Questões de EFAF Português
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Questão 5 3179960
Colégio Pedro II 2016Texto
O Cavalinho Branco
Cecília Meireles
À tarde, o cavalinho branco
está muito cansado:
mas há um pedacinho do campo
onde é sempre feriado.
O cavalo sacode a crina
loura e comprida
e nas verdes ervas atira
sua branca vida.
e ele ensina aos ventos
e ele ensina aos ventos
a alegria de sentir livres
seus movimentos.
Trabalhou todo o dia, tanto!
desde a madrugada!
Descansa entre as flores, cavalinho branco,
de crina dourada!
(Fonte: http://www. casadobruxo.com.br/pcesla/cicavalo.htm. Acesso em 15/09/2016)
À palavra “feriado", na 2a estrofe do texto, sugere que o cavalinho branco encontrara
Questão 4 3179901
Colégio Pedro II 2016Texto
O Cavalinho Branco
Cecília Meireles
À tarde, o cavalinho branco
está muito cansado:
mas há um pedacinho do campo
onde é sempre feriado.
O cavalo sacode a crina
loura e comprida
e nas verdes ervas atira
sua branca vida.
e ele ensina aos ventos
e ele ensina aos ventos
a alegria de sentir livres
seus movimentos.
Trabalhou todo o dia, tanto!
desde a madrugada!
Descansa entre as flores, cavalinho branco,
de crina dourada!
(Fonte: http://www. casadobruxo.com.br/pcesla/cicavalo.htm. Acesso em 15/09/2016)
O texto de Cecilia Meireles é muito visual, pois ela usa cores que, misturadas, compõem a descrição do cenário do poema.
Esse aspecto fica mais evidente na
Questão 3 3179868
Colégio Pedro II 2016Texto
Após libertação de cavalos de uso no turismo, Ilha de Paquetá recebe “charretes elétricas”.
Fabio Chaves (Do Vista-se)
(20 de maio de 2010)
Uma excelente matéria de um canal de TV aberta mostrou na tarde desta segunda-feira (23) como foi a recepção do publico ao novo meio de transporte da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. A tradição de charretes puxadas por cavalos que já durava mais de 100 anos foi modificada no ultimo fim de semana.
As “charretes elétricas”, como foram chamados os carrinhos elétricos adquiridos pela prefeitura, começaram a rodar pela ilha e desagradaram alguns moradores. Os saudosistas das charretes com cavalos chegaram a fazer protestos com cartazes para tentar impedir o funcionamento dos veículos.
A maioria da população e dos turistas, no entanto, esta eufórica com a noticia de que os cavalos estão no Santuário das Fadas”, que fica na região serrana do Rio de Janeiro. Os vídeos dos animais chegando ao santuário e correndo pela grama felizes comoveram os moradores que não aguentavam mais ver os animais puxando carroças cheias de turistas.
Até mesmo um carroceiro entrevistado pela equipe do canal de TV admitiu que tudo tende a melhorar. Embora ache que é triste que uma tradição se perca, o carroceiro esta feliz por não ter mais que desembolsar cerca de R$ 1.500,00 por mês para manter o cavalo que puxava a charrete com a qual ele trabalhava.
Com as “charretes elétricas”, os carroceiros terão mais lucro, não haverá mais crueldade com os animais e a questão sanitária também foi resolvida. É o começo de uma nova tradição na Ilha de Paquetá.
(Fonte: https://vista-se.com.br/ apos-libertacao-de-cavalos-de-uso-no-turismo- lha-de-pagueta-recebe-charretes-eletricas/ Adaptado. Acesso em 09/09/2010)
Vocabulário:
1Santuário das Fadas: O Santuário das Fadas é um projeto que tem como objetivo acolher e manter, num sitio localizado em Itaipava, no estado do Rio de Janeiro, animais vitimas de crueldade e exploração. Lã eles vivem em liberdade e são tratados com respeito e carinho.
Releia a frase destacada: “Os saudosistas das charretes com cavalos chegaram a fazer protestos com cartazes para tentar impedir o funcionamento dos veículos". (2º paragrafo).
Levando em consideração esse trecho, podemos afirmar que os “saudosistas das charretes"
Questão 50 1385175
CN 2° Dia 2016No dia 05 de Novembro de 2015, ocorreu o rompimento de duas barragens em um distrito de Mariana (MG), causando a morte do Rio Doce. Desde o dia do rompimento da barragem, órgãos ambientais estaduais e federais monitoram a qualidade do Rio Doce. A tragédia é considerada como o maior desastre ambiental do país. A água e a lama contaminadas afetaram a dinâmica da cadeia alimentar e especialistas acreditam que serão necessárias décadas para a recuperação desse ambiente devastado.
Com relação à cadeia alimentar, marque a opção correta.
Questão 19 1384848
CN 2° Dia 2016Texto para a questão.
O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da lgnorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários como "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
[...]
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes em silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. É lamentável que as pessoas sucumbam ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em http://revistacult .uol.com.br —- 31 de jan. 2016 = com adaptações)
Assinale a opção na qual a palavra em destaque está de acordo com a ortografia oficial.
Questão 8 1384791
CN 2° Dia 2016Texto para a questão.
O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da lgnorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários como "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
[...]
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes em silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. É lamentável que as pessoas sucumbam ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em http://revistacult .uol.com.br —- 31 de jan. 2016 = com adaptações)
Assinale a opção na qual o uso da conjunção mantém o sentido original do período "A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta. " (2º§).
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