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Questão 14 10446586
COLÉGIO SÓLIDO* 8° ANO 2015Texto
ANTÔNIO

A coqueluche passou. Antônio já não tossia nem passeava pelas manhãs, no curral. Continuava, sim, protegido por camisas e flanelas estampadas de azul, com ingênuos raminhos de flores e caras de palhaços.
Mas de repente, ele apareceu com febre muito alta, sempre medida pelas costas das mãos colocadas sobre sua testa. Ajudada pelas vizinhas, a mãe mergulhava o menino, seguidamente, em bacia com água bem esperta, embrulhando-o em grossos cobertores, para baixar a febre. Ninguém sabia a causa, então suspeitava de tudo. A tristeza passou a rondar a casa e se mostrava até no olhar dos irmãos. O pai ficava por ali, no quintal, para alguma emergência, sem trabalhar no campo.
Depois de uns três dias, o menino já muito prostrado, tudo clareou. Antônio magro, pernas e braços finos, como por encanto virou um galho de jabuticabeira, só que coberto de catapora das pequenas, por todo o corpo. Os outros, sem poder chegar perto, espiavam de longe o irmão impaciente com tanta coceira.
Foi nessa ocasião que a madrinha falou pela primeira vez: “Se tivessem dado um chá de sabugueiro, essa doença teria rompido mais depressa”. Mas Antônio venceu. Dias depois, já estava outra vez manso como árvore depois dos frutos: clara e pronta para nova floração.
QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Indez. Belo Horizonte: Miguilim, 1998. p.17-18.
Na frase “Se tivessem dado um chá de sabugueiro, essa doença teria rompido mais depressa”, o verbo destacado apresenta
Questão 13 10446576
COLÉGIO SÓLIDO* 8° ANO 2015Texto
ANTÔNIO

A coqueluche passou. Antônio já não tossia nem passeava pelas manhãs, no curral. Continuava, sim, protegido por camisas e flanelas estampadas de azul, com ingênuos raminhos de flores e caras de palhaços.
Mas de repente, ele apareceu com febre muito alta, sempre medida pelas costas das mãos colocadas sobre sua testa. Ajudada pelas vizinhas, a mãe mergulhava o menino, seguidamente, em bacia com água bem esperta, embrulhando-o em grossos cobertores, para baixar a febre. Ninguém sabia a causa, então suspeitava de tudo. A tristeza passou a rondar a casa e se mostrava até no olhar dos irmãos. O pai ficava por ali, no quintal, para alguma emergência, sem trabalhar no campo.
Depois de uns três dias, o menino já muito prostrado, tudo clareou. Antônio magro, pernas e braços finos, como por encanto virou um galho de jabuticabeira, só que coberto de catapora das pequenas, por todo o corpo. Os outros, sem poder chegar perto, espiavam de longe o irmão impaciente com tanta coceira.
Foi nessa ocasião que a madrinha falou pela primeira vez: “Se tivessem dado um chá de sabugueiro, essa doença teria rompido mais depressa”. Mas Antônio venceu. Dias depois, já estava outra vez manso como árvore depois dos frutos: clara e pronta para nova floração.
QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Indez. Belo Horizonte: Miguilim, 1998. p.17-18.
Releia esta frase: “Foi nessa ocasião que a madrinha falou pela primeira vez (...)”.
A que momento o narrador se refere?
Questão 12 10446566
COLÉGIO SÓLIDO* 8° ANO 2015Texto
ANTÔNIO

A coqueluche passou. Antônio já não tossia nem passeava pelas manhãs, no curral. Continuava, sim, protegido por camisas e flanelas estampadas de azul, com ingênuos raminhos de flores e caras de palhaços.
Mas de repente, ele apareceu com febre muito alta, sempre medida pelas costas das mãos colocadas sobre sua testa. Ajudada pelas vizinhas, a mãe mergulhava o menino, seguidamente, em bacia com água bem esperta, embrulhando-o em grossos cobertores, para baixar a febre. Ninguém sabia a causa, então suspeitava de tudo. A tristeza passou a rondar a casa e se mostrava até no olhar dos irmãos. O pai ficava por ali, no quintal, para alguma emergência, sem trabalhar no campo.
Depois de uns três dias, o menino já muito prostrado, tudo clareou. Antônio magro, pernas e braços finos, como por encanto virou um galho de jabuticabeira, só que coberto de catapora das pequenas, por todo o corpo. Os outros, sem poder chegar perto, espiavam de longe o irmão impaciente com tanta coceira.
Foi nessa ocasião que a madrinha falou pela primeira vez: “Se tivessem dado um chá de sabugueiro, essa doença teria rompido mais depressa”. Mas Antônio venceu. Dias depois, já estava outra vez manso como árvore depois dos frutos: clara e pronta para nova floração.
QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Indez. Belo Horizonte: Miguilim, 1998. p.17-18.
No 3º parágrafo, a palavra “outros” retoma outra palavra.
Qual?
Questão 11 10446535
COLÉGIO SÓLIDO* 8° ANO 2015Texto
ANTÔNIO

A coqueluche passou. Antônio já não tossia nem passeava pelas manhãs, no curral. Continuava, sim, protegido por camisas e flanelas estampadas de azul, com ingênuos raminhos de flores e caras de palhaços.
Mas de repente, ele apareceu com febre muito alta, sempre medida pelas costas das mãos colocadas sobre sua testa. Ajudada pelas vizinhas, a mãe mergulhava o menino, seguidamente, em bacia com água bem esperta, embrulhando-o em grossos cobertores, para baixar a febre. Ninguém sabia a causa, então suspeitava de tudo. A tristeza passou a rondar a casa e se mostrava até no olhar dos irmãos. O pai ficava por ali, no quintal, para alguma emergência, sem trabalhar no campo.
Depois de uns três dias, o menino já muito prostrado, tudo clareou. Antônio magro, pernas e braços finos, como por encanto virou um galho de jabuticabeira, só que coberto de catapora das pequenas, por todo o corpo. Os outros, sem poder chegar perto, espiavam de longe o irmão impaciente com tanta coceira.
Foi nessa ocasião que a madrinha falou pela primeira vez: “Se tivessem dado um chá de sabugueiro, essa doença teria rompido mais depressa”. Mas Antônio venceu. Dias depois, já estava outra vez manso como árvore depois dos frutos: clara e pronta para nova floração.
QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Indez. Belo Horizonte: Miguilim, 1998. p.17-18.
Sobre o texto acima, é INCORRETO afirmar
Questão 10 10446521
COLÉGIO SÓLIDO* 8° ANO 2015Texto

A mulher telefona para o marido:
- Querido, tenho uma notícia má e uma boa!
- Lamento, mas estou no meio de uma reunião
supertensa; diga-me só a boa.
- O airbag do seu carro está funcionando direitinho!
BUCHWEITZ, Donald (org.) Piadas para você morrer de rir. Belo Horizonte: Leitura, 2001.
Os autores lançam mão de vários recursos para provocar o riso do leitor.
O humor desse texto decorre de
Questão 2 10446431
COLÉGIO SÓLIDO* 8° ANO 2015Texto
FAMÍLIA

Família, família
Papai, mamãe, titia
Família, família
Almoça junto todo dia, nunca perde essa mania
Mas quando a filha quer fugir de casa
Precisa descolar um ganha-pão
Filha de família se não casa
Papai e mamãe não dão nenhum tostão
Família, eh!
Família, ah!
Família, família
Vovô, vovó, sobrinha
Família, família
Janta junto todo dia, nunca perde essa mania
Mas quando o nenê fica doente
Procura uma farmácia de plantão
O choro do nenê é estridente
Assim não dá pra ver televisão
Família, eh!
Família, ah!
Família!
Cachorro, gato, galinha
Família, família
Vive junto todo dia, nunca perde essa mania
A mãe morre de medo de barata
O pai vive com medo de ladrão
Jogaram inseticida pela casa
Botaram um cadeado no portão
Família, família
(Arnaldo Antunes/Toni Belotto: Cabeça Dinossauro, Titãs. WEA, 1986.)
No trecho “Precisa descolar um ganha-pão”, podemos substituir a expressão em destaque, mantendo o mesmo sentido do verso, por:
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