Questões de EFAF Português
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Questão 9 10309540
IFPR Médio Integrado 2016MÚSICA NO TÁXI
Carlos Drummond de Andrade
1º Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar seu destino (manda, não,
pede por favor) e ................ a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio
despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão
todo o percurso. E a fatalidade da vida, quando .............. pressa.
2º Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os
acordes dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
3º Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala
Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor.
Cumpre agradecer a fineza:
4º — Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes
música e não barulho e crimes.
5º — Não tem de quê. O senhor também aprecia?
6º — O quê?
7º — Strauss. E um dos meus prediletos.
8º — Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
9º — Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor
também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
10 — E já lhe aconteceu desligar?
11 — lh, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados,
disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço. O senhor já
pensou: chamar Tchaikovski de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de
executivo. Ele disse que precisava se concentrar por causa de um negócio importante e Tchaicovski
perturbava a concentração.
12 — Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
13 — Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cumulo da falta de respeito.
14 — Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
15 — Como é que o senhor viu?
16 — Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é”?
Virou-se com tristeza na voz:
17 — Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é
só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas
melhorarem este ano...
18 — Melhoram. As coisas têm de melhorar — achei meu dever confortá-lo.
19 — Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta
vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra
encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
20 — Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete — quem sabe”, talvez até
seja o mesmo que .................. — será uma festa.
21 — Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar
razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra
estudar nem meia hora por dia.
22 — O importante é gostar de música, ter amor e devoção por música, e está se vendo que o
senhor tem de sobra.
23 — Lá isso tá certo.
24 — Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma
orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, uma vez que cultive alguma coisa bonita na
vida.
25 Seu rosto iluminou-se.
26 — Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos
tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter
vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando...
Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é
preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
27 Olhei o taximetro, tirei a carteira.
28 — Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Boca de Luar, 6 ed. pág. 69-71, Editora Record, Rio, 1987)
Considere as seguintes sugestões de substituição dos nexos destacados no texto (porque, Se, Portanto e mas):
I - Porque por já que.
II - Se por caso.
III - Portanto por contudo.
IV - Mas por embora.
Quais delas conservariam a correção e o sentido da frase em que ocorrem:
Questão 8 10309514
IFPR Médio Integrado 2016MÚSICA NO TÁXI
Carlos Drummond de Andrade
1º Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar seu destino (manda, não,
pede por favor) e ................ a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio
despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão
todo o percurso. E a fatalidade da vida, quando .............. pressa.
2º Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os
acordes dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
3º Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala
Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor.
Cumpre agradecer a fineza:
4º — Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes
música e não barulho e crimes.
5º — Não tem de quê. O senhor também aprecia?
6º — O quê?
7º — Strauss. E um dos meus prediletos.
8º — Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
9º — Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor
também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
10 — E já lhe aconteceu desligar?
11 — lh, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados,
disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço. O senhor já
pensou: chamar Tchaikovski de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de
executivo. Ele disse que precisava se concentrar por causa de um negócio importante e Tchaicovski
perturbava a concentração.
12 — Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
13 — Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cumulo da falta de respeito.
14 — Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
15 — Como é que o senhor viu?
16 — Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é”?
Virou-se com tristeza na voz:
17 — Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é
só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas
melhorarem este ano...
18 — Melhoram. As coisas têm de melhorar — achei meu dever confortá-lo.
19 — Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta
vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra
encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
20 — Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete — quem sabe”, talvez até
seja o mesmo que .................. — será uma festa.
21 — Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar
razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra
estudar nem meia hora por dia.
22 — O importante é gostar de música, ter amor e devoção por música, e está se vendo que o
senhor tem de sobra.
23 — Lá isso tá certo.
24 — Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma
orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, uma vez que cultive alguma coisa bonita na
vida.
25 Seu rosto iluminou-se.
26 — Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos
tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter
vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando...
Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é
preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
27 Olhei o taximetro, tirei a carteira.
28 — Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Boca de Luar, 6 ed. pág. 69-71, Editora Record, Rio, 1987)
Assinale a alternativa em que o verbo está empregado no mesmo tempo e modo que o grifado em “Eu nem devia cobrar do senhor”:
Questão 7 10309456
IFPR Médio Integrado 2016MÚSICA NO TÁXI
Carlos Drummond de Andrade
1º Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar seu destino (manda, não,
pede por favor) e ................ a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio
despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão
todo o percurso. E a fatalidade da vida, quando .............. pressa.
2º Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os
acordes dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
3º Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala
Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor.
Cumpre agradecer a fineza:
4º — Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes
música e não barulho e crimes.
5º — Não tem de quê. O senhor também aprecia?
6º — O quê?
7º — Strauss. E um dos meus prediletos.
8º — Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
9º — Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor
também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
10 — E já lhe aconteceu desligar?
11 — lh, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados,
disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço. O senhor já
pensou: chamar Tchaikovski de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de
executivo. Ele disse que precisava se concentrar por causa de um negócio importante e Tchaicovski
perturbava a concentração.
12 — Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
13 — Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cumulo da falta de respeito.
14 — Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
15 — Como é que o senhor viu?
16 — Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é”?
Virou-se com tristeza na voz:
17 — Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é
só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas
melhorarem este ano...
18 — Melhoram. As coisas têm de melhorar — achei meu dever confortá-lo.
19 — Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta
vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra
encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
20 — Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete — quem sabe”, talvez até
seja o mesmo que .................. — será uma festa.
21 — Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar
razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra
estudar nem meia hora por dia.
22 — O importante é gostar de música, ter amor e devoção por música, e está se vendo que o
senhor tem de sobra.
23 — Lá isso tá certo.
24 — Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma
orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, uma vez que cultive alguma coisa bonita na
vida.
25 Seu rosto iluminou-se.
26 — Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos
tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter
vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando...
Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é
preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
27 Olhei o taximetro, tirei a carteira.
28 — Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Boca de Luar, 6 ed. pág. 69-71, Editora Record, Rio, 1987)
Enumere os tipos de verbos as orações:
(1) intransitivo
(2) transitivo direto
(3) transitivo indireto
(4) transitivo direto e indireto
(5) de ligação
( ) Ofereceu-lhes música.
( ) Agasolina está cara.
( ) Não desanime.
( ) Agradeci a gentileza.
( ) Assiste a um concerto der piano.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
Questão 6 10309426
IFPR Médio Integrado 2016MÚSICA NO TÁXI
Carlos Drummond de Andrade
1º Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar seu destino (manda, não,
pede por favor) e ................ a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio
despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão
todo o percurso. E a fatalidade da vida, quando .............. pressa.
2º Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os
acordes dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
3º Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala
Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor.
Cumpre agradecer a fineza:
4º — Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes
música e não barulho e crimes.
5º — Não tem de quê. O senhor também aprecia?
6º — O quê?
7º — Strauss. E um dos meus prediletos.
8º — Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
9º — Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor
também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
10 — E já lhe aconteceu desligar?
11 — lh, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados,
disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço. O senhor já
pensou: chamar Tchaikovski de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de
executivo. Ele disse que precisava se concentrar por causa de um negócio importante e Tchaicovski
perturbava a concentração.
12 — Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
13 — Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cumulo da falta de respeito.
14 — Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
15 — Como é que o senhor viu?
16 — Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é”?
Virou-se com tristeza na voz:
17 — Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é
só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas
melhorarem este ano...
18 — Melhoram. As coisas têm de melhorar — achei meu dever confortá-lo.
19 — Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta
vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra
encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
20 — Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete — quem sabe”, talvez até
seja o mesmo que .................. — será uma festa.
21 — Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar
razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra
estudar nem meia hora por dia.
22 — O importante é gostar de música, ter amor e devoção por música, e está se vendo que o
senhor tem de sobra.
23 — Lá isso tá certo.
24 — Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma
orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, uma vez que cultive alguma coisa bonita na
vida.
25 Seu rosto iluminou-se.
26 — Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos
tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter
vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando...
Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é
preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
27 Olhei o taximetro, tirei a carteira.
28 — Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Boca de Luar, 6 ed. pág. 69-71, Editora Record, Rio, 1987)
Assinale a alternativa em que a função sintática das palavras em destaque está incorreta:
Questão 19 10265463
CMBH 1° ano prova de Língua portugesa 2016Texto

No texto, há o emprego informal da língua, como a ausência do pronome oblíquo em “nunca iremos alcançar”.
De acordo com a Norma Culta, a forma correta para esse trecho seria:
Questão 18 10265437
CMBH 1° ano prova de Língua portugesa 2016Texto 1
Utopia s.f. 1 qualquer descrição imaginativa de uma sociedade ideal, fundamentada em leis justas e em instituições político-econômicas verdadeiramente comprometidas com o bem-estar da coletividade 2 p.ext. projeto de natureza irrealizável; ideia generosa, porém impraticável; quimera, fantasia.
(Houaiss, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. 1ª Reimpressão com alterações. Editora Objetiva. Rio de Janeiro, 2004. p. 2817.)
Texto 2

Texto 3

A partir da leitura dos textos 1, 2 e 3, pode-se dizer que todas as afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO:
06
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