Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 39 10656333
CMSM 6º Ano 2012Leia com atenção a sequência de imagens que formam o texto que segue, para responder ao item.

A sequência de imagens da página anterior trata
Questão 38 10656328
CMSM 6º Ano 2012Leia com atenção a sequência de imagens que formam o texto que segue, para responder ao item.

As imagens acima apresentam situações comunicativas através da linguagem
Questão 37 10656326
CMSM 6º Ano 2012Leia com atenção os textos abaixo, para responder ao item.
TEXTO 1

http://empretecno.blogspot.com.br/p/charges.htm
TEXTO 2
Tecnologia

Pipas não mais são alçadas.
Inexistem crianças nas calçadas.
Não vejo pernas raladas,
Apenas pontas de dedos calejadas.
Uma juventude robotizada,
“Gigabytes” de memória aguçada,
Praticamente não esquecem nada,
Quando esquecem, no computador dão uma olhada.
Adolescentes em busca de namoradas,
Salas de bate-papo on-line lotadas.
E a nossa criatividade sempre apontada.
Pela tecnologia é totalmente ofuscada.
E com isso a imaginação é congelada,
Parada, obstruída... Assassinada.
Para a diversão, basta uma busca caprichada...
Na internet, a qualquer clique damos uma gargalhada.
Poesias no computador são digitadas,
Não existem mais rascunhos com palavras riscadas.
Não acredito... Vendi-me à tecnologia apresentada,
Acho que a simplicidade de cadernos de poesia foi trocada...
Luan Mordegane Pupo 02/01/2009 http:/'sitedepoesias. com/poesias/37075
Os dois textos falam sobre
Questão 34 10656320
CMSM 6º Ano 2012Leia com atenção o texto abaixo, para responder ao item.
O computador e o lápis

— Ei, primitiva criatura, acorde!
— Ham... falou comigo?
Dessa forma é que começava o diálogo entre o computador e o º
lápis preto, lado a lado em cima da mesa.
[5] O lápis era um tremendo boa-praça e aguentava bem as
gozações de seu colega computador, um vaidoso assumido,
inveterado, contumaz, e useiro e vezeiro em fazer um rol, lista, de
suas incríveis características, tim-tim por tim-tim, como agora:
— Sou rápido pra escrever e apagar... você, uma tartaruga.
[10] Tenho zilhões de cores... você, essa única pretura.
Toco música... você, no máximo, serve de baqueta para bumbo.
Envio mensagens imediatas... você, só uma carta-lesma.
Por isso que me usam pacas... você, de quando em quando.
O lápis, por sua vez, na verdade achava ótimo que o usassem menos que a maravilha
[15] eletrônica. Afinal, lápis muito utilizado morre logo, comido da cabeça aos pés pelo
apontador.
E também achava o computador uma criança mimada e malcriada, sem modos e sem
tradição alguma, já ele pertencia à nobre estirpe dos objetos escrevinhadores manuais, cuja
origem remontava ao primeiro carvão que os homens usaram para desenhar nas paredes
[20] das cavernas.
Abandonando sua posição indiferente às provocações, fez uma proposta ao
computador:
— Já que você diz que sabe tudo, disso, daquilo e daquele outro, procure aí nos seus
circuitos, nas suas batatas chips da cachola, qual é o elemento mais útil para o ser humano
[25] se expressar.
— É pra já, obsoleto e desengonçado vivente lapizal! — respondeu o computador,
acionando seus poderosos mecanismos de busca na internet.
(..)
ULISSES TAVARES. A maravilhosa sabedoria das coisas - Apólogos de Ulisses Tavares. 1. ed. São Paulo; Cortez, 2010. p. 33-35.
Na frase “Envio mensagens imediatas... você, só uma carta-lesma.” (linha 12), as diferenças destacadas entre os dois personagens principais são
Questão 33 10656319
CMSM 6º Ano 2012Leia com atenção o texto abaixo, para responder ao item.
O computador e o lápis

— Ei, primitiva criatura, acorde!
— Ham... falou comigo?
Dessa forma é que começava o diálogo entre o computador e o º
lápis preto, lado a lado em cima da mesa.
[5] O lápis era um tremendo boa-praça e aguentava bem as
gozações de seu colega computador, um vaidoso assumido,
inveterado, contumaz, e useiro e vezeiro em fazer um rol, lista, de
suas incríveis características, tim-tim por tim-tim, como agora:
— Sou rápido pra escrever e apagar... você, uma tartaruga.
[10] Tenho zilhões de cores... você, essa única pretura.
Toco música... você, no máximo, serve de baqueta para bumbo.
Envio mensagens imediatas... você, só uma carta-lesma.
Por isso que me usam pacas... você, de quando em quando.
O lápis, por sua vez, na verdade achava ótimo que o usassem menos que a maravilha
[15] eletrônica. Afinal, lápis muito utilizado morre logo, comido da cabeça aos pés pelo
apontador.
E também achava o computador uma criança mimada e malcriada, sem modos e sem
tradição alguma, já ele pertencia à nobre estirpe dos objetos escrevinhadores manuais, cuja
origem remontava ao primeiro carvão que os homens usaram para desenhar nas paredes
[20] das cavernas.
Abandonando sua posição indiferente às provocações, fez uma proposta ao
computador:
— Já que você diz que sabe tudo, disso, daquilo e daquele outro, procure aí nos seus
circuitos, nas suas batatas chips da cachola, qual é o elemento mais útil para o ser humano
[25] se expressar.
— É pra já, obsoleto e desengonçado vivente lapizal! — respondeu o computador,
acionando seus poderosos mecanismos de busca na internet.
(..)
ULISSES TAVARES. A maravilhosa sabedoria das coisas - Apólogos de Ulisses Tavares. 1. ed. São Paulo; Cortez, 2010. p. 33-35.
O lápis, para o computador, é um(uma)
Questão 32 10656311
CMSM 6º Ano 2012Leia com atenção o texto abaixo, para responder ao item.
O computador e o lápis

— Ei, primitiva criatura, acorde!
— Ham... falou comigo?
Dessa forma é que começava o diálogo entre o computador e o º
lápis preto, lado a lado em cima da mesa.
[5] O lápis era um tremendo boa-praça e aguentava bem as
gozações de seu colega computador, um vaidoso assumido,
inveterado, contumaz, e useiro e vezeiro em fazer um rol, lista, de
suas incríveis características, tim-tim por tim-tim, como agora:
— Sou rápido pra escrever e apagar... você, uma tartaruga.
[10] Tenho zilhões de cores... você, essa única pretura.
Toco música... você, no máximo, serve de baqueta para bumbo.
Envio mensagens imediatas... você, só uma carta-lesma.
Por isso que me usam pacas... você, de quando em quando.
O lápis, por sua vez, na verdade achava ótimo que o usassem menos que a maravilha
[15] eletrônica. Afinal, lápis muito utilizado morre logo, comido da cabeça aos pés pelo
apontador.
E também achava o computador uma criança mimada e malcriada, sem modos e sem
tradição alguma, já ele pertencia à nobre estirpe dos objetos escrevinhadores manuais, cuja
origem remontava ao primeiro carvão que os homens usaram para desenhar nas paredes
[20] das cavernas.
Abandonando sua posição indiferente às provocações, fez uma proposta ao
computador:
— Já que você diz que sabe tudo, disso, daquilo e daquele outro, procure aí nos seus
circuitos, nas suas batatas chips da cachola, qual é o elemento mais útil para o ser humano
[25] se expressar.
— É pra já, obsoleto e desengonçado vivente lapizal! — respondeu o computador,
acionando seus poderosos mecanismos de busca na internet.
(..)
ULISSES TAVARES. A maravilhosa sabedoria das coisas - Apólogos de Ulisses Tavares. 1. ed. São Paulo; Cortez, 2010. p. 33-35.
No trecho “Dessa forma é que começava o diálogo entre o computador e o lápis preto,” (linhas 03 e 04), a expressão sublinhada dá ideia de
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)