Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 17 10727189
CMC 6º Ano - Português 2013Leia a tira abaixo para responder.

(http://blogdogalhardo.zip.net/arch2011-09-04_2011-09-10.html)
Galhardo, em sua tira:
Questão 16 10727187
CMC 6º Ano - Português 2013Leia o texto a seguir, para responder ao item.
TEXTO:
Sapato maluco
Quando criou O Menino Maluquinho, Ziraldo inspirou-se na própria infância. Em Caratinga
(Minas Gerais), onde nasceu, o garoto era tão espevitado que ganhou dos colegas o apelido de "Bala
Perdida".
"Eu era muito agitado, é o que hoje as pessoas chamam de hiperativo", relembra o escritor.
[05] Ele nasceu em 1932 e completou 80 anos no mês passado. É o mais velho de sete irmãos. Seu nome
veio da mistura do nome da mãe (Zizinha) com o do pai (Geraldo).
Os pais ganhavam pouco dinheiro. Ele tinha apenas um par de sapatos. Quando um estragava
e ia para o conserto, ele andava pelas ruas com um pé calçado e o outro descalço.
Também quase não ganhava brinquedos. "Mas eu não percebia isso. Era uma criança muito
[10]feliz."
A diversão de Ziraldo era ficar na rua com amigos. Adorava brincar de pique-esconde,
soldado e pião.
Em casa, eram raros os castigos. O pai era muito carinhoso. Gostava de brincar, pentear os
cabelos e arrumar os filhos. Quando sobrava dinheiro, Geraldo comprava livros para eles.
[15] Ziraldo adorava as histórias do "Sítio do Pica-Pau Amarelo", de Monteiro Lobato, e os gibis
do Batman e do Super-Homem. Em 1939, começou a Segunda Guerra. A família de Ziraldo
acompanhava o conflito pelo rádio. Ele tinha medo de que uma bomba caísse em Caratinga.
Felizmente, isso nunca aconteceu. O que realmente deixava a sossegada Caratinga em pânico
era o travesso Ziraldo.
[20] Uma de suas brincadeiras prediletas era pegar uma gravata do pai, enchê-la de areia, amarrar
um fio de linha e colocá-la na rua. Quando alguém passava, ele puxava o fio. Pensando que a
gravata era uma cobra, as pessoas levavam um baita susto.
(Marco Rodrigo Almeida – Folha de São Paulo, 10.12.2012.)
Leia os textos a seguir, para responder ao item.
TEXTO i:
Sapato maluco
Quando criou O Menino Maluquinho, Ziraldo inspirou-se na própria infância. Em Caratinga
(Minas Gerais), onde nasceu, o garoto era tão espevitado que ganhou dos colegas o apelido de "Bala
Perdida".
"Eu era muito agitado, é o que hoje as pessoas chamam de hiperativo", relembra o escritor.
[05] Ele nasceu em 1932 e completou 80 anos no mês passado. É o mais velho de sete irmãos. Seu nome
veio da mistura do nome da mãe (Zizinha) com o do pai (Geraldo).
Os pais ganhavam pouco dinheiro. Ele tinha apenas um par de sapatos. Quando um estragava
e ia para o conserto, ele andava pelas ruas com um pé calçado e o outro descalço.
Também quase não ganhava brinquedos. "Mas eu não percebia isso. Era uma criança muito
[10]feliz."
A diversão de Ziraldo era ficar na rua com amigos. Adorava brincar de pique-esconde,
soldado e pião.
Em casa, eram raros os castigos. O pai era muito carinhoso. Gostava de brincar, pentear os
cabelos e arrumar os filhos. Quando sobrava dinheiro, Geraldo comprava livros para eles.
[15] Ziraldo adorava as histórias do "Sítio do Pica-Pau Amarelo", de Monteiro Lobato, e os gibis
do Batman e do Super-Homem. Em 1939, começou a Segunda Guerra. A família de Ziraldo
acompanhava o conflito pelo rádio. Ele tinha medo de que uma bomba caísse em Caratinga.
Felizmente, isso nunca aconteceu. O que realmente deixava a sossegada Caratinga em pânico
era o travesso Ziraldo.
[20] Uma de suas brincadeiras prediletas era pegar uma gravata do pai, enchê-la de areia, amarrar
um fio de linha e colocá-la na rua. Quando alguém passava, ele puxava o fio. Pensando que a
gravata era uma cobra, as pessoas levavam um baita susto.
(Marco Rodrigo Almeida – Folha de São Paulo, 10.12.2012.)
TEXTO II:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
Analise as afirmações a seguir, sobre os Textos
I. Ambos os textos pretendem mostrar ao leitor a alegria das crianças ao ganharem presentes.
II. A infância retratada nos textos é ambientada em épocas diferentes.
III. O autor do Texto I mostra que Ziraldo, apesar de ter sido uma criança pobre, teve uma infância feliz.
IV. O Texto II retrata uma realidade bastante comum das crianças de hoje: valorizar mais os brinquedos
eletrônicos do que os brinquedos tradicionais.
Estão corretas:
Questão 15 10727186
CMC 6º Ano - Português 2013“O garoto disse 'Legal', mas não desviou os olhos da tela.” (linha 30).
A palavra “mas” pode ser substituída, sem mudar o sentido da frase, por:
Questão 13 10727183
CMC 6º Ano - Português 2013O texto a seguir serve de base para o item.
TEXTO:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em
[05] dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? - perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
[10] – Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
[15] – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
[20] – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê,
com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em
[25] que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação
e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas
embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
[30] O garoto disse "Legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a
cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual
de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Luís Fernando Veríssimo – Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, 2001. P. 41.)
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque não é verbo.
Questão 7 10727172
CMC 6º Ano - Português 2013Leia o texto a seguir, para responder ao item.
TEXTO:
Sapato maluco
Quando criou O Menino Maluquinho, Ziraldo inspirou-se na própria infância. Em Caratinga
(Minas Gerais), onde nasceu, o garoto era tão espevitado que ganhou dos colegas o apelido de "Bala
Perdida".
"Eu era muito agitado, é o que hoje as pessoas chamam de hiperativo", relembra o escritor.
[05] Ele nasceu em 1932 e completou 80 anos no mês passado. É o mais velho de sete irmãos. Seu nome
veio da mistura do nome da mãe (Zizinha) com o do pai (Geraldo).
Os pais ganhavam pouco dinheiro. Ele tinha apenas um par de sapatos. Quando um estragava
e ia para o conserto, ele andava pelas ruas com um pé calçado e o outro descalço.
Também quase não ganhava brinquedos. "Mas eu não percebia isso. Era uma criança muito
[10]feliz."
A diversão de Ziraldo era ficar na rua com amigos. Adorava brincar de pique-esconde,
soldado e pião.
Em casa, eram raros os castigos. O pai era muito carinhoso. Gostava de brincar, pentear os
cabelos e arrumar os filhos. Quando sobrava dinheiro, Geraldo comprava livros para eles.
[15] Ziraldo adorava as histórias do "Sítio do Pica-Pau Amarelo", de Monteiro Lobato, e os gibis
do Batman e do Super-Homem. Em 1939, começou a Segunda Guerra. A família de Ziraldo
acompanhava o conflito pelo rádio. Ele tinha medo de que uma bomba caísse em Caratinga.
Felizmente, isso nunca aconteceu. O que realmente deixava a sossegada Caratinga em pânico
era o travesso Ziraldo.
[20] Uma de suas brincadeiras prediletas era pegar uma gravata do pai, enchê-la de areia, amarrar
um fio de linha e colocá-la na rua. Quando alguém passava, ele puxava o fio. Pensando que a
gravata era uma cobra, as pessoas levavam um baita susto.
(Marco Rodrigo Almeida – Folha de São Paulo, 10.12.2012.)
No trecho “Pensando que a gravata era uma cobra, as pessoas levavam um baita susto.” (linhas 21 e 22),
há, respectivamente, uma relação de:
Questão 5 10727169
CMC 6º Ano - Português 2013Leia o texto a seguir, para responder ao item.
TEXTO:
Sapato maluco
Quando criou O Menino Maluquinho, Ziraldo inspirou-se na própria infância. Em Caratinga
(Minas Gerais), onde nasceu, o garoto era tão espevitado que ganhou dos colegas o apelido de "Bala
Perdida".
"Eu era muito agitado, é o que hoje as pessoas chamam de hiperativo", relembra o escritor.
[05] Ele nasceu em 1932 e completou 80 anos no mês passado. É o mais velho de sete irmãos. Seu nome
veio da mistura do nome da mãe (Zizinha) com o do pai (Geraldo).
Os pais ganhavam pouco dinheiro. Ele tinha apenas um par de sapatos. Quando um estragava
e ia para o conserto, ele andava pelas ruas com um pé calçado e o outro descalço.
Também quase não ganhava brinquedos. "Mas eu não percebia isso. Era uma criança muito
[10]feliz."
A diversão de Ziraldo era ficar na rua com amigos. Adorava brincar de pique-esconde,
soldado e pião.
Em casa, eram raros os castigos. O pai era muito carinhoso. Gostava de brincar, pentear os
cabelos e arrumar os filhos. Quando sobrava dinheiro, Geraldo comprava livros para eles.
[15] Ziraldo adorava as histórias do "Sítio do Pica-Pau Amarelo", de Monteiro Lobato, e os gibis
do Batman e do Super-Homem. Em 1939, começou a Segunda Guerra. A família de Ziraldo
acompanhava o conflito pelo rádio. Ele tinha medo de que uma bomba caísse em Caratinga.
Felizmente, isso nunca aconteceu. O que realmente deixava a sossegada Caratinga em pânico
era o travesso Ziraldo.
[20] Uma de suas brincadeiras prediletas era pegar uma gravata do pai, enchê-la de areia, amarrar
um fio de linha e colocá-la na rua. Quando alguém passava, ele puxava o fio. Pensando que a
gravata era uma cobra, as pessoas levavam um baita susto.
(Marco Rodrigo Almeida – Folha de São Paulo, 10.12.2012.)
“Mas eu não percebia isso.” (linha 09). O pronome isso retoma uma informação já mencionada no texto.
Tal informação refere-se ao fato de que Ziraldo:
06
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