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Questão 10 419645
IFSudesteMinas 2016Observe a charge para solucionar a próxima questão.

A frase “larva-rápido” tem um caráter de:
Questão 8 419642
IFSudesteMinas 2016Leia, atentamente, o artigo.
Em oito meses, país registra 693 mortes por dengue e bate recorde
Os dados também colocam 2015 como o ano com maior número de óbitos provocados pela dengue desde 1990.
Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde aponta que o país já teve 693 mortes causadas pela dengue nos primeiros oito meses do ano. O número é 70% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.
Os dados também colocam 2015 como o ano com maior número de óbitos provocados pela dengue desde 1990. O recorde anterior tinha ocorrido em 2013, quando o ministério contabilizou 674 mortes causadas pela doença em todo o ano.
Entre janeiro e agosto, a região Sudeste concentrou 68,5% das mortes, enquanto o Estado campeão foi São Paulo, com 403 óbitos - 41% do total do país. Outros Estados com números expressivos são: Goiás (67), Ceará (50) e Minas Gerais (47). Apenas Acre, Roraima, Sergipe e Santa Catarina não registraram mortes.
Segundo o ministério, os óbitos ocorreram em um maior número de municípios, e os casos foram na grande maioria confirmados em pacientes acima de 60 anos, com morbidades e fatores de risco para complicação de dengue.
Ao todo, o país já registrou 1,4 milhão notificações de casos de dengue, o que também corresponde a um aumento de 170% em relação ao mesmo período de 2014. O mesmo ocorreu com os casos da febre de chikungunya, também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, saltando de 3.657 para 12.170 - aumento de mais de 200%.
O ministério afirmou que repassou verba adicional de R$ 150 milhões a todos os Estados e municípios brasileiros em janeiro, exclusivo para qualificação das ações de combate aos mosquitos transmissores da dengue e do chikungunya. O valor soma-se ao R$ 1,25 bilhão destinado a todas as ações de vigilância em saúde, inclusive da dengue.
Na capital paulista, o prefeito Fernando Haddad (PT) sancionou na semana passada uma lei que autoriza o ingresso forçado de agentes de combate à dengue em imóveis particulares. A administração, no entanto, ainda deverá regulamentar a lei, para deixar mais claras as situações em que a medida será usada.
No interior do Estado, algumas prefeituras estão antecipando as campanhas de combate ao mosquito transmissor e deverão usar equipamentos mais sofisticados, como drones, para encontrar os criadouros.
Disponível em: . Acesso em: 08 out. 2015
Podemos inferir que os argumentos predominantes no texto são baseados:
Questão 8 401604
IFSulDeMinas 2016
Disponível em: htrps://www.google.com.br/searchq=charge&biw=1366&bih=667&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CBwQsARgFQoTCIn3MKz6McCFZUVkgodU1MBBA#tbm=isch&q=lingua+portuguesa&imgdii=x18CIRAqpLaBM%3A%3Bx18CiIRAqpLaBM%3A%3BkYZz43gw7z50aM&imgrc=x18CiIRAqpLqBM%3A. Acessado em 08/09/2015
Analise as afirmações.
I - O efeito de humor da tirinha é, em parte, produzido pela ambiguidade fonológica que pode ser causada entre assento, lugar para sentar-se, e acento, sinal gráfico utilizado na língua escrita.
II - No segundo quadro, o personagem apresenta informações equivocadas, pois as alterações realizadas dizem respeito à ortografia e não à gramática da Língua Portuguesa, como pode ser observado no terceiro quadro.
III - O advérbio de lugar aí, presente no primeiro quadro, refere-se à expressão fim de tarde.
Está CORRETO o que se afirma em:
Questão 4 401594
IFSulDeMinas 2016A Bola
Luís Fernando Veríssimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? – Perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
— Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7
Em O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela, a palavra grifada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Questão 2 401589
IFSulDeMinas 2016A Bola
Luís Fernando Veríssimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? – Perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
— Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7
Analise as afirmações.
I - O texto ilustra um conflito de preferências entre gerações.
II - O fato de a bola ser de plástico indica o desprestígio do futebol conferido pelas crianças na atualidade.
III - De acordo com o texto, é possível supor que, atualmente, as crianças estão habituadas a lidar com brinquedos mais complexos do que aqueles com que brincavam seus pais.
Está CORRETO o que se afirma em:
Questão 1 401582
IFSulDeMinas 2016A Bola
Luís Fernando Veríssimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? – Perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
— Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7
A tese defendida no texto, isto é, sua ideia principal, pode ser resumida na seguinte afirmação:
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