Questões de EFAF Português - Morfologia
903 Questões
Questão 7 10307288
OBR 1° Ano - Nível 4 2012O Robô humanóide IHM1, primeira parte desenvolvida do projeto “I, Hamlet” vencedor do concurso Rumos de ate cibernética faz uma apresentação artística na qual declama versos do texto de William Shakespeare, Hamlet. Se em uma nova apresentação o humanóide declama a seguinte frase: “aquela menina, Maria, passa o dia todo a me encantar.”

O termo “Maria” representa:
Questão 8 10307122
OBR 1° Ano - Nível 3 2012Leia a canção abaixo e responda a questão:
O Robô
(Toquinho)
Quanta coisa ele conhece,
Sabe a tudo responder.
E o que tanto o entristece
É ser humano ele não ser.
Com suas veias de metal
Raciocina e sabe andar.
Mas o que lhe faz tão mal
É não sorrir e nem chorar.
Sou robô e a vida é dura
Quando se é feito de lata.
Sou sem jogo de cintura
E a minha voz é muito chata.
Vou ter sempre algum defeito,
Já perdi a esperança.
Pelo homem eu fui feito
À sua imagem e semelhança.
Nunca tem nenhuma dúvida,
Incansável e seguro.
Por tudo isso ele é considerado
O homem do futuro.
Ser o homem do futuro
Não me anima muito, não.
Todos saberão de tudo,
Mas como eu, sem coração.
Os adultos, sempre sérios,
Sabem só me programar.
Se eles não brincam comigo, Com criança eu vou brincar.
O trecho abaixo foi extraído da canção de Toquinho.
“[...] Sou sem jogo de cintura e a minha voz é muito chata. [...]”
A palavra destacada é um:
Questão 12 10158859
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2012TEXTO
Juventude e a cidadania antecipada
Por: Pe. Zezinho
1 Eles nasceram há vinte ou dezesseis anos atrás. Enfrentam, como jovens, maiores problemas do que seus pais que hoje passam dos quarenta; sofrem maiores tentações e desafios do que seus pais sofreram; parecem mais livres e senhores de si; têm menos tabus e bandeiras; engajam-se menos: sabem alguma coisa vaga sobre o Brasil e o mundo; não despertaram ainda para a política, mas estão convidados a opinar e jogar seu peso na eleição de presidentes e de outros altos dirigentes da nação. A Constituição lhes dá esse direito. Direito que no Brasil é dever, porque, em podendo e não votando, o cidadão sofre sanções.
2 Os adolescentes e jovens abaixo de vinte anos, como os pobres e marginalizados, nunca tiveram voz neste país. Os meios de comunicação falam muito deles, mas eles mesmos não falam muito nesses meios que falam muito deles e a eles. Ajudam a comprar e a vender mais que seus pais, são um. excelente mercado de roupas, música, alimento, sapatos, livros, brinquedos, veículos leves e novidades eletrônicas. Os senhores da propaganda e do marketing sabem que eles são uma força, embora eles mesmos não tenham consciência dessa força. Às religiões assustam-se com a ideia de perdê-los, porque significaria uma baixa considerável em qualquer igreja que se preze. Além do mais, são lindos, teimosos, adoráveis, agressivos, amorosos, simpáticos, exigentes, opiniosos, e... filhos, sobrinhos, amigos, netos e ... Jovens! Quantos são? No Brasil quase toda estatística é imprecisa. Fala-se em 10 a 12 milhões de adolescentes na faixa dos 16 anos. Aventa-se em 25 milhões o número de jovens entre os 16 e 18 anos. Seria de cerca de 32 milhões o número de jovens entre os 18 e 20 anos. Não é fácil concordar com os números. Mas formariam um enorme país. E formam, de direito e fato, um enorme país adolescente, jovem e buliçoso, que está longe de ser despreocupado. Com droga, AIDS, desemprego dos pais, economia errática, violência crescente nas ruas, insegurança e raiva incontida de adultos ao seu redor, família em conflito, aborto, divórcio e quebra de valores a rondá-los todos os dias, como podem fingir que nada os atinge? São os filhos de um país sem rumo certo que nasceram num navio de refugiados econômicos, fugindo de algum problema e sem porto seguro à vista. Tudo o que escutam é que o país é maior do que o abismo e que o Brasil é viável. Não estão convencidos.
3 O resultado é palpável. Não acreditam em políticos, não mostram paixão pela política, não se orgulham de seu pais. A religião, em geral, os incomoda. Poucos aderem a grupos religiosos de adolescentes por escolha própria. Aceitam facilmente modismos estrangeiros e cantam com enorme facilidade canções que ouviram no rádio, até mesmo em inglês, que não falam, mas que conhecem de som. Os mais pobres têm seus desafogos e alienações dentro dos limites de sua enorme carência. E há os que caem vitimas da mesma violência que sofreram. Seu recurso a gangues, violência, drogas e atos antissociais são seu jeito agressivo de votar contra a sua cidade e seu pais.
4 São bons e ainda acreditam no amanhã. Precisam acreditar, se desejam ver alguma coisa de melhor neste pais. Mas receberam uma cidadania precoce, isto é, sobre suas cabeças jovens e bonitas, seus ombros juvenis e ainda despreparados, o país joga uma responsabilidade muito grande. A nação quer a opinião deles sobre negócios de Estado, mas não tem pensado muito neles. Vejam nossas grandes cidades da periferia. Onde estão as praças de esporte, o verde e o lugar onde possam expandir sua alegria e energia? Aonde pode um adolescente ir despreocupado com seus companheiros? O Brasil de 8.500 km2 constrói cidades sem espaço para crianças e adolescentes. Talvez o voto deles mude ao menos ISSO...
Disponível em: http:/Avww.catolicanet.com.br/ Acesso em 04/10/2012.
Vocabulário:
Tabu: proibição, restrição. o
Sanção: penalidades.
Aventar: fazer estimativa, hipotetizar.
Buliçoso: ativo, agitado.
Errática: sem rumo certo.
As sentenças abaixo apresentam diferentes tipos de sujeito. Assinale a alternativa em que sua identificação e análise, respectivamente, estejam corretas.
I. “Os adolescentes e jovens abaixo de vinte anos (...) nunca tiveram voz neste pais.” (texto, 2° parágrafo)
II, “Fala-se em 10 a 12 milhões de adolescentes na faixa dos 16 anos.” (texto, 2° parágrafo)
Questão 9 10158820
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2012TEXTO
Juventude e a cidadania antecipada
Por: Pe. Zezinho
1 Eles nasceram há vinte ou dezesseis anos atrás. Enfrentam, como jovens, maiores problemas do que seus pais que hoje passam dos quarenta; sofrem maiores tentações e desafios do que seus pais sofreram; parecem mais livres e senhores de si; têm menos tabus e bandeiras; engajam-se menos: sabem alguma coisa vaga sobre o Brasil e o mundo; não despertaram ainda para a política, mas estão convidados a opinar e jogar seu peso na eleição de presidentes e de outros altos dirigentes da nação. A Constituição lhes dá esse direito. Direito que no Brasil é dever, porque, em podendo e não votando, o cidadão sofre sanções.
2 Os adolescentes e jovens abaixo de vinte anos, como os pobres e marginalizados, nunca tiveram voz neste país. Os meios de comunicação falam muito deles, mas eles mesmos não falam muito nesses meios que falam muito deles e a eles. Ajudam a comprar e a vender mais que seus pais, são um. excelente mercado de roupas, música, alimento, sapatos, livros, brinquedos, veículos leves e novidades eletrônicas. Os senhores da propaganda e do marketing sabem que eles são uma força, embora eles mesmos não tenham consciência dessa força. Às religiões assustam-se com a ideia de perdê-los, porque significaria uma baixa considerável em qualquer igreja que se preze. Além do mais, são lindos, teimosos, adoráveis, agressivos, amorosos, simpáticos, exigentes, opiniosos, e... filhos, sobrinhos, amigos, netos e ... Jovens! Quantos são? No Brasil quase toda estatística é imprecisa. Fala-se em 10 a 12 milhões de adolescentes na faixa dos 16 anos. Aventa-se em 25 milhões o número de jovens entre os 16 e 18 anos. Seria de cerca de 32 milhões o número de jovens entre os 18 e 20 anos. Não é fácil concordar com os números. Mas formariam um enorme país. E formam, de direito e fato, um enorme país adolescente, jovem e buliçoso, que está longe de ser despreocupado. Com droga, AIDS, desemprego dos pais, economia errática, violência crescente nas ruas, insegurança e raiva incontida de adultos ao seu redor, família em conflito, aborto, divórcio e quebra de valores a rondá-los todos os dias, como podem fingir que nada os atinge? São os filhos de um país sem rumo certo que nasceram num navio de refugiados econômicos, fugindo de algum problema e sem porto seguro à vista. Tudo o que escutam é que o país é maior do que o abismo e que o Brasil é viável. Não estão convencidos.
3 O resultado é palpável. Não acreditam em políticos, não mostram paixão pela política, não se orgulham de seu pais. A religião, em geral, os incomoda. Poucos aderem a grupos religiosos de adolescentes por escolha própria. Aceitam facilmente modismos estrangeiros e cantam com enorme facilidade canções que ouviram no rádio, até mesmo em inglês, que não falam, mas que conhecem de som. Os mais pobres têm seus desafogos e alienações dentro dos limites de sua enorme carência. E há os que caem vitimas da mesma violência que sofreram. Seu recurso a gangues, violência, drogas e atos antissociais são seu jeito agressivo de votar contra a sua cidade e seu pais.
4 São bons e ainda acreditam no amanhã. Precisam acreditar, se desejam ver alguma coisa de melhor neste pais. Mas receberam uma cidadania precoce, isto é, sobre suas cabeças jovens e bonitas, seus ombros juvenis e ainda despreparados, o país joga uma responsabilidade muito grande. A nação quer a opinião deles sobre negócios de Estado, mas não tem pensado muito neles. Vejam nossas grandes cidades da periferia. Onde estão as praças de esporte, o verde e o lugar onde possam expandir sua alegria e energia? Aonde pode um adolescente ir despreocupado com seus companheiros? O Brasil de 8.500 km2 constrói cidades sem espaço para crianças e adolescentes. Talvez o voto deles mude ao menos ISSO...
Disponível em: http:/Avww.catolicanet.com.br/ Acesso em 04/10/2012.
Vocabulário:
Tabu: proibição, restrição. o
Sanção: penalidades.
Aventar: fazer estimativa, hipotetizar.
Buliçoso: ativo, agitado.
Errática: sem rumo certo.
Tendo em vista os fragmentos abaixo transcritos do texto, assinale a alternativa que contenha a explicação correta para o uso da pontuação:
Questão 6 10158757
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2012TEXTO
Juventude e a cidadania antecipada
Por: Pe. Zezinho
1 Eles nasceram há vinte ou dezesseis anos atrás. Enfrentam, como jovens, maiores problemas do que seus pais que hoje passam dos quarenta; sofrem maiores tentações e desafios do que seus pais sofreram; parecem mais livres e senhores de si; têm menos tabus e bandeiras; engajam-se menos: sabem alguma coisa vaga sobre o Brasil e o mundo; não despertaram ainda para a política, mas estão convidados a opinar e jogar seu peso na eleição de presidentes e de outros altos dirigentes da nação. A Constituição lhes dá esse direito. Direito que no Brasil é dever, porque, em podendo e não votando, o cidadão sofre sanções.
2 Os adolescentes e jovens abaixo de vinte anos, como os pobres e marginalizados, nunca tiveram voz neste país. Os meios de comunicação falam muito deles, mas eles mesmos não falam muito nesses meios que falam muito deles e a eles. Ajudam a comprar e a vender mais que seus pais, são um. excelente mercado de roupas, música, alimento, sapatos, livros, brinquedos, veículos leves e novidades eletrônicas. Os senhores da propaganda e do marketing sabem que eles são uma força, embora eles mesmos não tenham consciência dessa força. Às religiões assustam-se com a ideia de perdê-los, porque significaria uma baixa considerável em qualquer igreja que se preze. Além do mais, são lindos, teimosos, adoráveis, agressivos, amorosos, simpáticos, exigentes, opiniosos, e... filhos, sobrinhos, amigos, netos e ... Jovens! Quantos são? No Brasil quase toda estatística é imprecisa. Fala-se em 10 a 12 milhões de adolescentes na faixa dos 16 anos. Aventa-se em 25 milhões o número de jovens entre os 16 e 18 anos. Seria de cerca de 32 milhões o número de jovens entre os 18 e 20 anos. Não é fácil concordar com os números. Mas formariam um enorme país. E formam, de direito e fato, um enorme país adolescente, jovem e buliçoso, que está longe de ser despreocupado. Com droga, AIDS, desemprego dos pais, economia errática, violência crescente nas ruas, insegurança e raiva incontida de adultos ao seu redor, família em conflito, aborto, divórcio e quebra de valores a rondá-los todos os dias, como podem fingir que nada os atinge? São os filhos de um país sem rumo certo que nasceram num navio de refugiados econômicos, fugindo de algum problema e sem porto seguro à vista. Tudo o que escutam é que o país é maior do que o abismo e que o Brasil é viável. Não estão convencidos.
3 O resultado é palpável. Não acreditam em políticos, não mostram paixão pela política, não se orgulham de seu pais. A religião, em geral, os incomoda. Poucos aderem a grupos religiosos de adolescentes por escolha própria. Aceitam facilmente modismos estrangeiros e cantam com enorme facilidade canções que ouviram no rádio, até mesmo em inglês, que não falam, mas que conhecem de som. Os mais pobres têm seus desafogos e alienações dentro dos limites de sua enorme carência. E há os que caem vitimas da mesma violência que sofreram. Seu recurso a gangues, violência, drogas e atos antissociais são seu jeito agressivo de votar contra a sua cidade e seu pais.
4 São bons e ainda acreditam no amanhã. Precisam acreditar, se desejam ver alguma coisa de melhor neste pais. Mas receberam uma cidadania precoce, isto é, sobre suas cabeças jovens e bonitas, seus ombros juvenis e ainda despreparados, o país joga uma responsabilidade muito grande. A nação quer a opinião deles sobre negócios de Estado, mas não tem pensado muito neles. Vejam nossas grandes cidades da periferia. Onde estão as praças de esporte, o verde e o lugar onde possam expandir sua alegria e energia? Aonde pode um adolescente ir despreocupado com seus companheiros? O Brasil de 8.500 km2 constrói cidades sem espaço para crianças e adolescentes. Talvez o voto deles mude ao menos ISSO...
Disponível em: http:/Avww.catolicanet.com.br/ Acesso em 04/10/2012.
Vocabulário:
Tabu: proibição, restrição. o
Sanção: penalidades.
Aventar: fazer estimativa, hipotetizar.
Buliçoso: ativo, agitado.
Errática: sem rumo certo.
Assinale a alternativa em que o fragmento transcrito do texto contenha uma ironia, sem perder de vista a contextualização do trecho:
Questão 13 618471
CTI (UNIFICADO) 2012Leia o texto para responder à questão.
Os cursos técnicos ou profissionalizantes têm ganhado cada vez mais popularidade entre os brasileiros. Elaborados para capacitar as pessoas com base prática e teórica em diferentes ramos, os cursos têm público composto por quem busca acelerar o aprendizado de uma profissão e a entrada no mercado de trabalho.
Novas vagas são abertas diariamente pelas empresas brasileiras, mas elas ainda estão carentes de mão de obra qualificada. Por isso, muitas companhias firmam parcerias com escolas para capacitar seus profissionais.
Uma das vantagens é terminar os estudos já com uma profissão, antes mesmo de cursar uma faculdade.
Os cursos técnicos foram criados por Getúlio Vargas, na década de 1930, e vêm demonstrando grande crescimento. Segundo o Censo escolar de 2010, perto de um milhão e meio de alunos estão matriculados no ensino profissional, distribuídos por vários setores, chamados de eixos tecnológicos.
(Veja São Paulo, 05.10.2011. Adaptado)
Considere a frase destacada.
Em – Novas vagas são abertas diariamente pelas empresas brasileiras, mas elas ainda estão carentes de mão de obra qualificada. – substituindo-se mas por embora, tem-se:
06
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