Questões de EFAF Português
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Questão 4 10408666
CPM 2018No texto que segue, há algumas palavras destacadas. Leia-o e preste atenção à classe gramatical delas.
O cobrador
O dono do mercadinho foi à casa de um freguês para receber a conta. Um garotinho veio atender à porta.
– Você pode chamar seu pai? – solicitou gentilmente o cobrador.
– Meu pai não está em casa, acabou de sair... – respondeu o garoto.
– Como não está? – recuou espantado o comerciante – Eu o vi na janela quando estava vindo para cá!
– Pois é, ele também viu o senhor, e desapareceu pela porta de trás...
Disponível em: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/piadas-infantis-a- sinceridade-infantil.htm Acesso em: 05 jul 2017.
As palavras destacadas são, quanto à classe gramatical, respectivamente:
Questão 2 10408651
CPM 2018Leia a tira e fique atento à nova ortografia para esta questão.

Disponível em:
Acesso em: 05 jul 2017.
O que justifica não ser usado mais o acento agudo nas palavras HEROICO – PLATEIA – IDEIA – MOCREIA, segundo a nova ortografia, é:
Questão 9 10395235
OBG 3ª FASE (Online) 2018A respeito da imagem abaixo, qual das seguintes afirmações está correta?

Questão 20 10393275
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2018Texto - Escola usa aulas de respeito e honestidade para combater violência
Introdução de matéria 'inteligência emocional', elaborada por psicólogas, mudou realidade de violência em escola da periferia de São Paulo.
Da BBC
[1] Até três anos atrás, os gritos de "Vou te pegar" eram, em geral, seguidos por brigas violentas, em
que alunos saíam dando chutes, socos e pontapés uns nos outros. Às vezes, sobrava também para os
professores — alguns deles relatam terem levado "unhada" dos estudantes, outros foram agredidos com chutes
em momentos de irritação das crianças.
[5] Mas, desde que um grupo de psicólogas começou a trabalhar as emoções dos alunos, inserindo na
grade curricular a matéria de "inteligência emocional" — que incluem aulas de respeito e até honestidade -, a
realidade da rotina na escola mudou bastante, conforme relatam os próprios professores.
[...]
Reflexo de conflitos
Localizada em uma comunidade com altos índices de violência, a escola da zona oeste sofria o
[10] reflexo dos conflitos do lado de fora que iam parar dentro das salas de aula, com alunos agressivos e “sem
limites", conforme definiram os próprios professores à BBC Brasil.
"É uma realidade fora do que você possa imaginar vivendo na classe média. O comportamento das
crianças me assustou bastante, a agitação que elas tinham, a falta de concentração”, relatou uma das
professoras, que já teve turmas do ensino médio e do fundamental na escola de Pirituba.
[15] "A gente via muito desrespeito, falta de tolerância. O aluno não consegue enxergar os erros dele,
mas aí aponta no outro tudo o que tem de ruim e isso gera muitas brigas, agressões verbais, físicas, tudo isso
aqui era muito constante", constatou uma docente.
Para combater essa "agressividade" dos alunos, as psicólogas que fazem parte do grupo Inteligência
Emocional na Escola implementaram um projeto no colégio dando outro caminho — que não a violência —
[20] para os alunos extravasarem suas emoções.
[...]
O trabalho dela e das outras duas psicólogas que atualmente estão no projeto se dá em três tipos de
ações: o ensino da inteligência emocional dentro da sala de aula, por meio de uma apostila que trata temas
como respeito, honestidade, cidadania, diferenças e outros, conforme a faixa etária; o uso de dinâmicas
(brincadeiras) que têm como objetivo trabalhar as emoções dos alunos e o autocontrole; e o atendimento
[25] individual, para os casos mais graves, de alunos muito agressivos ou vítimas de problemas pessoais mais
complicados.
Aulas
Pelos abraços e o calor demonstrado pelos alunos já no caminho para a sala, a reportagem constatou
que o projeto parece ter boa receptividade. "Qual vai ser a atividade de hoje, tia?”, "O que a gente vai fazer
[30] hoje, prô?" — a agitação era inegável, mas os alunos da 4º ano pareciam empolgados para a lição emocional!
do dia que a professora-psicóloga iria passar.
Andreia começa a aula questionando os alunos: "O que tem que estar sempre presente quando a
gente está em grupo?". Eles citam educação, amizade, respeito. "Respeito. E quando a gente perde o respeito
é fácil de recuperar?" — um grandioso "não" ecoa pela sala, E a professora segue a explicação da brincadeira.
[35] "Hoje vocês vão ser cuidadores do respeito. Nós vamos deixar o respeito aqui na lousa e nós temos que cuidar para ele não ir embora.”
A tarefa do dia era ouvir quatro histórias que a professora contaria e identificar, por meio de
"carinhas" desenhadas em um papel (feliz, triste, assustado e com raiva), qual emoção cada uma delas
despertava. Tudo isso sem perder os cuidados pelo "respeito" guardado na lousa.
[40] Não demorou muito para os alunos se agitarem e começarem a falar ao mesmo tempo. À professora
relembra: "Olha o respeito indo embora!", e a aluna da primeira carteira endossa o pedido apontando para o
colega: "É, Kauã, respeita, cala a..” e ela mesma percebe sua 'quase' falta de respeito, colocando a mão na
boca antes de completar a frase.
[...]
Andreia Carelli faz parte do projeto há um ano e meio e explica que o grande mérito dele é mudar
[45] a visão de mundo dos alunos. "Quando eles chegam aqui, a única referência deles de mundo é a violência,
mas a gente conseguiu dar pra eles outra referência, como conversar. Se você não gosta de apanhar, por que
você vai bater? E com o tempo eles vão mudando essas atitudes.”
Professores
As aulas de inteligência emocional são ministradas semanalmente de 1º a 5º ano em quatro escolas
[50] do país, duas em São Paulo (uma municipal e a outra estadual) e duas em Manaus (as duas estaduais). O
sucesso do projeto é percebido facilmente pelos professores,
"Ao longo desses dois anos é nítida a mudança, a convivência entre os alunos mudou demais. E a
gente sabe que mudou o comportamento aqui dentro da escola, porque essa não é a realidade deles lá fora”,
contou uma das professoras.
[55] Os professores, inclusive, também passaram por um treinamento com as psicólogas para poderem
aprimorar a relação que tinham com os alunos na escola. "No início, eles (professores) tinham bastante
resistência, achavam que estávamos ali para criticar o trabalho que eles estavam fazendo e tal. Depois eles
foram aceitando e sentindo o resultado das aulas", explica Taíssa Lukjanenko, outra psicóloga que está no
projeto desde o início.
[...]
[60] De acordo com os números do grupo Inteligência Emocional na Escola, 86% dos professores que
dão aula nas escolas que participam do projeto consideram que a disciplina dos alunos melhorou e 89%
acreditam que a relação com os alunos também deu um salto após a aplicação das aulas.
Além do projeto com as psicólogas, a escola em Pirituba também aposta em programas
extracurriculares — banda escolar, mostra cultural etc. — e na integração com a comunidade — a escola é aberta
[65] no fim de semana para atividades da comunidade de Pirituba — para combater a violência.
Assinale a única alternativa correta acerca do emprego das aspas no Texto.
Questão 18 10392977
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2018Texto - Escola usa aulas de respeito e honestidade para combater violência
Introdução de matéria 'inteligência emocional', elaborada por psicólogas, mudou realidade de violência em escola da periferia de São Paulo.
Da BBC
[1] Até três anos atrás, os gritos de "Vou te pegar" eram, em geral, seguidos por brigas violentas, em
que alunos saíam dando chutes, socos e pontapés uns nos outros. Às vezes, sobrava também para os
professores — alguns deles relatam terem levado "unhada" dos estudantes, outros foram agredidos com chutes
em momentos de irritação das crianças.
[5] Mas, desde que um grupo de psicólogas começou a trabalhar as emoções dos alunos, inserindo na
grade curricular a matéria de "inteligência emocional" — que incluem aulas de respeito e até honestidade -, a
realidade da rotina na escola mudou bastante, conforme relatam os próprios professores.
[...]
Reflexo de conflitos
Localizada em uma comunidade com altos índices de violência, a escola da zona oeste sofria o
[10] reflexo dos conflitos do lado de fora que iam parar dentro das salas de aula, com alunos agressivos e “sem
limites", conforme definiram os próprios professores à BBC Brasil.
"É uma realidade fora do que você possa imaginar vivendo na classe média. O comportamento das
crianças me assustou bastante, a agitação que elas tinham, a falta de concentração”, relatou uma das
professoras, que já teve turmas do ensino médio e do fundamental na escola de Pirituba.
[15] "A gente via muito desrespeito, falta de tolerância. O aluno não consegue enxergar os erros dele,
mas aí aponta no outro tudo o que tem de ruim e isso gera muitas brigas, agressões verbais, físicas, tudo isso
aqui era muito constante", constatou uma docente.
Para combater essa "agressividade" dos alunos, as psicólogas que fazem parte do grupo Inteligência
Emocional na Escola implementaram um projeto no colégio dando outro caminho — que não a violência —
[20] para os alunos extravasarem suas emoções.
[...]
O trabalho dela e das outras duas psicólogas que atualmente estão no projeto se dá em três tipos de
ações: o ensino da inteligência emocional dentro da sala de aula, por meio de uma apostila que trata temas
como respeito, honestidade, cidadania, diferenças e outros, conforme a faixa etária; o uso de dinâmicas
(brincadeiras) que têm como objetivo trabalhar as emoções dos alunos e o autocontrole; e o atendimento
[25] individual, para os casos mais graves, de alunos muito agressivos ou vítimas de problemas pessoais mais
complicados.
Aulas
Pelos abraços e o calor demonstrado pelos alunos já no caminho para a sala, a reportagem constatou
que o projeto parece ter boa receptividade. "Qual vai ser a atividade de hoje, tia?”, "O que a gente vai fazer
[30] hoje, prô?" — a agitação era inegável, mas os alunos da 4º ano pareciam empolgados para a lição emocional!
do dia que a professora-psicóloga iria passar.
Andreia começa a aula questionando os alunos: "O que tem que estar sempre presente quando a
gente está em grupo?". Eles citam educação, amizade, respeito. "Respeito. E quando a gente perde o respeito
é fácil de recuperar?" — um grandioso "não" ecoa pela sala, E a professora segue a explicação da brincadeira.
[35] "Hoje vocês vão ser cuidadores do respeito. Nós vamos deixar o respeito aqui na lousa e nós temos que cuidar para ele não ir embora.”
A tarefa do dia era ouvir quatro histórias que a professora contaria e identificar, por meio de
"carinhas" desenhadas em um papel (feliz, triste, assustado e com raiva), qual emoção cada uma delas
despertava. Tudo isso sem perder os cuidados pelo "respeito" guardado na lousa.
[40] Não demorou muito para os alunos se agitarem e começarem a falar ao mesmo tempo. À professora
relembra: "Olha o respeito indo embora!", e a aluna da primeira carteira endossa o pedido apontando para o
colega: "É, Kauã, respeita, cala a..” e ela mesma percebe sua 'quase' falta de respeito, colocando a mão na
boca antes de completar a frase.
[...]
Andreia Carelli faz parte do projeto há um ano e meio e explica que o grande mérito dele é mudar
[45] a visão de mundo dos alunos. "Quando eles chegam aqui, a única referência deles de mundo é a violência,
mas a gente conseguiu dar pra eles outra referência, como conversar. Se você não gosta de apanhar, por que
você vai bater? E com o tempo eles vão mudando essas atitudes.”
Professores
As aulas de inteligência emocional são ministradas semanalmente de 1º a 5º ano em quatro escolas
[50] do país, duas em São Paulo (uma municipal e a outra estadual) e duas em Manaus (as duas estaduais). O
sucesso do projeto é percebido facilmente pelos professores,
"Ao longo desses dois anos é nítida a mudança, a convivência entre os alunos mudou demais. E a
gente sabe que mudou o comportamento aqui dentro da escola, porque essa não é a realidade deles lá fora”,
contou uma das professoras.
[55] Os professores, inclusive, também passaram por um treinamento com as psicólogas para poderem
aprimorar a relação que tinham com os alunos na escola. "No início, eles (professores) tinham bastante
resistência, achavam que estávamos ali para criticar o trabalho que eles estavam fazendo e tal. Depois eles
foram aceitando e sentindo o resultado das aulas", explica Taíssa Lukjanenko, outra psicóloga que está no
projeto desde o início.
[...]
[60] De acordo com os números do grupo Inteligência Emocional na Escola, 86% dos professores que
dão aula nas escolas que participam do projeto consideram que a disciplina dos alunos melhorou e 89%
acreditam que a relação com os alunos também deu um salto após a aplicação das aulas.
Além do projeto com as psicólogas, a escola em Pirituba também aposta em programas
extracurriculares — banda escolar, mostra cultural etc. — e na integração com a comunidade — a escola é aberta
[65] no fim de semana para atividades da comunidade de Pirituba — para combater a violência.
Nos trechos transcritos do Texto, analise as relações semântico-discursivas estabelecidas pelos elementos destacados e, em seguida, assinale o Item correto.
I. “Mas, desde que um grupo de psicólogas começou a trabalhar as emoções dos alunos, inserindo "na grade curricular a matéria de "inteligência emocional" — que incluem aulas de respeito e até honestidade -, a realidade da rotina na escola mudou bastante, conforme relatam os próprios professores.” (linhas 5 a 7)
II. Andreia Carelli faz parte do projeto há um ano e meio e explica que o grande mérito dele é mudar a visão de mundo dos alunos. "Quando eles chegam aqui, a única referência deles de mundo é a violência, mas a gente conseguiu dar pra eles outra referência, como conversar. Se você não gosta de apanhar, por que você vai bater? E com o tempo eles vão mudando essas atitudes." (linhas 44 a 47)
Questão 16 10392875
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2018Texto

Assinale a única alternativa correta a respeito das ideias presentes no Texto.
06
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