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Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto

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7.497 Questões

Marca Texto
Modo Escuro
Fonte

Questão 8 10414053
Fácil 00:00

COLÉGIO SÓLIDO* 6° ANO 2015
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Morfologia
  • Adjetivo Coesão (elem. coesivos) e Coerência Estratégias de leitura Gêneros textuais não verbais e mistos Numeral
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Resolução comentada

Texto 

 

   Mamãe tinha dois filhos lindos. Acabaram se casando com duas moças que... bem, a mamãe nunca acha que elas são boas o bastante para seus filhos lindos. Pois eles se casaram, e cada casal foi morar numa cidade, um em São Paulo e o outro em Belo Horizonte. Aí mamãe ficou viúva e tinha de escolher com quem ela iria viver.
- Na casa de que filho a senhora vai viver, dona Santinha?
- Ah, minha filha, o meu problema é que uma nora quer que eu vá para São Paulo e a outra quer que eu vá para Belo Horizonte...
- Ah, que simpáticas e carinhosas as suas noras, dona Santinha!
- Nem tanto, minha querida. A de São Paulo quer que eu vá para Belo Horizonte, e a de Belo Horizonte quer que eu vá para São Paulo.

(Ziraldo, Rolando de rir. São Paulo: Melhoramentos, 2001. p. 75.)

Na frase “Mamãe tinha dois filhos lindos”, as palavras dois e lindos referem-se a filhos.

 

A que classe gramatical pertence cada uma das palavras destacadas acima?

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Questão 7 10414047
Fácil 00:00

COLÉGIO SÓLIDO* 6° ANO 2015
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Gramática Leitura e Interpretação de Texto
  • Figuras de Linguagem Fonética Gêneros textuais - Verbais/Narrativos
  • Conto maravilhoso Tonicidade
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto 

 

UM DESEJO E DOIS IRMÃOS

  Dois príncipes, um louro, e um moreno. Irmãos, mas os olhos de um azuis, e os do outro verdes. E tão diferentes nos gostos e nos sorrisos, que ninguém os diria filhos do mesmo pai, rei que igualmente os amava.
   Uma coisa, porém, tinham em comum: cada um deles queria ser o outro. Nos jogos, nas poses, diante do espelho, tudo o que um queria era aquilo que o outro tinha. E de alma sempre cravada nesse desejo
insatisfeito, esqueciam-se de olhar para si, de serem felizes.
   Sofria o pai com o sofrimento dos filhos. Querendo ajudá-los, pensou um dia que melhor seria dividir o reino, para que não viessem a lutar depois da sua morte. De tudo o que tinha, deu o céu para o seu filho louro, que governasse junto ao sol brilhante como seus cabelos. E entregou-lhe pelas rédeas um cavalo alado. Ao moreno coube o verde do mar, reflexo de seus olhos. E um cavalo-marinho.
    O primeiro filho montou na garupa lisa, entre as asas brancas. O segundo filho, firmou-se nas costas ásperas do hipocampo. A cada um seu reino.
   Mas as pernas que roçavam em plumas esporeavam o cavalo para baixo, em direção às cristas das ondas. E os joelhos que apertavam os flancos molhados ordenavam que subisse, junto à tona.
   Do ar, o príncipe das nuvens olhou através do seu reflexo, procurando a figura do irmão nas profundezas.
  Da água, o jovem senhor das vagas quebrou com seu olhar a lâmina da superfície procurando a silhueta do irmão.
 O de cima sentiu calor, e desejou ter o mar para si, certo de que nada o faria mais feliz do que mergulhar no seu frescor.
 O de baixo sentiu frio, e quis possuir o céu, certo de que nada o faria mais feliz do que voar na sua mornança.
   Então emergiu o focinho do cavalo-marinho e molharam-se as patas do cavalo alado.
  Soprando entre as mãos em concha, os dois irmãos lançaram seu desafio. Alinharam-se os cavalos na beira da areia e partiriam para a linha do horizonte. Quem chegasse primeiro ficaria com o reino do outro.
- A corrida será longa – pensou o primeiro. E fez uma carruagem de nuvens que atrelou ao seu cavalo.
- Demoraremos a chegar – pensou o segundo. E prendeu com algas uma carruagem de espumas nas costas do hipocampo.
  Partiram juntos. Silêncio na água. No ar, relinchos e voltear de plumas. Longe, a linha de chegada dividindo os dois reinos.
  Os raios do sol passaram pela carruagem de nuvens e desciam até a carruagem de espumas. Durante todo o dia acompanharam a corrida. Depois brilhou a lua, a leve sombra de um cobriu o outro de noite mais profunda. E quando o sol outra vez trouxe sua luz, surpreendeu-se de ver o cavalo alado exatamente acima do cavalo-marinho. Tão acima como se, desde a partida, não tivessem saído do lugar.
   Galopava o tempo, veloz como os irmãos. Mas a linha do horizonte continuava igualmente distante. O sol chegava até ela. A lua chegava até ela. Até os albatrozes pareciam alcançá-la no seu voo. Só os dois irmãos não conseguiam se aproximar.

   De tanto correr já se esgarçavam as nuvens da carruagem alada, e a espuma da carruagem marinha desfazia-se em ondas. Mas os dois irmãos não desistiram, porque nessa segunda coisa também eram iguais, no
desejo de vencer.
   Até que a linha do horizonte teve pena. E devagar, sem deixar-se perceber, foi chegando perto.
A linha chegou perto.
  Baixou seu voo o cavalo alado, quase tocando o reflexo. Aflorou o cavalo-marinho entre as marolas. As plumas, espumas se tocaram. Céu e mar cada vez mais próximos confundiram seus azuis, igualaram suas transparências. E as asas brancas do cavalo alado, pesadas de sal, entregaram-se à água, a crina branca roçando o pescoço do hipocampo. Desfez-se a carruagem de nuvens na crista da última onda. Onda que inchou, rolou, envolvendo os irmãos num mesmo abraço, jogando um corpo contra o outro, juntando para sempre aquilo que era tão separado.
  Desliza a onda sobre a areia, depositando o vencedor. Na branca praia do horizonte, onde tudo se encontra, avança agora um único príncipe, dono do céu e do mar. De olhos e cabelos castanhos, feliz enfim.

COLASANTI, Marina. Um desejo e dois irmãos. In: Doze reis e a moça do labirinto do vento. Rio de Janeiro: Global, 1999. p. 50-51.

 

VOCABULÁRIO
▪ Flancos: cada um dos lados do corpo, dos quadris aos ombros.
▪ Hipocampo: cavalo-marinho.
▪ Mornança: sensação de morno; lentidão.

Qual grupo de palavras possui a mesma classificação em relação à tonicidade da sílaba?

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Questão 5 10414020
Fácil 00:00

COLÉGIO SÓLIDO* 6° ANO 2015
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Gramática Leitura e Interpretação de Texto
  • Coesão (elem. coesivos) e Coerência Estratégias de leitura Funções da Linguagem Gêneros textuais - Verbais/Narrativos Linguagem
  • Conto maravilhoso Funções da linguagem
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto 

 

UM DESEJO E DOIS IRMÃOS

  Dois príncipes, um louro, e um moreno. Irmãos, mas os olhos de um azuis, e os do outro verdes. E tão diferentes nos gostos e nos sorrisos, que ninguém os diria filhos do mesmo pai, rei que igualmente os amava.
   Uma coisa, porém, tinham em comum: cada um deles queria ser o outro. Nos jogos, nas poses, diante do espelho, tudo o que um queria era aquilo que o outro tinha. E de alma sempre cravada nesse desejo
insatisfeito, esqueciam-se de olhar para si, de serem felizes.
   Sofria o pai com o sofrimento dos filhos. Querendo ajudá-los, pensou um dia que melhor seria dividir o reino, para que não viessem a lutar depois da sua morte. De tudo o que tinha, deu o céu para o seu filho louro, que governasse junto ao sol brilhante como seus cabelos. E entregou-lhe pelas rédeas um cavalo alado. Ao moreno coube o verde do mar, reflexo de seus olhos. E um cavalo-marinho.
    O primeiro filho montou na garupa lisa, entre as asas brancas. O segundo filho, firmou-se nas costas ásperas do hipocampo. A cada um seu reino.
   Mas as pernas que roçavam em plumas esporeavam o cavalo para baixo, em direção às cristas das ondas. E os joelhos que apertavam os flancos molhados ordenavam que subisse, junto à tona.
   Do ar, o príncipe das nuvens olhou através do seu reflexo, procurando a figura do irmão nas profundezas.
  Da água, o jovem senhor das vagas quebrou com seu olhar a lâmina da superfície procurando a silhueta do irmão.
 O de cima sentiu calor, e desejou ter o mar para si, certo de que nada o faria mais feliz do que mergulhar no seu frescor.
 O de baixo sentiu frio, e quis possuir o céu, certo de que nada o faria mais feliz do que voar na sua mornança.
   Então emergiu o focinho do cavalo-marinho e molharam-se as patas do cavalo alado.
  Soprando entre as mãos em concha, os dois irmãos lançaram seu desafio. Alinharam-se os cavalos na beira da areia e partiriam para a linha do horizonte. Quem chegasse primeiro ficaria com o reino do outro.
- A corrida será longa – pensou o primeiro. E fez uma carruagem de nuvens que atrelou ao seu cavalo.
- Demoraremos a chegar – pensou o segundo. E prendeu com algas uma carruagem de espumas nas costas do hipocampo.
  Partiram juntos. Silêncio na água. No ar, relinchos e voltear de plumas. Longe, a linha de chegada dividindo os dois reinos.
  Os raios do sol passaram pela carruagem de nuvens e desciam até a carruagem de espumas. Durante todo o dia acompanharam a corrida. Depois brilhou a lua, a leve sombra de um cobriu o outro de noite mais profunda. E quando o sol outra vez trouxe sua luz, surpreendeu-se de ver o cavalo alado exatamente acima do cavalo-marinho. Tão acima como se, desde a partida, não tivessem saído do lugar.
   Galopava o tempo, veloz como os irmãos. Mas a linha do horizonte continuava igualmente distante. O sol chegava até ela. A lua chegava até ela. Até os albatrozes pareciam alcançá-la no seu voo. Só os dois irmãos não conseguiam se aproximar.

   De tanto correr já se esgarçavam as nuvens da carruagem alada, e a espuma da carruagem marinha desfazia-se em ondas. Mas os dois irmãos não desistiram, porque nessa segunda coisa também eram iguais, no
desejo de vencer.
   Até que a linha do horizonte teve pena. E devagar, sem deixar-se perceber, foi chegando perto.
A linha chegou perto.
  Baixou seu voo o cavalo alado, quase tocando o reflexo. Aflorou o cavalo-marinho entre as marolas. As plumas, espumas se tocaram. Céu e mar cada vez mais próximos confundiram seus azuis, igualaram suas transparências. E as asas brancas do cavalo alado, pesadas de sal, entregaram-se à água, a crina branca roçando o pescoço do hipocampo. Desfez-se a carruagem de nuvens na crista da última onda. Onda que inchou, rolou, envolvendo os irmãos num mesmo abraço, jogando um corpo contra o outro, juntando para sempre aquilo que era tão separado.
  Desliza a onda sobre a areia, depositando o vencedor. Na branca praia do horizonte, onde tudo se encontra, avança agora um único príncipe, dono do céu e do mar. De olhos e cabelos castanhos, feliz enfim.

COLASANTI, Marina. Um desejo e dois irmãos. In: Doze reis e a moça do labirinto do vento. Rio de Janeiro: Global, 1999. p. 50-51.

 

VOCABULÁRIO
▪ Flancos: cada um dos lados do corpo, dos quadris aos ombros.
▪ Hipocampo: cavalo-marinho.
▪ Mornança: sensação de morno; lentidão.

A finalidade principal do texto é

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Questão 4 10414005
Fácil 00:00

COLÉGIO SÓLIDO* 6° ANO 2015
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto
  • Estratégias de leitura Gêneros textuais - Verbais/Narrativos
  • Conto maravilhoso
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto 

 

UM DESEJO E DOIS IRMÃOS

  Dois príncipes, um louro, e um moreno. Irmãos, mas os olhos de um azuis, e os do outro verdes. E tão diferentes nos gostos e nos sorrisos, que ninguém os diria filhos do mesmo pai, rei que igualmente os amava.
   Uma coisa, porém, tinham em comum: cada um deles queria ser o outro. Nos jogos, nas poses, diante do espelho, tudo o que um queria era aquilo que o outro tinha. E de alma sempre cravada nesse desejo
insatisfeito, esqueciam-se de olhar para si, de serem felizes.
   Sofria o pai com o sofrimento dos filhos. Querendo ajudá-los, pensou um dia que melhor seria dividir o reino, para que não viessem a lutar depois da sua morte. De tudo o que tinha, deu o céu para o seu filho louro, que governasse junto ao sol brilhante como seus cabelos. E entregou-lhe pelas rédeas um cavalo alado. Ao moreno coube o verde do mar, reflexo de seus olhos. E um cavalo-marinho.
    O primeiro filho montou na garupa lisa, entre as asas brancas. O segundo filho, firmou-se nas costas ásperas do hipocampo. A cada um seu reino.
   Mas as pernas que roçavam em plumas esporeavam o cavalo para baixo, em direção às cristas das ondas. E os joelhos que apertavam os flancos molhados ordenavam que subisse, junto à tona.
   Do ar, o príncipe das nuvens olhou através do seu reflexo, procurando a figura do irmão nas profundezas.
  Da água, o jovem senhor das vagas quebrou com seu olhar a lâmina da superfície procurando a silhueta do irmão.
 O de cima sentiu calor, e desejou ter o mar para si, certo de que nada o faria mais feliz do que mergulhar no seu frescor.
 O de baixo sentiu frio, e quis possuir o céu, certo de que nada o faria mais feliz do que voar na sua mornança.
   Então emergiu o focinho do cavalo-marinho e molharam-se as patas do cavalo alado.
  Soprando entre as mãos em concha, os dois irmãos lançaram seu desafio. Alinharam-se os cavalos na beira da areia e partiriam para a linha do horizonte. Quem chegasse primeiro ficaria com o reino do outro.
- A corrida será longa – pensou o primeiro. E fez uma carruagem de nuvens que atrelou ao seu cavalo.
- Demoraremos a chegar – pensou o segundo. E prendeu com algas uma carruagem de espumas nas costas do hipocampo.
  Partiram juntos. Silêncio na água. No ar, relinchos e voltear de plumas. Longe, a linha de chegada dividindo os dois reinos.
  Os raios do sol passaram pela carruagem de nuvens e desciam até a carruagem de espumas. Durante todo o dia acompanharam a corrida. Depois brilhou a lua, a leve sombra de um cobriu o outro de noite mais profunda. E quando o sol outra vez trouxe sua luz, surpreendeu-se de ver o cavalo alado exatamente acima do cavalo-marinho. Tão acima como se, desde a partida, não tivessem saído do lugar.
   Galopava o tempo, veloz como os irmãos. Mas a linha do horizonte continuava igualmente distante. O sol chegava até ela. A lua chegava até ela. Até os albatrozes pareciam alcançá-la no seu voo. Só os dois irmãos não conseguiam se aproximar.

   De tanto correr já se esgarçavam as nuvens da carruagem alada, e a espuma da carruagem marinha desfazia-se em ondas. Mas os dois irmãos não desistiram, porque nessa segunda coisa também eram iguais, no
desejo de vencer.
   Até que a linha do horizonte teve pena. E devagar, sem deixar-se perceber, foi chegando perto.
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  Baixou seu voo o cavalo alado, quase tocando o reflexo. Aflorou o cavalo-marinho entre as marolas. As plumas, espumas se tocaram. Céu e mar cada vez mais próximos confundiram seus azuis, igualaram suas transparências. E as asas brancas do cavalo alado, pesadas de sal, entregaram-se à água, a crina branca roçando o pescoço do hipocampo. Desfez-se a carruagem de nuvens na crista da última onda. Onda que inchou, rolou, envolvendo os irmãos num mesmo abraço, jogando um corpo contra o outro, juntando para sempre aquilo que era tão separado.
  Desliza a onda sobre a areia, depositando o vencedor. Na branca praia do horizonte, onde tudo se encontra, avança agora um único príncipe, dono do céu e do mar. De olhos e cabelos castanhos, feliz enfim.

COLASANTI, Marina. Um desejo e dois irmãos. In: Doze reis e a moça do labirinto do vento. Rio de Janeiro: Global, 1999. p. 50-51.

 

VOCABULÁRIO
▪ Flancos: cada um dos lados do corpo, dos quadris aos ombros.
▪ Hipocampo: cavalo-marinho.
▪ Mornança: sensação de morno; lentidão.

Considerando as ideias presentes no texto, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 20 10395040
Fácil 00:00

CMT Prova de Português 2015
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Morfologia
  • Adjetivo Advérbio Conjunções Gêneros textuais - Verbais/Narrativos Pronome Verbo Verbos
  • Canção
  • Exibir tags
Resolução comentada

Com base no texto, responda à questão.

 

TEXTO

 

PLANETA ÁGUA

 

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão


[5] Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população


Águas que caem das pedras
[10] No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos


Água dos igarapés
[15] Onde Iara, a mãe d'água,
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão


[20] Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação


Águas que movem moinhos
[25] São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra


Terra! Planeta Água
[30] Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água

(ARANTES, G. In http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/ Acesso em 17 ago 2015)

No trecho “Águas que movem moinhos / São as mesmas águas que encharcam o chão / E sempre voltam humildes” (versos 24 a 26), as palavras destacadas, morfologicamente, classificam-se, respectivamente, como:

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Questão 13 10394882
Fácil 00:00

CMT Prova de Português 2015
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Morfologia
  • Adjetivo Funções da Linguagem
  • Exibir tags
Resolução comentada

Considerando as informações do texto, responda à questão:

 

TEXTO

 

INFOGRÁFICO

(In http://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/itaipu-30-anos/gigante-pela-propria-natureza-8rl9ddymu5t3e0868gvo87vim Acesso em 17 ago 2015)

No tópico “Produção de energia de Itaipu”, as expressões destacadas têm, respectivamente, valor:

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