Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 7 11133798
IFSC Integrados 2023/1TEXTO
Sujeito de Sorte – Belchior
Presentemente, eu posso me
Considerar um sujeito de sorte
Porque apesar de muito moço
Me sinto são, e salvo, e forte
E tenho comigo pensado
Deus é Brasileiro e anda do meu lado
E assim já não posso sofrer
No ano passado
Tenho sangrado demais
Tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri
Mas esse ano eu não morro
Fonte: BELCHIOR, A. C. Sujeito de sorte. 1976. Disponível em: https://www.letras.mus.br/belchior/344922/. Acesso em: 18 set. 2022
Considerando as características do Texto VII, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas:
( ) Trata-se de um poema em razão de sua estrutura, apresentando versos e estrofes.
( ) As estrofes da letra da música caracterizam-se por serem quartetos.
( ) O uso de letras maiúsculas é facultativo no início de cada verso e estrofe.
( ) As três estrofes juntas formam um soneto.
( ) Tanto na 1ª estrofe como na 3a estrofe, há rimas ricas em razão do substantivo “sorte” rimar com o adjetivo “forte”, e o substantivo “cachorro” rimar com o verbo “morro”.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das respostas, de cima para baixo.
Questão 4 11133638
IFSC Integrados 2023/1TEXTO

Fonte: O PAÍS (Moçambique). Moçambique e eSwatini alinham acções de cooperação para recuperação no sector cultural e turístico. 2022. Disponível em: https://opais.co.mz/as-cicatrizes-de-bento-baloi-2/. Acesso em: 20 set. 2022.
Mobilizando seus conhecimentos acerca das convenções da escrita, de acordo com o Texto, assinale a alternativa CORRETA :
Questão 1 11133492
IFSC Integrados 2023/1TEXTO
Leia a propaganda abaixo, alusiva ao Dia Mundial da Língua Portuguesa, veiculada pela rede de supermercados Bem Barato, de Angola:


Fonte: SUPERMERCADO BEM BARATO (Angola). Mesmo com diferentes gírias, o que nos une é a nossa língua portuguesa. 2022. Facebook: @bembaratoao. Disponível em: www.facebook.com/bembaratoao. Acesso em: 20 set. 2022.
Leia atentamente as seguintes afirmações:
I. Os nomes miúdos, pirralhos e kandengues – falados, respectivamente, em Portugal, no Brasil e em Angola – significam “crianças” em todos esses países.
II. Os nomes falados nos três países são utilizados, sobretudo, em situações formais de comunicação.
III. A variação linguística do português falado nos PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) é fruto do contato com as diferentes línguas nativas desses países.
IV. O português brasileiro sofreu influência de línguas africanas e indígenas.
Acionando seus conhecimentos linguísticos, de acordo com o Texto, assinale a alternativa CORRETA:
Questão 10 11092163
IFTO Integrados 2023/1Leia a notícia abaixo e, em seguida, responda:
DE LASANHA A TOFU: AS PALAVRAS ESTRANGEIRAS QUE FORAM INCORPORADAS AO PORTUGUÊS
Conheça alguns exemplos de estrangeirismo que são amplamente usados no nosso dia a dia e às vezes nem percebemos que são palavras emprestadas
Disponível em: www.aventurasnahistoria.uol.com.br. Acesso em: 01 set. 2022.
A língua é viva e sofre adaptações cotidianamente enquanto seus falantes a usam ao longo dos anos. Modificando palavras, criando novas, deixando de usar algumas já ultrapassadas e até mesmo emprestando outras de idiomas diferentes.
Chamado de estrangeirismo, o fenômeno linguístico que consiste em usar palavras de outros idiomas na Língua Portuguesa costuma acontecer naturalmente e é formado quase sempre a partir da necessidade de se expressar e o contato com outras culturas.
A incorporação de termos de outros idiomas acontece há muito tempo, mas também é fato que a internet possibilitou um avanço nesse hábito já que, na web, podemos nos comunicar com pessoas de diferentes locais do mundo com facilidade, adaptando nosso vocabulário.
Mas embora tenhamos um nome específico para a prática no Brasil, o uso de palavras, construções ou expressões frasais estrangeiras não acontece só aqui. A maior parte dos idiomas conta com alguns “empréstimos” também.
E o mais interessante do estrangeirismo é que o fenômeno torna nossa língua mais dinâmica — ela é mudada conforme falamos no tempo presente, sempre atualizada — e também permite que o falante possa “personalizar” a forma com que vai dizer algo.
Se antes apenas poderíamos dizer que iríamos “baixar um arquivo”, hoje podemos falar que vamos “fazer um download”, por exemplo. Isso não seria possível sem o empréstimo da palavra da língua inglesa.
Exemplos de estrangeirismo
Ainda existe algo bastante curioso na prática de “pegar emprestado” palavras de outros idiomas. Isso porque algumas expressões estrangeiras já estão tão incorporadas ao nosso dia a dia, que às vezes nem lembramos que elas não eram nossas inicialmente.
Por estarem sendo amplamente usadas no cotidiano brasileiro, algumas palavras tiveram sua forma de escrita adaptada para o português, mesclando ainda mais as culturas e facilitando a forma de comunicação.
O exemplo mais famoso desse fenômeno é a palavra “xampu”, que vem do “shampoo”, em inglês. Temos também “deletar”, vinda do “delete”, “futebol”, de “football” e “acampamento” de “camping” — todas emprestadas do inglês.
Outras palavras que incorporamos do idioma são “hall”, que intitula um saguão; “mouse”, como chamamos o acessório de computador; “delivery”, para falarmos sobre entrega em domicílio; e outras como “laptop”, “jeans” e até mesmo “hot dog”, a forma em inglês para “cachorro-quente”.
Ainda que o inglês seja a língua da qual o português mais incorpora palavras, outros idiomas também têm parte no nosso cotidiano. “Abajur” foi inspirado no “abat-jour”, e “sutiã”, no “soutien” — as duas são palavras francesas, assim como "Réveillon", que usamos para "ano novo". “Marron” também é como os franceses chamam a cor marrom.
Do italiano, pegamos “lasanha” (“lasagne”), “guitarra” (“chitarra”), “graffiti”, “aguentar” (“aguentare”) e a mais famosa de todas: a “pizza”, que é como todos chamamos a massa redonda com molho de tomate e queijo desde que os italianos decidiram batizá-la assim.
Também temos influência dos japoneses na nossa forma de falar, já que pegamos emprestado “tsunâmi” para designarmos ondas gigantes; “tofu”, para falarmos sobre o alimento feito a partir da soja que lembra um queijo; “dojo”, o lugar para prática de artes marciais; e, ainda, o próprio “karatê”, uma das mais famosas artes marciais.
Mesmo que o estrangeirismo aconteça especialmente a partir do contato com outras culturas, ainda incorporamos termos de línguas que já não são mais faladas, em um fenômeno um pouco diferente. “Déficit”, por exemplo, vem do latim, chamado de “língua morta” por não ser mais usado.
O uso da vírgula na passagem “Por estarem sendo amplamente usadas no cotidiano brasileiro, algumas palavras tiveram sua forma de escrita adaptada para o português [...]”, é justificado por:
Questão 9 11092160
IFTO Integrados 2023/1Leia a notícia abaixo e, em seguida, responda:
DE LASANHA A TOFU: AS PALAVRAS ESTRANGEIRAS QUE FORAM INCORPORADAS AO PORTUGUÊS
Conheça alguns exemplos de estrangeirismo que são amplamente usados no nosso dia a dia e às vezes nem percebemos que são palavras emprestadas
Disponível em: www.aventurasnahistoria.uol.com.br. Acesso em: 01 set. 2022.
A língua é viva e sofre adaptações cotidianamente enquanto seus falantes a usam ao longo dos anos. Modificando palavras, criando novas, deixando de usar algumas já ultrapassadas e até mesmo emprestando outras de idiomas diferentes.
Chamado de estrangeirismo, o fenômeno linguístico que consiste em usar palavras de outros idiomas na Língua Portuguesa costuma acontecer naturalmente e é formado quase sempre a partir da necessidade de se expressar e o contato com outras culturas.
A incorporação de termos de outros idiomas acontece há muito tempo, mas também é fato que a internet possibilitou um avanço nesse hábito já que, na web, podemos nos comunicar com pessoas de diferentes locais do mundo com facilidade, adaptando nosso vocabulário.
Mas embora tenhamos um nome específico para a prática no Brasil, o uso de palavras, construções ou expressões frasais estrangeiras não acontece só aqui. A maior parte dos idiomas conta com alguns “empréstimos” também.
E o mais interessante do estrangeirismo é que o fenômeno torna nossa língua mais dinâmica — ela é mudada conforme falamos no tempo presente, sempre atualizada — e também permite que o falante possa “personalizar” a forma com que vai dizer algo.
Se antes apenas poderíamos dizer que iríamos “baixar um arquivo”, hoje podemos falar que vamos “fazer um download”, por exemplo. Isso não seria possível sem o empréstimo da palavra da língua inglesa.
Exemplos de estrangeirismo
Ainda existe algo bastante curioso na prática de “pegar emprestado” palavras de outros idiomas. Isso porque algumas expressões estrangeiras já estão tão incorporadas ao nosso dia a dia, que às vezes nem lembramos que elas não eram nossas inicialmente.
Por estarem sendo amplamente usadas no cotidiano brasileiro, algumas palavras tiveram sua forma de escrita adaptada para o português, mesclando ainda mais as culturas e facilitando a forma de comunicação.
O exemplo mais famoso desse fenômeno é a palavra “xampu”, que vem do “shampoo”, em inglês. Temos também “deletar”, vinda do “delete”, “futebol”, de “football” e “acampamento” de “camping” — todas emprestadas do inglês.
Outras palavras que incorporamos do idioma são “hall”, que intitula um saguão; “mouse”, como chamamos o acessório de computador; “delivery”, para falarmos sobre entrega em domicílio; e outras como “laptop”, “jeans” e até mesmo “hot dog”, a forma em inglês para “cachorro-quente”.
Ainda que o inglês seja a língua da qual o português mais incorpora palavras, outros idiomas também têm parte no nosso cotidiano. “Abajur” foi inspirado no “abat-jour”, e “sutiã”, no “soutien” — as duas são palavras francesas, assim como "Réveillon", que usamos para "ano novo". “Marron” também é como os franceses chamam a cor marrom.
Do italiano, pegamos “lasanha” (“lasagne”), “guitarra” (“chitarra”), “graffiti”, “aguentar” (“aguentare”) e a mais famosa de todas: a “pizza”, que é como todos chamamos a massa redonda com molho de tomate e queijo desde que os italianos decidiram batizá-la assim.
Também temos influência dos japoneses na nossa forma de falar, já que pegamos emprestado “tsunâmi” para designarmos ondas gigantes; “tofu”, para falarmos sobre o alimento feito a partir da soja que lembra um queijo; “dojo”, o lugar para prática de artes marciais; e, ainda, o próprio “karatê”, uma das mais famosas artes marciais.
Mesmo que o estrangeirismo aconteça especialmente a partir do contato com outras culturas, ainda incorporamos termos de línguas que já não são mais faladas, em um fenômeno um pouco diferente. “Déficit”, por exemplo, vem do latim, chamado de “língua morta” por não ser mais usado.
São acentuadas pela mesma regra de “fenômeno” e “hábito” as palavras:
Questão 8 11092148
IFTO Integrados 2023/1Leia a notícia abaixo e, em seguida, responda:
DE LASANHA A TOFU: AS PALAVRAS ESTRANGEIRAS QUE FORAM INCORPORADAS AO PORTUGUÊS
Conheça alguns exemplos de estrangeirismo que são amplamente usados no nosso dia a dia e às vezes nem percebemos que são palavras emprestadas
Disponível em: www.aventurasnahistoria.uol.com.br. Acesso em: 01 set. 2022.
A língua é viva e sofre adaptações cotidianamente enquanto seus falantes a usam ao longo dos anos. Modificando palavras, criando novas, deixando de usar algumas já ultrapassadas e até mesmo emprestando outras de idiomas diferentes.
Chamado de estrangeirismo, o fenômeno linguístico que consiste em usar palavras de outros idiomas na Língua Portuguesa costuma acontecer naturalmente e é formado quase sempre a partir da necessidade de se expressar e o contato com outras culturas.
A incorporação de termos de outros idiomas acontece há muito tempo, mas também é fato que a internet possibilitou um avanço nesse hábito já que, na web, podemos nos comunicar com pessoas de diferentes locais do mundo com facilidade, adaptando nosso vocabulário.
Mas embora tenhamos um nome específico para a prática no Brasil, o uso de palavras, construções ou expressões frasais estrangeiras não acontece só aqui. A maior parte dos idiomas conta com alguns “empréstimos” também.
E o mais interessante do estrangeirismo é que o fenômeno torna nossa língua mais dinâmica — ela é mudada conforme falamos no tempo presente, sempre atualizada — e também permite que o falante possa “personalizar” a forma com que vai dizer algo.
Se antes apenas poderíamos dizer que iríamos “baixar um arquivo”, hoje podemos falar que vamos “fazer um download”, por exemplo. Isso não seria possível sem o empréstimo da palavra da língua inglesa.
Exemplos de estrangeirismo
Ainda existe algo bastante curioso na prática de “pegar emprestado” palavras de outros idiomas. Isso porque algumas expressões estrangeiras já estão tão incorporadas ao nosso dia a dia, que às vezes nem lembramos que elas não eram nossas inicialmente.
Por estarem sendo amplamente usadas no cotidiano brasileiro, algumas palavras tiveram sua forma de escrita adaptada para o português, mesclando ainda mais as culturas e facilitando a forma de comunicação.
O exemplo mais famoso desse fenômeno é a palavra “xampu”, que vem do “shampoo”, em inglês. Temos também “deletar”, vinda do “delete”, “futebol”, de “football” e “acampamento” de “camping” — todas emprestadas do inglês.
Outras palavras que incorporamos do idioma são “hall”, que intitula um saguão; “mouse”, como chamamos o acessório de computador; “delivery”, para falarmos sobre entrega em domicílio; e outras como “laptop”, “jeans” e até mesmo “hot dog”, a forma em inglês para “cachorro-quente”.
Ainda que o inglês seja a língua da qual o português mais incorpora palavras, outros idiomas também têm parte no nosso cotidiano. “Abajur” foi inspirado no “abat-jour”, e “sutiã”, no “soutien” — as duas são palavras francesas, assim como "Réveillon", que usamos para "ano novo". “Marron” também é como os franceses chamam a cor marrom.
Do italiano, pegamos “lasanha” (“lasagne”), “guitarra” (“chitarra”), “graffiti”, “aguentar” (“aguentare”) e a mais famosa de todas: a “pizza”, que é como todos chamamos a massa redonda com molho de tomate e queijo desde que os italianos decidiram batizá-la assim.
Também temos influência dos japoneses na nossa forma de falar, já que pegamos emprestado “tsunâmi” para designarmos ondas gigantes; “tofu”, para falarmos sobre o alimento feito a partir da soja que lembra um queijo; “dojo”, o lugar para prática de artes marciais; e, ainda, o próprio “karatê”, uma das mais famosas artes marciais.
Mesmo que o estrangeirismo aconteça especialmente a partir do contato com outras culturas, ainda incorporamos termos de línguas que já não são mais faladas, em um fenômeno um pouco diferente. “Déficit”, por exemplo, vem do latim, chamado de “língua morta” por não ser mais usado.
Ao trazer a questão da variação linguística, pode-se afirmar que a notícia:
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