Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 1 10626774
SENAI 1º Ano - CGE 2067 2013/2Leia a canção abaixo.
“(...)
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça e a desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair
Deus lhe pague
(...)”
Fonte: BUARQUE, C. Deus lhe pague. LP “Construção”, 1971.
Nesse trecho da canção “Deus lhe pague”, de Chico Buarque, o eu lírico utiliza como recurso de linguagem a ironia como forma de:
Questão 20 10625363
SENAI 1º Ano - CGE 2062 2013/1
Fonte: QUINO, Mafalda. Disponível em: http://www.oqueeisso.blog.br/?tag=mafalda.Acesso em: 03/09/2011.
A palavra reacionário, no último quadrinho, pode ser substituída, sem prejuízo de significado, por
Questão 18 10625325
SENAI 1º Ano - CGE 2062 2013/1Aos poetas clássicos
(...)
Eu nasci aqui no mato,
Vivi sempre a trabaiá,
Neste meu pobre recato,
Eu não pude estudá
No verdô de minha idade,
Só tive a felicidade
De dá um pequeno insaio
In dois livro do iscritô,
O famoso professo
Filisberto de Carvaio.
(...)
Fonte: ASSARÉ, P. Digo e não peço segredo. São Paulo: Escrituras Editora, 2001.
Considere as afirmações.
I. Nesse poema há uma descrição da infância do eu lírico, foi usada uma linguagem regional e coloquial para aproximar a fala da escrita.
II. O poeta optou pela linguagem da cultura popular para valorizar os costumes e cenários nordestinos.
III. O autor utilizou-se da linguagem erudita nordestina para fazer um registro da poesia oral.
IV. Com a utilização da linguagem popular, o poeta pretende resgatar e imortalizar a poesia oral, popular e nordestina.
Revela a intencionalidade do autor
Questão 11 10624903
SENAI 1º Ano - CGE 2062 2013/1O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra.
Fonte: AZEVEDO, A. O cortiço. São Paulo: FTD, 1993, p. 42.
No texto
Questão 9 10624832
SENAI 1º Ano - CGE 2062 2013/1Quanto à tonicidade, as palavras em destaque classificam-se, respectivamente, em:
“Anjo no nome, Angélica na cara
Isso é ser flor, e Anjo juntamente
Ser Angélica flor e Anjo florente
Em quem, senão em vós, se uniformara
(...)”
Fonte: MATOS, G. À mesma D. Ângela.
Questão 8 10624807
SENAI 1º Ano - CGE 2062 2013/1O poema abaixo se refere à questão.
Vaidade
Sonho que sou a Poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!
Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!
Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a Terra anda curvada!
E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada! ...
Fonte: ESPANCA, F. Poemas. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
Considere as afirmações a seguir.
I. O eu lírico declara a oposição entre seu sonho de ser especial, com talento perfeito, e também o que considera de si mesmo: ser nada.
II. O eu lírico mostra-se plenamente confiante em seu valor pessoal e no valor de sua poesia.
III. Todos os sonhos sequenciados nos versos são negados pela palavra “nada” no último verso.
IV. A vaidade do eu lírico baseia-se em desejos, em sonhos, mas não existe na realidade.
Traduz a ideia principal do poema
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