Questões de EFAF Português
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Questão 12 10729741
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017
Para denunciar o abuso a que nossas crianças se sujeitam, a peça publicitária explora os seguintes recursos, EXCETO
Questão 11 10729739
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017DICIONÁRIO FEITO POR CRIANÇAS REVELA UM MUNDO QUE OS ADULTOS NÃO ENXERGAM MAIS
Em abril, aconteceu a Feira do Livro de Bogotá, e um dos maiores sucessos foi um livro chamado Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças. Nele, há um dicionário com mais de 500 definições para 133 palavras, de A a Z, feitas por crianças.
O curioso deste “dicionário infantil” é como as crianças definem o mundo através daquilo que os adultos já não conseguem perceber. O autor do livro é o professor Javier Naranjo, que compilou informações ao longo de dez anos durante as aulas. Ele conta que a ideia surgiu quando ele pediu aos seus alunos para definirem a palavra “criança”, e uma das respostas que lhe chamou atenção foi: “uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir cedo”.
Veja outros verbetes do livro e as idades das crianças que os definiram:
• Adulto: pessoa que, em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma. (Andrés, 8 anos)
• Água: transparência que se pode tomar. (Tatiana, 7 anos)
• Branco: o branco é uma cor que não pinta. (Jonathan, 11 anos)
• Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro, somente seus filhos. (Luis, 8 anos)
• Céu: de onde sai o dia. (Duván, 8 anos)
• Dinheiro: coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos. (Ana María, 12 anos)
• Escuridão: é como o frescor da noite. (Ana Cristina, 8 anos)
• Guerra: gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz. (Juan Carlos, 11 anos)
• Inveja: atirar pedras nos amigos. (Alejandro, 7 anos)
• Mãe: mãe entende e depois vai dormir. (Juan, 6 anos)
• Paz: quando a pessoa se perdoa. (Juan Camilo, 8 anos)
• Solidão: tristeza que dá na pessoa às vezes. (Iván, 10 anos)
• Tempo: coisa que passa para lembrar. (Jorge, 8 anos)
• Universo: casa das estrelas. (Carlos, 12 anos)
André Fantin
Adaptado de repertoriocriativo.com.br, 22/05/2013.
Por meio da generalização, pode-se atribuir um determinado conjunto de traços que não se relacionam apenas com o que está sendo nomeado.
O melhor exemplo desse procedimento de generalização está presente em:
Questão 12 10727353
CMJF 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa (Prova 1) 2017TEXTO
Negrinho do pastoreio
Há muitos anos, no tempo da escravidão, trabalhava em uma grande fazenda no Rio Grande do Sul um negrinho miúdo e fraquinho, mas muito habilidoso. O seu patrão era um homem malvado e obrigava o garoto a fazer todo tipo de trabalho.
Certa vez, no inverno, num frio de rachar, ele mandou o garoto pastorear seus trinta
[5] cavalos. Mas avisou que tivesse atenção especial com o cavalo baio, que era o mais valioso da fazenda.
O negrinho passou o dia todo bem longe da estância, pastoreando os animais. No caminho de volta, no final da tarde, com muito frio e fome, resolveu parar um pouquinho para descansar e ... acabou dormindo.
[10] Quando o menino acordou, ficou assustado: raios riscavam o céu, anunciando uma grande tempestade, e os cavalos tinham fugido. Com dificuldade, debaixo de muita chuva, conseguiu reuni-los e, para ter certeza de que estavam todos ali, começou a contar:
— 1,2,83, 4... 29...297?! Ops! Está faltando um! E é o cavalo baio!
O negrinho procurou o cavalo fugitivo por muito tempo, mas não o encontrou. Então,
[15] resolveu levar os outros 29 de volta para a estância. Já imaginou se mais algum se perdesse?
Chegando lá, o estancieiro logo notou a ausência de seu valioso cavalo baio e ficou furioso:
— O que você fez com o baio? Ah, provavelmente vendeu o cavalo por uns míseros trocados, né? Seu ladrãozinho barato! Mas você vai trazê-lo de volta!
[20] Em seguida, pegou o chicote e deu uma surra daquelas no pobre menino.
Debaixo de chuva, e com muito medo e chorando, o menino saiu à procura do animal. Já era madrugada quando encontrou o baio pastando. Ele o laçou, mas o nó se desfez e o cavalo fugiu novamente.
Quando chegou à fazenda sem ter conseguido capturar o animal, o negrinho foi
[25] recepcionado com a fúria do seu malvado patrão.
— Onde está o cavalo?
— Eu encontrei o baio pastando, cheguei a laçá-lo, mas...
— Mas o quê, garoto?
— Mas não consegui segurar o laço e ele escapou de novo. Eu trago ele de volta amanhã,
[30] senhor.
— Amanhã? Coisa nenhuma! Você está mentindo e será castigado.
O homem cruel bateu muito no garoto. Depois, o amarrou num tronco e o colocou sobre um formigueiro. Que malvadeza! O negrinho chorou muito e, depois de sofrer a noite inteira, deu um suspiro e morreu.
[35] No dia seguinte, o fazendeiro acordou e foi olhar o negrinho. O menino estava lá, em pé, sem nenhum arranhão ou cicatriz das chicotadas nem marcas de picadas de formiga. Ao seu lado, a imagem de uma santa e, mais adiante, o baio e os outros 29 cavalos.
Então, o estancieiro se jogou ao chão e implorou ao negrinho e à santa:
— Perdoem-me! Perdoem-me! Eu prometo mudar... Prometo ser bom e ajudar aos
[40] necessitados... Prometo tudo o que quiserem.
Sem dizer uma palavra, o negrinho montou no cavalo baio e partiu, ninguém sabe para onde.
Os comentários sobre a morte do pequeno escravo logo se espalharam pela região e as pessoas começaram a acender velas pela alma do bom negrinho.
[45] Desde então, muitos recorrem a ele quando precisam de ajuda. E comum, por exemplo, ouvir histórias de gente que fez algum pedido e foi atendido.
E tem mais! Tropeiros e peões, que viajam à noite, relatam aos seus amigos e familiares terem visto o negrinho cavalgando, passeando pelos Pampas.
Na tradição gaúcha, acredita-se que o negrinho do pastoreio se tomou uma espécie de
[50] anjo bom; e as pessoas pedem sua ajuda quando precisam encontrar objetos perdidos.
SOUSA, Mauricio de. Lendas Brasileiras. São Paulo: Ed. Mauricio de Sousa, 2009, p. 121-136.
Vocabulário do texto
baio: castanho, que tem a cor do ouro
estancieiro: proprietário de fazenda
"Há muitos anos, no tempo da escravidão, trabalhava em uma grande fazenda no Rio Grande do Sul um negrinho miúdo e fraquinho, mas muito habilidoso" (linhas 1 e 2).
Observe a passagem acima destacada e assinale a alternativa em que a palavra/expressão sublinhada do texto apresenta a mesma circunstância.
Questão 10 10727348
CMJF 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa (Prova 1) 2017TEXTO
Negrinho do pastoreio
Há muitos anos, no tempo da escravidão, trabalhava em uma grande fazenda no Rio Grande do Sul um negrinho miúdo e fraquinho, mas muito habilidoso. O seu patrão era um homem malvado e obrigava o garoto a fazer todo tipo de trabalho.
Certa vez, no inverno, num frio de rachar, ele mandou o garoto pastorear seus trinta
[5] cavalos. Mas avisou que tivesse atenção especial com o cavalo baio, que era o mais valioso da fazenda.
O negrinho passou o dia todo bem longe da estância, pastoreando os animais. No caminho de volta, no final da tarde, com muito frio e fome, resolveu parar um pouquinho para descansar e ... acabou dormindo.
[10] Quando o menino acordou, ficou assustado: raios riscavam o céu, anunciando uma grande tempestade, e os cavalos tinham fugido. Com dificuldade, debaixo de muita chuva, conseguiu reuni-los e, para ter certeza de que estavam todos ali, começou a contar:
— 1,2,83, 4... 29...297?! Ops! Está faltando um! E é o cavalo baio!
O negrinho procurou o cavalo fugitivo por muito tempo, mas não o encontrou. Então,
[15] resolveu levar os outros 29 de volta para a estância. Já imaginou se mais algum se perdesse?
Chegando lá, o estancieiro logo notou a ausência de seu valioso cavalo baio e ficou furioso:
— O que você fez com o baio? Ah, provavelmente vendeu o cavalo por uns míseros trocados, né? Seu ladrãozinho barato! Mas você vai trazê-lo de volta!
[20] Em seguida, pegou o chicote e deu uma surra daquelas no pobre menino.
Debaixo de chuva, e com muito medo e chorando, o menino saiu à procura do animal. Já era madrugada quando encontrou o baio pastando. Ele o laçou, mas o nó se desfez e o cavalo fugiu novamente.
Quando chegou à fazenda sem ter conseguido capturar o animal, o negrinho foi
[25] recepcionado com a fúria do seu malvado patrão.
— Onde está o cavalo?
— Eu encontrei o baio pastando, cheguei a laçá-lo, mas...
— Mas o quê, garoto?
— Mas não consegui segurar o laço e ele escapou de novo. Eu trago ele de volta amanhã,
[30] senhor.
— Amanhã? Coisa nenhuma! Você está mentindo e será castigado.
O homem cruel bateu muito no garoto. Depois, o amarrou num tronco e o colocou sobre um formigueiro. Que malvadeza! O negrinho chorou muito e, depois de sofrer a noite inteira, deu um suspiro e morreu.
[35] No dia seguinte, o fazendeiro acordou e foi olhar o negrinho. O menino estava lá, em pé, sem nenhum arranhão ou cicatriz das chicotadas nem marcas de picadas de formiga. Ao seu lado, a imagem de uma santa e, mais adiante, o baio e os outros 29 cavalos.
Então, o estancieiro se jogou ao chão e implorou ao negrinho e à santa:
— Perdoem-me! Perdoem-me! Eu prometo mudar... Prometo ser bom e ajudar aos
[40] necessitados... Prometo tudo o que quiserem.
Sem dizer uma palavra, o negrinho montou no cavalo baio e partiu, ninguém sabe para onde.
Os comentários sobre a morte do pequeno escravo logo se espalharam pela região e as pessoas começaram a acender velas pela alma do bom negrinho.
[45] Desde então, muitos recorrem a ele quando precisam de ajuda. E comum, por exemplo, ouvir histórias de gente que fez algum pedido e foi atendido.
E tem mais! Tropeiros e peões, que viajam à noite, relatam aos seus amigos e familiares terem visto o negrinho cavalgando, passeando pelos Pampas.
Na tradição gaúcha, acredita-se que o negrinho do pastoreio se tomou uma espécie de
[50] anjo bom; e as pessoas pedem sua ajuda quando precisam encontrar objetos perdidos.
SOUSA, Mauricio de. Lendas Brasileiras. São Paulo: Ed. Mauricio de Sousa, 2009, p. 121-136.
Vocabulário do texto
baio: castanho, que tem a cor do ouro
estancieiro: proprietário de fazenda
Há elementos no texto que são responsáveis pela coesão (união entre as partes do texto).
A partir dessa informação, assinale a opção em que o termo destacado retorna a palavra entre parênteses.
Questão 7 10727345
CMJF 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa (Prova 1) 2017TEXTO
Negrinho do pastoreio
Há muitos anos, no tempo da escravidão, trabalhava em uma grande fazenda no Rio Grande do Sul um negrinho miúdo e fraquinho, mas muito habilidoso. O seu patrão era um homem malvado e obrigava o garoto a fazer todo tipo de trabalho.
Certa vez, no inverno, num frio de rachar, ele mandou o garoto pastorear seus trinta
[5] cavalos. Mas avisou que tivesse atenção especial com o cavalo baio, que era o mais valioso da fazenda.
O negrinho passou o dia todo bem longe da estância, pastoreando os animais. No caminho de volta, no final da tarde, com muito frio e fome, resolveu parar um pouquinho para descansar e ... acabou dormindo.
[10] Quando o menino acordou, ficou assustado: raios riscavam o céu, anunciando uma grande tempestade, e os cavalos tinham fugido. Com dificuldade, debaixo de muita chuva, conseguiu reuni-los e, para ter certeza de que estavam todos ali, começou a contar:
— 1,2,83, 4... 29...297?! Ops! Está faltando um! E é o cavalo baio!
O negrinho procurou o cavalo fugitivo por muito tempo, mas não o encontrou. Então,
[15] resolveu levar os outros 29 de volta para a estância. Já imaginou se mais algum se perdesse?
Chegando lá, o estancieiro logo notou a ausência de seu valioso cavalo baio e ficou furioso:
— O que você fez com o baio? Ah, provavelmente vendeu o cavalo por uns míseros trocados, né? Seu ladrãozinho barato! Mas você vai trazê-lo de volta!
[20] Em seguida, pegou o chicote e deu uma surra daquelas no pobre menino.
Debaixo de chuva, e com muito medo e chorando, o menino saiu à procura do animal. Já era madrugada quando encontrou o baio pastando. Ele o laçou, mas o nó se desfez e o cavalo fugiu novamente.
Quando chegou à fazenda sem ter conseguido capturar o animal, o negrinho foi
[25] recepcionado com a fúria do seu malvado patrão.
— Onde está o cavalo?
— Eu encontrei o baio pastando, cheguei a laçá-lo, mas...
— Mas o quê, garoto?
— Mas não consegui segurar o laço e ele escapou de novo. Eu trago ele de volta amanhã,
[30] senhor.
— Amanhã? Coisa nenhuma! Você está mentindo e será castigado.
O homem cruel bateu muito no garoto. Depois, o amarrou num tronco e o colocou sobre um formigueiro. Que malvadeza! O negrinho chorou muito e, depois de sofrer a noite inteira, deu um suspiro e morreu.
[35] No dia seguinte, o fazendeiro acordou e foi olhar o negrinho. O menino estava lá, em pé, sem nenhum arranhão ou cicatriz das chicotadas nem marcas de picadas de formiga. Ao seu lado, a imagem de uma santa e, mais adiante, o baio e os outros 29 cavalos.
Então, o estancieiro se jogou ao chão e implorou ao negrinho e à santa:
— Perdoem-me! Perdoem-me! Eu prometo mudar... Prometo ser bom e ajudar aos
[40] necessitados... Prometo tudo o que quiserem.
Sem dizer uma palavra, o negrinho montou no cavalo baio e partiu, ninguém sabe para onde.
Os comentários sobre a morte do pequeno escravo logo se espalharam pela região e as pessoas começaram a acender velas pela alma do bom negrinho.
[45] Desde então, muitos recorrem a ele quando precisam de ajuda. E comum, por exemplo, ouvir histórias de gente que fez algum pedido e foi atendido.
E tem mais! Tropeiros e peões, que viajam à noite, relatam aos seus amigos e familiares terem visto o negrinho cavalgando, passeando pelos Pampas.
Na tradição gaúcha, acredita-se que o negrinho do pastoreio se tomou uma espécie de
[50] anjo bom; e as pessoas pedem sua ajuda quando precisam encontrar objetos perdidos.
SOUSA, Mauricio de. Lendas Brasileiras. São Paulo: Ed. Mauricio de Sousa, 2009, p. 121-136.
Vocabulário do texto
baio: castanho, que tem a cor do ouro
estancieiro: proprietário de fazenda
No que diz respeito ao foco narrativo do texto, pode-se dizer que:
Questão 19 10726157
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia a tira da Mafalda para responder ao item.
TEXTO

Fonte: http://www.google.com.br/search. Acesso em: 20 set. 2017.
O efeito de sentido decorrente do uso do ponto de exclamação, empregado junto à frase "Viva a Pátria!", nos três primeiros quadrinhos, é de:
06
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