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Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto

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7.497 Questões

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Questão 2 15407212
Fácil 00:00

Colégio Pedro II 2023
  • EFAF Português
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  • Leitura e Interpretação de Texto
  • Argumentativo Coesão (elem. coesivos) e Coerência
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Resolução comentada

Texto

QUEM COLA SAI DA ESCOLA?

 

[1]    A “cola” na escola é a prática de furtar ideias e respostas alheias nas situações de

avaliação. Trata-se de um fenômeno tão recorrente que gera a palavra de ordem dos

corredores: “quem não cola não sai da escola”.

    A recorrência do fenômeno sugere que a prática da cola seria ou um problema menor,

[5] ou um problema insolúvel. Aqueles que a veem como problema menor defendem que muitas

vezes a cola pode até estimular a [5] criatividade dos alunos, tantos são os meios inventados

para burlar a vigilância de professores e inspetores. Aqueles que a veem como problema

insolúvel defendem que a essência do ser humano é ruim, logo, se faz necessário aumentar

o controle para que os alunos, pelo menos, colem menos.

[10]  De fato, trata-se de um problema. Defendo, no entanto, esse problema não é nem

menor, nem insolúvel.

    Por que a cola não é um problema menor? Porque através da sua prática o futuro

cidadão “aprende” a desonestidade intelectual, exatamente a matriz de todo tipo de

corrupção que assola o país. Através da prática da cola o futuro cidadão aprende a subornar,

[15] a aceitar suborno e a avançar o sinal vermelho. Minimizar a importância da cola implica

minimizar suas graves consequências para toda a sociedade.

    Por que a cola não é um problema insolúvel? Porque ela é fabricada pela própria

escola, que dela precisa para estruturar e justificar seu complexo sistema de controle e

poder. Na verdade, a cola é a sombra da própria escola. Se percebermos como isso

[20] acontece, podemos mudar as práticas escolares que instituem e promovem a cola.

     Na escola são tantas as disciplinas que o conhecimento fica todo esfacelado. Nenhum

professor pode dar conta de toda a matéria que se ensina aos alunos em todas as disciplinas,

mas todos os professores exigem que seus alunos deem conta do que eles mesmos não

conseguem. […]

[25]    O aluno, pressionado por tanto exame de tanta matéria, e ao mesmo tempo

percebendo que seus professores não sabem tudo o que eles teriam de saber, tenta escapar

pela cola. A escola então se vê obrigada a criar mecanismos de repressão à cola.

    No entanto, como quem passou pela escola sabe bem, esses mecanismos são em

geral ineficientes. Um número muito pequeno de alunos é “pego” colando, o suficiente

[30] apenas para manter a impressão de repressão. Punem-se somente aqueles que colam muito

mal. Isso significa que professores e inspetores são bobos?

    Não. Na verdade, o controle deficiente da cola revela-se um procedimento eficiente de

promovê-la. Promove-se assim a desonestidade e, ao mesmo tempo, a dependência

intelectual. Quando consegue colar, o aluno comemora sua vitória sobre o professor, sem

[35] perceber que introjeta tanto a desonestidade quanto a insegurança. Sua vitória é uma

derrota. Quem cola, na verdade, não sai da escola, porque fica preso dentro do seu sistema

viciado e viciante.

    […] Não acho que a cola torne ninguém mais esperto. A prática da cola fabrica antes

pessoas simultaneamente desonestas e inseguras. Logo, sou contra a cola. Mas também

[40] sou contra a repressão à cola, porque ela na verdade estimula essa prática. O que fazer?

Como sempre, a solução encontra na raiz do problema. Essa raiz deve ser arrancada.

Para fazê-lo, devemos modificar as condições escolares que criam e promovem a cola.

BERNARDO, G Disponível em: https://revista.vestibular.uerj.br. Acesso em: 6 out. 2022 (adaptado)

“Trata-se de um fenômeno tão recorrente que gera a palavra de ordem dos corredores: “quem não cola não sai da escola”.” (linhas 2-3)

 

O trecho destacado no excerto acima é um conhecido ditado popular, citado pelo autor com a finalidade de

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Questão 1 15407211
Fácil 00:00

Colégio Pedro II 2023
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto
  • Argumentativo Coesão (elem. coesivos) e Coerência
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto

QUEM COLA SAI DA ESCOLA?

 

[1]    A “cola” na escola é a prática de furtar ideias e respostas alheias nas situações de

avaliação. Trata-se de um fenômeno tão recorrente que gera a palavra de ordem dos

corredores: “quem não cola não sai da escola”.

    A recorrência do fenômeno sugere que a prática da cola seria ou um problema menor,

[5] ou um problema insolúvel. Aqueles que a veem como problema menor defendem que muitas

vezes a cola pode até estimular a [5] criatividade dos alunos, tantos são os meios inventados

para burlar a vigilância de professores e inspetores. Aqueles que a veem como problema

insolúvel defendem que a essência do ser humano é ruim, logo, se faz necessário aumentar

o controle para que os alunos, pelo menos, colem menos.

[10]  De fato, trata-se de um problema. Defendo, no entanto, esse problema não é nem

menor, nem insolúvel.

    Por que a cola não é um problema menor? Porque através da sua prática o futuro

cidadão “aprende” a desonestidade intelectual, exatamente a matriz de todo tipo de

corrupção que assola o país. Através da prática da cola o futuro cidadão aprende a subornar,

[15] a aceitar suborno e a avançar o sinal vermelho. Minimizar a importância da cola implica

minimizar suas graves consequências para toda a sociedade.

    Por que a cola não é um problema insolúvel? Porque ela é fabricada pela própria

escola, que dela precisa para estruturar e justificar seu complexo sistema de controle e

poder. Na verdade, a cola é a sombra da própria escola. Se percebermos como isso

[20] acontece, podemos mudar as práticas escolares que instituem e promovem a cola.

     Na escola são tantas as disciplinas que o conhecimento fica todo esfacelado. Nenhum

professor pode dar conta de toda a matéria que se ensina aos alunos em todas as disciplinas,

mas todos os professores exigem que seus alunos deem conta do que eles mesmos não

conseguem. […]

[25]    O aluno, pressionado por tanto exame de tanta matéria, e ao mesmo tempo

percebendo que seus professores não sabem tudo o que eles teriam de saber, tenta escapar

pela cola. A escola então se vê obrigada a criar mecanismos de repressão à cola.

    No entanto, como quem passou pela escola sabe bem, esses mecanismos são em

geral ineficientes. Um número muito pequeno de alunos é “pego” colando, o suficiente

[30] apenas para manter a impressão de repressão. Punem-se somente aqueles que colam muito

mal. Isso significa que professores e inspetores são bobos?

    Não. Na verdade, o controle deficiente da cola revela-se um procedimento eficiente de

promovê-la. Promove-se assim a desonestidade e, ao mesmo tempo, a dependência

intelectual. Quando consegue colar, o aluno comemora sua vitória sobre o professor, sem

[35] perceber que introjeta tanto a desonestidade quanto a insegurança. Sua vitória é uma

derrota. Quem cola, na verdade, não sai da escola, porque fica preso dentro do seu sistema

viciado e viciante.

    […] Não acho que a cola torne ninguém mais esperto. A prática da cola fabrica antes

pessoas simultaneamente desonestas e inseguras. Logo, sou contra a cola. Mas também

[40] sou contra a repressão à cola, porque ela na verdade estimula essa prática. O que fazer?

Como sempre, a solução encontra na raiz do problema. Essa raiz deve ser arrancada.

Para fazê-lo, devemos modificar as condições escolares que criam e promovem a cola.

BERNARDO, G Disponível em: https://revista.vestibular.uerj.br. Acesso em: 6 out. 2022 (adaptado)

No Texto, a opinião do autor pode ser resumida corretamente pela seguinte frase:

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Questão 15 15398460
Fácil 00:00

IFRJ 2023
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Morfologia
  • Estratégias de leitura Estrutura e formação das palavras
  • Exibir tags
Resolução comentada

0_69762b15ba18b95cf826167a39908fbc_250533.jpg.png

Morfologia é a parte da Gramática que se ocupa de estudar a constituição das palavras, os processos que as constroem a partir dos elementos que as compõem.]

 

No trecho “Um bom exemplo são as faculdades, antes frequentadas por uma maioria branca e rica”, os termos em destaque apresentam, em relação à estrutura e aos processos de formação de palavras, os mesmos componentes de:

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Questão 14 15398459
Fácil 00:00

IFRJ 2023
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto
  • Argumentativo Gêneros textuais não verbais e mistos
  • Tirinha
  • Exibir tags
Resolução comentada

0_69762b15ba18b95cf826167a39908fbc_250533.jpg.png

Sobre o conceito de cotas trazido pela personagem Rê Tinta, a tese que melhor dialoga com a tirinha é:

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Questão 13 15398376
Fácil 00:00

IFRJ 2023
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto
  • Coesão (elem. coesivos) e Coerência
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto I

 

        Azul da pele preta

Marília Pereira de Jesus

 

    A corrida para pegar os dois ônibus que me levariam até o campus da universidade não foi suficiente para que eu não chegasse atrasada. A brisa boa do outono rolava quando pisei no gramado da faculdade para participar do trote. Ter chegado atrasada foi motivo suficiente para os veteranos me pintarem de smurffet, uma personagem de uma história em quadrinhos que tem a pele azul. Aceitei a brincadeira e, depois de ser pintada, corri para encontrar o grupo que já estava esperando o ônibus para irmos recolher dinheiro

    Alguns dias depois, assim que pisei novamente no gramado, mas dessa vez para a festa de recepção dos calouros, qual não foi o susto de uma menina que recolheu dinheiro comigo no Centro da Cidade durante todo o dia de trote, eu pintada de smurffet e ela de pirata, quando me viu na minha própria pele e exclamou: “Você não é branca!”

    Muito se fala sobre apreciar o caminho, olhar a paisagem e não se concentrar apenas na chegada – nesse caso o diploma –, mas tantas coisas aconteceram desde o dia do trote até hoje. Apreciar o caminho quando ele é composto por solidão e dor não faz nossos olhos brilharem de alegria. Os meus, muitas vezes, brilharam por serem reservatórios de lágrimas de tristeza por não me reconhecer em nada que compunha o ambiente acadêmico. Os pontos de vista variavam, mas as imagens não.

    Eu poderia estar sentada assistindo aula, de pé apresentando seminário para a turma e até mesmo de cabeça baixa lendo um texto: as imagens, de pessoas reais ou descritas, não se pareciam com a minha.

    Os professores eram brancos, os alunos, em sua maioria, eram brancos, a bibliografia era branca e isso acabava me afastando cada dia mais do sentimento de pertencimento, o qual só experimentei muito tempo depois de me tornar aluna.

    Foi num semestre, após uma greve, que me inscrevi em uma disciplina que tinha como foco as mulheres pretas. No primeiro dia de aula, diferente de tudo o que eu já tinha vivido, a professora começou a aula com todos de pé em roda, num primeiro momento, de mãos dadas e depois pediu para que a gente olhasse nos olhos da pessoa do lado, se apresentasse e desse um abraço, se tivesse vontade. Todos tiveram vontade. A emoção de conhecer e reconhecer nossos pares tomou conta do ambiente.

    Era uma sala de aula cheia, cheia mesmo, de mulheres pretas! Eu me via em todas as direções que eu olhava e depois me encontrei em todas as narrativas que ouvi. Encontrar um lugar para compartilhar minhas vivências, falar das dores de “Nós” na primeira pessoa, foi um processo de cura. Na bibliografia desse curso, só tinha autoras negras e o aprofundamento nos estudos de e sobre mulheres negras me fez despertar para muitas questões que antes eu naturalizava.

    Uma delas é sobre como o racismo destruiu minha autoestima e fez com que eu negasse minha própria imagem durante muito tempo. Passei quase toda a minha vida me desenhando com os cabelos esticados, olhos azuis ou verdes e não pintando o meu corpo, apenas o contornando com o lápis de cor marrom mais claro da caixa.

    Mas, foi durante uma dinâmica de autorretrato proposta pela professora, que teve o cuidado de levar uma caixa de lápis de cor com vários tons de marrom, que eu me desenhei como uma mulher preta pela primeira vez. Em todos os encontros dessa disciplina, eu despertava para alguma questão, mas nesse dia eu tive um grande impacto.

    Foi como se pesasse de uma vez tudo o que eu tinha vivido até aquele momento dentro do espaço acadêmico e, só nesse dia, eu consegui despertar para o motivo pelo qual na mente da menina pintada de pirata, ao me ver sem a tinta azul que cobria a minha pele, eu só poderia ser branca.

    Mas eu era preta e estava lá.

(PASSOS, André (Org). Conversas pretas e outros papos. Rio de Janeiro, RJ: Editora Conexão 7, 2021)

Texto II

0_1907b2296aa7f3a5deb5b56acc9cf8e5_15398376.jpg.png

 

Dos fragmentos abaixo retirados do Texto l, aquele que dialoga com os conceitos abordados pela personagem Rê Tinta, no texto ll, está presente em:

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Questão 12 15398375
Fácil 00:00

IFRJ 2023
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto
  • Coesão (elem. coesivos) e Coerência
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Resolução comentada

Texto I

 

        Azul da pele preta

Marília Pereira de Jesus

 

    A corrida para pegar os dois ônibus que me levariam até o campus da universidade não foi suficiente para que eu não chegasse atrasada. A brisa boa do outono rolava quando pisei no gramado da faculdade para participar do trote. Ter chegado atrasada foi motivo suficiente para os veteranos me pintarem de smurffet, uma personagem de uma história em quadrinhos que tem a pele azul. Aceitei a brincadeira e, depois de ser pintada, corri para encontrar o grupo que já estava esperando o ônibus para irmos recolher dinheiro

    Alguns dias depois, assim que pisei novamente no gramado, mas dessa vez para a festa de recepção dos calouros, qual não foi o susto de uma menina que recolheu dinheiro comigo no Centro da Cidade durante todo o dia de trote, eu pintada de smurffet e ela de pirata, quando me viu na minha própria pele e exclamou: “Você não é branca!”

    Muito se fala sobre apreciar o caminho, olhar a paisagem e não se concentrar apenas na chegada – nesse caso o diploma –, mas tantas coisas aconteceram desde o dia do trote até hoje. Apreciar o caminho quando ele é composto por solidão e dor não faz nossos olhos brilharem de alegria. Os meus, muitas vezes, brilharam por serem reservatórios de lágrimas de tristeza por não me reconhecer em nada que compunha o ambiente acadêmico. Os pontos de vista variavam, mas as imagens não.

    Eu poderia estar sentada assistindo aula, de pé apresentando seminário para a turma e até mesmo de cabeça baixa lendo um texto: as imagens, de pessoas reais ou descritas, não se pareciam com a minha.

    Os professores eram brancos, os alunos, em sua maioria, eram brancos, a bibliografia era branca e isso acabava me afastando cada dia mais do sentimento de pertencimento, o qual só experimentei muito tempo depois de me tornar aluna.

    Foi num semestre, após uma greve, que me inscrevi em uma disciplina que tinha como foco as mulheres pretas. No primeiro dia de aula, diferente de tudo o que eu já tinha vivido, a professora começou a aula com todos de pé em roda, num primeiro momento, de mãos dadas e depois pediu para que a gente olhasse nos olhos da pessoa do lado, se apresentasse e desse um abraço, se tivesse vontade. Todos tiveram vontade. A emoção de conhecer e reconhecer nossos pares tomou conta do ambiente.

    Era uma sala de aula cheia, cheia mesmo, de mulheres pretas! Eu me via em todas as direções que eu olhava e depois me encontrei em todas as narrativas que ouvi. Encontrar um lugar para compartilhar minhas vivências, falar das dores de “Nós” na primeira pessoa, foi um processo de cura. Na bibliografia desse curso, só tinha autoras negras e o aprofundamento nos estudos de e sobre mulheres negras me fez despertar para muitas questões que antes eu naturalizava.

    Uma delas é sobre como o racismo destruiu minha autoestima e fez com que eu negasse minha própria imagem durante muito tempo. Passei quase toda a minha vida me desenhando com os cabelos esticados, olhos azuis ou verdes e não pintando o meu corpo, apenas o contornando com o lápis de cor marrom mais claro da caixa.

    Mas, foi durante uma dinâmica de autorretrato proposta pela professora, que teve o cuidado de levar uma caixa de lápis de cor com vários tons de marrom, que eu me desenhei como uma mulher preta pela primeira vez. Em todos os encontros dessa disciplina, eu despertava para alguma questão, mas nesse dia eu tive um grande impacto.

    Foi como se pesasse de uma vez tudo o que eu tinha vivido até aquele momento dentro do espaço acadêmico e, só nesse dia, eu consegui despertar para o motivo pelo qual na mente da menina pintada de pirata, ao me ver sem a tinta azul que cobria a minha pele, eu só poderia ser branca.

    Mas eu era preta e estava lá.

(PASSOS, André (Org). Conversas pretas e outros papos. Rio de Janeiro, RJ: Editora Conexão 7, 2021)

Releia o excerto abaixo:

 

“Uma delas é sobre como o racismo destruiu minha autoestima e fez com que eu negasse minha própria imagem durante muito tempo. Passei toda minha vida me desenhando com os cabelos esticados, olhos azuis ou verdes e não pintando o meu corpo, apenas o contornando com o lápis marrom mais claro da caixa.”

 

O s dois trechos acima ser unidos trocando-se o ponto entres as duas frases pelo seguinte conectivo:

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