Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 14 15471837
EPSJV Técnico em Saúde 2015TEXTO

(Disponível em http://jetztdiewahrheit.blogspot.com.br/2014/03/ entendeu-diferencamas-cade-o-resto-para.html, acesso em 05/09/2014)
A interlocução em um texto caracteriza-se pela solicitação de participação do leitor.
No texto é exemplo de interlocução:
Questão 13 15471832
EPSJV Técnico em Saúde 2015TEXTO

(Disponível em http://jetztdiewahrheit.blogspot.com.br/2014/03/ entendeu-diferencamas-cade-o-resto-para.html, acesso em 05/09/2014)
O texto problematiza atitudes preconceituosas que persistem na sociedade brasileira.
A proposta sugerida é a de que:
Questão 12 15471829
EPSJV Técnico em Saúde 2015TEXTO

(Disponível em http://aspalavraseocotidiano.files.wordpress. com/2013/01/char27062011.gif, acesso em 06/09/2014)
A elipse é um recurso que consiste em suprimir um termo que pode ser compreendido pelo contexto de uso.
No texto, aparece elipse na atividade prevista para:
Questão 11 15471824
EPSJV Técnico em Saúde 2015TEXTO

(Disponível em http://aspalavraseocotidiano.files.wordpress. com/2013/01/char27062011.gif, acesso em 06/09/2014)
No texto, o termo “intolerante” aparece substantivado para caracterizar um personagem que:
Questão 10 15471820
EPSJV Técnico em Saúde 2015TEXTO
A sociedade da intolerância
Jairo Marques
Na semana passada, duas deputadas federais que são cadeirantes, Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), receberam uma vaia retumbante ao conseguirem, após uma hora de atraso, embarcar em um avião em Brasília.
Os passageiros estavam possessos com aquela demora que ocasionaria transtornos diversos em suas vidas. Tudo por causa de duas políticas que, provavelmente, estavam tendo algum tipo de regalia como poderiam pensar alguns, os que puxaram a reprovação coletiva.
Não era nada disso. As duas, como qualquer pessoa com deficiência deste país, passaram maus bocados para que a empresa aérea e a Infraero conseguissem o equipamento que garante o embarque – com alguma dignidade, e não como um saco de batatas – para quem usa cadeira de rodas ou tem movimentos restritos.
Também na semana passada, um adolescente negro e “bandidinho” foi amarrado a um poste com um cadeado fixado a sua goela para mostrar como se faz com quem é infrator e um homem foi ridicularizado nas redes sociais porque estava no aeroporto de camiseta regata e bermuda, afinal, o calor está de matar.
Adicione a esses “fatos isolados” as surras que gays têm tomado diuturnamente nas grandes cidades, os ataques como quais os de enxame de abelhas em pessoas que externam pontos de vista avessos ao padrão dito comum e as ameaças a grupos de piadistas.
Velozmente, atitudes pouco pensadas e questionadas, com consequências nada imaginadas e medidas, estão sendo postas em curso, doa a quem doer. O que importa é colocar para fora insatisfações ligeiras ou que incomodem ao ponto de gerar um beicinho, uma sensação de mal-estar.
Tolerância com as diferenças e com a diversidade é valor em franco declínio. O pato a pagar com essa falta de maturidade social, que não analisa, apenas age, tende a cair no colo de quem não se alinha ao óbvio.
(...)
O incômodo com o outro é do homem desde as cavernas, mas sacar as bordunas e empunhá-las na fuça alheia a troco de querer garantir o que unilateralmente se considera Justiça ou se considera ideal é prerrogativa de tempos históricos que não deixaram saudade.
(...)
Sair do quadrado daquilo que se acha correto, normal e dentro dos padrões expondo-se a vestir uma roupa do avesso pode ajudar a diminuir o protagonismo da intolerância e ampliar o direito do outro de ser o que quiser e de ser mais bem compreendido em suas demandas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ cotidiano/151807-a-sociedade-da-intolerancia.shtml, acesso em 06/09/2014)
Vocabulário
- retumbante: intenso, extraordinário
- diuturnamente: de longa duração, contínuo
- bordunas: arma indígena
- prerrogativa: privilégio
Em “(...) vestir uma roupa do avesso pode ajudar a diminuir o protagonismo da intolerância (...)”, o trecho sublinhado é um convite a:
Questão 9 15471817
EPSJV Técnico em Saúde 2015TEXTO
A sociedade da intolerância
Jairo Marques
Na semana passada, duas deputadas federais que são cadeirantes, Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), receberam uma vaia retumbante ao conseguirem, após uma hora de atraso, embarcar em um avião em Brasília.
Os passageiros estavam possessos com aquela demora que ocasionaria transtornos diversos em suas vidas. Tudo por causa de duas políticas que, provavelmente, estavam tendo algum tipo de regalia como poderiam pensar alguns, os que puxaram a reprovação coletiva.
Não era nada disso. As duas, como qualquer pessoa com deficiência deste país, passaram maus bocados para que a empresa aérea e a Infraero conseguissem o equipamento que garante o embarque – com alguma dignidade, e não como um saco de batatas – para quem usa cadeira de rodas ou tem movimentos restritos.
Também na semana passada, um adolescente negro e “bandidinho” foi amarrado a um poste com um cadeado fixado a sua goela para mostrar como se faz com quem é infrator e um homem foi ridicularizado nas redes sociais porque estava no aeroporto de camiseta regata e bermuda, afinal, o calor está de matar.
Adicione a esses “fatos isolados” as surras que gays têm tomado diuturnamente nas grandes cidades, os ataques como quais os de enxame de abelhas em pessoas que externam pontos de vista avessos ao padrão dito comum e as ameaças a grupos de piadistas.
Velozmente, atitudes pouco pensadas e questionadas, com consequências nada imaginadas e medidas, estão sendo postas em curso, doa a quem doer. O que importa é colocar para fora insatisfações ligeiras ou que incomodem ao ponto de gerar um beicinho, uma sensação de mal-estar.
Tolerância com as diferenças e com a diversidade é valor em franco declínio. O pato a pagar com essa falta de maturidade social, que não analisa, apenas age, tende a cair no colo de quem não se alinha ao óbvio.
(...)
O incômodo com o outro é do homem desde as cavernas, mas sacar as bordunas e empunhá-las na fuça alheia a troco de querer garantir o que unilateralmente se considera Justiça ou se considera ideal é prerrogativa de tempos históricos que não deixaram saudade.
(...)
Sair do quadrado daquilo que se acha correto, normal e dentro dos padrões expondo-se a vestir uma roupa do avesso pode ajudar a diminuir o protagonismo da intolerância e ampliar o direito do outro de ser o que quiser e de ser mais bem compreendido em suas demandas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ cotidiano/151807-a-sociedade-da-intolerancia.shtml, acesso em 06/09/2014)
Vocabulário
- retumbante: intenso, extraordinário
- diuturnamente: de longa duração, contínuo
- bordunas: arma indígena
- prerrogativa: privilégio
Em “(...) estavam tendo algum tipo de regalia como poderiam pensar alguns (...)”, a palavra como tem valor de:
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