Questões de EFAF Português - Sintaxe
1.422 Questões
Questão 18 10768670
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009O texto serve de base para a questão.
TEXTO
O jovem Sexta-Feira, meu novo amigo, estranhou muito os alimentos civilizados. Quando salguei a carne, ele a cuspiu, enojado. Eu peguei um pedaço de carne crua e também a cuspi, mostrando com isso que tínhamos jeitos diferentes de apreciar o alimento. Mas o rapaz gostou muito de pão e aos poucos também apreciou a carne assada e salgada.
Quando seu inglês melhorou, perguntei a Sexta-Feira de onde ele vinha e quem era seu povo. Disse que seu povo era valente e jamais se rendia.
– Diga-me, Sexta-feira, vocês também comem os prisioneiros?
– Sim, sim, comer todos os prisioneiros! Eu comer um, dois, três...
Foi difícil para minha alma entender como aquele rapaz gentil podia aprovar uma prática de tal selvageria. Aos poucos, fui-lhe explicando sobre Deus e as leis da religião cristã.
(Daniel Defoe. Robinson Crusoé, Adaptado)
Considere a frase – Diga-me, Sexta-Feira, vocês também comem os prisioneiros? – para responder à questão.
A pergunta está feita da forma direta. Passando-se essa pergunta para o discurso indireto, tem-se:
Questão 20 10736941
CMBH 6° Ano - Português 2009TEXTO
O BURRO JUIZ
Disputava a gralha com o sabiá, afirmando que a sua voz valia a dele. Como as outras aves
rissem daquela pretensão, a bulhenta matraca de penas, furiosa disse:
- Nada de brincadeiras. Isto é uma questão muito séria, que deve ser decidida por um juiz.
Canta o sabiá, canto eu, e a sentença do julgador decidirá quem é o melhor artista. Topam? - Topa-
[5] mos! piaram as aves. Mas quem servirá de juiz?
Estavam a debater este ponto, quando zurrou um burro.
- Nem de encomenda! exclamou a gralha. Está lá um juiz de primeiríssima para julgamento
de música, pois nenhum animal possui maiores orelhas. Convidê-mo-lo. Aceitou o burro o juizado e
veio postar-se no centro da roda.
[10] - Vamos lá, comecem! ordenou ele.
O sabiá deu um pulinho, abriu o bico e cantou. Cantou como só cantam sabiás, garganteando os trinos mais melodiosos e límpidos. Uma pura maravilha, que deixou mergulhado em êxtase o
auditório em peso.
- Agora eu! disse a gralha, dando um passo à frente.
[15] E abrindo a bicanca matraqueou uma grita de romper os ouvidos aos próprios surdos. Ter-
minada a justa, o meritíssimo juiz deu a sentença:
- Dou ganho de causa à excelentíssima senhora dona Gralha, porque canta muito mais forte
que mestre sabiá.
Moral da História:
Quem burro nasce, togado ou não, burro morre.
Monteiro Lobato – Extraído do sitio “Universo das Fábulas”
Vocabulário:
Matraca: instrumento de percussão.
Trinos: trinados (música).
Êxtase: encanto.
Bicanca: narigão, bicarra, bico grande.
Justa: luta, combate.
Toga: vestuário de um juiz.
“(...) Disputava a gralha com o sabiá, afirmando que a sua voz valia a dele” (linha 1).
A palavra sublinhada em relação ao verbo “disputava”:
Questão 30 10635786
CMSM 6º Ano 2009Leia atentamente o texto a seguir e depois responda ao item.
O cururu
Tudo quieto, o primeiro cururu surgiu na margem, molhado, reluzente na semi-escuridão. Engoliu um mosquito; baixou a cabeçorra; tragou um cascudinho; mergulhou de novo, e bum-bum! Soou uma nota soturna do concerto interrompido. Em poucos instantes, o barreiro ficou sonoro, como um convento de frades. Vozes roucas, foi-não-foi, tãs-tãs, bum-buns, choros, esgoelamentos finos de rãs, acompanhamentos profundos de sapos, respondiam-se.
Os bichos apareciam, mergulhavam, arrastavam-se nas margens, abriam grandes círculos na flor d'água. (...) Daí a pouco, da bruta escuridão, surgiam dois olhos luminosos, fosforescentes, como dois vagalumes. Um sapo cururu grelou-os e ficou deslumbrado, com os olhos esbugalhados, presos naquela boniteza luminosa. Os dois olhos fosforescentes se aproximavam mais e mais, como dois pequenos holofotes na cabeça triangular da serpente. O sapo não se movia, fascinado. Sem dúvida queria fugir; previa o perigo, porque emudecera; mas já não podia andar, imobilizado; os olhos feiíssimos, agarrados aos olhos luminosos e bonitos como um pecado.
Num bote a cabeça triangular abocanhou a boca imunda do batráquio. Ele não podia fugir àquele beijo. A boca fina do réptil arreganhou-se desmesuradamente; envolveu o sapo até os olhos. Ele se baixava dócil entregando-se à morte tentadora, apenas agitando docemente as patas sem provocar nenhuma reação ao sacrifício. A barriga disforme e negra desapareceu na goela dilatada da cobra. E, num minuto, as perninhas do cururu lá se foram, ainda vivas, para as entranhas famélicas. O coro imenso continuava sem dar fé do que acontecia a um dos seus cantores.
Jorge de Lima
A única forma verbal sublinhada que não está na mesma pessoa das demais é:
Questão 8 10171003
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2009TEXTO

(Revista Veja, 20 de Maio de 2009, p.108 e 109)
Leia o fragmento abaixo:
"Várias redes de supermercados do Brasil e do mundo já estão sugerindo o uso de caixas de papelão e colocando à venda sacolas de pano cu de plástico duráveis para transportar as mercadorias." (texto)
As formas verbais, presentes no excerto acima, apresentam, no contexto e na ordem em que aparecem, as seguintes transitividades:
Questão 8368841
EMBRAER EMBRAER 2009 ConhecimentosGerais 2009Leia a charge.

(www.chargeonline.com.br)
Os espaços da frase devem ser preenchidos, respectivamente, com:
Questão 14 10785077
Liceu-SP 2008Texto para a questão:

No último quadrinho, qual o tipo de sujeito da oração “não há vagas”?
06
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