Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 11 10737933
CMR 6º Ano - Português 2014Leia o texto seguinte para responder.
Texto
Pense num nó
Pedro Gravatista era o maior dador de nó de gravata do Brasil. Dava nó até em colarinho de batina. Foi chamado pra engravatar o presidente do Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais, quase fez dele um Tiradentes; e, pra morte federativa, só faltou o pau da forca, a reza e o padre.
O sindicalista (caboco do dentifrício inflamado, faixa negra de doutor) era o maior arrancador de incisivos a bufetes do país, famoso pelo golpe certeiro e profilaxia aplicada. Era um caboco danado, assim dos seus vinte e poucos danos, de nome Antônio Fenomenal.
Pois bem, esse fenomenalzinho pegou o dador de nó pelo nó e deu-lhe um coletivo de bufete, maior do que a Casa do Espancamento.
Sai o gravatista com o talento entre as pernas e diz:
- De hoje em vante, só nó em pingo d'água.
Vocabulário
Odontologista: dentista
Profilaxia: limpeza
Incisivo: tipo de dente
Do dentifrício inflamado: irritadiço, irascível
QUIRINO, Jessier. Papel de bodega. Recife: Bagaço, 2013, p.107.
O fato que assinala o desfecho da narrativa é
Questão 10 10737931
CMR 6º Ano - Português 2014Leia o texto seguinte para responder.
Texto
Pense num nó
Pedro Gravatista era o maior dador de nó de gravata do Brasil. Dava nó até em colarinho de batina. Foi chamado pra engravatar o presidente do Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais, quase fez dele um Tiradentes; e, pra morte federativa, só faltou o pau da forca, a reza e o padre.
O sindicalista (caboco do dentifrício inflamado, faixa negra de doutor) era o maior arrancador de incisivos a bufetes do país, famoso pelo golpe certeiro e profilaxia aplicada. Era um caboco danado, assim dos seus vinte e poucos danos, de nome Antônio Fenomenal.
Pois bem, esse fenomenalzinho pegou o dador de nó pelo nó e deu-lhe um coletivo de bufete, maior do que a Casa do Espancamento.
Sai o gravatista com o talento entre as pernas e diz:
- De hoje em vante, só nó em pingo d'água.
Vocabulário
Odontologista: dentista
Profilaxia: limpeza
Incisivo: tipo de dente
Do dentifrício inflamado: irritadiço, irascível
QUIRINO, Jessier. Papel de bodega. Recife: Bagaço, 2013, p.107.
O conflito que marca a narrativa se expressa, inicialmente, no trecho
Questão 9 10737930
CMR 6º Ano - Português 2014Leia o texto seguinte para responder.
Texto
Imagem do aplicativo WhatsApp

Na expressão, "O queeeeeeeeeee ?????", a repetição de letras e do sinal de pontuação contribuem para marcar
Questão 8 10737929
CMR 6º Ano - Português 2014Leia o texto seguinte para responder.
Texto
Imagem do aplicativo WhatsApp

O que torna o trecho da conversa no WhatsApp engraçada é a
Questão 5 10737923
CMR 6º Ano - Português 2014TEXTO
História Pátria
Plantando mandioca, plantando feijão,
colhendo café, borracha, cacau,
comendo pamonha, canjica, mingau,
rezando de tarde nossa ave-maria,
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
A gente vivia.
De festas no ano só quatro é que havia:
Entrudo e Natal, Quaresma e SanJoão!
Mas tudo emendava num só carrilhão!
F a gente vadiava, dançava, comia...
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Todo santo dia.
O Rei, entretanto, não era da terra!
E gente pra Europa mandou-se estudar... .
Gqhtinha idiota que trouxe a mania
de nos transformar
da noite pro dia...
A gente que tão
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia!
(E foi um dia a nossa civilização
tão fácil de criar!)
Passou-se a pensar,
passou-se a cantar,
passou-se a dançar,
passou-se a comer,
passou-se a vestir,
passou-se a viver,
passou-se a sentir,
tal como Paris
pensava,
cantava,
comia,
sentia...
A gente que tão
Negramente...
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia.
FERREIRA, Ascenso. Catimbó, Cana Caiana, Xenhenhém. 5. Ed. Recife: Nordestal, 1995, p.100-101.
As palavras Negramente, Caboclamenle, Portuguesamente dizem respeito
Questão 4 10737922
CMR 6º Ano - Português 2014TEXTO
História Pátria
Plantando mandioca, plantando feijão,
colhendo café, borracha, cacau,
comendo pamonha, canjica, mingau,
rezando de tarde nossa ave-maria,
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
A gente vivia.
De festas no ano só quatro é que havia:
Entrudo e Natal, Quaresma e SanJoão!
Mas tudo emendava num só carrilhão!
F a gente vadiava, dançava, comia...
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Todo santo dia.
O Rei, entretanto, não era da terra!
E gente pra Europa mandou-se estudar... .
Gqhtinha idiota que trouxe a mania
de nos transformar
da noite pro dia...
A gente que tão
Negramente....
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia!
(E foi um dia a nossa civilização
tão fácil de criar!)
Passou-se a pensar,
passou-se a cantar,
passou-se a dançar,
passou-se a comer,
passou-se a vestir,
passou-se a viver,
passou-se a sentir,
tal como Paris
pensava,
cantava,
comia,
sentia...
A gente que tão
Negramente...
Caboclamente...
Portuguesamente...
Vivia.
FERREIRA, Ascenso. Catimbó, Cana Caiana, Xenhenhém. 5. Ed. Recife: Nordestal, 1995, p.100-101.
A passagem "Mas tudo emendava num só carrilhão", indica que o "clima de festa" característico da cultura brasileira era.
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)