Questões de EFAF Português
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Questão 5 10724548
CMRJ 6° Ano - Português 2018TEXTO
Princesa Arabela, mimada que só ela!
Mylo Freeman
Era uma vez uma princesinha chamada Arabela. Ela morava num grande palácio
com seu pai e sua mãe: o rei e a rainha. O dia do seu aniversário estava chegando. Mas
o que se pode dar a uma princesinha que tem tudo?
– Minha querida Arabelinha, o que você quer ganhar de presente? – perguntou o
[5] rei. A princesa Arabela pensou... Pensou...
– O que você acha de um par de patins com rubis nas rodas? – sugeriu a rainha.
– Eu já tenho – respondeu a princesa Arabela.
– E uma bicicleta dourada? – eu já tenho – respondeu a princesa.
– E um ratinho de pelúcia gostoso de abraçar?
[10] – Eu já tenho – respondeu a princesa.
– E uma zebra de balanço?
– Já tenho.
– E um joguinho de chá? E um carrinho de boneca? E um...
– Eu já tenho tudo isso! – exclamou a princesa. – Agora eu quero uma coisa
[15] diferente. Eu quero... Um elefante!
– Um elê o quê? – gritou a rainha.
– Xiiii... Murmurou o rei. – Onde vamos encontrar um animal desses?
– E quem vai deixar que ele fique conosco?
A princesa Arabela nem quis saber das dificuldades. Ela queria um elefante.
[20] No dia seguinte, o rei ordenou a seus servos que fossem procurar um elefante.
Os servos procuraram por sete dias e sete noites. Voltaram no oitavo dia. Com
um elefante.
Finalmente chegou o grande dia do aniversário da princesa Arabela.
Quando ela abriu os olhos de manhã, seu presente já estava lá. Arabela dançou
[25] de alegria em volta do elefante.
– Eu vou brincar com ele agora mesmo! – ela disse, toda contente. Venha,
Elefante, sente-se aqui!
Elefante ficou parado, triste, olhando para frente.
– Ei, você é o meu presente, tem que brincar comigo! – gritou Arabela,
[30] impaciente.
Mas Elefante nem se mexeu. Uma grande lágrima escorreu devagar pela sua
tromba. E mais uma, e mais outra. Não demorou muito, e a princesa Arabela estava num
lago de lágrimas que alcançava seus tornozelos.
– Pare com isso, senão eu acabo me afogando! – ela disse.
[35] – Quero ir pra casa! – soluçava Elefante. – Por favor, leve-me de volta. – Não
posso, você é meu presente – protestou a princesa. Mas quando Elefante começou a
soluçar de novo, ela gritou depressa: – Por favor, pare de chorar. Eu vou levar você de
volta agora mesmo!
Pelo caminho, a princesa Arabela viu uma porção de bichos diferentes.
[40] – Eu quero este, e aquele, e aquele outro também! Elefante foi andando
depressa... Quando finalmente chegaram ao lugar onde Elefante morava, uma
elefantinha correu em direção a eles.
– Mamãe! Você chegou bem na hora! E trouxe meu presente com você!
– Sim, filhinha – Elefante respondeu.
[45] – E é justamente o que você sempre quis: uma princesinha de verdade!
FREEMAN, Mylo. Princesa Arabela, mimada que só ela! Tradução Ruth Salles. Coleção Giramundo. São Paulo: Editora Ática, 2008.
“– Mamãe! Você chegou bem na hora! E trouxe meu presente com você!
– Sim, filhinha – Elefante respondeu.
– E é justamente o que você sempre quis: uma princesinha de verdade!” (l. 43-45)
Como ocorre em muitas histórias infantis, o final é inesperado.
Observando o trecho destacado acima, percebe-se que
Questão 3 10724538
CMRJ 6° Ano - Português 2018TEXTO
Princesa Arabela, mimada que só ela!
Mylo Freeman
Era uma vez uma princesinha chamada Arabela. Ela morava num grande palácio
com seu pai e sua mãe: o rei e a rainha. O dia do seu aniversário estava chegando. Mas
o que se pode dar a uma princesinha que tem tudo?
– Minha querida Arabelinha, o que você quer ganhar de presente? – perguntou o
[5] rei. A princesa Arabela pensou... Pensou...
– O que você acha de um par de patins com rubis nas rodas? – sugeriu a rainha.
– Eu já tenho – respondeu a princesa Arabela.
– E uma bicicleta dourada? – eu já tenho – respondeu a princesa.
– E um ratinho de pelúcia gostoso de abraçar?
[10] – Eu já tenho – respondeu a princesa.
– E uma zebra de balanço?
– Já tenho.
– E um joguinho de chá? E um carrinho de boneca? E um...
– Eu já tenho tudo isso! – exclamou a princesa. – Agora eu quero uma coisa
[15] diferente. Eu quero... Um elefante!
– Um elê o quê? – gritou a rainha.
– Xiiii... Murmurou o rei. – Onde vamos encontrar um animal desses?
– E quem vai deixar que ele fique conosco?
A princesa Arabela nem quis saber das dificuldades. Ela queria um elefante.
[20] No dia seguinte, o rei ordenou a seus servos que fossem procurar um elefante.
Os servos procuraram por sete dias e sete noites. Voltaram no oitavo dia. Com
um elefante.
Finalmente chegou o grande dia do aniversário da princesa Arabela.
Quando ela abriu os olhos de manhã, seu presente já estava lá. Arabela dançou
[25] de alegria em volta do elefante.
– Eu vou brincar com ele agora mesmo! – ela disse, toda contente. Venha,
Elefante, sente-se aqui!
Elefante ficou parado, triste, olhando para frente.
– Ei, você é o meu presente, tem que brincar comigo! – gritou Arabela,
[30] impaciente.
Mas Elefante nem se mexeu. Uma grande lágrima escorreu devagar pela sua
tromba. E mais uma, e mais outra. Não demorou muito, e a princesa Arabela estava num
lago de lágrimas que alcançava seus tornozelos.
– Pare com isso, senão eu acabo me afogando! – ela disse.
[35] – Quero ir pra casa! – soluçava Elefante. – Por favor, leve-me de volta. – Não
posso, você é meu presente – protestou a princesa. Mas quando Elefante começou a
soluçar de novo, ela gritou depressa: – Por favor, pare de chorar. Eu vou levar você de
volta agora mesmo!
Pelo caminho, a princesa Arabela viu uma porção de bichos diferentes.
[40] – Eu quero este, e aquele, e aquele outro também! Elefante foi andando
depressa... Quando finalmente chegaram ao lugar onde Elefante morava, uma
elefantinha correu em direção a eles.
– Mamãe! Você chegou bem na hora! E trouxe meu presente com você!
– Sim, filhinha – Elefante respondeu.
[45] – E é justamente o que você sempre quis: uma princesinha de verdade!
FREEMAN, Mylo. Princesa Arabela, mimada que só ela! Tradução Ruth Salles. Coleção Giramundo. São Paulo: Editora Ática, 2008.
“– Eu já tenho tudo isso! – exclamou a princesa.” (l. 14) A palavra sublinhada indica que a princesa
Questão 1 10724519
CMRJ 6° Ano - Português 2018TEXTO
Princesa Arabela, mimada que só ela!
Mylo Freeman
Era uma vez uma princesinha chamada Arabela. Ela morava num grande palácio
com seu pai e sua mãe: o rei e a rainha. O dia do seu aniversário estava chegando. Mas
o que se pode dar a uma princesinha que tem tudo?
– Minha querida Arabelinha, o que você quer ganhar de presente? – perguntou o
[5] rei. A princesa Arabela pensou... Pensou...
– O que você acha de um par de patins com rubis nas rodas? – sugeriu a rainha.
– Eu já tenho – respondeu a princesa Arabela.
– E uma bicicleta dourada? – eu já tenho – respondeu a princesa.
– E um ratinho de pelúcia gostoso de abraçar?
[10] – Eu já tenho – respondeu a princesa.
– E uma zebra de balanço?
– Já tenho.
– E um joguinho de chá? E um carrinho de boneca? E um...
– Eu já tenho tudo isso! – exclamou a princesa. – Agora eu quero uma coisa
[15] diferente. Eu quero... Um elefante!
– Um elê o quê? – gritou a rainha.
– Xiiii... Murmurou o rei. – Onde vamos encontrar um animal desses?
– E quem vai deixar que ele fique conosco?
A princesa Arabela nem quis saber das dificuldades. Ela queria um elefante.
[20] No dia seguinte, o rei ordenou a seus servos que fossem procurar um elefante.
Os servos procuraram por sete dias e sete noites. Voltaram no oitavo dia. Com
um elefante.
Finalmente chegou o grande dia do aniversário da princesa Arabela.
Quando ela abriu os olhos de manhã, seu presente já estava lá. Arabela dançou
[25] de alegria em volta do elefante.
– Eu vou brincar com ele agora mesmo! – ela disse, toda contente. Venha,
Elefante, sente-se aqui!
Elefante ficou parado, triste, olhando para frente.
– Ei, você é o meu presente, tem que brincar comigo! – gritou Arabela,
[30] impaciente.
Mas Elefante nem se mexeu. Uma grande lágrima escorreu devagar pela sua
tromba. E mais uma, e mais outra. Não demorou muito, e a princesa Arabela estava num
lago de lágrimas que alcançava seus tornozelos.
– Pare com isso, senão eu acabo me afogando! – ela disse.
[35] – Quero ir pra casa! – soluçava Elefante. – Por favor, leve-me de volta. – Não
posso, você é meu presente – protestou a princesa. Mas quando Elefante começou a
soluçar de novo, ela gritou depressa: – Por favor, pare de chorar. Eu vou levar você de
volta agora mesmo!
Pelo caminho, a princesa Arabela viu uma porção de bichos diferentes.
[40] – Eu quero este, e aquele, e aquele outro também! Elefante foi andando
depressa... Quando finalmente chegaram ao lugar onde Elefante morava, uma
elefantinha correu em direção a eles.
– Mamãe! Você chegou bem na hora! E trouxe meu presente com você!
– Sim, filhinha – Elefante respondeu.
[45] – E é justamente o que você sempre quis: uma princesinha de verdade!
FREEMAN, Mylo. Princesa Arabela, mimada que só ela! Tradução Ruth Salles. Coleção Giramundo. São Paulo: Editora Ática, 2008.
A princesa Arabela pede de presente um elefante porque
Questão 20 10719955
CMS 6° Ano - Português 2018O TEXTO REFERE-SE AO ITEM.

http://diogoprofessor.blogspot.com/2016/11/atividade-sobre-linguagem-acao-e.html
Leia as assertivas abaixo:
I. Mafalda estica os olhos, puxando-os com os dedos para imitar o rosto de todos os orientais cujos olhos são puxados ou não.
II. O humor da tira concentra-se no último quadrinho, quando Mafalda diz “E depois ficam falando de maior compreensão entre Oriente e Ocidente”.
III. A mulher faz cara de espanto ao encontrar com Mafalda porque não costuma encontrar crianças nas ruas.
IV. O enunciador de uma fala como a de Mafalda no último quadrinho só poderia ser mesmo uma criança.
Entre as alternativas abaixo, assinale aquela na qual a(s) assertiva(s) está(ão) correta(s):
Questão 18 10719942
CMS 6° Ano - Português 2018O TEXTO REFERE-SE AO ITEM.
O passarinho, a escola e a flor (trecho)
Saí pela rua pensando em tudo. Mas eu estava lembrando uma coisa que me deixava muito
triste. Totóca tinha um coleirinho muito lindo. Mansinho que subia no dedo dele quando mudava o
alpiste. Podia até deixar a porta aberta que ele não fugia. Um dia Totóca esqueceu ele de fora no sol. E
o sol quente matou ele. Me lembrava de Totóca com ele na mão, chorando, chorando e encostando o
[5] passarinho morto no rosto.
Aí ele dizia:
– Nunca mais, nunca mais eu prendo um passarinho.
Eu estava junto e disse:
– Totóca, eu também nunca vou prender.
[10] Cheguei em casa e fui direito a Minguinho.
– Xururuca, vim fazer uma coisa.
– O que é?
– Vamos esperar um pouco?
– Vamos.
[15] Sentei e encostei minha cabeça no seu tronquinho.
– Que é que nós vamos esperar, Zezé?
– Que passe uma nuvem bem bonita no céu.
– Pra quê?
– Vou soltar o meu passarinho. Vou, sim. Não preciso mais dele...
[20] Ficamos olhando o céu.
– É aquela, Minguinho?
A nuvem vinha andando devagar, bem grande, como se fosse uma folha branca toda recortada.
– É aquela, Minguinho.
Levantei emocionado e abri a camisa. Senti que ele ia saindo do meu peito magro.
[25] – Voa, meu passarinho. Bem alto. Vá subindo e pouse no dedo de Deus.Dcus vai levar você
para outro menininho e você vai cantar bonito como sempre cantou para mim. Adeus, meu passarinho
lindo!
Senti um vazio por dentro que não acabava mais.
– Olhe, Zezé. Ele pousou no dedo da nuvem.
[30] – Eu vi.
Encostei minha cabeça no coração de Minguinho e fiquei olhando a nuvem ir-se embora.
– Eu nunca fui malvado com ele...
Aí virei o meu rosto contra o seu galho.
– Xururuca.
[35] — Que foi?
— Fica feio se eu chorar?
— Nunca é feio chorar, bobo. Por quê?
— Não sei, ainda não me acostumei. Parece que aqui dentro a minha gaiola ficou vazia
demais...
VASCONCELOS, José Mauro de. O meu pé de Laranja Lima. São Paulo: Melhoramentos, 1968.
Sabendo que Minguinho é o apelido que Zezé dá a Xururuca e são, portanto, o mesmo personagem, assinale a alternativa que melhor o descreve:
Questão 17 10719940
CMS 6° Ano - Português 2018O TEXTO REFERE-SE AO ITEM.
O passarinho, a escola e a flor (trecho)
Saí pela rua pensando em tudo. Mas eu estava lembrando uma coisa que me deixava muito
triste. Totóca tinha um coleirinho muito lindo. Mansinho que subia no dedo dele quando mudava o
alpiste. Podia até deixar a porta aberta que ele não fugia. Um dia Totóca esqueceu ele de fora no sol. E
o sol quente matou ele. Me lembrava de Totóca com ele na mão, chorando, chorando e encostando o
[5] passarinho morto no rosto.
Aí ele dizia:
– Nunca mais, nunca mais eu prendo um passarinho.
Eu estava junto e disse:
– Totóca, eu também nunca vou prender.
[10] Cheguei em casa e fui direito a Minguinho.
– Xururuca, vim fazer uma coisa.
– O que é?
– Vamos esperar um pouco?
– Vamos.
[15] Sentei e encostei minha cabeça no seu tronquinho.
– Que é que nós vamos esperar, Zezé?
– Que passe uma nuvem bem bonita no céu.
– Pra quê?
– Vou soltar o meu passarinho. Vou, sim. Não preciso mais dele...
[20] Ficamos olhando o céu.
– É aquela, Minguinho?
A nuvem vinha andando devagar, bem grande, como se fosse uma folha branca toda recortada.
– É aquela, Minguinho.
Levantei emocionado e abri a camisa. Senti que ele ia saindo do meu peito magro.
[25] – Voa, meu passarinho. Bem alto. Vá subindo e pouse no dedo de Deus.Dcus vai levar você
para outro menininho e você vai cantar bonito como sempre cantou para mim. Adeus, meu passarinho
lindo!
Senti um vazio por dentro que não acabava mais.
– Olhe, Zezé. Ele pousou no dedo da nuvem.
[30] – Eu vi.
Encostei minha cabeça no coração de Minguinho e fiquei olhando a nuvem ir-se embora.
– Eu nunca fui malvado com ele...
Aí virei o meu rosto contra o seu galho.
– Xururuca.
[35] — Que foi?
— Fica feio se eu chorar?
— Nunca é feio chorar, bobo. Por quê?
— Não sei, ainda não me acostumei. Parece que aqui dentro a minha gaiola ficou vazia
demais...
VASCONCELOS, José Mauro de. O meu pé de Laranja Lima. São Paulo: Melhoramentos, 1968.
Dentre as frases abaixo, assinale aquela cuja vírgula tem o mesmo valor da empregada no trecho “Xururuca, vim fazer uma coisa.” (linha 11).
06
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