Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 5 10542623
Colégio Embraer 2015Leia o texto para responder à questão.
Tem gente que mente para levar vantagem, conseguir o que quer. Existem infinitas maneiras de mentir, e elas nos acompanham o tempo todo.
A pessoa ruboriza, pisca muito, transpira, põe a mão na boca, mexe em objetos, evita o contato visual. Quando desconfiamos de alguém e notamos indícios assim, é tiro e queda. Está mentindo! Será mesmo? “Não há tiques universais que indiquem que as pessoas estejam mentindo. Uma pisca rápido, mas outra pode olhar fixamente para você, com longas pausas entre as piscadas”, diz o psicólogo Robert S. Feldman, da Universidade de Massachusetts Amherst. Mesmo que você se ache fera em detectar gente falsa, o fato é que você cai como um patinho em metade das vezes. Foi o que os psicólogos Bella DePaulo e Charles Bond descobriram em 2006. Eles analisaram mais de 200 estudos sobre o desempenho de 24 mil pessoas na detecção de mentiras. Conclusão: conseguimos detectar a verdade em apenas 54% do tempo. É praticamente a mesma chance de acerto que pegar uma moeda e jogar cara ou coroa.
(Superinteressante, agosto de 2015. Adaptado)
As expressões – tiro e queda – e – cai como um patinho – remetem, respectivamente, para os sentidos de
Questão 3 10542611
Colégio Embraer 2015As figuras esculpidas em proas de barco – as populares carrancas, assim _____ no Brasil e em Portugal desde o século 16, são tradição milenar. No Brasil, essa arte escultórica é um fenômeno geográfica e temporariamente delimitado entre 1870 e 1940, nas águas navegáveis do Rio São Francisco, entre Pirapora, Minas Gerais e Juazeiro, na Bahia. Esse é o roteiro perseguido em “A Viagem das Carrancas”, mostra organizada pelo Instituto do Imaginário do Povo Brasileiro (IIPB), que realiza a proeza de reunir 41 carrancas de coleções públicas e particulares e 42 fotografias de Marcel Gautherot, _____ ao Instituto Moreira Salles. É notável que muitas das esculturas aqui apresentadas foram _____ in loco pelas lentes de Gautherot, em 1946, durante ____ com Pierre Verger.
(IstoÉ, 19.08.2015. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Questão 2 10542610
Colégio Embraer 2015Leia a tira para responder à questão


(Magali, no 4, agosto de 2015)
Os adjetivos “fresquinha” e “gostosinho”, empregados no diminutivo, indicam que o vendedor
Questão 20 10448392
COLÉGIO SÓLIDO* 9° ANO 2015Texto
ENSINE SEU FILHO A SE VALORIZAR PELO QUE ELE É

Os filhos são um poço sem fim de demandas: eles querem ter coisas, eles querem fazer coisas, eles querem, eles querem e eles pedem tudo o que querem sem o menor constrangimento. Alguns são bastante enfáticos nos pedidos que fazem, outros são sedutores, e outros, por puro aprendizado, fruto da observação da atitude dos adultos, são capazes de fazer chantagens que pegam fundo na alma da maioria dos pais. Mas o resultado é quase sempre o mesmo: os pais acham difícil resistir ao pedido que o filho faz. Afinal, quem é que não quer ver o filho satisfeito e feliz?
O problema é que nem sempre é possível atender a todos os pedidos, principalmente quando eles se referem - e quase sempre se referem - ao consumo.
Quem é que não conhece pais que já fizeram um esforço imenso - muito maior do que poderiam ou deveriam - para comprar um determinado brinquedo ao filho, para dar a ele uma roupa ou um calçado de grife, para possibilitar uma viagem especial ou coisa que o valha? É sobre essa situação que vamos falar aqui. Ou seja, quando o pedido do filho se transforma em prioridade ou em meta financeira para os pais, ainda que o estilo de vida deles não combine com esse pedido.
A criança não vem ao mundo com qualquer noção da realidade de vida que a espera. Ela deve ser introduzida, por meio da ação dos pais, aos poucos, à realidade, ao mundo que tem limites e regras, que exige espera para a satisfação dos impulsos, que provoca frustrações e que nem sempre permite que as pessoas tenham boa parte daquilo que está disponível para o consumo.
Pois bem: se não se defrontar com esses limites desde cedo, com essas impossibilidades que terá necessariamente de enfrentar no futuro, a criança vai construir uma imagem bastante deturpada de si mesma, de sua relação com os pais e, consequentemente, com a vida. Ela vai achar que os pais têm a obrigação de fazer tudo, de passar por qualquer sacrifício para atender suas demandas.
Pode parecer que essa situação tem relação direta apenas com tudo o que se relaciona ao consumo, porém o alcance dessa história é muito maior.
Em geral, os pais querem oferecer ao filho tudo do bom e do melhor - e com razão. Essa expectativa é muito positiva, pois expressa a importância que os pais dão ao filho que tiveram. Mas acontece que oferecer à criança ou ao adolescente tudo do bom e do melhor não deve se restringir a objetos, coisas, produtos, consumo de qualquer tipo. Isso se refere também - e principalmente - aos cuidados com a saúde e a educação do filho. E é bom marcar que educação não se restringe, por sua vez, à escolarização.
É preciso bastante cuidado para que o filho tenha condições de aprender a se perceber e a se valorizar pelo que ele é, pelo que pensa, pela maneira como se relaciona com os outros e com a vida, e não pelo que ele tem. E isso não é nada fácil de conseguir com o estilo de vida que adotamos atualmente. Mas, mesmo com dificuldade, os pais têm muitas chances de ajudar o filho a crescer valorizando o que há de humano na vida.
Querer ter coisas é salutar, desde que isso tenha uma medida - a da realidade da pessoa e de suas possibilidades, por exemplo - e desde que não se transforme no aspecto mais importante da vida da pessoa. As crianças e os adolescentes são bombardeados diariamente pelo mercado de consumo. Cabe aos pais a formação para que o filho não sucumba sem crítica a tais apelos.
ROSELY SAYÃO in Folha de São Paulo, 15 ago. 2002.
Releia o título do texto.
Ensine seu filho a se valorizar pelo que ele é
▪ De acordo com a análise sintática, o verbo valorizar está em qual voz?
Questão 18 10447625
COLÉGIO SÓLIDO* 9° ANO 2015Texto
ENSINE SEU FILHO A SE VALORIZAR PELO QUE ELE É

Os filhos são um poço sem fim de demandas: eles querem ter coisas, eles querem fazer coisas, eles querem, eles querem e eles pedem tudo o que querem sem o menor constrangimento. Alguns são bastante enfáticos nos pedidos que fazem, outros são sedutores, e outros, por puro aprendizado, fruto da observação da atitude dos adultos, são capazes de fazer chantagens que pegam fundo na alma da maioria dos pais. Mas o resultado é quase sempre o mesmo: os pais acham difícil resistir ao pedido que o filho faz. Afinal, quem é que não quer ver o filho satisfeito e feliz?
O problema é que nem sempre é possível atender a todos os pedidos, principalmente quando eles se referem - e quase sempre se referem - ao consumo.
Quem é que não conhece pais que já fizeram um esforço imenso - muito maior do que poderiam ou deveriam - para comprar um determinado brinquedo ao filho, para dar a ele uma roupa ou um calçado de grife, para possibilitar uma viagem especial ou coisa que o valha? É sobre essa situação que vamos falar aqui. Ou seja, quando o pedido do filho se transforma em prioridade ou em meta financeira para os pais, ainda que o estilo de vida deles não combine com esse pedido.
A criança não vem ao mundo com qualquer noção da realidade de vida que a espera. Ela deve ser introduzida, por meio da ação dos pais, aos poucos, à realidade, ao mundo que tem limites e regras, que exige espera para a satisfação dos impulsos, que provoca frustrações e que nem sempre permite que as pessoas tenham boa parte daquilo que está disponível para o consumo.
Pois bem: se não se defrontar com esses limites desde cedo, com essas impossibilidades que terá necessariamente de enfrentar no futuro, a criança vai construir uma imagem bastante deturpada de si mesma, de sua relação com os pais e, consequentemente, com a vida. Ela vai achar que os pais têm a obrigação de fazer tudo, de passar por qualquer sacrifício para atender suas demandas.
Pode parecer que essa situação tem relação direta apenas com tudo o que se relaciona ao consumo, porém o alcance dessa história é muito maior.
Em geral, os pais querem oferecer ao filho tudo do bom e do melhor - e com razão. Essa expectativa é muito positiva, pois expressa a importância que os pais dão ao filho que tiveram. Mas acontece que oferecer à criança ou ao adolescente tudo do bom e do melhor não deve se restringir a objetos, coisas, produtos, consumo de qualquer tipo. Isso se refere também - e principalmente - aos cuidados com a saúde e a educação do filho. E é bom marcar que educação não se restringe, por sua vez, à escolarização.
É preciso bastante cuidado para que o filho tenha condições de aprender a se perceber e a se valorizar pelo que ele é, pelo que pensa, pela maneira como se relaciona com os outros e com a vida, e não pelo que ele tem. E isso não é nada fácil de conseguir com o estilo de vida que adotamos atualmente. Mas, mesmo com dificuldade, os pais têm muitas chances de ajudar o filho a crescer valorizando o que há de humano na vida.
Querer ter coisas é salutar, desde que isso tenha uma medida - a da realidade da pessoa e de suas possibilidades, por exemplo - e desde que não se transforme no aspecto mais importante da vida da pessoa. As crianças e os adolescentes são bombardeados diariamente pelo mercado de consumo. Cabe aos pais a formação para que o filho não sucumba sem crítica a tais apelos.
ROSELY SAYÃO in Folha de São Paulo, 15 ago. 2002.
A autora afirma que educação não se restringe à escolarização.
Qual passagem nega essa ideia?
Questão 17 10447582
COLÉGIO SÓLIDO* 9° ANO 2015Texto
ENSINE SEU FILHO A SE VALORIZAR PELO QUE ELE É

Os filhos são um poço sem fim de demandas: eles querem ter coisas, eles querem fazer coisas, eles querem, eles querem e eles pedem tudo o que querem sem o menor constrangimento. Alguns são bastante enfáticos nos pedidos que fazem, outros são sedutores, e outros, por puro aprendizado, fruto da observação da atitude dos adultos, são capazes de fazer chantagens que pegam fundo na alma da maioria dos pais. Mas o resultado é quase sempre o mesmo: os pais acham difícil resistir ao pedido que o filho faz. Afinal, quem é que não quer ver o filho satisfeito e feliz?
O problema é que nem sempre é possível atender a todos os pedidos, principalmente quando eles se referem - e quase sempre se referem - ao consumo.
Quem é que não conhece pais que já fizeram um esforço imenso - muito maior do que poderiam ou deveriam - para comprar um determinado brinquedo ao filho, para dar a ele uma roupa ou um calçado de grife, para possibilitar uma viagem especial ou coisa que o valha? É sobre essa situação que vamos falar aqui. Ou seja, quando o pedido do filho se transforma em prioridade ou em meta financeira para os pais, ainda que o estilo de vida deles não combine com esse pedido.
A criança não vem ao mundo com qualquer noção da realidade de vida que a espera. Ela deve ser introduzida, por meio da ação dos pais, aos poucos, à realidade, ao mundo que tem limites e regras, que exige espera para a satisfação dos impulsos, que provoca frustrações e que nem sempre permite que as pessoas tenham boa parte daquilo que está disponível para o consumo.
Pois bem: se não se defrontar com esses limites desde cedo, com essas impossibilidades que terá necessariamente de enfrentar no futuro, a criança vai construir uma imagem bastante deturpada de si mesma, de sua relação com os pais e, consequentemente, com a vida. Ela vai achar que os pais têm a obrigação de fazer tudo, de passar por qualquer sacrifício para atender suas demandas.
Pode parecer que essa situação tem relação direta apenas com tudo o que se relaciona ao consumo, porém o alcance dessa história é muito maior.
Em geral, os pais querem oferecer ao filho tudo do bom e do melhor - e com razão. Essa expectativa é muito positiva, pois expressa a importância que os pais dão ao filho que tiveram. Mas acontece que oferecer à criança ou ao adolescente tudo do bom e do melhor não deve se restringir a objetos, coisas, produtos, consumo de qualquer tipo. Isso se refere também - e principalmente - aos cuidados com a saúde e a educação do filho. E é bom marcar que educação não se restringe, por sua vez, à escolarização.
É preciso bastante cuidado para que o filho tenha condições de aprender a se perceber e a se valorizar pelo que ele é, pelo que pensa, pela maneira como se relaciona com os outros e com a vida, e não pelo que ele tem. E isso não é nada fácil de conseguir com o estilo de vida que adotamos atualmente. Mas, mesmo com dificuldade, os pais têm muitas chances de ajudar o filho a crescer valorizando o que há de humano na vida.
Querer ter coisas é salutar, desde que isso tenha uma medida - a da realidade da pessoa e de suas possibilidades, por exemplo - e desde que não se transforme no aspecto mais importante da vida da pessoa. As crianças e os adolescentes são bombardeados diariamente pelo mercado de consumo. Cabe aos pais a formação para que o filho não sucumba sem crítica a tais apelos.
ROSELY SAYÃO in Folha de São Paulo, 15 ago. 2002.
Logo no início do texto, afirma-se que os filhos aprendem pelo exemplo.
Identifique essa passagem.
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