Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 2 10525842
SENAI 1° Ano - CGE 2155 2018/2A tirinha abaixo se refere à questão.

Fonte: Disponível em: https://precodebanana.files.wordpress.com/2012/04/chaaarge.jpg. Acesso em: 07 ago. 2016.
Na tirinha, as palavras grifadas são, respectivamente,
Questão 1 10525819
SENAI 1° Ano - CGE 2155 2018/2A canção abaixo se refere à questão.
Sozinho
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
O antes, o agora e o depois.
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Estou me sentindo muito sozinho!
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
(...)
Fala que me ama só
Que é da boca pra fora...
Ou você me engana, ou não está madura!
Onde está você agora?
(...)
Fonte: PENINHA. Disponível em: https://www.letras.mus.br/peninha/67069/. Acesso em: 18 maio 2016.
O núcleo temático da canção é a
Questão 28 10415189
CMT 2018TEXTO

www.google.com.br/search?q=tirinha+do+calvin+sobre+o+medo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwiJiNvjk5_bAhXFvZAKHV2C04QsAQIJw&biw=1366&bih=637#imgrc=oY5RprwcHoxTuM: acesso 14/5/2018 às 11h14
Com base no plano do Tigre, proposto no segundo quadrinho, é possível afirmar que, na visão do Tigre, os monstros
Questão 23 10415132
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
Leia com atenção o resumo das lembranças do narrador sobre um episódio de sua infância, considerando que os acontecimentos estão desordenados.
( ) Comentários sobre coisas que ele e seus amigos faziam com o intuito de se divertirem.
( ) O socorro da bruxa, que leva o narrador para casa.
( ) Descrição física e de alguns detalhes da vida de uma vizinha.
( ) Aparecimento da bruxa empunhando um cabo de vassoura.
( ) Explicação sobre o que fizeram com um bode morto que encontraram.
( ) Ida ao hospital para que tudo ficasse resolvido.
( ) Detalhes sobre como ele, o narrador, quebrou a perna.
Numerando os fatos apresentados em ordem cronológica, teremos a sequência:
Questão 21 10415110
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
Marque a opção em que os trechos selecionados representam fato e consequência, respectivamente, ou seja, nessa ordem.
Questão 30 10408820
CPM 2018Vivemos em um mundo de aparências, onde é dada maior importância em ter e mostrar nossas posses do que nos valorizarmos pelo que realmente somos. Nossa aparência física é muito mais importante que nossa saúde. Mas, sem o perfeito equilíbrio das funções do nosso corpo, não conseguimos manter nossos hábitos diários e nossa rotina de trabalho, estudo e lazer. Para que nosso corpo se desenvolva perfeitamente, devemos cuidar muito bem dele a fim de preservarmos nossa saúde e termos uma boa qualidade devida.
Assinale a alternativa que contém medidas que visam cuidar do corpo e manter uma boa saúde física e mental.
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