Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 16 10734379
CMC 6º Ano - Português 2011Texto: AVÓS, O MÁXIMO!!!
(Texto de uma neta, lido nas Bodas de Ouro dos avós)
Perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu:
— Eu gostaria de ser avó! Ao ser interrogada sobre o porquê dessa ideia, ela completou:
— Porque os avós escutam, compreendem. E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa
deles.
[5] E a menina continuou:
— Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros. Uma avó
leva os meninos para passear c conversa com cles sobre pescaria e outros assuntos parecidos. Os avós não
fazem nada, e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como eles são velhinhos, não conseguem rolar
pelo chão ou correr. Mas não faz mal. Nos levam ao shopping e nos deixam olhar as vitrines até cansar. Na
[10] casa deles tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros. Eles contam histórias de nosso pai
ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias da Bíblia, histórias de uns livros bem velhos com umas
figuras lindas. Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.
Avós nunca dizem "depressa, já pra cama" ou “se não fizer logo, vai ficar de castigo". Quase todos usam
óculos e eu já vi uns tirando os dentes e as gengivas. Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem:
[15] "menino, não vê que estou ocupado?” Eles param, pensam é respondem de um jeito que a gente entende. Os
avós sabem um bocado de coisas. Eles não falam com a gente como se nós fôssemos bobos. Nem se referem
a nós com expressões tipo "que gracinha!", como fazem algumas visitas. O colo dos avós é quente e fofinho,
bom de a gente sentar quando está triste. Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó, porque são os
únicos adultos que têm tempo para nós.
http://www .velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaavo7.html
Observe: “Como eles são velhinhos, não conseguem rolar pelo chão ou correr.” (linhas 8 e 9)/ “Eles não falam com a gente como se nós fôssemos bobos” (linha 16).
Assinale a alternativa na qual se encontram duas frases com a palavra “como” tendo, respectivamente, o mesmo significado que nos trechos destacados.
Questão 15 10734378
CMC 6º Ano - Português 2011Texto: AVÓS, O MÁXIMO!!!
(Texto de uma neta, lido nas Bodas de Ouro dos avós)
Perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu:
— Eu gostaria de ser avó! Ao ser interrogada sobre o porquê dessa ideia, ela completou:
— Porque os avós escutam, compreendem. E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa
deles.
[5] E a menina continuou:
— Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros. Uma avó
leva os meninos para passear c conversa com cles sobre pescaria e outros assuntos parecidos. Os avós não
fazem nada, e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como eles são velhinhos, não conseguem rolar
pelo chão ou correr. Mas não faz mal. Nos levam ao shopping e nos deixam olhar as vitrines até cansar. Na
[10] casa deles tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros. Eles contam histórias de nosso pai
ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias da Bíblia, histórias de uns livros bem velhos com umas
figuras lindas. Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.
Avós nunca dizem "depressa, já pra cama" ou “se não fizer logo, vai ficar de castigo". Quase todos usam
óculos e eu já vi uns tirando os dentes e as gengivas. Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem:
[15] "menino, não vê que estou ocupado?” Eles param, pensam é respondem de um jeito que a gente entende. Os
avós sabem um bocado de coisas. Eles não falam com a gente como se nós fôssemos bobos. Nem se referem
a nós com expressões tipo "que gracinha!", como fazem algumas visitas. O colo dos avós é quente e fofinho,
bom de a gente sentar quando está triste. Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó, porque são os
únicos adultos que têm tempo para nós.
http://www .velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaavo7.html
Assinale a alternativa INCORRETA em relação a elementos gramaticais do texto.
Questão 14 10734377
CMC 6º Ano - Português 2011Texto: AVÓS, O MÁXIMO!!!
(Texto de uma neta, lido nas Bodas de Ouro dos avós)
Perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu:
— Eu gostaria de ser avó! Ao ser interrogada sobre o porquê dessa ideia, ela completou:
— Porque os avós escutam, compreendem. E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa
deles.
[5] E a menina continuou:
— Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros. Uma avó
leva os meninos para passear c conversa com cles sobre pescaria e outros assuntos parecidos. Os avós não
fazem nada, e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como eles são velhinhos, não conseguem rolar
pelo chão ou correr. Mas não faz mal. Nos levam ao shopping e nos deixam olhar as vitrines até cansar. Na
[10] casa deles tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros. Eles contam histórias de nosso pai
ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias da Bíblia, histórias de uns livros bem velhos com umas
figuras lindas. Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.
Avós nunca dizem "depressa, já pra cama" ou “se não fizer logo, vai ficar de castigo". Quase todos usam
óculos e eu já vi uns tirando os dentes e as gengivas. Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem:
[15] "menino, não vê que estou ocupado?” Eles param, pensam é respondem de um jeito que a gente entende. Os
avós sabem um bocado de coisas. Eles não falam com a gente como se nós fôssemos bobos. Nem se referem
a nós com expressões tipo "que gracinha!", como fazem algumas visitas. O colo dos avós é quente e fofinho,
bom de a gente sentar quando está triste. Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó, porque são os
únicos adultos que têm tempo para nós.
http://www .velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaavo7.html
Quando a criança de nove anos disse querer ser uma avó ao crescer, fora-lhe perguntado a razão da
resposta.
Assinale a alternativa que contém o motivo primeiramente enumerado pela menina.
Questão 12 10734375
CMC 6º Ano - Português 2011O texto a seguir serve de base para item.
Texto: Minha doce vovó
Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores
escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos
supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quinial cheio de vida, na cidade do interior onde
morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo
[5] ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de
limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de
tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite,
farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
[10] — Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me
deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu
vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, à seus olhos, eu também continuasse igual:
[15] um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
— Formigón!
(...)
Walcyr Carrasco/24/09/2008
Em “Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:” (linha 9), a palavra sublinhada só não pode ser substituída por:
Questão 11 10734374
CMC 6º Ano - Português 2011O texto a seguir serve de base para item.
Texto: Minha doce vovó
Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores
escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos
supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quinial cheio de vida, na cidade do interior onde
morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo
[5] ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de
limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de
tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite,
farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
[10] — Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me
deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu
vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, à seus olhos, eu também continuasse igual:
[15] um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
— Formigón!
(...)
Walcyr Carrasco/24/09/2008
Na frase “Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal.” (linhas 1 e 2), os dois adjetivos se referem à avó paterna do narrador.
Sobre esse trecho, é correto afirmar que
Questão 8 10734371
CMC 6º Ano - Português 2011O texto a seguir serve de base para item.
Texto: Minha doce vovó
Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores
escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos
supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quinial cheio de vida, na cidade do interior onde
morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo
[5] ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de
limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de
tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite,
farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
[10] — Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me
deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu
vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, à seus olhos, eu também continuasse igual:
[15] um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
— Formigón!
(...)
Walcyr Carrasco/24/09/2008
No título do texto de Walcyr Carrasco — Minha doce vovó — a palavra “doce” se refere
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