Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 19 10739647
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011Os quadrinhos abaixo se referem à questão.

Fonte: www.uol.com.br/glauco.
A forma como o marido aparece na história (quadrinho nº 3) nos permite deduzir que
Questão 14 10739632
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Por que o homem parou de viajar à Lua?
Porque não havia motivos que justificassem os riscos e os custos de se mandar pessoas à Lua – o programa Apollo, que pôs 12 homens na superfície lunar entre 1969 e 1972, custou a bagatela de 19,5 bilhões de dólares. Quando gastou esse dinheiro, o governo americano estava querendo provar sua superioridade em relação à União Soviética – e, consequentemente, a supremacia do capitalismo. Vencida a corrida espacial, não havia mais por que ir à Lua. “É um problema de orçamento. Na época, foi dada prioridade aos ônibus espaciais e à estação espacial”, afirma Steven J. Dick, chefe da divisão de história da Nasa.
Agora, a nova política espacial do presidente George W. Bush, anunciada em 2004, voltou novamente as atenções para a Lua, com a justificativa de que a retomada das viagens possibilitará o desenvolvimento de tecnologias para que o homem possa ficar por um longo período no espaço (e assim explorar mais o sistema solar). Também poderiam ser investigados in loco os dados trazidos por sondas espaciais, como a possibilidade da existência de gelo nos pólos lunares. Faz parte da nova política espacial a construção de uma base lunar que servirá como apoio nas viagens a Marte.
Para essas missões tripuladas, está sendo desenvolvido um novo veículo espacial, com uma enorme diferença em relação às naves Apollo: a tripulação e o módulo lunar viajam em foguetes distintos, que se acoplam na órbita terrestre. Ao chegar à órbita da Lua, os astronautas se transferem para o módulo lunar, que pousa enquanto o resto da nave aguarda o seu retorno.
Os críticos afirmam que a missão é desnecessária. “Se quisermos descobrir algo mais, podemos fazer melhor com naves automatizadas do que mandando pessoas”, diz o historiador Alex Rolland, da Universidade Duke, ex-funcionário da Nasa.
Fonte: BUSCATO, M. Revista Superinteressante, n. 230, set. 2006, p. 46.
Assinale a alternativa cujo verbo destacado esteja no pretérito perfeito.
Questão 13 10739626
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Por que o homem parou de viajar à Lua?
Porque não havia motivos que justificassem os riscos e os custos de se mandar pessoas à Lua – o programa Apollo, que pôs 12 homens na superfície lunar entre 1969 e 1972, custou a bagatela de 19,5 bilhões de dólares. Quando gastou esse dinheiro, o governo americano estava querendo provar sua superioridade em relação à União Soviética – e, consequentemente, a supremacia do capitalismo. Vencida a corrida espacial, não havia mais por que ir à Lua. “É um problema de orçamento. Na época, foi dada prioridade aos ônibus espaciais e à estação espacial”, afirma Steven J. Dick, chefe da divisão de história da Nasa.
Agora, a nova política espacial do presidente George W. Bush, anunciada em 2004, voltou novamente as atenções para a Lua, com a justificativa de que a retomada das viagens possibilitará o desenvolvimento de tecnologias para que o homem possa ficar por um longo período no espaço (e assim explorar mais o sistema solar). Também poderiam ser investigados in loco os dados trazidos por sondas espaciais, como a possibilidade da existência de gelo nos pólos lunares. Faz parte da nova política espacial a construção de uma base lunar que servirá como apoio nas viagens a Marte.
Para essas missões tripuladas, está sendo desenvolvido um novo veículo espacial, com uma enorme diferença em relação às naves Apollo: a tripulação e o módulo lunar viajam em foguetes distintos, que se acoplam na órbita terrestre. Ao chegar à órbita da Lua, os astronautas se transferem para o módulo lunar, que pousa enquanto o resto da nave aguarda o seu retorno.
Os críticos afirmam que a missão é desnecessária. “Se quisermos descobrir algo mais, podemos fazer melhor com naves automatizadas do que mandando pessoas”, diz o historiador Alex Rolland, da Universidade Duke, ex-funcionário da Nasa.
Fonte: BUSCATO, M. Revista Superinteressante, n. 230, set. 2006, p. 46.
No trecho: “... custou a bagatela de 19,5 bilhões de dólares.”, é correto afirmar que o autor utilizouse da figura de linguagem chamada
Questão 9 10739619
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Em busca do drinque perfeito
Há mais ciência dentro de uma coqueteleira do que sonham filósofos de botequim. Atrás de uma mistura perfeita, pode acreditar, deve haver um mixologista. “Esse profissional é um conhecedor de bebidas alcoólicas. Ele precisa saber de suas histórias, composições, processos de fabricação e trabalha na criação de fórmulas agradáveis ao paladar”, explica Alexandre Alves Varisano, 33, um dos poucos mixologistas brasileiros.
Varisano debutou no mundo dos coquetéis em 1995, quando foi trabalhar no bar do restaurante TGI Friday’s. De bartender, o ex-costureiro se transformou em treinador dos barmen da rede e conheceu especialistas ingleses em mixologia. De pub em pub, conseguiu especialização inglesa na profissão, que ainda não é regulamentada no Brasil. Em países da Europa, diz ele, é possível ganhar cerca de R$ 10 mil por mês prestando serviço para grandes marcas de bebida. “Nos bares tradicionais, os mixólogos podem ter o mesmo status de grandes chefs de cozinha”, afirma.
Fonte: PIEMONTE, M. Revista da Folha, 776. ed., ano 16, p. 26, 15 jul. 2007.
Segundo o mixologista Alexandre Varisano, “Nos bares tradicionais, os mixólogos podem ter o mesmo status de grandes chefs de cozinha”.
Essa afirmação sugere que
Questão 8 10739617
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Em busca do drinque perfeito
Há mais ciência dentro de uma coqueteleira do que sonham filósofos de botequim. Atrás de uma mistura perfeita, pode acreditar, deve haver um mixologista. “Esse profissional é um conhecedor de bebidas alcoólicas. Ele precisa saber de suas histórias, composições, processos de fabricação e trabalha na criação de fórmulas agradáveis ao paladar”, explica Alexandre Alves Varisano, 33, um dos poucos mixologistas brasileiros.
Varisano debutou no mundo dos coquetéis em 1995, quando foi trabalhar no bar do restaurante TGI Friday’s. De bartender, o ex-costureiro se transformou em treinador dos barmen da rede e conheceu especialistas ingleses em mixologia. De pub em pub, conseguiu especialização inglesa na profissão, que ainda não é regulamentada no Brasil. Em países da Europa, diz ele, é possível ganhar cerca de R$ 10 mil por mês prestando serviço para grandes marcas de bebida. “Nos bares tradicionais, os mixólogos podem ter o mesmo status de grandes chefs de cozinha”, afirma.
Fonte: PIEMONTE, M. Revista da Folha, 776. ed., ano 16, p. 26, 15 jul. 2007.
No trecho: “(...) De pub em pub, conseguiu especialização inglesa na profissão, que ainda não é regulamentada no Brasil. (...)”, o termo da oração destacado é corretamente classificado como
Questão 12 10739524
SENAI 1º Ano - CGE 2027 2011O texto abaixo se refere à questão.
Quem vai querer?
O cemitério parisiense de Père Lachaise comemora 200 anos neste mês como a sétima atração turística mais frequentada da cidade mais visitada do mundo. Vários monumentos, lápides e esculturas foram restaurados para a ocasião, que também mereceu uma grande exposição. Aproveitando as comemorações da efeméride – contidas, como convém, mas concorridas –, a administração vem intensificando as queixas contra aquele que é, ao mesmo tempo, seu mais visitado condômino e sua maior dor de cabeça: o roqueiro americano Jim Morrison, líder da banda The Doors, morto em Paris em 1971. “O maior presente que o cemitério poderia receber neste bicentenário seria a saída de Jim Morrison (...)”, desabafou (...) o historiador Christian Charlet, responsável pelo cemitério.
(...) Seus admiradores, diz, usam os arredores do túmulo para se embriagar e se drogar, jogam restos de cigarros lícitos e ilícitos na sepultura, quebram e picham a própria e as vizinhas. (...)
Fonte: Adaptado de VARELLA, F. Revista Veja, 26 maio 2004.
Em “Vários monumentos, lápides e esculturas foram restaurados para a ocasião, que também mereceu uma grande exposição.”, o verbo restaurar foi usado
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