Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 10 3160456
Colégio Pedro II 2014O texto a seguir servirá de base para responder à questão.

Observe a 3a imagem da mãe na tira.
Considerando o diálogo com a filha, a expressão do rosto da mãe indica o seguinte pensamento:
Questão 9 3160451
Colégio Pedro II 2014O texto a seguir servirá de base para responder à questão.

A pergunta que a mãe faz, no primeiro quadrinho, serve para
Questão 7 3160447
Colégio Pedro II 2014O texto a seguir servirá de base para responder à questão.
Nossa rua tem um problema
A seguir, foram selecionados trechos dos diários dos personagens Rosana e Zuza, em que
cada um escreve sobre problemas que estão enfrentando na vizinhança de onde moram.
23 de junho
Nossa rua tem um problema. Tudo por causa de um bando de moleques que vive
[05] atazanando a vida da gente. Minha mãe disse que, se ela soubesse, tinha alugado uma casa lá
no Jardim Prudêncio, perto da vovó, mas agora é tarde. Tem cada uma que eles aprontam que
dá vontade de pegar um por um pelo cabelo e beliscar até ficar roxo. (...)
Rosana
28 de junho
[10] Os moleques daqui, o Zuza, o Mauro e o Joça mais o Toninho, o Zé Luís e o Beto vivem
jogando futebol. Parece mania, nunca vi. Todo dia a mesma coisa. O pior é que já quebraram a
vidraça de umas mil casas e não tem muro em toda rua sem marca de bolada.
Meu irmão bem que queria jogar com eles, só que eles não gostam do Chico. Por quê,
ninguém sabe. Cada vez que a gente sai de casa, eles param o jogo e ficam olhando e
[15] cochichando com o rabo do olho. Mamãe acha que eles dizem palavrão. Papai não sabe a que
horas eles fazem lição. Para mim vão todos repetir de ano. Tomara. *Catiça. Azar deles. Bem
feito.
Rosana
3 de julho
[20] Nossa rua tem um problema. É o Chico. O pai dele é daqueles que não deixam ninguém
botar o nariz pra fora de casa. Jogar bola na rua? Não pode. Comprar figurinha ali na esquina?
Nem pensar. Coitado. O Chico parece um prisioneiro de guerra. Um pistoleiro desses que vivem
a vida atrás das grades. Nunca pode nada. Fica em casa pálido, chupando o dedo. Dá pena uma
pessoa assim tão sem ter o que fazer. A gente jogando bola a tarde inteira e ele na janela
[25] babando. A turma brincando de polícia e ladrão e ele lá. Quando é domingo, é dia do Chico
almoçar na casa da avó. Vai ele, a mãe, o pai e aquela chata da irmã dele, a Rosana, aquela
quatro-olhos que vive jogando água na gente com o esguicho.
Saem todos penteados, perfumosos e engomosos. O Chico de topete e meia branca até o
joelho. Entram no carro e partem deixando a rua inteira parada de queixo caído. A casa de Chico
[30] é bem bonita e a família dele é hiperchique. Só que o pai dele é uma fúria.
Zuza
*Catiça: azar.
(AZEVEDO, Ricardo. Nossa rua tem um problema. São Paulo: Paulinas, 1986. Fragmentos. Adaptado.)
Leia a passagem a seguir, destacada do texto:
“Meu irmão bem que queria jogar com eles, só que eles não gostam do Chico.” (linha 13).
A alternativa que apresenta o termo de sentido equivalente à expressão sublinhada é
Questão 5 3160440
Colégio Pedro II 2014O texto a seguir servirá de base para responder à questão.
Nossa rua tem um problema
A seguir, foram selecionados trechos dos diários dos personagens Rosana e Zuza, em que
cada um escreve sobre problemas que estão enfrentando na vizinhança de onde moram.
23 de junho
Nossa rua tem um problema. Tudo por causa de um bando de moleques que vive
[05] atazanando a vida da gente. Minha mãe disse que, se ela soubesse, tinha alugado uma casa lá
no Jardim Prudêncio, perto da vovó, mas agora é tarde. Tem cada uma que eles aprontam que
dá vontade de pegar um por um pelo cabelo e beliscar até ficar roxo. (...)
Rosana
28 de junho
[10] Os moleques daqui, o Zuza, o Mauro e o Joça mais o Toninho, o Zé Luís e o Beto vivem
jogando futebol. Parece mania, nunca vi. Todo dia a mesma coisa. O pior é que já quebraram a
vidraça de umas mil casas e não tem muro em toda rua sem marca de bolada.
Meu irmão bem que queria jogar com eles, só que eles não gostam do Chico. Por quê,
ninguém sabe. Cada vez que a gente sai de casa, eles param o jogo e ficam olhando e
[15] cochichando com o rabo do olho. Mamãe acha que eles dizem palavrão. Papai não sabe a que
horas eles fazem lição. Para mim vão todos repetir de ano. Tomara. *Catiça. Azar deles. Bem
feito.
Rosana
3 de julho
[20] Nossa rua tem um problema. É o Chico. O pai dele é daqueles que não deixam ninguém
botar o nariz pra fora de casa. Jogar bola na rua? Não pode. Comprar figurinha ali na esquina?
Nem pensar. Coitado. O Chico parece um prisioneiro de guerra. Um pistoleiro desses que vivem
a vida atrás das grades. Nunca pode nada. Fica em casa pálido, chupando o dedo. Dá pena uma
pessoa assim tão sem ter o que fazer. A gente jogando bola a tarde inteira e ele na janela
[25] babando. A turma brincando de polícia e ladrão e ele lá. Quando é domingo, é dia do Chico
almoçar na casa da avó. Vai ele, a mãe, o pai e aquela chata da irmã dele, a Rosana, aquela
quatro-olhos que vive jogando água na gente com o esguicho.
Saem todos penteados, perfumosos e engomosos. O Chico de topete e meia branca até o
joelho. Entram no carro e partem deixando a rua inteira parada de queixo caído. A casa de Chico
[30] é bem bonita e a família dele é hiperchique. Só que o pai dele é uma fúria.
Zuza
*Catiça: azar.
(AZEVEDO, Ricardo. Nossa rua tem um problema. São Paulo: Paulinas, 1986. Fragmentos. Adaptado.)
As travessuras dos moleques provocam em Rosana
Questão 4 3160439
Colégio Pedro II 2014O texto a seguir servirá de base para responder à questão.
Nossa rua tem um problema
A seguir, foram selecionados trechos dos diários dos personagens Rosana e Zuza, em que
cada um escreve sobre problemas que estão enfrentando na vizinhança de onde moram.
23 de junho
Nossa rua tem um problema. Tudo por causa de um bando de moleques que vive
[05] atazanando a vida da gente. Minha mãe disse que, se ela soubesse, tinha alugado uma casa lá
no Jardim Prudêncio, perto da vovó, mas agora é tarde. Tem cada uma que eles aprontam que
dá vontade de pegar um por um pelo cabelo e beliscar até ficar roxo. (...)
Rosana
28 de junho
[10] Os moleques daqui, o Zuza, o Mauro e o Joça mais o Toninho, o Zé Luís e o Beto vivem
jogando futebol. Parece mania, nunca vi. Todo dia a mesma coisa. O pior é que já quebraram a
vidraça de umas mil casas e não tem muro em toda rua sem marca de bolada.
Meu irmão bem que queria jogar com eles, só que eles não gostam do Chico. Por quê,
ninguém sabe. Cada vez que a gente sai de casa, eles param o jogo e ficam olhando e
[15] cochichando com o rabo do olho. Mamãe acha que eles dizem palavrão. Papai não sabe a que
horas eles fazem lição. Para mim vão todos repetir de ano. Tomara. *Catiça. Azar deles. Bem
feito.
Rosana
3 de julho
[20] Nossa rua tem um problema. É o Chico. O pai dele é daqueles que não deixam ninguém
botar o nariz pra fora de casa. Jogar bola na rua? Não pode. Comprar figurinha ali na esquina?
Nem pensar. Coitado. O Chico parece um prisioneiro de guerra. Um pistoleiro desses que vivem
a vida atrás das grades. Nunca pode nada. Fica em casa pálido, chupando o dedo. Dá pena uma
pessoa assim tão sem ter o que fazer. A gente jogando bola a tarde inteira e ele na janela
[25] babando. A turma brincando de polícia e ladrão e ele lá. Quando é domingo, é dia do Chico
almoçar na casa da avó. Vai ele, a mãe, o pai e aquela chata da irmã dele, a Rosana, aquela
quatro-olhos que vive jogando água na gente com o esguicho.
Saem todos penteados, perfumosos e engomosos. O Chico de topete e meia branca até o
joelho. Entram no carro e partem deixando a rua inteira parada de queixo caído. A casa de Chico
[30] é bem bonita e a família dele é hiperchique. Só que o pai dele é uma fúria.
Zuza
*Catiça: azar.
(AZEVEDO, Ricardo. Nossa rua tem um problema. São Paulo: Paulinas, 1986. Fragmentos. Adaptado.)
Qual é o melhor adjetivo para descrever o Chico de acordo com a opinião do Zuza?
Questão 3 3160360
Colégio Pedro II 2014O texto a seguir servirá de base para responder à questão.
Nossa rua tem um problema
A seguir, foram selecionados trechos dos diários dos personagens Rosana e Zuza, em que
cada um escreve sobre problemas que estão enfrentando na vizinhança de onde moram.
23 de junho
Nossa rua tem um problema. Tudo por causa de um bando de moleques que vive
[05] atazanando a vida da gente. Minha mãe disse que, se ela soubesse, tinha alugado uma casa lá
no Jardim Prudêncio, perto da vovó, mas agora é tarde. Tem cada uma que eles aprontam que
dá vontade de pegar um por um pelo cabelo e beliscar até ficar roxo. (...)
Rosana
28 de junho
[10] Os moleques daqui, o Zuza, o Mauro e o Joça mais o Toninho, o Zé Luís e o Beto vivem
jogando futebol. Parece mania, nunca vi. Todo dia a mesma coisa. O pior é que já quebraram a
vidraça de umas mil casas e não tem muro em toda rua sem marca de bolada.
Meu irmão bem que queria jogar com eles, só que eles não gostam do Chico. Por quê,
ninguém sabe. Cada vez que a gente sai de casa, eles param o jogo e ficam olhando e
[15] cochichando com o rabo do olho. Mamãe acha que eles dizem palavrão. Papai não sabe a que
horas eles fazem lição. Para mim vão todos repetir de ano. Tomara. *Catiça. Azar deles. Bem
feito.
Rosana
3 de julho
[20] Nossa rua tem um problema. É o Chico. O pai dele é daqueles que não deixam ninguém
botar o nariz pra fora de casa. Jogar bola na rua? Não pode. Comprar figurinha ali na esquina?
Nem pensar. Coitado. O Chico parece um prisioneiro de guerra. Um pistoleiro desses que vivem
a vida atrás das grades. Nunca pode nada. Fica em casa pálido, chupando o dedo. Dá pena uma
pessoa assim tão sem ter o que fazer. A gente jogando bola a tarde inteira e ele na janela
[25] babando. A turma brincando de polícia e ladrão e ele lá. Quando é domingo, é dia do Chico
almoçar na casa da avó. Vai ele, a mãe, o pai e aquela chata da irmã dele, a Rosana, aquela
quatro-olhos que vive jogando água na gente com o esguicho.
Saem todos penteados, perfumosos e engomosos. O Chico de topete e meia branca até o
joelho. Entram no carro e partem deixando a rua inteira parada de queixo caído. A casa de Chico
[30] é bem bonita e a família dele é hiperchique. Só que o pai dele é uma fúria.
Zuza
*Catiça: azar.
(AZEVEDO, Ricardo. Nossa rua tem um problema. São Paulo: Paulinas, 1986. Fragmentos. Adaptado.)
Releia o seguinte trecho: “Nossa rua tem um problema. Tudo por causa de um bando de moleques que vive atazanando a vida da gente.” (linhas 4 e 5).
A palavra sublinhada significa
06
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