Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 10 10695055
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
Jogo de Bola

A bela bola
rola:
a bela bola do Raul.
Bola amarela,
a da Arabela.
A do Raul,
azul.
Rola a amarela
e pula a azul.
A bola é mole,
é mole e rola.
A bola é bela,
é bela e pula.
É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.
A de Raul é de Arabela,
e a de Arabela é de Raul.
(MEIRELESS, Cecília. Ou isto ou aquilo. RJ: Nova Fronteira, 2007.
No poema Jogo de bola, as características das bolas de Raul e Arabela são reveladas basicamente por meio de
Questão 9 10695033
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
Jogo de Bola

A bela bola
rola:
a bela bola do Raul.
Bola amarela,
a da Arabela.
A do Raul,
azul.
Rola a amarela
e pula a azul.
A bola é mole,
é mole e rola.
A bola é bela,
é bela e pula.
É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.
A de Raul é de Arabela,
e a de Arabela é de Raul.
(MEIRELESS, Cecília. Ou isto ou aquilo. RJ: Nova Fronteira, 2007.
Um sentido contrário para a palavra destacada no trecho "A bola é mole é
Questão 8 10694922
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
Jogo de Bola

A bela bola
rola:
a bela bola do Raul.
Bola amarela,
a da Arabela.
A do Raul,
azul.
Rola a amarela
e pula a azul.
A bola é mole,
é mole e rola.
A bola é bela,
é bela e pula.
É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.
A de Raul é de Arabela,
e a de Arabela é de Raul.
(MEIRELESS, Cecília. Ou isto ou aquilo. RJ: Nova Fronteira, 2007.
No trecho "Rola a amarela / e pula a azul.", a palavra destacada expressa a sentido de
Questão 7 10694858
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
A Bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legail". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola. Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogane. Algo chamado Monster Ball, em que times monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo e tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido, Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fermando, Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.4)
Marque a alternativa em que os fatos apresentados no texto estejam na ordem cronológica.
I - O pai sentiu muito prazer as ganhar sua primeira bola.
II - O pai descobriu que o filho era bom no jogo virtual
III - O pai deu uma bola de presente ao filho.
IV - O pai pensou na hipótese de a bola vir com manual de Instrução em inglês.
V - O pai tentou despertar o interesse do filho pelo presente.
Questão 6 10694810
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
A Bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legail". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola. Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogane. Algo chamado Monster Ball, em que times monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo e tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido, Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fermando, Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.4)
De acordo com o texto, que trecho abaixo NÃO indica a preferência do filho por aparelhos eletrônicos?

Questão 3 10694750
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO
A Bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse: "Legail". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola. Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogane. Algo chamado Monster Ball, em que times monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo e tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido, Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para garotada se interessar.
(VERISSIMO, Luis Fermando, Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.p.4)
Assinale a alternativa que explica a opinião do garoto sobre a bola que ganhou.
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