Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 11 14904979
OP 6 e 7 Ano - 1 fase 2024Qual frase está mais bem escrita, considerando as regras-padrão da língua portuguesa?
Questão 22 14900989
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2024Na frase abaixo, há algumas ambiguidades que dificultam o entendimento do que realmente aconteceu. Como podemos reescrevê-la desfazendo tais ambiguidades?

Questão 17 14900948
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2024O texto abaixo tem várias lacunas:

Para preencher as 4 lacunas, você dispõe de 5 cartões, cada um com uma conjunção coordenativa:

Preenchendo as lacunas de modo a formar o texto mais coerente, qual cartão não será utilizado?
Questão 8 14804595
IFNMG Integrado 2024Faça a leitura atenta do texto e, na sequência, responda à questão.
Texto
Acordei ansiosa. Na verdade, acordei algumas vezes durante aquela noite. Fazia tempo que não sentia essa sensação. Eu sempre perco o sono antes de viajar, mas dessa vez era ainda mais diferente. Era a minha primeira viagem depois de 126 dias de isolamento social. E por mais que eu já tivesse passado mais de 120 dias sem viajar, eu nunca tinha passado mais de 120 dias isolada em alguns poucos metros quadrados, sozinha, com algumas raras saídas para supermercado e farmácia. Na noite anterior à viagem, pouco antes dormir, enquanto checava os últimos detalhes para o dia seguinte, eu me deparei com uma joaninha. Sim, uma joaninha em pleno 14º andar, de um prédio em São Paulo, às 10h da noite. Peço desculpas antecipadamente para quem não tem fé ou não acredita em nada, mas eu tenho muita fé, acredito em boas energias e tenho um apego por joaninhas.
No dia seguinte, levantei antes do despertador. Tomei banho, tomei café, rechequei tudo novamente e chamei um Uber pela primeira vez depois de mais de quatro meses de isolamento. Viagem tranquila, Marginal vazia e espantosos 30 minutos de Perdizes até Guarulhos. Na chegada, primeiro espanto: aeroporto lotado. Fiz uma série de vídeos e fotos para eternizar aquele momento, não apenas mentalmente. A cada passo que dava até o local de embarque, eu ficava mais atônita. Para a minha surpresa, as coisas já estavam voltando ao normal, mesmo que eu não achasse aquilo nada normal. Muitas lojas e quiosques já abertos. Pessoas de máscaras por todos os lados. Muita gente. Eu ainda estava um pouco assustada com aquele “novo normal” e por via das dúvidas me mantive bem distante enquanto pude de todas as pessoas.
Esperei até o último momento para me dirigir até a aeronave. E diferente do que temos visto nos noticiários, não tinha medição de temperatura e não tinha distanciamento no voo. Todos os assentos estavam ocupados. Pedi licença para ir até a janela. Foi basicamente o único momento que me dirigi para a pessoa que sentou ao meu lado. Lembrei-me da joaninha que pousou em meu braço na noite anterior. Ia dar tudo certo.
Decidi não comer. Decidi não ir ao banheiro. Tudo para diminuir qualquer chance de contato. Seguia olhando pela janela e me encantando. Eu estava literalmente nas nuvens. Na chegada, uma boa surpresa: o desembarque sendo feito fileira, por fileira. Desejei que ao menos esse “novo normal” ficasse pra sempre. Ao tocar em terra firme, a confirmação de que o que importa é o que levamos dentro de si.
CASTRO, Catharina. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 12 out. 2023. Adaptado.
Ao longo da construção discursiva do texto, alguns verbos foram empregados.
Tendo isso em vista, as formas verbais flexionadas “acordei”, “perco” e “ficasse”, respectivamente, estão no
Questão 7 14804584
IFNMG Integrado 2024Faça a leitura atenta do texto e, na sequência, responda à questão.
Texto
Acordei ansiosa. Na verdade, acordei algumas vezes durante aquela noite. Fazia tempo que não sentia essa sensação. Eu sempre perco o sono antes de viajar, mas dessa vez era ainda mais diferente. Era a minha primeira viagem depois de 126 dias de isolamento social. E por mais que eu já tivesse passado mais de 120 dias sem viajar, eu nunca tinha passado mais de 120 dias isolada em alguns poucos metros quadrados, sozinha, com algumas raras saídas para supermercado e farmácia. Na noite anterior à viagem, pouco antes dormir, enquanto checava os últimos detalhes para o dia seguinte, eu me deparei com uma joaninha. Sim, uma joaninha em pleno 14º andar, de um prédio em São Paulo, às 10h da noite. Peço desculpas antecipadamente para quem não tem fé ou não acredita em nada, mas eu tenho muita fé, acredito em boas energias e tenho um apego por joaninhas.
No dia seguinte, levantei antes do despertador. Tomei banho, tomei café, rechequei tudo novamente e chamei um Uber pela primeira vez depois de mais de quatro meses de isolamento. Viagem tranquila, Marginal vazia e espantosos 30 minutos de Perdizes até Guarulhos. Na chegada, primeiro espanto: aeroporto lotado. Fiz uma série de vídeos e fotos para eternizar aquele momento, não apenas mentalmente. A cada passo que dava até o local de embarque, eu ficava mais atônita. Para a minha surpresa, as coisas já estavam voltando ao normal, mesmo que eu não achasse aquilo nada normal. Muitas lojas e quiosques já abertos. Pessoas de máscaras por todos os lados. Muita gente. Eu ainda estava um pouco assustada com aquele “novo normal” e por via das dúvidas me mantive bem distante enquanto pude de todas as pessoas.
Esperei até o último momento para me dirigir até a aeronave. E diferente do que temos visto nos noticiários, não tinha medição de temperatura e não tinha distanciamento no voo. Todos os assentos estavam ocupados. Pedi licença para ir até a janela. Foi basicamente o único momento que me dirigi para a pessoa que sentou ao meu lado. Lembrei-me da joaninha que pousou em meu braço na noite anterior. Ia dar tudo certo.
Decidi não comer. Decidi não ir ao banheiro. Tudo para diminuir qualquer chance de contato. Seguia olhando pela janela e me encantando. Eu estava literalmente nas nuvens. Na chegada, uma boa surpresa: o desembarque sendo feito fileira, por fileira. Desejei que ao menos esse “novo normal” ficasse pra sempre. Ao tocar em terra firme, a confirmação de que o que importa é o que levamos dentro de si.
CASTRO, Catharina. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 12 out. 2023. Adaptado.
Qual alternativa a seguir melhor descreve a intenção comunicativa da autora ao escrever o texto?
Questão 6 14804562
IFNMG Integrado 2024Faça a leitura atenta do texto e, na sequência, responda à questão.
Texto
Acordei ansiosa. Na verdade, acordei algumas vezes durante aquela noite. Fazia tempo que não sentia essa sensação. Eu sempre perco o sono antes de viajar, mas dessa vez era ainda mais diferente. Era a minha primeira viagem depois de 126 dias de isolamento social. E por mais que eu já tivesse passado mais de 120 dias sem viajar, eu nunca tinha passado mais de 120 dias isolada em alguns poucos metros quadrados, sozinha, com algumas raras saídas para supermercado e farmácia. Na noite anterior à viagem, pouco antes dormir, enquanto checava os últimos detalhes para o dia seguinte, eu me deparei com uma joaninha. Sim, uma joaninha em pleno 14º andar, de um prédio em São Paulo, às 10h da noite. Peço desculpas antecipadamente para quem não tem fé ou não acredita em nada, mas eu tenho muita fé, acredito em boas energias e tenho um apego por joaninhas.
No dia seguinte, levantei antes do despertador. Tomei banho, tomei café, rechequei tudo novamente e chamei um Uber pela primeira vez depois de mais de quatro meses de isolamento. Viagem tranquila, Marginal vazia e espantosos 30 minutos de Perdizes até Guarulhos. Na chegada, primeiro espanto: aeroporto lotado. Fiz uma série de vídeos e fotos para eternizar aquele momento, não apenas mentalmente. A cada passo que dava até o local de embarque, eu ficava mais atônita. Para a minha surpresa, as coisas já estavam voltando ao normal, mesmo que eu não achasse aquilo nada normal. Muitas lojas e quiosques já abertos. Pessoas de máscaras por todos os lados. Muita gente. Eu ainda estava um pouco assustada com aquele “novo normal” e por via das dúvidas me mantive bem distante enquanto pude de todas as pessoas.
Esperei até o último momento para me dirigir até a aeronave. E diferente do que temos visto nos noticiários, não tinha medição de temperatura e não tinha distanciamento no voo. Todos os assentos estavam ocupados. Pedi licença para ir até a janela. Foi basicamente o único momento que me dirigi para a pessoa que sentou ao meu lado. Lembrei-me da joaninha que pousou em meu braço na noite anterior. Ia dar tudo certo.
Decidi não comer. Decidi não ir ao banheiro. Tudo para diminuir qualquer chance de contato. Seguia olhando pela janela e me encantando. Eu estava literalmente nas nuvens. Na chegada, uma boa surpresa: o desembarque sendo feito fileira, por fileira. Desejei que ao menos esse “novo normal” ficasse pra sempre. Ao tocar em terra firme, a confirmação de que o que importa é o que levamos dentro de si.
CASTRO, Catharina. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 12 out. 2023. Adaptado.
Em relação ao gênero textual, o texto é
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