familiar. Se antes se dava a
chave da entrada da casa como símbolo
[85] de confiança, liberdade e autonomia, hoje
se presenteia o adolescente com um celular.
O aparelho também proporciona mais
tranquilidade aos pais e aos jovens sempre
que saem de casa. "Existe uma necessida-
[90] de de monitoramento dos filhos pelos pais,
principalmente em função da violência e da
insegurança associada a 'sair de casa' na
atualidade, e, nesse ponto, o celular pode
ser um grande elo", escrevem as autoras.
[95] Mas, cuidado! O aparelho não deve ser uma
extensão do cordão umbilical. Ligações re-
correntes entre pais e filhos podem indicar a
existência de uma relação simbiótica pouco
saudável e trazer à tona problemas na es-
[100] trutura familiar.
Segundo Fabiana, o fácil acesso a ou-
tros recursos midiáticos via celular, como
internet e messenger, também exerce um
papel relevante na socialização do jovem.
[105] Para os mais tímidos, o celular é um facili-
tador social. Eles se sentem mais à vonta-
de em ligar diretamente para os amigos,
sem ter de falar com os pais deles e de
trocar mensagens de texto, recurso que
[110] não exige olhar nos olhos. Desse modo, os
mais tímidos conseguem se socializar
melhor. Em outros tempos, isso não seria
possível. Vale lembrar, obviamente, que
esse meio de comunicação não deve subs-
[115] tituir uma conversa presencial.
É importante ter em mente que a ju-
ventude de hoje, assim como a das Ge-
rações passadas, tem essencialmente as
mesmas necessidades: vincular-se a um
[120] grupo, ter mais autonomia e consolidar
uma identidade. O que muda é atender a
essas necessidades na era da informação.
Fonte: Disponível em: http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/reportagens/24-horas-conectados. Acesso em: 5 out. 2014. (adaptado)
Na linguagem escrita, um dos recursos que possibilitam a compreensão são os sinais de pontuação.
Considere as seguintes afirmações sobre a pontuação empregada no texto.
I. No fragmento "(...) o acesso à internet é limitado - dez horas semanais - e os fones de ouvido são banidos" (l.10). Os travessões podem ser substituídos, respectivamente, por vírgulas.
II. O sinal de pontuação, após a palavra "necessidades" (l.119), deveria ser uma vírgula.
III. No fragmento "Existe uma necessidade de monitoramento dos filhos pelos pais (...) o celular pode ser um grande elo" (l.89-94), as aspas sinalizam a voz das autoras da reportagem.
Está(ão) correta(s)
Questão 10 10192648
IFPE Subsequente 2015TEXTO
Sou Negro
Sou negro
meus avós foram queimados
pelo sol da África
minh`alma recebeu o batismo dos tambores
atabaques, gongôs e agogôs
Contaram-me que meus avós
vieram de Loanda
como mercadoria de baixo preço
plantaram cana pro senhor de engenho novo
e fundaram o primeiro Maracatu
Depois meu avô brigou como um danado
nas terras de Zumbi
Era valente como quê
Na capoeira ou na faca
escreveu não leu
o pau comeu
Não foi um pai João
humilde e manso
Mesmo vovó
não foi de brincadeira
Na guerra dos Malês
ela se destacou
Na minh`alma ficou
o samba
o batuque
o bamboleio
e o desejo de libertação
Solano Trindade.
Disponível em: http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/pernambuco/solano_trindade.html.
Acesso em: 01 out. 2014.
Na última estrofe do poema “Na minh`alma ficou/ o samba/ o batuque/ o bamboleio/ e o desejo de libertação”, a figura de linguagem destacada é a metáfora, pois
Questão 9 10192620
IFPE Subsequente 2015TEXTO
Sou Negro
Sou negro
meus avós foram queimados
pelo sol da África
minh`alma recebeu o batismo dos tambores
atabaques, gongôs e agogôs
Contaram-me que meus avós
vieram de Loanda
como mercadoria de baixo preço
plantaram cana pro senhor de engenho novo
e fundaram o primeiro Maracatu
Depois meu avô brigou como um danado
nas terras de Zumbi
Era valente como quê
Na capoeira ou na faca
escreveu não leu
o pau comeu
Não foi um pai João
humilde e manso
Mesmo vovó
não foi de brincadeira
Na guerra dos Malês
ela se destacou
Na minh`alma ficou
o samba
o batuque
o bamboleio
e o desejo de libertação
Solano Trindade.
Disponível em: http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/pernambuco/solano_trindade.html.
Acesso em: 01 out. 2014.
Solano Trindade morreu há quarenta anos, foi poeta pernambucano, nascido em 1909 e produziu suas obras no período modernista. Solano era negro e a temática étnico-racial esteve muito presente em sua obra.
No poema “Sou Negro”, encontramos a seguinte característica:
Questão 5 10192572
IFPE Subsequente 2015TEXTO
Aranha é chamado de “macaco” por torcida do Grêmio
Publicado em 28/08/2014, 22:09 /Atualizado em 29/08/2014, 02:38
O jogo entre Santos e Grêmio terminou 2 a 0 para o time alvinegro, mas a cena mais lamentável veio das arquibancadas. O goleiro Aranha, do time paulista, foi alvo de críticas racistas por parte da torcida atrás do gol onde estava no segundo tempo.
Em uma imagem flagrada pela câmera da ESPN Brasil, é possível ver uma torcedora da equipe tricolor chamando Aranha de "macaco". Além disso, outros torcedores - inclusive, um negro - imitaram sons de macaco em direção ao atleta.
O gesto revoltou o goleiro do Santos, que, visivelmente chateado, falou sobre o caso após o apito final.
"O fato de ter uma campanha contra o racismo no telão da outra vez não é à toa. A torcida xingar e pegar no pé é normal. Mas daí começaram a falar ‘preto fedido', ‘cambada de preto', fiquei nervoso, mas fiquei me segurando. Fizeram rápido e pouco um coro de macaco, para não dar tempo de pegar. Pedi para o câmera virar e mostrar, mas ele não fez isso. Fico p.. com essas coisas acontecerem aqui. Mas isso dói, dói. Não é
possível. Vem falar que eu estava insultando a torcida, virei e falei que eu era preto sim, negão", afirmou o goleiro.
"Como tomar providência? No meio de tanta gente, fica difícil assim. Graças a muito esforço, tem leis, mas no futebol a gente sabe que o torcedor usa de várias maneiras para desestabilizar o jogador. Sou mais experiente agora", falou Aranha. A assessoria de imprensa do Santos informou que divulgará uma nota no nome de Aranha sobre o caso.
ESPN. Aranha é chamado de “macaco” por torcida do Grêmio.
Disponível em: http://espn.uol.com.br/noticia/436034_aranha-e-chamado-de-macaco-por-torcida-do-gremio.
Acesso em: 01 out. 2014 (adaptado).
Com relação ao uso dos sinais de pontuação, analise as proposições abaixo.
I. No período “Em uma imagem flagrada pela câmera da ESPN Brasil, é possível ver uma torcedora da equipe tricolor chamando Aranha de ‘macaco’ ”, o uso da vírgula é obrigatório, pois isola o adjunto adverbial antecipado.
II. Em “Além disso, outros torcedores – inclusive, um negro – imitaram sons de macaco em direção ao atleta”, o uso do travessão se justifica pelo destaque que o autor quis dar ao fato de que havia um negro entre os torcedores que praticaram racismo contra o goleiro Aranha.
III. Na conclusão do texto “A assessoria de imprensa do Santos informou que divulgará uma nota no nome de Aranha sobre o caso”, poderia ser usada uma vírgula antes do verbo “informar” – “A assessoria de imprensa do Santos, informou” – pois, nesse caso, o uso da vírgula é facultativo.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) proposição(ões):
Questão 2 10192515
IFPE Subsequente 2015TEXTO
Aranha é chamado de “macaco” por torcida do Grêmio
Publicado em 28/08/2014, 22:09 /Atualizado em 29/08/2014, 02:38
O jogo entre Santos e Grêmio terminou 2 a 0 para o time alvinegro, mas a cena mais lamentável veio das arquibancadas. O goleiro Aranha, do time paulista, foi alvo de críticas racistas por parte da torcida atrás do gol onde estava no segundo tempo.
Em uma imagem flagrada pela câmera da ESPN Brasil, é possível ver uma torcedora da equipe tricolor chamando Aranha de "macaco". Além disso, outros torcedores - inclusive, um negro - imitaram sons de macaco em direção ao atleta.
O gesto revoltou o goleiro do Santos, que, visivelmente chateado, falou sobre o caso após o apito final.
"O fato de ter uma campanha contra o racismo no telão da outra vez não é à toa. A torcida xingar e pegar no pé é normal. Mas daí começaram a falar ‘preto fedido', ‘cambada de preto', fiquei nervoso, mas fiquei me segurando. Fizeram rápido e pouco um coro de macaco, para não dar tempo de pegar. Pedi para o câmera virar e mostrar, mas ele não fez isso. Fico p.. com essas coisas acontecerem aqui. Mas isso dói, dói. Não é
possível. Vem falar que eu estava insultando a torcida, virei e falei que eu era preto sim, negão", afirmou o goleiro.
"Como tomar providência? No meio de tanta gente, fica difícil assim. Graças a muito esforço, tem leis, mas no futebol a gente sabe que o torcedor usa de várias maneiras para desestabilizar o jogador. Sou mais experiente agora", falou Aranha. A assessoria de imprensa do Santos informou que divulgará uma nota no nome de Aranha sobre o caso.
ESPN. Aranha é chamado de “macaco” por torcida do Grêmio.
Disponível em: http://espn.uol.com.br/noticia/436034_aranha-e-chamado-de-macaco-por-torcida-do-gremio.
Acesso em: 01 out. 2014 (adaptado).
Para se entender o trecho como uma unidade de sentido, é preciso que o leitor reconheça a ligação entre seus elementos. O autor do texto utiliza-se de várias estratégias coesivas, dentre elas, a retomada por pronome relativo.
O fragmento do texto em que há coesão estabelecida por um pronome é:
06
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