Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 2 10408651
CPM 2018Leia a tira e fique atento à nova ortografia para esta questão.

Disponível em:
Acesso em: 05 jul 2017.
O que justifica não ser usado mais o acento agudo nas palavras HEROICO – PLATEIA – IDEIA – MOCREIA, segundo a nova ortografia, é:
Questão 12 10282778
IFSertãoPE 2018Ainda sobre o trecho transcrito na questão anterior, informe que palavra substituiria coerentemente o termo “fortuitos” no contexto em que foi empregado.
Questão 19 10183502
CMM 1° Ano - Prova de Português 2018TEXTO

Fonte: http://emrccolegiodelamas.blogspot.com/2015/12/passagem-de-ano-com-humor-para-pensar.html
A tirinha é um gênero textual que reproduz o falar cotidiano. Por isso, é abundante o emprego do pronome "que" em variadas funções nas construções discursivas. Entretanto, há ocorrências em que ele não exerce função sintática, tornando-se dispensável na construção do sentido.
Na tirinha analisada, isso ocorre em:
Questão 18 10129460
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2018Leia atentamente o texto e responda à questão.
Texto
Dia Especial
Eduardo Tavares Leindecker
Se alguém
Já lhe deu a mão
E não pediu mais nada em troca
Pense bem, pois é um dia especial
05 Eu sei
Que não é sempre
Que a gente encontra alguém
Que faça bem
E nos leva desse temporal
10 O amor é maior que tudo
Do que todos até a dor
Se vai quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
15 Acordei nesse mundo marginal
Mas te vejo e sinto
O brilho desse olhar
Que me acalma
Me traz força pra encarar tudo [REFRÃO]
20 O amor é maior que tudo
Do que todos, até a dor
Se vai quando o olhar é natural
Sonhei que as pessoas eram boas
Em um mundo de amor
25 E acordei na terceira Guerra Mundial
Em “O brilho desse olhar/Que me acalma” (v. 17-18), o verso destacado.
Questão 10 10117414
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2018COM BASE NO TEXTO, RESPONDA A QUESTÃO.
TEXTO
O Tempo e o Amor
Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o
tempo a colunas de mármore, quanto mais a corações de cera! São as afeições como as vidas,
que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito. São como as
linhas que partem do centro para a circunferência, que, quanto mais continuadas, tanto menos
[5] unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino, porque não há amor tão
robusto, que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza o
desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não tira, embota-lhe as setas, com que já
não fere, abre-lhe os olhos, com que vê o que não via, e faz-lhe crescer as asas, com que voa
e foge. A razão natural de toda esta diferença, é porque o tempo tira a novidade às coisas,
[10] descobre-lhes os defeitos, enfastia-lhes o gosto, e basta que sejam usadas para não serem
as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, quanto mais o amor? O mesmo amar é causa de não
amar, e o ter amado muito, de amar menos.
(VIEIRA, Pe. António. Sermão do Mandato, parte III, In: Sermões. Porto: Lello & Irmão, 1959. p. 94.)
Vocabulário:
Embotar: tornar menos cortante, menos agudo.
Enfastiar: causar ou sentir tédio (fastio).
O vocábulo “menino” classifica-se morfologicamente como substantivo. Entretanto, em “Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino” (l. 5), a mesma palavra assume valor de adjetivo.
O trecho do Texto em que uma palavra também assume valor diferente do morfologicamente previsto é
Questão 4 616215
COTIL 1° Ano 2018TEXTO PARA A QUESTÃO
OS FILHOS DO LIXO
Lya Luft
Há quem diga que dou esperança; há quem proteste que sou pessimista. Eu digo que os maiores otimistas são aqueles que, apesar do que vivem ou observam, continuam apostando na vida, trabalhando, cultivando afetos e tendo projetos. Às vezes, porém, escrevo com dor. Como hoje.
Acabo de assistir a uma reportagem sobre crianças do Brasil que vivem do lixo. Digamos que são o lixo deste país, e nós permitimos ou criamos isso. Eu mesma já vi com estes olhos gente morando junto de lixões, e crianças disputando com urubus pedaços de comida estragada para matar a fome.
A reportagem era uma história de terror – mas verdadeira, nossa, deste país. Uma jovem de menos de 20 anos trazia numa carretinha feita de madeiras velhas seus três filhos, de 4, 2 e 1 ano. Chegavam ao lixão, e a maiorzinha, já treinada, saía a catar coisas úteis, sobretudo comida. Logo estavam os três comendo, e a mãe, indagada, explicou com simplicidade: "A gente tem de sobreviver, né?".
Não sei como é possível alguém dizer que este país vai bem enquanto esses fatos, e outros semelhantes, acontecem. Pois, sendo na nossa pátria, não importa em que recanto for, tudo nos diz respeito, como nos dizem respeito a malandragem e a roubalheira, a mentira e a impunidade e o falso ufanismo. Ouvimos a toda hora que nunca o país esteve tão bem. Até que em algumas coisas, talvez muitas, melhoramos.
Mas quem somos, afinal? Que país somos, que gente nos tornamos, se vemos tudo isso e continuamos comendo, bebendo, trabalhando e estudando como se nem fosse conosco? Deve ser o nosso jeito de sobreviver – não comendo lixo concreto, mas engolindo esse lixo moral e fingindo que está tudo bem. Pois, se nos convencermos de que isso acontece no nosso meio, no nosso país, talvez na nossa cidade, e nos sentirmos parte disso, responsáveis por isso, o que se poderia fazer?
https://renatavalerafatec.files.wordpress.com/2017/02/acervo-digital-veja-os-filhos-do-lixo.pdf
O texto está escrito em linguagem formal e, logicamente, as palavras, os verbos estão empregados com correção, em norma culta.
Com base nessa informação, seguindo o mesmo padrão de linguagem, responda à questão.
Assinale a alternativa cujos vocábulos completam, respectivamente, as lacunas do texto a seguir.
A política de ........................ de gastos fez com que ........................ os trabalhos de ........................
sobre meninos de rua.
06
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