Questões de EFAF Português - Morfologia
903 Questões
Questão 6 11773547
IFPE Integrados Part I 2020/1Leia o TEXTO para responder à questão
TEXTO
EDUCAÇÃO E COOPERAÇÃO: PRÁTICAS QUE SE RELACIONAM
A educação e a cooperação são duas práticas sociais em que, sob certos aspectos, uma contém a outra. Na educação, podem-se identificar práticas cooperativas; na cooperação, podem-se identificar práticas educativas. Entrelaçam-se e potencializam-se como processos sociais. A organização da cooperação exige de seus atores uma comunicação de interesses, de objetivos, a respeito dos quais precisam falar, argumentar e decidir. Nesse processo de interlocução de saberes, acontece a educação. Há, portanto, uma estreita relação entre esses dois fenômenos: na prática cooperativa, para além de seus propósitos e interesses específicos, produz-se conhecimento, aprendizagem, educação; na prática educativa, como um processo complexo de relações humanas, produz-se cooperação. Assim, as práticas cooperativas na escola podem constituir-se em privilegiados "espaços pedagógicos", através dos quais os seus sujeitos tomam consciência das diferentes dimensões da vida social.
FRANTZ, Walter. Educação e cooperação: práticas que se relacionam. Sociologias [online]. 2001, n.6, pp.242- 264. ISSN 1517-4522. http://dx.doi.org/10.1590/S1517-45222001000200011. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-45222001000200011&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 27 nov. 2019 (adaptado).
Observe a forma verbal destacada no TEXTO e assinale a alternativa cuja explicação justifica CORRETAMENTE sua flexão no singular.
Questão 9 11234499
IFS Processo Seletivo 2020Marque a alternativa que apresenta substantivo sobrecomum:
Questão 6 11012220
IFF Integrados 2020Texto
Frio na barriga
Ser tímido é algo natural da sensibilidade humana, porém precisa ser trabalhado para não comprometer a vida social e afetiva.
Na sala da empresa, diversas pessoas sentadas aguardam para serem chamadas. Algumas balançam os pés, outras leem revistas. Há quem mire o teto, o relógio, o chão. Ninguém se olha e os raros olhares que se cruzam são rápida e assustadoramente recuados. Há quem transpire nas mãos e trema. Esse panorama pode ser recorrente em salas de espera de entrevistas de emprego. Situações como essa exigem desenvoltura e domínio das habilidades sociais. Porém, passar por essa experiência pode ser algo difícil para os tímidos. Criar envolvimento com pessoas desconhecidas, lidar com alguém superior e até em momentos da vida pessoal exigem o contato com alguém diferente, o que pode ser um grande desafio.
O psicólogo Nelson Granado explica que a timidez “caracteriza-se pela preocupação, mesmo inconsistente, com as reações, atitudes e pensamentos que outros têm em relação a sua pessoa”. Há determinados cenários que podem provocar maior acanhamento em sujeitos muito tímidos, fato que precisa ser trabalhado para evitar problemas, pois são “fatores que podem comprometer de forma significativa a realização pessoal e diminuir a qualidade de vida”, completa o especialista
É valido ressaltar que situações que requerem uma maior habilidade social são recorrentes desde a infância. Por isso, é comum encontrar mães que reclamem de crianças muito agitadas e expansivas, julgando aquelas mais introspectivas como educadas e de boa postura. Entretanto, pequenos que são calados demais evitam atividades em grupo, falam baixo e são temerosos podem estar sofrendo. Os pais precisam ficar atentos já que esse acanhamento excessivo pode prejudicar a vida de seu filho. A psicopedagoga Erica Mantovani adverte que é importante perceber se a criança está evitando atividades nas quais gostaria de estar porque esse pode ser um forte indício de que é preciso trabalhar determinados comportamentos e dificuldades com o pequeno tímido. A partir de então, é importante não julgar, pois o olhar de outras pessoas pode causar mais sofrimento, já que a timidez “não é positiva ou negativa, é simplesmente um traço de personalidade que deve ser respeitado”, explica a especialista. Conversar sobre programas e acontecimentos da rotina em família pode ser de grande ajuda, assim se prepara a criança para possíveis eventos que possam ocorrer no dia a dia. Buscar ajuda profissional também pode desenvolver essa personalidade.
Frio na barriga. Mente curiosa. São Paulo, ano 3, n. 61, p. 12-14, ago. 2019. [Adaptado]
As conjunções têm papel essencial na elaboração e transcrição do pensamento para a forma gráfica, contribuindo para a coesão e a progressão textual.
Seguindo esse princípio, o texto Frio na barriga traz, entre outros, este enunciado: “Entretanto, pequenos que são calados demais evitam atividades em grupo, falam baixo e são temerosos podem estar sofrendo.” Nesse trecho, sem nenhum prejuízo sintático ou semântico, a conjunção destacada pode ser substituída por
Questão 10 10775920
IFMG 2020/1INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

WATTERSON, Bill. Disponível em: https://depositodocalvin. blogspot.com. Acesso em: 3 out. 2019.
O neologismo “sobremesariano” foi criado por meio de
Questão 13 10541937
OBJETIVO 9º Ano - Português 2020Texto - DIMINUTIVOS
Sempre pensei que ninguém batia o brasileiro no uso do diminutivo, essa nossa mania de reduzir tudo à mesma dimensão, seja um cafezinho, um cineminha ou uma vidinha. Só o que varia é a inflexão da voz. Se alguém diz, por exemplo, “Ó vidinha!” você sabe que ele está se referindo a uma vida com todas as mordomias. Nem é uma vida, é um comercial de cigarro com longa metragem. Um vidão. Mas se disser “Ah vidinha...” o coitado está se queixando dela e com toda a razão. Há anos que o seu único divertimento é tirar sapatos e fazer xixi. Mas nos dois casos o diminutivo é usado com o mesmo carinho.
O francês tem o seu tout petit peu, que não é um diminutivo, é um exagero. Um “pouco todo pequeno” é muita explicação para tão pouco. Os mexicanos usam o poco, o poquito e – menos ainda do que o poquito – o poquetim! Mas ninguém bate o brasileiro.
Era o que eu pensava até o dia, na Itália, em que ouvi alguém dizer que alguma coisa duraria um mezzoretto. Não sei se a grafia é essa mesma, mas um povo que consegue, numa palavra, reduzir uma meia hora de tamanho – e você não tem nenhuma dúvida de que um mezzoretto dura os mesmos 30 minutos de uma meia hora convencional, mas passa muito mais depressa – é invencível em matéria de diminutivo.
O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa porque geralmente o usamos para designar o que é agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam diminuir sem perder o sentido. E precavida porque também o usamos para desarmar certas palavras que, na sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora. Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma operação certamente durará horas e os resultados são incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade. Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão banal que quase dispensa a presença do paciente.
– Alô, doutor? Olha, aquele meu quisto no braço direito que nós íamos tirar hoje? A operaçãozinha?
– Sim.
– Não vou poder ir, mas o Asdrúbal vai no meu lugar
– O Asdrúbal?
– Meu assistente direto aqui na firma. Homem de confiança.
– Mas ele vai fazer a operaçãozinha por você?
– Ele é o meu braço direito, doutor.
Se alguém disser que precisa ter uma conversa com você, cuidado. É coisa da maior importância. Os próprios destinos do Pacto do Atlântico podem estar em jogo. Uma conversa é sempre com hora marcada.
Já uma conversinha raramente passa do nível da mais cândida inconsequência. E geralmente é fofoca. A hora para uma conversinha é sempre qualquer hora dessas.
Num jogo você arrisca tudo, até a hora. Num joguinho aceita-se até o cheque frio.
Entre ter um caso e ter um casinho a diferença, às vezes, é a tragédia passional.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.
– Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona da casa o trata como um mingau de todos os dias.
– Mais um feijãozinho?
– Um pouquinho
– E uma farofinha?
– Ao lado do arrozinho?
– Isso.
– E quem sabe uma cervejinha?
– Obrigadinho
diminutivo é também uma forma de disfarçar o nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito psicológico inegável. Você pode passar horas tomando cervejinha em cima de cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria depois de apenas duas cervejas.
– E agora, um docinho.
E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões.
(Luis Fernando Veríssimo. Diminutivos. Comédia da vida privada. 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: LP&M, 1994.)
A ideia central do texto é mostrar que os diminutivos são usados como
Questão 7 10173648
CMC 1° Ano Prova de Portugues 2020TEXTO I
Os riscos da infância na rede
Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual
Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a
média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e
tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em
restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste
cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de
funcionar? Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.
Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos
dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade
destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar,
se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora
se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro,
“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito
novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível
retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na
infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today
and Tomorrow — Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks,
valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países
desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.
Disponível em: http:/istoe.com.br/os-riscos-da-infancia-na-rede Acesso em 23 set.2020.
TEXTO II
Perfis de redes sociais são retratos ideais de nós mesmos
Desde as priscas eras do Orkut, em minhas perambulações pelas redes sociais, noto o fenômeno. Entro no
perfil de uma moça e começo a olhar suas fotos: encontro-a ali ainda criança, vestida de odalisca, num Camaval
do século 20; a vejo com seu cachorro, numa praia, recentemente; com uma turma na piscina de um sítio, no
final da adolescência; numa 3x4 com o namorado, espremida na mesma cabine, talvez numa viagem à Europa.
Então, sem que eu me dê conta, um retrato puxa o meu olhar. Minha reação imediata, naquele interregno
mental em que as pupilas já captaram a imagem, mas o cérebro ainda não teve tempo de processá-la, é de
surpresa: como ela saiu bem nessa foto! Só um segundo depois percebo o engano: quem saiu bem não foi a
garota do perfil, mas a Penélope Cruz, Marilyn Monroe, Sarah Jessica Parker ou outra atriz famosa, cuja
imagem foi contrabandeada para aquele álbum por conta de alguma semelhança com sua dona. Olho as outras
fotos. Comparo. E da distância — às vezes menor, às vezes maior — entre a estrela de cinema e a mulher do
Facebook, surgem sentimentos contraditórios.
De início, topar com a destoante atriz me dava certa pena: afinal, por mais bonita que fosse a moça, nunca
alcançava a musa. “Será que ela acredita mesmo ser parecida com a Sharon Stone?”, eu pensava com uma
pitada de vergonha alheia, como se estivesse diante de uma pessoa incapaz de lidar com a realidade, uma
pessoa com delírios de grandeza, com delírios de beleza.
Aos poucos, contudo, fui chegando à constatação óbvia de que todo perfil de rede social é um retrato
ideal de nós mesmos. Se ponho um link para um filme de Woody Allen, se cito uma frase de Nietzsche; mesmo
quando posto uma foto de um churrasco, não estou eu, também, editando-me? Tentando pegar esse aglomerado
de defeitos, qualidades, ansiedades, desejos e frustrações e emoldurá-lo de modo a valorizar o quadro —
engraçado, profundo, hedonista?
Pensando bem, nem precisamos ir até o exagero das redes sociais — essa versão caricaturada de nós
mesmos. Toda vez que nos vestimos, que abrimos a boca para emitir uma opinião, toda vez que empurramos o
mundo pra baixo e o corpo pra frente, dando um passo, de peito aberto, ombros curvados, de nariz empinado ou
de olhos pro chão, estamos travando esta negociação entre o real e o ideal. Estamos enviando aos outros e a nós
mesmos a soma de nossos fardos e de nossas aspirações.
Há pobres que se vestem de ricos e ricos que se vestem de pobres, magrelos que andam de braços
arqueados, como se fossem musculosos, feiosos que entram em um restaurante crentes que são o George
Clooney e possíveis galãs e divas que, ignorantes ou culpados por suas belezas, caminham por aí mais
parecidos com Tims Burtons e Zezé de Macedos. No fim, acabamos sendo um meio-termo entre o ator e o
roteiro que tentamos escrever.
Hoje, portanto, admiro as moças que colocam fotos de belas atrizes entre as suas. Vejo ali um pouco de
ousadia, um pouco de esperança, e, acima de tudo, algo oposto ao que eu via antes: não um delírio, a tentativa
de fugir de si próprias, mas a capacidade de aceitarem-se na harmoniosa mistura entre o que são e o que
gostariam de ser.
Antônio Prata
Disponível em: littp:/wwwl folha .vol.com.br/ Acesso em 23 set.2020.
TEXTO III
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já seria
Tuim. Mas servem também para tirar fotografias, e com isso somos invadidos no Facebook com imagens de
gatos subindo na cortina, focinhos de cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo, brownie e feijoada.
Se depender do que vejo com meus filhos — dez e 12 anos -, o tempo dos “selfies” está de todo modo
chegando ao fim. Eles já começam a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmo em qualquer ocasião.
Torna-se até um motivo de preconceito para com os colegas.
“Fulaninha? Tira fotos na frente do espelho.” Hábito que pode ser compreensível, contudo. Imagino
alguém dedicado a melhorar sua forma física, registrando seus progressos semanais. Ou apenas entregue, no
início da adolescência, à descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o caso de quem tira um “selfie” tendo ao fundo a torre Eiffel,
ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante que nos acontece — e tudo bem. O problema fica mais
complicado se pensarmos no caso das fotos de comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma espécie de
degradação da experiência. Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato — uma estadia em Paris, o jantar num
restaurante — não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na viagem, em vez de simplesmente viajar, posso — estar
fugindo das minhas próprias sensações. Desdobro o meu “self” (cabe bem a palavra) em duas entidades
distintas: aquela pessoa que está em Paris, e aquela que tira a foto de quem está em Paris.
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo não precisa viajar para lugar nenhum. À complicação não
surge do sujeito, surge do objeto. O que me incomoda é a torre Eiffel; o que fazer com ela? O que fazer de
minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me à paisagem, sentir como respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e nuvem, deixar
que meu olhar atravesse o seu duro rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir entre as quatro vigas
curvas daquela catedral sem clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse mecanismo, que é como o ponteiro único de um relógio que tem seu
mostrador na circunferência do horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem, há ruídos e crianças.
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no visor
do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo uma careta idiota; dou de costas para o monumento, mas estou
na verdade dando as costas para a vida.[...]
Talvez as coisas não sejam tão desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos, depois de uma guerra
atômica e de uma catástrofe climática que destruam o mundo civilizado, um pesquisador recupere os “selfies” e
as fotos de batata frita.
“Como as pessoas eram felizes naquela época!” A alternativa seria dizer: “Como eram tontas!”.
Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.
Marcelo Coelho
Disponível em: http://marcelocoelho. blogfolha.uol.com br/2014/04/23/selfies.shtml Acesso em 23 set.2020.
A regência verbal é elemento essencial da língua, enquanto o verbo é o regente, objetos (direto e indireto) e adjuntos adverbiais são os termos regidos.
Sobre a regência verbal, verifique qual das alternativas está corretamente justificada:
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