Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 11 10795000
Concursos CETESB 2013Assinale a alternativa em que a palavra destacada apresenta sentido de finalidade.
Questão 10 10794997
Concursos CETESB 2013O verbo destacado está no tempo presente em:
Questão 8 10794994
Concursos CETESB 2013Leia o texto para responder à questão.
Quando o filho vira pai
A sogra de um amigo começou a ter pequenos lapsos de memória. Em seis meses, sua condição decaiu bastante. Não se lembra de fatos corriqueiros. E com frequência diz verdades que a família preferia silenciar. Meu amigo me perguntou o que fazer. Eu respondi que deveria cuidar dela. Ele se espantou, dizendo que não iria suportar.
Fui educado por meus pais. Gostaria de ter tido mais dinheiro, quando eles eram vivos, para lhes oferecer uma condição melhor. Ou confortos que não chegaram a ter. Mas eu e meus irmãos conseguimos apenas o necessário: um bom plano de saúde e uma ajuda financeira para complementar a minguada aposentadoria deles. Quando criança, eu precisava do apoio de meus pais. Quando envelheceram, precisaram do meu. Para todos nós é assim.
Observo que muitos conhecidos meus não aceitam a fragilidade dos pais. Ou põem em primeiro lugar seus próprios desejos. Concordo que, na velhice, muitos se tornam mais difíceis. Ranzinzas. Mais solitários. Reclamam mais. Mas quando eu era
bebê, não gritava pedindo para mamar? Não atormentava meus pais de noite?
Pergunto-me: como sentir-se bem se a mãe ou o pai está sozinho em algum lugar, com dificuldades? Entre a ida ao shopping e o programa da noite, não é possível ao menos uma visitinha aos pais? Se necessário, por que não morar junto, dividir o espaço, mesmo com dificuldades de relacionamento? Ou a palavra solidariedade perdeu o sentido?
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://vejasp. Abril.com.br – Acesso em
07.01.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta palavra em sentido figurado.
Questão 7 10794992
Concursos CETESB 2013Leia o texto para responder à questão.
Quando o filho vira pai
A sogra de um amigo começou a ter pequenos lapsos de memória. Em seis meses, sua condição decaiu bastante. Não se lembra de fatos corriqueiros. E com frequência diz verdades que a família preferia silenciar. Meu amigo me perguntou o que fazer. Eu respondi que deveria cuidar dela. Ele se espantou, dizendo que não iria suportar.
Fui educado por meus pais. Gostaria de ter tido mais dinheiro, quando eles eram vivos, para lhes oferecer uma condição melhor. Ou confortos que não chegaram a ter. Mas eu e meus irmãos conseguimos apenas o necessário: um bom plano de saúde e uma ajuda financeira para complementar a minguada aposentadoria deles. Quando criança, eu precisava do apoio de meus pais. Quando envelheceram, precisaram do meu. Para todos nós é assim.
Observo que muitos conhecidos meus não aceitam a fragilidade dos pais. Ou põem em primeiro lugar seus próprios desejos. Concordo que, na velhice, muitos se tornam mais difíceis. Ranzinzas. Mais solitários. Reclamam mais. Mas quando eu era
bebê, não gritava pedindo para mamar? Não atormentava meus pais de noite?
Pergunto-me: como sentir-se bem se a mãe ou o pai está sozinho em algum lugar, com dificuldades? Entre a ida ao shopping e o programa da noite, não é possível ao menos uma visitinha aos pais? Se necessário, por que não morar junto, dividir o espaço, mesmo com dificuldades de relacionamento? Ou a palavra solidariedade perdeu o sentido?
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://vejasp. Abril.com.br – Acesso em
07.01.2013. Adaptado)
A primeira palavra contida no título do texto – Quando os filhos viram pais – apresenta sentido de
Questão 6 10794991
Concursos CETESB 2013Leia o texto para responder à questão.
Quando o filho vira pai
A sogra de um amigo começou a ter pequenos lapsos de memória. Em seis meses, sua condição decaiu bastante. Não se lembra de fatos corriqueiros. E com frequência diz verdades que a família preferia silenciar. Meu amigo me perguntou o que fazer. Eu respondi que deveria cuidar dela. Ele se espantou, dizendo que não iria suportar.
Fui educado por meus pais. Gostaria de ter tido mais dinheiro, quando eles eram vivos, para lhes oferecer uma condição melhor. Ou confortos que não chegaram a ter. Mas eu e meus irmãos conseguimos apenas o necessário: um bom plano de saúde e uma ajuda financeira para complementar a minguada aposentadoria deles. Quando criança, eu precisava do apoio de meus pais. Quando envelheceram, precisaram do meu. Para todos nós é assim.
Observo que muitos conhecidos meus não aceitam a fragilidade dos pais. Ou põem em primeiro lugar seus próprios desejos. Concordo que, na velhice, muitos se tornam mais difíceis. Ranzinzas. Mais solitários. Reclamam mais. Mas quando eu era
bebê, não gritava pedindo para mamar? Não atormentava meus pais de noite?
Pergunto-me: como sentir-se bem se a mãe ou o pai está sozinho em algum lugar, com dificuldades? Entre a ida ao shopping e o programa da noite, não é possível ao menos uma visitinha aos pais? Se necessário, por que não morar junto, dividir o espaço, mesmo com dificuldades de relacionamento? Ou a palavra solidariedade perdeu o sentido?
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://vejasp. Abril.com.br – Acesso em
07.01.2013. Adaptado)
No trecho – ...uma ajuda financeira para complementar a minguada aposentadoria deles. –, a palavra destacada apresenta sentido contrário de
Questão 5 10794988
Concursos CETESB 2013Leia o texto para responder à questão.
Quando o filho vira pai
A sogra de um amigo começou a ter pequenos lapsos de memória. Em seis meses, sua condição decaiu bastante. Não se lembra de fatos corriqueiros. E com frequência diz verdades que a família preferia silenciar. Meu amigo me perguntou o que fazer. Eu respondi que deveria cuidar dela. Ele se espantou, dizendo que não iria suportar.
Fui educado por meus pais. Gostaria de ter tido mais dinheiro, quando eles eram vivos, para lhes oferecer uma condição melhor. Ou confortos que não chegaram a ter. Mas eu e meus irmãos conseguimos apenas o necessário: um bom plano de saúde e uma ajuda financeira para complementar a minguada aposentadoria deles. Quando criança, eu precisava do apoio de meus pais. Quando envelheceram, precisaram do meu. Para todos nós é assim.
Observo que muitos conhecidos meus não aceitam a fragilidade dos pais. Ou põem em primeiro lugar seus próprios desejos. Concordo que, na velhice, muitos se tornam mais difíceis. Ranzinzas. Mais solitários. Reclamam mais. Mas quando eu era
bebê, não gritava pedindo para mamar? Não atormentava meus pais de noite?
Pergunto-me: como sentir-se bem se a mãe ou o pai está sozinho em algum lugar, com dificuldades? Entre a ida ao shopping e o programa da noite, não é possível ao menos uma visitinha aos pais? Se necessário, por que não morar junto, dividir o espaço, mesmo com dificuldades de relacionamento? Ou a palavra solidariedade perdeu o sentido?
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://vejasp. Abril.com.br – Acesso em
07.01.2013. Adaptado)
Na frase – Não se lembra de fatos corriqueiros. –, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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